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Dolphins e Eagles acertam troca por running back

Dolphins e Eagles acertam troca por running back

O último dia de negociações para a temporada 2017 chegou e com ele as trocas começam a aparecer. Depois dos 49ers adquirirem o quarterback Jimmy Garoppolo, dos Patriots, foi a vez de Miami Dolphins e Philadelphia Eagles acertarem uma troca. O running back Jay Ajayi defenderá os Eagles e os Dolphins recebem uma escolha de quarta rodada no próximo draft.

Escolha de quinta rodada no draft de 2015, Ajayi teve ótimos números na temporada passada e liderou o ataque do Miami. O jogador se tornou a peça mais explosiva do ataque dos Dolphins, que tem sofrido com seus quarterbacks. O running back ajudou a franquia a chegar aos playoffs na última temporada.

Trocado com os Eagles, Ajayi agora reforçará o melhor time da NFL até o momento. Philadelphia ganha mais uma opção para correr com a bola e cede uma escolha de quarta rodada no draft do ano que vem.

San Francisco 49ers contrata veterano ex-Bucs

San Francisco 49ers contrata veterano ex-Bucs

O San Francisco 49ers acertou a contratação de um wide receiver veterano para ampliar as opções de alvos no ataque para a próxima temporada. A equipe fechou com Louis Murphy, de 30 anos que estava no Tampa Bay Buccaneers. O jogador tem oito anos de experiência na NFL.

Murphy entrou na liga em 2009, selecionado pelo Oakland Raiders no draft daquele ano. Depois de três temporadas pela franquia, o jogador passou um ano no Carolina Panthers, outro no New York Giants e estava nos Buccaneers desde 2014. Em toda a carreira, o receiver teve um total de 162 recepções e 10 touchdowns em 88 jogos.

Seu desempenho na NFL ficou abaixo do que Murphy havia feito no College. Defendendo a Universidade da Flórida, em 48 jogos, sendo 26 como titular, Louis Murphy fez 77 recepções e anotou 13 touchdowns. Ele tenta aos 30 anos melhorar seus números e contribuir com sua experiência nos Niners.

Enquanto Murphy é colocado no elenco de San Francisco, o linebacker Jimmie Gilbert faz o movimento contrário, sendo renunciado com uma injury designation.

Tudo sobre os melhores do Draft – Quarterbacks

Tudo sobre os melhores do Draft – Quarterbacks

Vamos terminar esta compilação das matérias que fizemos individualmente com os quarterbacks. Muitos dizem que não temos uma grande calasse este ano, mas ano passado disseram isso e surgiram os titulares do Dallas Cowboys, Philadelphia Eagles e Los Angeles Rams, além de alguns que iniciaram pelo menos uma partida da temporada do ano passado. Então fiquem de olho porque este ano algum destes nomes pode estar lançando os passes na sua equipe favorita.

MITCH TRUBISKY:

Mitch Trubisky vive um caso bastante controverso. Após apenas um ano como titular de North Carolina, onde teve uma boa temporada, está cotado como o principal quarterback desta classe.

Nesta temporada, Trubisky demonstrou diversas qualidades que o credenciam a ser uma real escolha de primeira rodada, no entanto, a falta de experiência é um fator muito relevante na transição do College para a NFL. É comum que quarterbacks tenham uma queda de produtividade no seu segundo ano, seja na NCAA ou na NFL, agora imagine jogar um ano na faculdade e o seguinte na Liga? É algo que pode atrapalhar e estragar todo o desenvolvimento deste jogador que tem um enorme potencial.

Trubisky é dono de um braço invejável e uma precisão digna de um verdadeiro passador. Tem toda sua mecânica de passe perfeita. Além de tranquilidade para trabalhar no pocket mesmo com a pressão da defesa chegando, não se apavorando e dando prosseguimento a jogada. Os principais olheiros americanos são apaixonados pelo tape do jogador, enxergam nele uma verdadeira estrela, precisando apenas de mais partidas, para que ele provasse que pode manter esse alto nível. Além disso, muitos também dizem que seu ataque é de muito fácil entendimento e questionam um pouco o seu conhecimento sobre o jogo.

Outra qualidade que se deve destacar do quarterback, é a sua capacidade de soltar a bola com uma ótima antecipação a defesa, e não sente medo de tomar pancadas ao terminar o movimento de soltar a bola enquanto a pressão chega. Uma característica impressionante a nível universitário.

Tem 1,90m e 99kg. No NFL Combine, correu o tiro de 40 jardas em 4,67 segundos.

Seu jogo é comparado ao de Matthew Stafford.

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Números da carreira:

São 304 passes completos de 447 tentados com uma porcentagem de 68%. 3.748 jardas totais com uma média de 8,4 por passe tentado. Além de 30 touchdowns e 6 interceptações.

Correndo, são 308 jardas em 93 tentativas com uma média de 3,3 por tentativa e 5 touchdowns. Esses números contando apenas sua temporada de titular, em 2016.

Pontos positivos:

Ótima presença de pocket, uma precisão invejável e ótima mecânica de passe. Se mostra sempre muito calmo mesmo com pressão da defesa, e tem a capacidade de fazer passes mesmo em movimento, sem perder sua precisão. Cuida bem da bola, cometendo poucos turnovers e anda bem com seu ataque. Além de ser um verdadeiro líder em campo.

Pontos negativos:

Problemas com seu footwork, jogou praticamente toda a carreira em shootgun, e não sabe atuar under center. Teve muitos problemas enfrentando defesas com um sistema mais sofisticado, o que dificulta a leitura. Em contra partida, atuou em um ataque considerado muito simples, o que gera uma certa desconfiança sobre sua inteligência do jogo. Alguns olheiros também dizem que sentem uma certa arrogância por parte do jogador nas entrevistas, o que não pode ser aceito em um quarterback.

Escolha estimada: Top 15.

DESHAUN WATSON:

Deshaun Watson é um líder e vencedor nato. Acostumado a ganhar e extremamente clutch, sempre aparece em momentos decisivos, conduzindo sua equipe com maestria até a vitória. Sua principal critica está na sua falta de regularidade, atuando a baixo da média em partidas de temporada regular. Duas vezes finalista do Troféu Heisman em seus 3 anos atuando por Clemson, teve uma brilhante carreira levando sua equipe duas vezes a grande final do College Football Playoffs, enfrentando duas vezes Alabama e vencendo o último confronto. Watson sai da NCAA com a impressão de estar fisicamente e emocionalmente pronto para a NFL, mas ainda peca um pouco na parte mental do jogo.

