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Com derrota dos Cowboys, Big Ben segue como recordista

Com derrota dos Cowboys, Big Ben segue como recordista

No último domingo, Ben Roethlisberger fez o seu pior jogo na temporada, foi três vezes interceptado, mas, graças ao fenômeno Le’Veon Bell que anotou três touchdowns e somou 298 jardas de scrimmage, o Pittsburgh Steelers conseguiu vencer o Buffalo Bills por 27 a 20, em Nova York. Mesmo com o desempenho ruim, horas depois, Big Ben deve ter ficado feliz com o resultado da partida entre Dallas Cowboys e New York Giants.

Após a derrota de Dak Prescott, dos Cowboys, contra os Giants, o quarterback dos Steelers segue como o recordista de vitórias consecutivas como calouro na NFL. A marca foi registrada em 2004, quando Big Ben venceu 13 partidas em sequência e deixou o Pittsburgh com a melhor campanha da AFC. Em 15 jogos como titular, Roethlisberger somou 2.621 jardas aéreas, acertou 55% dos passes, 17 touchdowns e 11 interceptações.

Entretanto, nos playoffs, Big Ben conduziu o ataque dos Steelers até a final da Conferência Americana, mas foi derrotado pelo New England Patriots de Tom Brady e Bill Belichick.

Com o resultado negativo no MetLife Stadium, Dak Prescott, que ameaçava quebrar a marca, é o segundo quarterback calouro com mais vitórias consecutivas, o jogador soma 11 triunfos. Entretanto, o primeiro-anista em 2016 supera em alguns números o recordista calouro de 2004. Em 13 jogos, Prescott tem 3.139 jardas aéreas, 20 touchdowns e quatro interceptações (duas contra o New York Giants) e rating de 102,7.

Mas devemos analisar as características dos quarterbacks e, principalmente das equipes. Big Ben é um jogador que fica mais dentro pocket, não fica tão exposto, por isso somou 144 jardas terrestres, um touchdown e dois fumbles perdidos em 2004. Prescott, além de ter um bom passe, é um quarterback que utiliza a velocidade e soma cinco touchdowns terrestres e 218 jardas. Entretanto, mais exposto, sofreu nove fumbles e quatro deles foram perdidos.

O sistema de jogo dos Steelers de 2004 e dos Cowboys de 2016 é totalmente oposto. A franquia da Pensilvânia não tinha um ataque tão explosivo e se apoiou na forte defesa, que cedeu menos pontos (251) e menos jardas totais (4.134 jardas) naquela temporada. Já os Cowboys priorizam o ataque, que está na quinta posição em jardas por partida (385,2), em touchdowns (40) e têm segundo melhor sistema ofensivo terrestre (1.978 jardas). Além disso, a famosa linha ofensiva é o destaque do America’s Team em 2016.

O incrível recorde de Ben Roethlisberger que vai completar 12 anos, vai continuar por no mínimo mais uma temporada. No entanto, Dak Prescott pode superar o quarterback dos Steelers na temporada como calouro em outro quesito caso chegue ao Super Bowl e conquiste a Vince Lombardi. Mas isso nós só vamos ficar sabendo a partir de janeiro.

Treinador do Pittsburgh Steelers alcança marca histórica

Treinador do Pittsburgh Steelers alcança marca histórica

Em temporadas de constantes trocas de treinadores, o Pittsburgh Steelers faz o caminho inverso e disponibiliza tempo para o comandante trabalhar. Nos últimos 47 anos, apenas três head coaches estiveram à frente da franquia da Pensilvânia e no último domingo contra o Buffalo Bills, Mike Tomlin que é treinador da equipe desde 2007, alcançou a sua centésima vitória como comandante do Pittsburgh.

Normalmente, o treinador entrega a bola do jogo para um jogador, mas, desta vez, após a vitória por 27 a 20 contra os Bills, quem recebeu a bola oval foi Mike Tomlin. “Eu dei a bola de jogo porque tem vários treinadores na liga que desejam alcançar às 100 vitórias. Então, isso é uma marca incrível“, afirmou o quarterback Ben Roethlisberger.

Mike Tomlin chegou a 100 triunfos em 157 jogos (64% de aproveitamento) com os Steelers. Tomlin, de 44 anos, é considerado um dos melhores comandantes da liga, foi eleito o melhor treinador da NFL em 2008, participou de dois Super Bowl e venceu a edição XLII contra o Arizona Cardinals, em Tampa. Tomlin também se tornou o oitavo treinador na história da NFL a ganhar 100 jogos ou mais nas 10 primeiras temporadas, juntando-se a Mike Ditka, Tony Dungy, Joe Gibbs, John Madden, Mike McCarthy, George Seifert e Don Shula.

Entretanto, Mike Tomlin não é o primeiro técnico do Pittsburgh Steelers atingir a marca histórica. O lendário Chuck Noll e Bill Cowher também alcançaram o feito, mas com um aproveitamento inferior. Noll que foi eleito o treinador do ano em 1969, treinou a Steel Curtain e as lendas Franco Harris, Lynn Shawnn e Terry Bradshaw, venceu quatro vezes o Super Bowl (IX, X, XIII e XIV), tem 193 vitórias, 148 derrotas e um empate em 339 partidas – entre os anos de 1969 e 1991.

Substituto de Chuck Noll, Bill Cowher treinou os Steelers em 14 temporadas e conquistou 149 vitórias, 90 derrotas e um empate. Competente, Cowher foi eleito o treinador do ano em 1992 e 2004 e conquistou a Vince Lombardi no Super Bowl XL em 2006. Além disso, chegou a quatro finais da Conferência Americana e treinou os craques Troy Polamalu e Hines Ward. Por isso, o Pittsburgh é a única franquia a ter três treinadores diferentes com 100 ou mais vitórias.

Buscando a centésima primeira vitória, Mike Tomlin comanda o Pittsburgh Steelers no clássico da AFC Norte contra o Cincinnati Bengals no Paul Brown Stadium, neste domingo (18), às 16h (horário de Brasília), jogo válido pela semana 15 da NFL.