O jogador tem problemas graves na hora da leitura de uma jogada. Suas progressões ainda parecem confusas, quando vê que seu principal recebedor da jogada não está aberto, tende a se perder na busca desse segundo alvo, e então apela ao seu atleticismo para tentar salvar a jogada. Desta forma, chegamos em um ponto perigoso…

Estamos vendo cada vez mais a decadência de quarterbacks que correm após não conseguirem a leitura desejada na jogada. Dessa forma, Watson precisa trabalhar esse aspecto do seu jogo para evoluir e poder brilhar também na NFL.

Tem 1,88m e 100kg. No  NFL Combine, correu o tiro de 40 jardas em 4,66 segundos e não fez as repetições do supino.

Seu jogo é comparado ao de Marcus Mariota.

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Números da carreira:

São 814 passes completos de 1207 tentados com uma porcentagem de 67,4%. 10.168 jardas totais com uma média de 8,4 por passe tentado. Além de 90 touchdowns e 32 interceptações.

Correndo, são 1934 jardas em 435 tentativas com uma média de 4,4 por tentativa e 26 touchdowns.

Pontos positivos:

Um grande líder, acostumado a vencer e extremamente clutch. Atleticismo impressionante, sendo muito rápido e forte. Tem uma boa postura no pocket e sabe se movimentar nele, não se desesperando quando se quebra. Sacado apenas 32 vezes em mais de 1,100 dropbacks. Dono de um ótimo braço, consegue alcançar seus alvos em longas distancias. Tem boa mobilidade para executar jogadas de option e corridas. Tem um release rápido e consegue colocar um ótimo espiral na bola. Sabe passar bem em movimento, criando assim uma dupla ameaça forte na redzone. Sabe se proteger de colisões quando ganha jardas com as pernas, utilizando bem o movimento do slide.

Pontos negativos:

Tem problemas sérios com o footwork, sua mira e leitura de defesas. Seu release, apesar de rápido, tem defeitos. Defeitos esses que fazem com que ele perca muito de sua precisão em passes de médias e longas distancias, acabando com boas janelas de passes e gerando muitas interceptações. Além disso, seu problema com leitura de defesas faz com que ele se perca na busca por alvos. Quando seu principal recebedor da jogada não está aberto, ele erra muito em suas progressões e não lê a defesa do modo que deveria, gerando assim, mais interceptações. Precisa melhorar também a sua tomada de decisões, saber o momento de cada jogada e deixar as rotas dos recebedores se desenvolverem mais, onde muitas vezes antecipa um passe que poderia ter um ganho muito maior. Precisa aprender a usar o huddle, melhorar seu tempo de passar as jogadas e fazer dropbacks under center.

Mas o seu pior problema é a velocidade que lança os passes, cerca de 9km/h menor que a média da NFL.

Escolha estimada: Primeira rodada.

DESHONE KIZER:

Deshone Kizer é mais um caso de quarterback que sai da NCAA antes do que deveria para entrar logo na NFL. O redshirt sophomore de Notre Dame conta com bom material para análise de suas partidas no College, mas lhe falta um “ar” de Deshaun Watson, vitórias e atuações decisivas. Dono de um dos maiores potenciais desta classe, Kizer conta com um braço muito potente, preciso e um porte físico ideal. Faz boas leituras da jogada, anda bem com o ataque e obedece bem ao sistema, no entanto, peca na parte emocional do jogo.

Durante os treinos da primavera de duas temporadas atrás, Kizer passou por momentos difíceis na carreira. Atuando mal em jogos e treinos de Notre Dame, pensou em se aposentar dos gramados de maneira precoce, o que seria uma decisão terrível de sua parte e um contra enorme para seu psicológico durante toda carreira. De longe uma das atitudes que você mais quer evitar do seu franchise quarterback. Vale ressaltar também que durante esse período, a namorada de Kizer estava sendo diagnosticada com câncer e isso abalou ainda mais seu estado emocional.

Voltando aos gramados, Kizer superou essas adversidades e continuou a jogar futebol. Quando está confiante e confortável na jogada, consegue encaixar perfeitamente todas as mecânicas, footwork e leituras necessárias para fazer a jogada dar certo, no entanto, quando da algo errado ele fica completamente perdido. Erra leituras, descompensa corpo com braço, passa desequilibrado e gera turnovers.

Sai da sua universidade após dois anos como titular e sem ter conquistado nada, e viu seu time amargar uma campanha de 4-8 sem participar nem dos Bowl Seasons.

Seu melhor encaixe possível seria em um time que pudesse ficar sentado 2 anos no banco aprendendo com um quarterback estabelecido, e com um bom treinador da posição.

Tem 1,94m e 104kg, no NFL Combine correu o tiro de 40 jardas em 4,83 segundos.

Seu jogo é comparado ao de Steve McNair.

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Números da carreira:

São 422 passes completos de 695 tentados com uma porcentagem de 60,7%. 5.805 jardas totais com uma média de 8,4 por passe tentado. Além de 47 touchdowns e 19 interceptações.

Correndo, são 997 jardas em 264 tentativas com uma média de 3,8 por tentativa e 18 touchdowns.

Pontos positivos:

Conta com uma mistura de braço potente e precisão a longa distancia que pode ser fatal as defesas. Tem o tamanho e porte físico ideal para a posição, um verdadeiro protótipo de quarterback que qualquer equipe deseja. Tem o maior potencial da classe, com o treinador e tempo de adaptação correto, poderá se tornar o melhor jogador desta safra. Conta com um pump fake mortal as defesas, congelando-as totalmente antes de fazer realmente o passe. Uma ameaça dupla na redzone por seu tamanho e mobilidade, conseguindo ganhar jardas com as pernas e marcar touchdowns corridos com facilidade.

Pontos negativos:

Extremamente inconsistente. Alterando muito, boas e péssimas descidas. Precisa que tudo de certo na jogada para fazer acontecer, não tem poder de improvisação para estender as jogadas e fazer elas darem certo. Constantemente descompensa a mecânica de passe com o trabalho de pés, que resulta em passes ruins e gera turnovers. Não está acostumado a jogar under center e tem graves problemas no seu footwork. Precisa trabalhar mais as leituras defensivas e progressões de jogadores.

Escolha estimada: Fim da primeira e inicio da segunda rodada.

PATRICK MAHOMES II:

Patrick Mahomes é o prospecto, entre os tops desta classe, que precisará de um maior trabalho de adaptação para jogar na Liga. Dono de um famoso e potente braço, ele muitas vezes parece se esforçar para tentar diminuir a força que coloca na bola em passes de curtas e médias distancias para facilitar o trabalho do recebedor. Autor de diversas big plays, tem sua maior arma o improviso nas jogadas e a bola longa para seus recebedores mais rápidos e altos. No entanto, quando tenta seguir mais a risca o que o seu sistema ofensivo pede, acaba falhando na entrega.

É um grande atleta, e sabe aproveitar bem sua capacidade para estender jogadas e criar situações adversas para a defesa adversária. Um verdadeiro Gunslinger, gosta de passar a bola em janelas curtas e situações 50/50 para seu recebedor, o que gera muitos highlights, mas também muitas interceptações. Sua mecânica e seu footwork ainda precisam dar uma trabalhada, mas assumindo que ele não precisará entrar em campo em 2017, não há problema.

Foi uma maquina de pontos atuando por Texas Tech em suas 3 temporadas, e só não a levou mais a frente por conta da péssima defesa que tinha que carregar.

A melhor situação possível para o jogador é cair em uma equipe com um quarterback já estabelecido e que não perca jogos. Ficar 2 anos no banco aprendendo e corrigindo seus erros, para então, assumir a titularidade sem perder a qualidade ou comprometer o time que escolhe-lo.

Tem 1,88m e 102kg. No NFL Combine, correu o tiro de 40 jardas em 4,80 segundos e não fez as repetições no supino.

Seu jogo é comparado ao de Jay Cutler.

Números da carreira:

São 857 passes completos de 1349 tentados com uma porcentagem de 63,5%. 11.252 jardas totais com uma média de 8,3 jardas por tentativa de passe.  Além de 93 touchdowns e 29 interceptações.

Correndo, são 845 jardas totais em 308 tentativas e uma média de 2,7 jardas por tentativa, além de 22 touchdowns.

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Pontos positivos:

Tem um braço absurdamente forte, conseguindo passar por quase toda a extensão do campo. Sua precisão é boa e vem evoluindo a cada temporada, conseguindo acertar janelas curtas de passe, colocando o seu recebedor na melhor situação possível. Tem a habilidade de enganar os safeties somente com os olhos e abrir buracos nas defesas, além de se mover bem dentro do pocket e fora dele para estender suas jogadas. Alta capacidade de improviso e boa mobilidade para ganhar jardas com as pernas. Tem um pump fake eficiente, conseguindo congelar bem as defesas adversárias.

Pontos negativos:

Joga em um esquema ofensivo que tende a marcar muitos pontos, pondo a prova assim sua real importância. Footwork e mecânica de passes bastante abaixo da média, apesar de já está trabalhando nisso, é difícil está realmente pronto para está temporada, por isso precisará de um tempo no banco na Liga. Alto número de interceptações por buscar a jogada mesmo quando a defesa cobre bem os espaços. Precisa melhorar também sua consistência no meio das partidas, quando altera muito bons e maus momentos. Precisa trabalhar sua paciência no pocket, onde apesar de se movimentar bem, tende a fazer isso antes da hora e perder o time em varias jogadas.

Escolha estimada: Fim da primeira rodada ou mais provavelmente a segunda rodada.

NATHAN PETERMAN:

Nathan Peterman provavelmente é o menos conhecido entre os tops desta classe, no entanto, um dos mais prontos. Jogando pela Universidade de Pittsburgh, já está habituado ao estilo profissional e poderia assumir a vaga de titular no time que for elaborado. Acostumado a utilização do huddle e jogadas under center, teria sua adaptação muito facilitada a NFL e daria muito menos trabalho a toda comissão técnica.

Um jogador bastante divertido de se ver, se movimenta bem no pocket, tem uma boa mobilidade e conta com boa precisão. Consegue obedecer bem ao que seu sistema pede e não compromete. Ainda tem alguns problemas com passes forçados e algumas interceptações desnecessárias, mas nada que seja difícil de se corrigir. O problema está em seu potencial. Diferentemente dos outros prospectos desta classe, analistas afirmam que Peterman já chegou no ponto alto de seu jogo e não deve evoluir muito além do que é hoje. Um quarterback seguro, mas que não carregará nenhum time, fazendo apenas o necessário.

Seu melhor encaixe possível seria em um time que tenha um bom elenco de apoio para cerca-lo. Algum treinador acostumado a trabalhar com quarterbacks e um sistema que não peça para que brilhe, apenas cumpra seu trabalho.

Com 1,88m e 102kg, correu o tiro de 40 jardas do NFL Combine em 4,82 segundos.

Seu jogo é comparado ao de Kirk Cousins.

Números da carreira:

São 398 passes completos de 662 tentados com uma porcentagem de 60,1%. 5.236 jardas totais com uma média de 7,9 por passe tentado. Além de 47 touchdowns e 17 interceptações.

Correndo, são 525 jardas em 172 tentativas com uma média de 3,1 por tentativa e 5 touchdowns. Isso em 2 anos de titular em Pittsburgh, antes, foi reserva por duas temporadas na Universidade de Tennessee.

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Pontos positivos:

Um jogador pronto, que conta com um release rápido, footwork correto e boa leitura de defesas. Consegue ler o campo completo a cada jogada e entende muito bem as progressões. Consegue realizar seus passes com uma boa antecipação ao adversário e não compromete o sistema. Está acostumado a jogar under center e a utilizar o huddle. Boa movimentação no pocket e boa mobilidade para estender jogadas e ganhar jardas com as pernas. Vai muito bem em passes longos, com uma porcentagem de 46,2% completos. Derrotou a campeã nacional, Clemson, em um jogo de 5 touchdowns passados, sendo sua grande partida da carreira.

Pontos negativos:

Apesar de se sair bem em passes longos, não tem tanta força para fazer os lançamentos. Consegue enxergar e explorar bem as janelas de passe, mas ainda acaba forçando muitos passes desnecessários em que a marcação estava boa e é interceptado. Somado a isso, analistas afirmam que seu potencial não é dos mais altos. Peterman já teria desenvolvido o seu melhor jogo e tende a manter o nível. Para brilhar, precisaria ser cercado de talento, explora-los ao máximo e então seguir seu trabalho e guiar sua equipe a vitórias.

Escolha estimada: Segundo dia, entre o final da segunda e inicio da terceira rodada.

 

 

 

 

 

 

 

 

Tudo sobre os melhores do Draft – Linha Ofensiva

Tudo sobre os melhores do Draft – Linha Ofensiva

Continuamos com a compilação de análises individuais do Draft 2017 e desta vez vamos falar dos jogadores de linha ofensiva. Por mais que os jogadores que chegam a end zone sejam os mais badalados, os offensive linemen são de suma importância para as equipes, tanto que na agência livre os negócios mais caros saíram nestas posições.