Sinal de perigo no ataque do Seattle Seahawks

Sinal de perigo no ataque do Seattle Seahawks

Após acachapante derrota para o Green Bay Packers no Lambeau Field, a luz vermelha acendeu em Seattle. O revés mostrou a pior atuação da carreira de Russell Wilson que sofreu cinco interceptações, por consequência, um fraco desempenho ofensivo e, de quebra, o Seattle Seahawks foi ultrapassado pelo Detroit Lions, caíram para o wild card e estão com a terceira melhor campanha da NFC.

No último domingo, o torcedor do Seattle Seahawks saiu assustado e preocupado do Lambeau Field. O desempenho da equipe foi ruim e o quarterback Russell Wilson, considerado um dos melhores da posição, teve os piores números em cinco anos na NFL. Wilson foi cinco vezes interceptado (duas por culpa dos drops de Doug Baldwin e Troymaine Pope), acertou apenas 56% dos passes, sofreu três sacks, somou 240 jardas e um touchdown. Além disso, foi a primeira vez em 86 jogos como titular do Seattle (somando temporada regular e playoffs) que o quarterback perdeu uma partida por mais de 10 pontos.

Ele teve um dia difícil. Ele perdeu um par de passes profundos nos quais ele costuma acertar o alvo”, disse o treinador Pete Carroll. Não foi a primeira vez que Russell Wilson teve um desempenho individual para ser esquecido contra o Green Bay. Pela final da Conferência Nacional em 2015, Wilson foi quatro vezes interceptado e, graças a uma recuperação de onside kick e um touchdown na prorrogação, o Seattle conseguiu vencer os Packers e ir ao Super Bowl.

Pior temporada da carreira

Atual temporada de Russell Wilson apresenta números modestos e fora da média do quarterback na liga. Além de ter o pior jogo da carreira em interceptações, Wilson pode ter mais três marcas negativas. O jogador correu apenas 207 jardas, passou para 13 touchdowns e tem um rating de 88,1. As piores performances nesses quesitos aconteceram em diferentes anos. Em 2012, quando percorreu 453 jardas terrestres e na temporada 2014 quando anotou 20 touchdowns e fechou com um rating de 95,0. Restando apenas três partidas para o final do período regular, provavelmente, Russell Wilson deve ter o seu pior ano na NFL.

As lesões são uma das explicações para esses números negativos em 2016. Wilson sofreu uma forte luxação no tornozelo direito contra o Miami Dolphins e uma preocupante entorse no joelho esquerdo contra o San Francisco 49ers.

Ataque deixa a desejar fora de casa

Com Russell Wilson vivendo a sua pior temporada na carreira e somando-se a isso aposentadoria do ex-running back Marshawn Lynch ao final da última temporada, o setor ofensivo dos Seahawks está sofrendo em 2016, principalmente em partidas longe do CenturyLink Field. Em quatro dos sete jogos fora de casa, o Seattle marcou 10 ou menos pontos, resultado um retrospecto negativo: três derrotas (Los Angeles Rams por 9 a 3, Tampa Bay Buccaneers por 14 a 5 e Green Bay Packers por 38 a 10) e um empate contra o Arizona Cardinals por 6 a 6 – as quatro derrotas na temporada aconteceram como visitante. Além disso, somando jogos dentro e fora de casa, o ataque tem o pior desempenho terrestre desde 1999.

Tudo isso deixa a “12” preocupada. Neste momento, o Seattle Seahawks tem um campanha de oito vitórias, quatro derrotas e um empate. E caso a franquia enfrente e vença o Tampa Bay no wild card, terá que jogar no Ford Field contra o Detroit Lions, que venceu seis dos sete duelos como mandante.

Seattle Seahawks vai ter poucos dias para corrigir os erros. Nesta quinta-feira (15), às 23h30 (horário de Brasília), a equipe volta ao gramado no duelo da NFC Oeste contra o Los Angeles Rams, no CenturyLink Field.

Russell Wilson em 2016: 13 touchdowns; 3.382 jardas aéreas; 65% de aproveitamento nos passes; 10 interceptações; Rating 88,1.

Derrota dos Raiders no TNF evidência o desempenho inconstante do ataque

Derrota dos Raiders no TNF evidência o desempenho inconstante do ataque

No Thursday Night Football mais esperado de 2016, o Oakland Raiders perdeu a invencibilidade como visitante e foi derrotado pelo Kansas City Chiefs por 21 a 13, em partida válida pela semana 14 da NFL. Uma das causas para o resultado negativo foi o fraco rendimento ofensivo, principalmente no primeiro tempo, quando a equipe somou apenas 114 jardas totais. O revés evidenciou a irregularidade ofensiva da equipe na atual temporada.

Na primeira etapa contra os Chiefs, Raiders marcaram 10 pontos, sofreram todos os 21 pontos e cederam 196 jardas totais para Alex Smith e companhia. Apesar de ter melhorado o rendimento defensivo e ofensivo na segunda etapa, com 120 jardas totais, o Oakland não conseguiu converter os dois turnovers em touchdowns, anotou apenas um field goal e isso foi um dos fatores que determinaram a derrota da franquia da Califórnia no duelo decisivo da AFC Oeste. “Eu só acho que não fomos capazes de completar as jogadas“, disse o running back Latavius Murray.

O jogo mais uma vez demonstrou a inconstância do ataque dos Raiders em 2016. O setor ofensivo coordenado pelo técnico Bill Musgrave constantemente recebe elogios, mas vem sofrendo no primeiro tempo das partidas. Oakland começou o segundo tempo atrás no placar em 10 dos 13 jogos, marcou 163 pontos e soma 2.266 jardas totais. Se contássemos apenas a primeira parte dos jogos, os Raiders estariam com três vitórias e 10 derrotas.

Crescimento nos últimos 30 minutos

Mas na segunda etapa, a equipe tem uma melhora geral, anotando 189 pontos e somando 2.453 jardas, desempenho que contribuiu nas viradas contra o New Orleans Saints, Baltimore Ravens, San Diego Chargers, Tampa Bay Buccaneers (overtime), Houston Texans, Carolina Panthers e Buffalo Bills.