Lembrando que já fizemos o compilado com os melhores tight endsleia aqui – e dos melhores running backsleia aqui.

CAM ROBINSON:

Cam Robinson é mais um dos grandes jogadores de linha ofensiva formados por Alabama. Extremamente eficiente bloqueando para o jogo corrido, consegue abrir gaps com facilidade e fez seu nome na NCAA neste estilo de jogo. Jogando na Conferência SEC, que é conhecida pelo forte jogo nas trincheiras e foco no jogo corrido, Robinson foi left tackle nos seus 3 anos jogando por Crimson Tide. Tem um tamanho e físico muito bom para jogar na posição.

Em seu último ano pela faculdade, deu uma melhorada na sua técnica de proteção para o passe, mas ainda é considerado cru e passa por dificuldades.

Com 1,98m e 141kg, correu o “tiro de 40 jarda”s do NFL Combine em 5,15 segundos.

Seu jogo é comparado ao de Ereck Flowers.

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Pontos positivos:

Tem um bom trabalho de pés para executar seus bloqueios, onde é especialista no jogo corrido, onde enfrentou grandes defensores e se saiu bem. Extremamente forte, consegue combater força com força e não costuma sofrer o bull rush. Além disso, tem facilidade para chegar ao segundo nível da defesa para ajudar nos bloqueios e liderar corridas.

Pontos negativos:

Precisa melhorar a sua técnica de proteção ao passe, assim como melhorar as angulações de bloqueio para conseguir a melhor posição contra seus adversários. Tem instintos questionáveis, quase que como uma dificuldade de entender o que acontece quando a jogada muda um pouco do planejado por outros fatores. Jogou toda a carreira como left tackle e mesmo assim não estará preparado para jogar na posição logo de inicio em nenhum time. Precisará de um acompanhamento e treinamento firme, de uma boa comissão técnica, para não comprometer seu time pelo menos no inicio de sua carreira.

Escolha estimada: Primeira rodada.

FORREST LAMP:

Forrest Lamp é apontado com o melhor guard deste draft. Extremamente forte, consegue abrir espaço pra corrida e tem uma boa proteção de passe. Jogou 3 jogos como guard em Western Kentucky antes de ser movido para left tackle em sua linha, onde ficou até seu ano de senior, sendo redshirt. Na NFL será movido de volta para a posição de guard, onde os times vão extrair todo o seu potencial.

Teve uma sólida carreira no College, inclusive terminando o seu Bowl Game com um touchdown em um tackle screen, o que mostra o quão dinâmico é o jogador. Além de todo o atleticismo, Lamp também tem os conceitos de linha ofensiva bem trabalhados, como a envergadura e trabalho de pés.

Com 1,93m e 136kg, correu o tiro de 40 jardas do NFL Combine em 5 segundos e fez 34 repetições no supino.

Seu jogo é comparado ao de Zach Martin.

Zach Martin.

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Pontos positivos: Tem boas e inteligentes mãos na hora de bloquear para o passe, além de posicionar bem o quadril e pés na hora de bloquear para a corrida. Utiliza bem o conceito de bloquear os jogadores de baixo pra cima, para obter mais estabilidade e controle sobre eles.

Pontos negativos: É um pouco baixo e tem braços curtos, além disso, tem o costume de deixar os braços relaxados, demorando um pouco mais a reagir ao snap. Jogou em uma divisão considerada fraca na NCAA.

Escolha estimada: Final da primeira rodada.

RYAN RAMCZYK:

Ryan Ramczyk é apontado como o tackle número 1 deste Draft. Sólido no pass block e também no run block, apresenta uma boa envergadura para duelar na trincheira contra os defensores. Bastante explosivo, tem a capacidade de sair do primeiro nível das linhas para realizar seus bloqueios, seja contra a secundária ou linebackers. Seu ponto fraco vai por conta de seus braços serem curtos para alguém da posição, algo que pode ser explorado contra ele na NFL com o bull rush.

Tem uma ótima estatura para a NFL, além de um ótimo footwork. No último ano, jogou muito bem por Wisconsin, alinhando contra pass rushers mais atléticos e também contra os mais físicos.

Com 1,98m e 142kg, o jogador foi pro NFL Combine e fez 25 repetições no supino.

Seu jogo é comparado ao de Joe Stanley.

Stanley.

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Pontos positivos: Bloqueia bem tanto para a corrida quanto para o passe, contando com um ótimo footwork para ajuda-lo. A facilidade com que consegue chegar no segundo nível da defesa faz com que os times possam utiliza-lo bastante em jogadas de screen pass e corridas abertas. Pode  jogar tanto como left tackle como right tackle na NFL, e tende a ter uma adaptação rápida.

Pontos negativos: Seus braços curtos trarão uma dificuldade contra os defensive ends mais físicos da NFL, que utilizam mais da técnica do bull rush (empurrar o bloqueador na base da força). A pouca experiência jogando em uma divisão forte pode atrapalhar seu desenvolvimento (Apenas um ano jogando em Wisconsin, pediu transferência após dois anos na University of Wisconsin, faculdade de menor expressão no cenário do College Football)

Escolha estimada: Primeira rodada.

GARETT BOWLES:

Garett Bolles é um bom jogador, porém lhe falta experiência. Após dois anos jogando em Snow College, não enfrentou muita competitividade por estar em uma divisão mais fraca. Em seu ano de junior se transferiu para Utah, onde foi escolhido para o primeiro time da PAC-12 e se declarou para o Draft 2017. Bastante técnico e com especialidade no jogo corrido, Bolles tem facilidade para abrir gaps e levar vantagem sobre o marcador. Consegue engajar facilmente no adversário com bons ângulos, e fazendo o movimento da alavanca de baixo para cima, cumpre bem seu papel na linha ofensiva.

Com um bom tamanho para a posição de tackle, é bem veloz e tem um footwork bem trabalhado, no entanto, ainda lhe falta um pouco de força para empurrar os defensores com mais eficiência.

Tem 1,96m e 136kg, no NFL Combine, correu o tiro de 40 jardas em 4,95 segundos.

Seu jogo é comparado ao de Cedric Ogbuehi.

Ogbuehi.

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Pontos positivos:

É um atleta de elite. Muito técnico e rápido, tem uma ótima noção de jogo e consegue realizar todos os tipos de bloqueio da maneira mais eficiente possível. Ótima angulação na hora de engajar os braços no defensor e trabalho de pés bom para mante-los. Além de ser excelente abrindo gaps para o jogo corrido.

Pontos negativos:

Falta força ao jogador. Diversas vezes fica claro que se ele conseguisse arrastar um pouco mais o adversário, a jogada teria um ganho de jardas melhor. Por esse motivo, tem dificuldade contra pass rushers maiores e mais físicos, o que pode se tornar um problema na NFL. Foi pouco explorado na sua capacidade de proteger para o passe devido ao esquema de ataque utilizado em Utah. Além de ter jogado apenas seu ano de junior em uma grande divisão. Terá 25 anos no inicio da temporada em setembro, uma idade avançada para um calouro.

Escolha estimada: Inicio da segunda rodada.

ANTONIO GARCIA:

Antonio Garcia é mais um dos tackles desta classe que os analistas dizem não estar prontos. Diferente dos outros nomes da posição, Garcia tem como sua especialidade a proteção para o passe, enquanto os outros tem foco no jogo corrido. Por isso eles o enxergam apenas como left tackle, uma vez que nessa posição ele deve ter como sua principal função a segurança para o passe, e em segundo lugar, o jogo corrido.

Teve uma grande produção na universidade de Troy e sempre ficou ranqueado entre os melhores do país na posição. Tem um ótimo tamanho para a NFL, mas ainda precisa melhorar sua postura durante as jogadas. Com uma curvatura errada, acabaria sofrendo com o bull rush dos pass rushers da NFL de maneira muito mais fácil.

Apesar de classificado como “cru”, se for selecionado e jogar por uma equipe com uma situação favorável e uma boa comissão técnica para treina-lo, se tornará um jogador elite bem rápido.

Tem 1,98m e 136kg. Foi para o NFL Combine e correu o tiro de 40 jardas em 5,15 segundos e fez 24 repetições no supino.

Seu jogo é comparado ao de Jared Veldheer.

Veldheer.

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Pontos positivos: Garcia é um dos melhores da posição protegendo para o passe, tem um ótimo tamanho para a NFL e consegue engajar nos pass rushers de uma forma a mante-los fora do pocket. É um grande atleta, e tem sua velocidade lateral como destaque, muito ágil, raramente é batido por velocidade dos defensive ends. Terá um grande futuro na NFL se cair em uma situação favorável.

Pontos negativos: Apresenta dificuldades bloqueando para o jogo corrido. Joga com uma curvatura estranha, que o atrapalha nos bloqueios e o torna um alvo fácil para defensores maiores e mais fortes. Precisa ganhar força e trabalhar no footwork e ângulos de bloqueio para obter maior sucesso.

Escolha estimada: Segunda rodada.

 

Tudo sobre os melhores do Draft – running backs

Tudo sobre os melhores do Draft – running backs

Estamos próximos do Draft 2017 e sabemos que vocês querem conhecer bem os melhores projetos.Como ao longo do mês de março e abril analisamos individualmente, agora compilamos todos os textos ara vocês saberem quem são os melhores running backs que estarão disponíveis este ano. Vale ressaltar que não avaliamos jogadores que não participaram do NFL Combine.

*Leia também sobre os principais tight ends:

LEONARD FOURNETTE:

Leonard Fournette foi a principal arma do ataque de LSU durante as últimas 3 temporadas dos Tigers, e vem chamando atenção por sua incrível combinação de força física e velocidade. A facilidade como ele quebra tackes faz dele um dos melhores prospects da posição em anos e rende muitas comparações a Adrian Peterson.

Com 1,85m e 107Kg Fournette assusta qualquer defesa adversária e acaba com linebackers como se fossem juvenis. Analistas americanos costumam brincar que ele é um adulto jogando contra crianças.

NCAA Football: Mississippi at Louisiana State

Números da carreira: 616 corridas, 3.830 jardas e 40 touchdowns. Média de 6,5 jardas/corridas nas últimas duas temporadas.

Pontos positivos: O modo como ele mantém seu centro gravitacional baixo para quebrar tackes impressiona. Um stiff arm (braço esticado que afasta os marcadores) poderoso que geralmente deixam os defensive backs no chão. Habilidade de correr tanto entre os tackes como fora deles com a mesma facilidade.

Pontos negativos: Não é um bom recebedor. Não contribuiu muito recebendo passes em seus 3 anos na LSU. Apenas 40 recepções para 482 jardas e 1 touchdown. Sofreu com lesões nas últimas temporadas, pode deixar alguns times com pé atrás na hora da escolha.

Escolha estimada: Top 15.

DALVIN COOK:

Dalvin Cook é apontado por alguns analistas como o melhor running backs deste Draft. Correndo atrás de uma péssima linha ofensiva, Cook é uma maquina de big plays. Sempre inteligente na procura de gapsCook parece sempre achar o caminho mais fácil da corrida, e quando consegue pegar a lateral, o touchdown é quase uma certeza.

Extremamente veloz e explosivo, Cook tem 1,80m e 97kg, o suficiente para deixar todos os marcadores para trás. O bom trabalho de pernas o faz quebrar alguns tackes, mantendo o equilíbrio do corpo e ganhando algumas jardas extras.

A grande arma ofensiva dos Seminoles chega para o Draft disputando com Leonard Fournett quem será o primeiro a ser escolhido neste Draft.

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Números da carreira: São 687 carregadas para 4.464 jardas e 46 touchdowns. Além de médias absurdas por carregada como 7,4 em 2015 e 6,1 em 2016.

Pontos positivos: Uma maquina de big plays, pode mudar uma partida a qualquer momento. Agilidade para fugir de tackles. Ótimo trabalho de pernas.

Pontos negativos: Proteção ao quarterback não confiável. Alguns drops quando recebe passes.

Escolha estimada: Top 15.

CHRISTIAN MCCAFFREY:

Christian McCaffrey é um fenômeno entre os analistas. Famoso por sua versatilidade, ele pode correr, receber e retornar como um veterano. Tem uma ótima paciência para esperar a abertura de gaps e segue muito bem seus bloqueios. Fora do backfield é quase um wide receiver. É rápido, ágil e corre muito bem rotas, facilitando o trabalho do quarterback, que costuma encontra-lo sempre livre.

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Seus 1,83m e 91kg facilitam sua movimentação. É um pouco mais leve que a maioria dos running backs, mas compensa isso com uma explosão de dar inveja a qualquer um. Seu futebol lembra muito o de Le’Veon Bell, paciente, explosivo e grande recebedor.

Números da carreira: São 632 carregadas para 3.922 jardas e 21 touchdowns. Recebendo passes são 99 recepções para 1.206 jardas e 10 touchdowns.