A evolução ofensiva no segundo tempo fica mais evidente quando analisamos as performances individuais. Nos primeiros 30 minutos em 13 jogos, o quarterback Derek Carr soma 1.637 jardas, sete touchdowns, duas interceptações e rating de 92.3. No segundo ato da partida, Carr tem 1.692 jardas, 16 touchdowns, três interceptações e rating de 97.8. Os wide receivers também crescem no segundo tempo:

Amari Cooper – Primeiro tempo: 537 jardas/0 touchdown; Segundo tempo: 449 jardas/4 touchdowns.
Michael Crabtree – Primeiro tempo: 261 jardas/2 touchdowns; Segundo tempo: 478 jardas/5 touchdowns.

Quarto período arrasador

Os números do último quarto da partida provam que Oakland Raiders é um time eficiente e que não vem sofrendo pressão quando está atrás no placar restando 15 minutos para o encerramento. Das nove viradas no segundo tempo, cinco aconteceram no quarto período. Derek Carr tem um desempenho impressionante nos minutos finais, com 10 touchdowns, 1.045 jardas, uma interceptação e rating de 113,8. Consequentemente, os principais recebedores também desequilibram. Amari Cooper soma dois touchdowns e 266 jardas. Michael Crabtree tem três touchdowns e 316 jardas.

A estatística positiva não fica só restrita aos principais jogadores ofensivos. O defensive end Khalil Mack também cresce na reta final e apresenta números relevantes. Quatro dos 11 sacks aconteceram no último período. Somam-se a isso os três fumbles forçados dos cinco praticados por Mack em 2016.

Entretanto, contra o Kansas City Chiefs, Oakland teve seu ataque neutralizado, saiu como derrotado no Arrowhead Stadium e perdeu a liderança da AFC Oeste. A forte defesa dos Chiefs, o clima gelado no Missouri e a contusão no dedo mínimo da mão direita do Derek Carr foram apontados como determinantes para o resultado da partida. Para continuar na luta por uma folga na primeira rodada dos playoffs, Oakland Raiders tem outro duelo de divisão contra o San Diego Chargers, no próximo domingo (18), às 19h25 (horário de Brasília).

Pierre-Paul está fora da temporada regular

Pierre-Paul está fora da temporada regular

New York Giants terá um desfalque importante para a reta final da temporada. No último domingo, o defensive end Jason Pierre-Paul sofreu uma lesão na virilha no jogo contra o Pittsburgh Steelers e precisou fazer uma cirurgia na região na manhã desta quarta-feira. Ainda segundo a NFL Network, o procedimento foi um sucesso e Pierre-Paul vai ficar seis semanas fora dos gramados.

Por conta do tempo de recuperação, o atleta só deve retornar em uma suposta classificação dos Giants aos playoffs, especificamente no duelo de divisional round. Atualmente, o New York fecha o grupo das equipes da Conferência Nacional que vão para a pós-temporada. A campanha é positiva com oito vitórias e quatro derrotas, mas os Giants estão longe do Dallas Cowboys, que é o líder da NFC Leste.

O desfalque de Jason Pierre-Paul pode fazer uma grande diferença nas semanas finais. O defensive end de 27 anos é uma das principais peças do sistema defensivo coordenado pelo treinador Steve Spagnuolo. Em 2016, Pierre-Paul é o líder da equipe em fumble forçados, soma sete sacks, 53 tackles e atrapalhou os quarterbacks quando desviou oito passes. Além disso, sempre defendendo os Giants, o jogador venceu o Super Bowl XLVI e foi nomeado duas vezes ao Pro Bowl (2011 e 2012).

No ano passado, JPP teve seu dedo amputado

Não é a primeira vez que Jason Pierre-Paul vai desfalcar o New York Giants por várias semanas. Por causa de um acidente com fogos de artifícios na comemoração do dia da independência americana em 2015, o defensor perdeu o dedo indicador da mão direita e parte de outros dedos, quando um rojão estourou em suas mãos no dia 4 de julho. Devido à amputação, Pierre-Paul perdeu a metade da temporada de 2015. Entretanto, JPP admitiu que isso não iria atrapalhar a continuidade da sua carreira, fato provado em 2016.

Brigando por uma vaga na pós-temporada, o New York Giants tem o clássico da NFC Leste contra o Dallas Cowboys no MetLife Stadium, neste domingo (11), às 23h30 (horário de Brasília), duelo válido pela semana 14 da NFL.

Larry Fitzgerald está entre os melhores da história

Larry Fitzgerald está entre os melhores da história

Arizona Cardinals acabou com a curta sequência de derrotas e venceu o Washington Redskins por 31 a 23, no University Phoenix of Stadium. O destaque da partida foram as marcas históricas alcançadas pelo wide receiver Larry Fitzgerald. A principal estrela dos Cardinals se tornou o terceiro jogador com mais recepções e o décimo atleta com mais jardas no quesito em toda história da NFL.

Ao conseguir 10 recepções contra os Redskins, Fitzgerald ultrapassou Marvin Harrison, ex-wide reveicer e lenda do Indianápolis Colts, e assumiu a terceira posição no ranking histórico de recepções da NFL, com 1.106 capturas. O camisa #11 está atrás do segundo colocado Tony Gonzalez, ex-tight end e estrela do Kansas City Chiefs e Atlanta Falcons, e do recordista Jerry Rice, ex-jogador do San Francisco 49ers e considerado o melhor wide receiver de todos os tempos, que somou 1.549 recepções na carreira.

Isso é ótimo“, disse Fitzgerald. “Mas a coisa mais importante é que eu estou feliz e que isso veio graças a um grande esforço”, acrescentou. O jogador ainda brincou com a diferença de recepções que o separa de Rice. “É sempre bom ser capaz de subir um pouco mais, no entanto, é humilhante saber que ainda estou mais de 400 recepções atrás de Jerry Rice”, falou.

Outra marca histórica alcançada por Larry Fitzgerald foi a sua introdução ao grupo dos 10 jogadores que mais somam jardas de recepção na NFL. Com 70 jardas no duelo contra o Washington, Fitzgerald superou Andre Johnson, ex-wide receiver do Houston Texans, e está na 10ª posição no quesito, com 14.246 jardas. Caso mantenha a média de 67 jardas por partida, a estrela dos Cardinals pode ultrapassar o nono colocado Reggie Wayne, outra lenda do Indianápolis Colts, que tem 99 jardas a mais que Fitzgerald.