Pontos positivos: Uma arma ofensiva que pode alinhar em qualquer lugar do campo e pontuar a qualquer momento. Grande retornador, incrivelmente rápido e explosivo. Ótima peça para trick plays.

Pontos negativos: Um pouco mais leve que os running backs da NFL, pode ter dificuldade com o físico do jogo.

Escolha estimada: Fim de primeiro round/início do segundo.

WAYNE GALLMAN:

Wayne Gallman é com certeza um dos jogadores mais subestimados na posição de running back d0 Draft 2017. Jogando em um dos ataque mais poderosos do país e campeão nacional, muito do sucesso de Clemson nessa temporada se deve ao running back. Sem tirar os méritos dos companheiros, dos quais muitos aparecerão nesta série, Gallman foi talvez um dos mais importantes para a campanha invejável dos Tigers. Extremamente explosivo e completamente “liso”, ele corre com uma força e ao mesmo tempo uma leveza que o faz extremamente difícil de se derrubar. Dificilmente cai no primeiro contato, fazendo com que a defesa tenha que chegar em comboio para para-lo.

Seus 1,85m e 95kg são as medidas perfeitas para a posição de running back, aliando força com velocidade, e no caso de Gallman, extrema agilidade. Seu jogo pode ser comparado ao de

LeSean McCoy.

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Números da carreira: São 676 carregadas para 3429 jardas e 34 TDs.

Pontos positivos: Físico perfeito para a posição. Dificilmente é derrubado no primeiro contato, seja por quebrar o tackle ou por esquiva-lo. Boa proteção ao quarterback e bons bloqueios para o jogo corrido.

Pontos negativos: Sua produção em comparação a outros running back não foi tão alta, talvez por isso tenha caído um pouco no Draft, o que pode deixar em dúvida sua qualidade para alguns scouts, uma vez que jogava em um dos melhores ataque dos país.

Escolha estimada: Entre a 3ª e 4ª rodada

 

Tudo sobre os melhores do Draft – Tight Ends

Tudo sobre os melhores do Draft – Tight Ends

Depois de analisarmos um por um os melhores nomes do Draft 2017, dar os tempos do NFL Combine e contar tudo sobre eles, agora começamos uma nova série, afinal está faltando apenas cinco dias para que as equipes o relógio ligue e sua franquia tenha 10 minutos para escolher o grande nome dos próximos anos.

Começamos com os tight ends, posição muito importante para qualquer equipe. Além de serem um grande reforço para bloquear a defesa adversária, os jogadores desta posição estão se destacando cada vez mais pelas recepções e por quebrar tackles com a bola. Entre os melhores da liga se encontram Rob Gronkowski, Jordan Reed, Jimmy Graham e Martellus Bennett.

Leia agora TUDO sobre os principais prospectos:

OJ HOWARD:

O.J. Howard é um talento raro. Bom corredor de rotas, tem facilidade na separação, mecânica de catch natural, além de uma boa habilidade para bloqueios. Esses são os principais fatores que fazem Howard ser o principal jogador da classe. Acostumado ao sucesso e aos grandes jogos, seu  jogos, seu “breakout game” foi na final do campeonato universitário em 2015 quando foi campeão em cima de Clemson com 208 jardas e 2 touchdowns em 5 recepções. Treinado por Nick SabanO.J. é um jogador pronto para entrar na Liga e já causar impacto em qualquer time em seu primeiro dia.

Com 1,98m e 115kg, Howard também é um grande atleta. No Combine atingiu a marca de 4,51 segundos nas 40 jardas e fez 22 repetições no supino. A nível de comparação, o mesmo tempo de Leonard Fournette (um dos principais running backs da classe de 2017).

Seu jogo é comparado ao de Julius Thomas.

Números da carreira: Foram 114 recepções para 1.726 jardas e 7 touchdowns em 4 temporadas, sendo suas duas últimas como titular.

Playoff Championship Clemson Alabama Football

Pontos positivos: Extremamente rápido para seu tamanho e peso. Excelentes mãos para receber passes contestados e mecânica de catch natural. Ótimas técnicas de bloqueio.

Pontos negativos: Precisa ganhar um pouco mais de massa para se tornar um bloqueador elite.

Escolha estimada: Top 20.

DAVID NJOKU:

David Njoku é quem tem um dos maiores potenciais desta classe. A capacidade física do jogador é impressionante, com longos braços e grandes mãos, ele tem facilidade para fazer recepções e vencer o seu marcador em bolas 50/50. Extremamente forte e com uma boa velocidade e impulsão, Njoku tem tranquilidade para conseguir a separação do seu marcador e fazer a recepção, seja na redzone, onde é um grande alvo, ou no meio do campo, onde ainda é ótimo conseguindo mais jardas.

Um fator que pesa contra ele é a inexperiência. Com apenas 20 anos, ele é um redshirt sophomore (dois anos jogando na NCAA), e teve apenas 22 jogos na carreira, sendo ainda pouco utilizado em seu primeiro ano. Depois de se provar um bom e seguro alvo no ano seguinte, ajudou Brad Kaaya a se consolidar como um dos principais quarterbacks do draft.

Com 1,93m e 111kg conseguiu ótimo resultados no NFL Combine, onde correu as 40 jardas em 4,64 segundos, fez 21 repetições no supino e 37,5 centímetros no salto vertical.

Seu jogo é comparado ao de Greg Olsen.

NCAA FOOTBALL: NOV 26 Duke at Miami

Números da carreira: Foram 64 recepções para 1.060 jardas e 9 touchdowns em duas temporadas.

Pontos positivos: Braços longos e grandes mãos para criar miss matches com os marcadores, é excelente alvo na redzone e um bom em jardas após a recepção.

Pontos negativos: Precisa ganhar peso pra melhorar seu jogo na NFL apesar de ser inexperiente na posição, só precisa melhorar seus bloqueios.

Escolha estimada: Fim da primeira rodada ou inicio da segunda rodada.

EVAN ENGRAM:

Evan Engram é rápido. Muito rápido! Um dos principais jogadores da classe, ele se destaca como um ótimo recebedor e corredor de rotas. O tight end foi o principal alvo no ataque de Ole Miss desde a saída de Laquon Treadwell, com quem formou uma bela e explosiva dupla. Ótimo em passes longos e melhor ainda em jardas após a recepção, Engram utiliza de toda sua velocidade para criar miss matches contra seus marcadores, acabando por receber então quase sempre a companhia de um cornerback invés de um linebacker.