Como não poderia ser diferente, Larry Fitzgerald está contente com as marcas históricas e lisonjeado por fazer parte do grupo de grandes jogadores da NFL. “Eu cresci assistindo esses caras. Eu cresci imitando-os e tentando fazer tudo o que eles fizeram. Por ter o seu nome mencionado no mesmo grupo que esses caras é verdadeiramente um mérito. É ótimo poder fazer parte disso”, finalizou.

Larry Fitzgerald retorna ao gramado no próximo domingo (11), quando o Arizona Cardinals enfrenta o Miami Dolphins, no Hard Rock Café Stadium, às 16h (horário de Brasília).

Confira os principais números do Larry Fitzgerald na temporada 2016:
Fitzgerrald – 5 touchdowns; 880 jardas de recepção.

Top-3 de jogadores com mais recepções na NFL:
1- Jerry Rice (1.549 capturas)
2-Tony Gonzalez (1.325 capturas)
3- Larry Fitzgerald (1.106 capturas)

Top-10 de jogadores com mais jardas de recepção na NFL:
1- Jerry Rice (22,895 jardas)
2- Terrell Owens (15,934 jardas)
3- Randy Moss (15,292 jardas)
4- Isaac Bruce (15,208 jardas)
5- Tony Gonzalez (15,127 jardas)
6- Tim Brown (14,934 jardas)
7- Marvin Harrison (14,580 jardas)
8- Steve Smith (14,521 jardas)*
9- Reggie Wayne (14,345 jardas)
10- Larry Fitzgerald (14.246 jardas)*
*em atividade

Com grave fratura na tíbia, Earl Thomas vive um drama

Com grave fratura na tíbia, Earl Thomas vive um drama

No Sunday Night Football, o Seattle Seahawks não tomou conhecimento e passou com facilidade pelo Carolina Panthers por 40 a 7, no CenturyLink Field. Entretanto, a gravíssima lesão sofrida por Earl Thomas III na região da tíbia da perna esquerda jogou um balde de água fria na comemoração após a vitória. O safety está fora da temporada e o tempo de recuperação ainda não foi estabelecido, colocando em risco a continuidade da carreira.

A contusão aconteceu no segundo período da partida, quando Earl Thomas III se chocou com o companheiro de equipe Kam Chancellor. Após deixar o gramado, Thomas disse que já estava pensando em uma possível aposentadoria devido à gravidade da lesão. “O jogo estava sendo tão bom para mim que não me arrependo de participar. Muitas coisas estão passando pela minha mente, incluindo aposentadoria. Obrigado a todos pelas orações”, confessou.

Entretanto, o treinador Pete Carroll acredita que as declarações do safety foram movidas pela emoção. “Ele estava passando por um momento muito emocional por causa da grave lesão”, disse. O treinador também avaliou o problema. “Ele vai passar por uma recuperação complicada, e vai ser longa“, finalizou o comandante. Ainda sobre a recuperação, Thomas III mandou uma mensagem de texto para o repórter Ed Werder, da ESPN, dizendo que, caso seja possível, não quer fazer a cirurgia e que pretende imobilizar a perna para que ela possa se curar naturalmente.

Um dos principais integrantes da Legion of Boom, Earl Thomas III foi campeão do Super Bowl XLVII, Pro Brower cinco vezes e teve uma impressionante sequência de 118 jogos consecutivos começando o jogo como titular dos Seahawks. Em sete temporadas na NFL, o atleta de 27 anos forçou nove fumbles, recuperou cinco, somou 23 interceptações e anotou um touchdown de retorno de 57 jardas contra o Buffalo Bills na temporada regular de 2012.

Com o inexperiente terceiro-anista Steven Terrell na vaga de Earl Thomas III, o Seattle Seahawks enfrenta o Green Bay Packers no Lambeau Field, neste domingo (11), às 19h25 (horário de Brasília), em partida válida pela semana 14 da NFL.

Justin Tucker é o kicker mais calibrado da NFL

Justin Tucker é o kicker mais calibrado da NFL

Baltimore Ravens faz uma temporada positiva, com sete vitórias e cinco derrotas. Caso a fase regular terminasse hoje, franquia de Maryland seria a representante da AFC Norte nos playoffs da NFL. Os méritos da campanha e os triunfos dos Ravens passam pelos pés de Justin Tucker, o melhor kicker da liga. Na vitória contra o Miami Dolphins por 38 a 6, pela semana 13, o cavalo de Baltimore acertou um field goal de 55 jardas – segunda melhor marca do chutador em 2016.

Em sua quinta temporada nos Ravens e na NFL, Justin Tucker vive o melhor momento da carreira. O jogador já contribuiu com 104 dos 256 pontos (40%) do Baltimore e é o único kicker a ter 100% de aproveitamento em field goal e extra point. No arremate que vale três pontos, Tucker acertou 28 chutes – o mais longo de 57 jardas no duelo contra o Cincinnati Bengals, pela semana 12. Na mesma partida, o kicker acertou mais dois longos field goals de 54 e 52 jardas.  Em toda a carreira, foram 158 field goals em que a bola passou dentro do “Y” (89,8% de aproveitamento), o mais longínquo foi de 61 jardas contra o Detroit Lions na temporada regular de 2013.

Em extra point, o camisa #9 converteu os 20 que foram cobrados. Aliás, o kicker nunca errou extra point na NFL, foram 159 acertos após o touchdown. As estatísticas provam porque Justin Tucker é um dos melhores jogadores do Baltimore Ravens em 2016, ainda mais em uma temporada que os kickers estão com um rendimento irregular. Na semana 11, os chutadores erram 12 extra points no mesmo dia e estabeleceram a pior marca no quesito em toda a história da NFL.

Contando com Justin Tucker calibrado para conseguir a oitava vitória na temporada, o Baltimore Ravens enfrenta o New England Patriots no Gillette Stadium, na próxima segunda-feira (12), às 23h30 (horário de Brasília).

Os cinco field goals mais longos convertidos por Justin Tucker em 2016:

1- 57 jardas contra o Cincinnati Bengals
2- 55 jardas contra o Miami Dolphins
3- 54 jardas contra o Cincinnati Bengals
4- 52 jardas contra o Cincinnati Bengals
5- 50 jardas contra o New York Jets

Com problemas na coluna, Gronkowski vai fazer uma cirurgia

Com problemas na coluna, Gronkowski vai fazer uma cirurgia

Segundo o Buffalo News, um dos ídolos do New England Patriots, Rob Gronkowski, vai passar por uma cirurgia nas costas nesta sexta-feira e deve voltar apenas em uma suposta final da AFC. O motivo do procedimento cirúrgico é uma hérnia de disco. De acordo com alguns especialistas, a lesão não é grave, mas todo o cuidado deve ser exigido no período pós-cirúrgico. A lesão nas costas aconteceu no começo da partida contra o New York Jets, pela semana 12 da NFL.

Rob Gronkowski, de 27 anos, enfrentou várias lesões ao longo da carreira e na atual temporada já tinha passado por dois problemas, desfalcando os Patriots em quatro das 12 partidas da temporada. A primeira lesão aconteceu no músculo posterior da coxa e Gronk ficou de fora dos dois jogos iniciais contra Arizona Cardinals, Miami Dolphins e Houston Texans. A segunda lesão foi no duelo contra o Seattle Seahawks, quando Earl Thomas III acertou o peito de Gronkowski e perfurou de maneira leve a região. Por causa disso, o tight end ficou de fora do jogo contra o San Francisco 49ers.

Sem Gronk, New England Patriots encara o Los Angeles Rams neste domingo (4), às 16h (horário de Brasília), no Gillette Stadium.

Confira os principais números de Rob Gronkowski na temporada 2016:

Gronkowski – 3 touchdowns; 540 jardas em 25 recepções.

É do Brasil! Cairo Santos vence prêmio de melhor jogador do mês

É do Brasil! Cairo Santos vence prêmio de melhor jogador do mês

Pela primeira vez na carreira, Cairo Santos foi eleito o jogador do mês de novembro da Conferência Americana da NFL na categoria special teams. O brasileiro de 25 anos executou chutes que decidiram duas partidas no mês e se tornou, ao lado do sistema defensivo, um dos destaques do Kansas City Chiefs na temporada 2016. No último jogo contra o Denver Broncos, o kicker apresentou mais um desempenho espetacular e acertou dois field goals na prorrogação – o último de maneira dramática -, garantindo a vitória dos Chiefs no Colorado.

É como se estivéssemos em um filme“, disse Cairo Santos sobre chutar o field goal da vitória contra o Denver. “Lembro um pouco do borrão. Todos estavam me agarrando e eu fiquei sem reação. Eu não pude realmente fazer nada, exceto por ficar feliz comigo mesmo e com a equipe. Eu senti como se fosse um final feliz de um filme”, confessou o paulista ao final da partida.

Em grande fase, outro field goal de Cairo Santos também decidiu mais uma partida no mês de novembro. Fora de casa, contra o Carolina Panthers, o camisa #5 acertou três field goals no quarto período, o último chute nos segundos finais, e comandou a virada dos Chiefs por 20 a 17. Contando apenas os duelos disputados no 11º mês de 2016, Cairo Santos tem 100% de aproveitamento nas finalizações, o kicker acertou 11 field goals e cinco extra point. Ou seja, Santos contribuiu com 38 dos 81 pontos do Kansas City em novembro – 47% dos pontos da equipe foram do brasileiro.

Os números totais de Cairo Santos na temporada também são impressionantes. Dos 28 chutes de field goals tentados, o chutador brasileiro acertou 25 (89,3% de eficiência). Somam-se a isso os 21 dos 22 extra points convertidos (95% de acerto). Além disso, Cairo Santos é o terceiro kicker que mais pontuou no ano, com 96 pontos. Por conta de todo esse desempenho, o brasileiro está disputando uma vaga no Pro Bowl 2017. Para votar em Cairo Santos basta clicar aqui!

Em segundo lugar na AFC Oeste, o Kansas City Chiefs e Cairo Santos iniciam a jornada no mês de dezembro neste domingo (4), às 16h (horário de Brasília), contra o Atlanta Falcons, no Geórgia Dome.

Confira os números de Cairo Santos nas quatro partidas disputadas em novembro:

Kansas City Chiefs 19 x 14 Jacksonville Jaguars – Cairo Santos (4 field goals e 1 extra point).
Carolina Panthers 17 x 20 Kansas City Chiefs – Cairo Santos (4 field goals).
Kansas City Chiefs 17 x 19 Tampa Bay Buccaneers – Cairo Santos (1 field goal e 2 extra points).
Denver Broncos 27 x 30 Kansas City Chiefs – Cairo Santos (2 field goals e 2 extra points).

É proibido dançar na NFL

É proibido dançar na NFL

Marcar um touchdown, um gol, uma cesta, um ponto, etc, sempre foi motivo de comemoração por parte dos atletas, torcedores, comissão técnica e diretoria. É conhecida como a hora de extravasar. Na NFL isso não é diferente, o futebol americano disputado nos EUA é praticado em altíssimo nível e é extremamente físico, fato que valoriza ainda mais a marcação de pontos e as comemorações acabam sendo mais inflamadas.

A comissão disciplinar da NFL já proibiu diversas comemorações dentro da end zone, como por exemplo, enterrar a bola no “Y”, movimento característico do tight end Jimmy Graham, do Seattle Seahawks. Atualmente, as festividades após o touchdown que estão gerando punições e discussões são as danças. O wide receiver Antonio Brown, do Pittsburgh Steelers, já foi punido durante as partidas no horário nobre e multado duas vezes em 2016 por conduta antidesportiva devido às danças classificadas como de cunho sexual.

A primeira polêmica aconteceu na partida entre Pittsburgh Steelers e Washington Redskins, pela semana um, quando Brown anotou um touchdown de 25 jardas e fez a dança chamada de “twerk” – um rebolado bem ao estilo “É o Tchan!” na end zone. O wide receiver recebeu uma falta de conduta antidesportiva, o Steelers sofreu uma punição de 15 jardas e Chris Boswell precisou chutar o extra point mais afastado do “Y”. Competente, o kicker acertou a cobrança. Por causa da comemoração, Antonio Brown recebeu uma multa pouco superior a 12 mil dólares.