Muito versátil, Engram pode alinhas como slot receiver ou até mesmo no backfield para atrapalhar a leitura da defesa. Extremamente explosivo, ele é um bom alvo de segurança e um bloqueador mediano para a corrida.

Um pouco menor que os jogadores da sua posição, ele tem 1,90m e 105kg, o que justifica sua velocidade e impulsão. No NFL Combine, correu para 4,42 segundos, o que o colocaria no top 15 wide receivers mais rápidos, e fez 19 repetições no supino.

Seu jogo é comparado ao de Jordan Reed.

Números da carreira: Foram 162 recepções para 2.320 jardas e 15 touchdowns em suas 4 temporadas em Ole Miss.

Pontos positivos: Sua velocidade é impressionante, tem um ótimo passes longo e ganha muitas jardas após a recepção. Já jogou em um esquema que extraia o máximo do seu potencial.

Pontos negativos: Mais baixo que a maioria dos jogadores da posição e precisa aprender a reconhecer e utilizar melhor as zonas do meio do campo para criar linhas de passe.

Escolha estimada: Terceira rodada.

BUCKY HODGES:

Bucky Hodges não é um dos tight ends mais conhecidos e falados da classe, mas o motivo está longe de ser falta de qualidade. Hodges é mais um dos bons tight ends recebedores a entrar no draft esse ano, tendo como sua maior qualidade, a segurança. Um grande e seguro alvo, essa é a expectativa que o time que o escolher deve ter… Pode não ser dos mais rápidos, não é em bom bloqueador, mas com um bom controle de corpo e sendo um bom corredor de rotas, Hodges é um dos melhores amigos do seu quarterback, fazendo sucesso em Virginia Tech.

Tem um pouco de dificuldade de conseguir a separação do seu marcador, mas mesmo assim consegue vencer a maioria dos duelos e capturar a bola. Não é tão bom ganhando jardas depois da recepção, muitas vezes vai ao chão para garantir a posse, no entanto, 28% de todas as suas recepções no ano passado foram para mais de 20 jardas, um excelente número. Além disso, é excelente na red zone.

Apesar de seus 1,98m e 117kg ele não tem a força e a resistência necessária para ser um bloqueador elite na NFL. No Combine, correu as 40 jardas em 4,57 segundos e fez 18 repetições no supino.

Seu jogo é comparado ao de Devin Funchess. (Sim, um wide receiver).

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Números da carreira: Foram 133 recepções para 1747 jardas e 20 touchdowns em 3 temporadas.

Pontos positivos: Um excelente recebedor na red zone e ótimo em passes longos. Ótimas mãos, vence a maioria dos duelos 50/50. Bom corredor de rotas.

Pontos negativos: Bloqueador fraco apesar do bom porte físico. Dificilmente consegue jardas após a recepção. Apesar de ter jogado 3 temporadas completas, aparenta ainda ser inexperiente na posição, sendo movido muitas vezes para a posição de wide receiver.

Escolha estimada: Quarta rodada.

JAKE BUTT:

Jake Butt é um cara pronto para jogar na NFL. Com um tamanho e físico ideal para a posição, Butt seria um dos maiores nomes da posição se não tivesse rompido o ligamento cruzado anterior do joelho no Citrus Bowl contra Florida State em dezembro de 2016. Fato esse que o derrubará no draft, porem ainda existem chances dele poder atuar em 2017.

Voltando a suas características, Butt tem um estilo de jogo que os técnicos procuram. Extremamente inteligente, sabe usar seu corpo para tirar vantagem do marcador e trabalha muito bem entre as zonas do meio do campo. Com ótimas mãos, ele é excelente em transformar passes curtos em grandes ganhos, sendo uma maquina de first downs. Com uma boa combinação de força e velocidade para seu tamanho, o tight end dificilmente cai no primeiro contato, e exige sempre um esforço a mais da defesa em para-lo.

Jogando pelos Wolverines de Jim Harbaugh, ele está familiarizado ao estilo de jogo implementado na NFL. Além de ser um grande recebedor, está acostumado também a fazer bloqueios, sendo um dos grandes nomes da posição nesta classe que executa as duas funções da posição com naturalidade. Se não fosse pela lesão, brigaria para sair no primeiro round e teria participado do NFL Combine.

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Com 1,98 e 112kg, seu jogo é comparado ao de Zach Miller.

Números da carreira: São 138 recepções para 1646 jardas recebidas e 11 touchdowns em 4 anos na NCAA.

Pontos positivos:

Bom recebedor e bloqueador.

Bom em jardas após a recepção, uma maquina de first downs.

Tamanho ideal para a posição.

Pontos negativos:

A lesão grave sofrida no Citrus Bowl no final de 2016.

Sua velocidade será um problema enfrentando os linebackers da NFL.

Escolha estimada:

Dependerá de mais avaliações médicas, mas por volta de uma 5 rodada.

 

 

 

 

Super Bowl Trophy Tour

Super Bowl Trophy Tour

Fomos convidados para o Super Bowl Trophy Tour 2017, e como não poderia ser diferente fomos conferir essa atração.

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Ano passado havíamos ido como torcedores, pegamos a imensa fila no Shopping Eldorado e tiramos a nossa foto ao lado dele, o troféu Vince Lombardi. Esse ano, a Visa entrou em contato conosco para comparecermos como mídia (somos chiques, kkkk) e lá fomos. Entrada antes do público geral, poucas pessoas nas atrações e mais uma vez o nosso reencontro com o tão cobiçado troféu do Super Bowl.

Tiramos a foto clássica ao lado do troféu, e o celular na mão das promotoras para levar junto uma recordação. Achei até que elas são treinadas para tirar boas fotos com os nossos celulares.

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Diferente do ano passado, quando o troféu era a única atração, esse ano tinha um fundo infinito, daqueles verdes de cinema, sabe? Ficamos curiosos e chegando mais perto vimos que havia um fotógrafo tirando algumas fotos em sequencia, que no final, resultava em um gift animado para compartilharmos nas nossas redes sociais.

Ao lado, duas cadeiras giratórias e fãs com aqueles modernos óculos de realidade virtual. Curiosos como somos, experimentamos e podemos dizer que foi ANIMAL. No vídeo 360º graus que assisti estava eu ao lado de Antonio Gates no banco de reservas do finado San Diego Chargers assistindo alguns snaps e até mesmo alguns touchdowns. PERFEITO.