Na semana quatro contra o Kansas City Chiefs, outra dancinha na end zone, mais 15 jardas de punição antidesportiva e, agora, uma multa de pouco mais de 24 mil dólares à Brown. Depois disso, o jogador recebeu várias instruções do técnico Mike Tomlin para evitar o rebolado após o touchdown. Entretanto, no duelo contra o Indianapolis Colts, mais uma vez o Pittsburgh Steelers sofreu outra falta por conduta antidesportiva por causa de uma comemoração, dessa vez, foi Le’Veon Bell que festejou o touchdown com Brown de maneira polêmica, foi punido com a falta e quase prejudicou o extra point do Boswell.

Vendo a cena se repetir pela terceira vez na temporada, Ben Roethlisberger, que é um dos líderes da equipe e tem vasta experiência na liga, comentou sobre o fato. “Sim, nós falamos com Brown sobre suas comemorações dançantes na end zone. Ele sabe, todos nós sabemos, que o treinador Tomlin trouxe o assunto à tona ontem, que é uma penalidade enorme e que não podemos fazer. Nós colocamos nosso time especial em uma situação ruim e não podemos fazer isso, e AB sabe disso”, afirmou o quarterback. Outro fato preocupante é que o atleta que comete uma conduta antidesportiva pode ser excluído da partida, caso a punição seja repetida no mesmo encontro.

O momento da comemoração representa muito para o atleta. Às vezes, o esportista está com problemas pessoais ou profissionais e aproveita o ensejo para extravasar e soltar a sua emoção. As dancinhas também fazem parte do contexto porque é uma forma de explicitar a felicidade. Entretanto, a política desportiva da NFL não vê isso como festejo e, sim, como um ato desrespeitoso ao adversário e fora do comportamento padrão do esporte – a tão citada conduta antidesportiva.

Mas para você, amante do futebol americano, as comemorações consideradas extravagantes devem ser punidas?

Confira a classificação da AFC Norte
1-Baltimore Ravens (6 vitórias e 5 derrotas)
2-Pittsburgh Steelers (6 vitórias e 5 derrotas)
3-Cincinnati Bengals (3 vitórias e 7 derrotas)
4-Cleveland Browns (0 vitórias e 12 derrotas).

Contra os Broncos, Tyreek Hill entra para história da NFL

Contra os Broncos, Tyreek Hill entra para história da NFL

Kansas City Chiefs ficou mais próximo dos playoffs graças à vitória no duelo da AFC Oeste contra o Denver Broncos por 30 a 27, no Sports Authority Field at Mile High, pela semana 12 da NFL. A partida foi decidida nos últimos segundos da prorrogação quando Cairo Santos acertou o dramático field goal de 34 jardas. Mesmo que o brasileiro tenha sido decisivo no overtime, o destaque do jogo foi o calouro Tyreek Hill.

Selecionado na quinta rodada do draft de 2016, Tyreek Hill fez uma partida espetacular em Denver e anotou três touchdowns de maneiras diferentes. O primeiro foi um retorno de kickoff para touchdown de 84 jardas. Depois, Hill correu três jardas até a end zone e anotou mais seis pontos. Para fechar, o camisa #10 recebeu um passe de Alex Smith e marcou o touchdown que levou a partida para a prorrogação.

Com o desempenho de anotar três touchdowns em circunstâncias diferentes, Tyreek Hill alcançou uma marca que durou 51 anos. Em 1965, o fullback Gale Sayers, do Chicago Bears, também marcou três touchdowns distintos contra o Minnesota Vikings. Após a partida contra os Broncos, Hill não escondeu a felicidade com a conquista. “Eles me contaram sobre a marca depois do jogo. Eu estava tipo: Cara, isso é ótimo”, afirmou o wide receiver.

Mesmo em sua primeira temporada na NFL, Tyreek Hill já é um dos principais jogadores da equipe. O wide receiver é o líder dos Chiefs com sete touchdowns, soma 428 jardas em recepção (média de 9,5 por tentativa) e 68 jardas terrestres (média de 6,2 por carregada). “O que eles pedem que eu faça, eu vou e faço. E eu vou fazer as jogadas se a bola for passada para mim. Estou com toda a velocidade”, disse o confiante calouro.

O Kansas City Chiefs está na segunda posição na AFC Oeste, com oito vitórias e três derrotas e  permanece na zona de wild card. Para continuar dentro dos playoffs, a franquia do Missouri precisa vencer o Atlanta Falcons no Georgia Dome, domingo (4),  às 16h (horário de Brasília), pela semana 13 da NFL.

Confira os melhores momentos de Denver Broncos 27 x 30 Kansas City Chiefs

Khalil Mack faz partida histórica contra os Panthers

Khalil Mack faz partida histórica contra os Panthers

Monstruoso. Essa  palavra pode definir o desempenho de Khalil Mack na vitória do Oakland Raiders contra o Carolina Panthers por 35 a 32, na Alameda Coliseum, pela semana 12 da NFL. O defensive end não tomou conhecimento da linha ofensiva dos Panthers, incomodou Cam Newton e fez uma partida histórica digna da lenda dos Raiders o ex-free safety Charles Woodson – que foi ao Super Bowl com a franquia da Califórnia.

Dominante, Khalil Mack fez o melhor jogo na carreira e tornou a vida do MVP de 2015, Cam Newton, um inferno. O defensive end conseguiu a sua primeira interceptação retornada para touchdown na carreira, fez três hits, um sack, forçou e recuperou um fumble em cima do quarterback dos Panthers nos segundos finais da partida. Garantindo a nona vitória dos Raiders na temporada.

O último jogador a conseguir esses números em uma única partida foi Charles Woodson, eterno ídolo da torcida do Oakland. Quando defendia o Green Bay Packers em 2009, Woodson forçou e recuperou um fumble, conseguiu um sack e anotou um touchdown no mesmo jogo. Ao final da temporada, ex-atleta ganhou o prêmio de defensor do ano, fato que pode se repetir com Khalil Mack.

Como não poderia ser diferente, Mack foi elogiado pelo treinador Jack Del Rio. “É o que eu sempre digo, ele é um jogador de futebol muito bom e traz muita energia para o elenco todos os dias”, afirmou. Companheiro no sistema defensivo, Bruce Irvin brincou e também enalteceu o desempenho de Khalil Mack contra os Panthers. “Ele é o Batman e eu sou Robin. Mack é um companheiro maravilhoso, um cara talentoso que trabalha forte. E caras desse tipo tendem a ter seus números“, disse o linebacker.

Buscando a décima vitória para se manter na liderança da AFC Oeste, Khalil Mack e Oakland Raiders retornam aos gramados no próximo domingo (4), às 19h05, contra o Buffalo Bills, na Alameda Coliseum.

Confira os melhores momentos de Khalil Mack contra o Carolina Panthers.

Khalil Mack – 1 interceptação retornada para touchdown (6 jardas); 1 fumble forçado e recuperado; 6 tackles; 1 sack.

Tennessee Titans está de olho na pós-temporada

Tennessee Titans está de olho na pós-temporada

As chances do Tennessee Titans de chegar aos playoffs aumentaram após os resultados da semana 12 da NFL. Jogando no Soldier Field, a franquia venceu o Chicago Bears por 27 a 21, chegou a sexta vitória na temporada e assumiu a segunda posição da AFC Sul. Destaque da equipe em 2016, Marcus Mariota passou para dois touchdowns, somou 226 jardas aéreas e não foi interceptado.

Tennessee foi para Illinois sabendo que poderia ultrapassar o Indianápolis Colts na classificação da divisão, já que o rival foi derrotado pelo Pittsburgh Steelers no Dia de Ação de Graças. Jogando com autoridade, principalmente no segundo período quando assumiu a liderança e anotou dois dos três touchdowns na partida, os Titans conseguiram o triunfo diante dos Bears e ainda contaram com a derrota do Houston Texans contra o San Diego Charges por 21 a 13, para diminuir a desvantagem sobre o líder da AFC Sul. A diferença caiu para apenas uma partida, com confronto direto no Nissan Stadium na última semana da temporada.

A chance de voltar aos playoffs depois de oito temporadas passa pela dupla Marcus Mariota e DeMarco Murray. Mesmo que o running back tenha corrido apenas 43 jardas em 17 carregadas (média de 2,5) contra o Chicago Bears - pior marca do atleta em 2016 -, Murray é um dos principais corredores da liga e está na segunda posição no ranking de jardas terrestres, com 1.043. O running back ainda contribuiu com oito touchdowns.

Mas o destaque do Tennessee Titans em 2016 é Marcus Mariota. Em sua segunda temporada na NFL, o quarterback está em plena evolução e já passou para 25 touchdowns, somou 2.998 jardas aéreas e oito interceptações. Esses números superam o desempenho apresentado em 2015, quando Mariota anotou 19 touchdowns, 2.818 jardas e 10 interceptações.

Entretanto, o que impressiona é a performance dentro da red zone. Mariota conseguiu 32 passes para touchdowns e ainda não foi interceptado na zona de perigo. O camisa #8 é o terceiro melhor quarterback em atividade a iniciar a carreira com seguidos passes para touchdown e nenhuma interceptação dentro da red zone, atrás apenas de Andy Dalton (37 passes) e Philip Rivers (36 passes).

De folga na próxima semana, o Tennessee Titans vai ter que secar os adversários da AFC Sul. Portanto, o próximo desafio será contra o Denver Broncos no Nissan Stadium, no domingo (11), às 16 horas, pela 14ª rodada da NFL.

Confira a classificação da AFC Sul:

1º – Houston Texans (seis vitórias e cinco derrotas)
2º – Tennessee Titans (seis vitórias e seis derrotas)
3º – Indianápolis Colts (cinco vitórias e seis derrotas)
4º – Jacksonville Jaguars (duas vitórias e nove derrotas)

Tom Brady sofre lesão no joelho

Tom Brady sofre lesão no joelho

Os problemas no New England Patriots continuam, depois de perder Rob Gronkowski, Tom Brady sofreu  uma contusão no joelho e pode deixar o torcedor ainda mais preocupado para o duelo do próximo domingo (27) contra o New York Jets, no MetLife Stadium, pela semana 12 da NFL. Brady não participou do treino da última quarta-feira, entretanto, mesmo longe das condições ideais, o quarterback será reavaliado pelos médicos e deve ser o titular em Nova York.

O departamento médico dos Patriots também informou que na semana passada Brady já tinha recebido um tratamento extra no quadríceps, por causa de uma pancada do safety Kam Chancellor, do Seattle Seahawks. Porém, mesmo com dores na região, o quarterback esteve em campo na vitória contra o San Francisco 49ers por 30 a 17, passou para quatro touchdowns e somou 280 jardas.

Caso Tom Brady tenha que ficar de fora do duelo contra os Jets, isso não significa que os Patriots não possam vencer o rival de divisão. Brady ficou suspenso nos quatro primeiros jogos da temporada e o New England venceu três e perdeu uma partida. Substituto no início da temporada, Jimmy Garoppolo jogou como titular nos dois primeiros desafios contra Arizona Cardinals e Miami Dolphins, fechou a sua participação com 100% de aproveitamento nos jogos (duas vitórias), passou para quatro touchdowns, somou 496 jardas e acertou 70% dos passes. Mas o jovem quarterback deixou a partida contra os Dolphins com uma lesão no ombro.

Escolha de terceira rodada do draft de 2016, Jacoby Brissett teve a missão de substituir Garoppolo no final da partida contra o Miami Dolphins e nos dois jogos seguintes contra Houston Texans e Buffalo Bills, e somou duas vitórias e uma derrota. Pressionado, o calouro não apresentou números impressionantes, no entanto, teve desempenho seguro para um primeiro-anista. Brissett anotou um touchdown corrido, somou 400 jardas aéreas, nenhuma interceptação, acertou 62% dos passes, mas sofreu dois fumbles.

Mesmo com dos jovens quarterbacks testados e que tiveram performances positivas nas primeiras quatro partidas de 2016, substituir Tom Brady que é considerado um dos maiores da história da NFL não é uma tarefa fácil.

Principais números de Tom Brady na temporada 2016:

Tom Brady – 16 touchdowns; 1.915 jardas aéreas; 1 interceptação; Rating 123,3.

Laser atrapalha Osweiler no MNF mexicano

Laser atrapalha Osweiler no MNF mexicano

O primeiro Monday Night Football realizado no México foi uma grande festa. Cerca de 76 mil torcedores acompanharam a vitória do Oakland Raiders sobre o Houston Texans por 27 a 20, no tradicional Estádio Asteca, na Cidade do México. Entretanto, nem tudo saiu como o planejado pela NFL, um laser verde atrapalhou as jogadas ofensivas dos Texans, e Brock Osweiler definiu o episódio como “muito perturbador”.

Durante toda a partida, um laser apontado em direção à Brock Osweiler incomodou e pode ter prejudicado o desempenho do quarterback da franquia texana. Em entrevista após o jogo, Osweiler comentou sobre ocorrido e garantiu que o laser atingiu seus olhos. “Ainda estou coletando informações sobre o que aconteceu exatamente, mas tudo o que sei neste momento é que, quando estávamos no campo de ataque, várias vezes eu vi um laser verde vindo das arquibancadas. O laser atingiu os meus olhos, e isso foi muito perceptível”, reclamou.

Mesmo com toda a dificuldade, Osweiler fez um jogo seguro, somou 243 jardas, passou para um touchdown, acertou 66% dos lançamentos e foi uma vez interceptado. No começo do quarto período, Houston Texans liderou o placar por 20 a 13 e parecia que a equipe conseguiria a sétima vitória na temporada. Entretanto, depois do field goal de 28 jardas convertido pelo kicker Nick Novak, o ataque texano sucumbiu, os Raiders anotaram dois touchdowns, viraram a partida e saíram do Estádio Asteca com o resultado positivo.

Atrapalhado pelo laser, mas não querendo criar polêmica, Brock Osweiler afirmou que objeto não foi o determinante para a derrota, mas não escondeu a irritação. “É óbvio que ter um laser apontado para o seu globo ocular definitivamente afeta o seu jogo”, finalizou.

Apesar da derrota na Cidade do México, o Houston Texans segue na liderança da AFC Sul, agora com seis vitórias e quatro derrotas. No próximo domingo (27), às 16h (horário de Brasília), no NRG Energy Stadium, a franquia do estado do Texas encara o San Diego Chargers, pela semana 12 da NFL.

Doug Baldwin lança touchdown histórico

Doug Baldwin lança touchdown histórico

Seattle Seahawks venceu com tranquilidade o Philadelphia Eagles por 26 a 15, pela semana 11 da NFL. Foi a quinta vitória seguida dos Hawks no CenturyLink Field na temporada 2016. Entretanto, um lance atípico protagonizado pelo ataque do time da casa foi o destaque da partida. O wide receiver Doug Baldwin trocou de posição com o quarterback Russell Wilson e lançou um passe perfeito para o camisa #3 entrar na end zone. Foi o primeiro touchdown de recepção de um quarterback na história do Seattle.

Com 706 jardas e cinco touchdowns na temporada, Doug Baldwin que é um dos alvos favoritos de Russell Wilson, recebeu uma ordem inusitada do coordenador ofensivo Darrell Bevell para lançar um passe para Wilson. Surpreso, o wide receiver perguntou. “Estamos na red zone, e você quer que eu lance a bola?”, confessou Baldwin.

O jogador acatou a ordem de Bevell. Russell Wilson passou para trás, Baldwin recebeu livre e devolveu para o quarterback, que recepcionou a bola e anotou um touchdown de 15 jardas. Depois da jogada, Baldwin afirmou que o coordenador ofensivo apenas olhou e sorriu para o jogador.  “É mais engraçado do que qualquer outra coisa. Bevell sabe que quando entramos na red zone, eu quero que a bola seja passada para mim. Eu quero marcar os touchdowns”, afirmou Baldwin.

Entrando para a história como o primeiro quarterback dos Hawks a marcar um touchdown de recepção, Russell Wilson disse que a ideia de receber um passe dentro da end zone vem sendo desenvolvida faz cinco anos, e aproveitou para elogiar atitude de Doug Baldwin. “Foi um grande trabalho feito por ele, grande passe. Ele conseguiu se movimentar bem pelo lado direito e ainda fez um grande lançamento”, declarou.

Líder da NFC Oeste, com sete vitórias, duas derrotas e um empate, o Seattle Seahawks volta ao gramado contra o Tampa Bay Buccaneers no próximo domingo (27), às 19h05 (horário de Brasília), no Raymond James Stadium.

Detroit Lions é o time da virada

Detroit Lions é o time da virada

Os gaúchos são donos de uma frase que retrata a temporada 2016 do Detroit Lions: Não está morto quem peleia. A franquia de Michigan venceu todos os seus jogos de virada. A última vitima foi o Jacksonville Jaguars, triunfo por 26 a 19, no Ford Field, pela semana 11 da NFL. Com a sexta vitória em 10 jogos disputados, os Lions estão na liderança da NFC Norte.

Os Jaguars estavam na frente do placar restando apenas o último quarto. A pressão pelo resultado positivo era gigantesca, já que os Lions foram apontados como favorito. Acostumado com o cenário desfavorável, o ataque comandado pelo quarterback Matthew Stafford foi eficiente, anotou um touchdown com o tight end Eric Ebron e confirmou a virada nos últimos segundos com o field goal do kicker Matt Prater.

Por causa dos recentes desfechos dramáticos, o torcedor do Detroit Lions deve estar indo ao cardiologista. São cinco viradas no placar no quarto período e uma na prorrogação no duelo de divisão contra o Minnesota Vikings, quando Golden Tate anotou o touchdown da vitória. Nos últimos 15 minutos do tempo regulamentar do jogo, o Detroit marcou 40 pontos, foram quatro touchdowns, sete field goals e um safety.

Com cinco vitórias nos últimos seis jogos, o Detroit Lions almeja vencer a NFC Norte depois de 23 anos e para aumentar a vantagem na liderança já na rodada no Dia de Ação de Graças, a equipe recebe o vice-líder da divisão Minnesota Vikings, nesta quinta-feira, às 15h30 (horário de Brasília), no Ford Field.

Detroit Lions (6 vitórias e 4 derrotas) 26 x 19 Jacksonville Jaguars (2 vitórias e 8 derrotas)

Lions
Matthew Stafford – 278 jardas aéreas.
Eric Ebron – 3 recepções; 70 jardas; 1 touchdown.

Jaguars
Blake Bortles – 202 jardas aéreas; 2 touchdowns; 2 interceptações.
Marqise Lee – 4 recepções; 52 jardas; 1 touchdown.

 

Entre Jardas | Futebol Americano BR - 2014