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Algumas presenças ilustres como jornalistas, narradores e os blogueiros celebridades do futebol americano estiveram por lá. Não tietamos porque temos vergonha, mas que deu vontade, deu. O evento também convidou alguns atletas da Lusa Lions que devidamente uniformizados tiravam fotos e davam entrevistas aos jornalistas. Como nós acompanhamos toda a Superliga Nacional, e já assistimos alguns jogos na sideline dos Lions, inclusive entrevistando os jogadores, deixamos eles curtirem o evento e dar atenção aos outros colegas de profissão.

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Mais o mais legal de tudo isso é ver que quando abriram o evento para o público geral muita gente, mas muita gente mesmo compareceu ao evento muitos deles uniformizado com suas franquias preferidas.

Sabemos que o público da NFL não se resume somente a São Paulo, muitos leitores demonstraram insatisfação ao saber que o troféu só passaria por terras paulistanas. Mas o que pode dar esperança ao torcedor é que o Futebol Americano está crescendo muito aqui no nosso país, temos um campeonato nacional cada vez mais forte e disputado, cada vez mais jogos sendo transmitidos, muita mídia especializada cobrindo esses eventos e cada vez mais fãs conhecendo e curtindo o esporte. Daqui a pouco seremos o país do Futebol Americano. =)

Pra finalizar e não menos importante. Apresentando a sua nota fiscal de toda compra, em qualquer lugar, feita com um cartão Visa, você troca por cupons que depositados em uma urna que fica no estande do troféu, você concorre a um par de ingressos para assistir o Super Bowl LI em Houston, Texas. Nós já estamos participando, e você?

Quem ainda quiser ver troféu corra, ele ficará em exposição no Shopping Morumbi, só até hoje as 22h, onde a visitação será gratuita.Serviço

Visa Super Bowl Trophy Tour
Exposição do troféu Vince Lombardi
De 13 a 15/1, das 10h às 22h
Local: Morumbi Shopping - Av. Roque Petroni Júnior, 1089 – São Paulo/SP

Visa traz o troféu do Super Bowl para o Brasil

Visa traz o troféu do Super Bowl para o Brasil

A Visa, patrocinadora oficial da NFL desde 1995, promove na capital paulista uma série de atrações para os fãs do futebol americano. A principal delas é a chegada em solo brasileiro do troféu Vince Lombardi, prêmio dado ao vencedor de um dos maiores eventos esportivos do mundo – o Super Bowl.

O troféu ficará em exposição na cidade de São Paulo, no Shopping Morumbi, durante os dias 13 a 15 de janeiro, onde a visitação será gratuita. Além de estar lado a lado e poder fotografar-se com o tão cobiçado troféu, o fã brasileiro do futebol americano poderá interagir com outras atividades lúdicas instaladas no local, como simulações de situações de jogo, gifs animados para postar em suas redes sociais, entre outras.

A ação faz parte dos objetivos da Visa ao patrocinar grandes eventos esportivos como a NFL, os Jogos Olímpicos e os jogos da FIFA para fortalecer sua marca. Patrocinadora da liga de futebol americano há mais de 20 anos, a Visa renovou o contrato até 2020, que inclui Super Bowl, Pro Bowl, NFL Playoffs, NFL Draft, NFL Kickoff e NFL International Series.

Serviço
Visa Super Bowl Trophy Tour
Exposição do troféu Vince Lombardi
De 13 a 15/1, das 10h às 22h
Local: MorumbiShopping - Av. Roque Petroni Júnior, 1089 – São Paulo/SP
Entrada gratuita

Barcelona vs. New England Patriots

Barcelona vs. New England Patriots

Artistas recriam uniformes de grandes clubes de futebol adaptados para o futebol americano.

Ilustrações de Neil Jamieson, conceito de Mark Yesilevskiy adaptações de Bárbara Resende, Gabriel Lucki e Dalton Cara.

Real Madrid
realmadrid
Roma
roma
Tottenham
tottenham
Inter de Milão
inter
Juventus
juventus
Leicester
leicester
Liverpool
liverpool
Zenit
zenit
Manchester City
mancity
Arsenal
arsenal
Atlético de Madrid
atletico
Barcelona
barcelona
Bayern Munchen
bayern
Benfica
benfica
Manchester United
manutd
Milan
acmilan
Borussia Dortmund
borussia
Celtic
celtic
Paris Saint Germain
psg
Chelsea
chelsea
Porto
porto

 

link para o post original publicado no ESPN.com aqui.

Horários das transmissões NFL – Semana 11

Horários das transmissões NFL – Semana 11

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Quinta-feira (17 de novembro):

23h25* – Carolina Panthers vs. New Orleans Saints – ESPN - Esporte Interativo (TNF)

Domingo (20 de novembro):
16h00* – Dallas Cowboys vs. Baltimore Ravens – ESPN
16h00* – Minnesota Vikings vs. Arizona Cardinals – Esporte Interativo
19h25* – Seattle Seahawks vs. Philadelphia Eagles – ESPN+
19h25* – San Francisco 49ers vs. New England Patriots – ESPN
23h25* – Washington Redskins vs. Green Bay Packers – ESPN – Esporte Interativo (SNF)

Segunda-feira (21 de novembro):
23h25* – Oakland Raiders vs. Houston Texans – ESPN (MNF)

*horário de Brasília

Todos os outros jogos você assiste ao vivo só no NFL Game Pass. O NFL Game Pass é a melhor maneira de acompanhar o seu time de coração por toda a temporada além de ter acesso a conteúdos exclusivos (em inglês) de programas ao vivo e os melhores documentários sobre o Futebol Americano. Aproveite que está em promoção. Clique aqui para assinar.

Horários das transmissões NFL – Semana 10

Horários das transmissões NFL – Semana 10

bennerQuinta-feira (20 de outubro):

23h25* – Baltimore Ravens vs. Cleveland Browns – ESPN - Esporte Interativo (TNF)

Domingo (23 de outubro):
16h00* – Carolina Panthers vs. Kansas City Chiefs – ESPN
16h00* – New Orleans Saints vs. Denver Broncos – ESPN+
16h00* – Philadelphia Eagles vs. Atlanta Falcons – Esporte Interativo
17h25* – Pittsburgh Steelers vs. Dallas Cowboys – ESPN
23h25* – New England Patriots vs. Seattle Seahawks – ESPN – Esporte Interativo (SNF)

Segunda-feira (24 de outubro):
23h25* –New York Giants vs. Cincinnati Bengals – ESPN (MNF)

*horário de Brasília

Todos os outros jogos você assiste ao vivo só no NFL Game Pass. O NFL Game Pass é a melhor maneira de acompanhar o seu time de coração por toda a temporada além de ter acesso a conteúdos exclusivos (em inglês) de programas ao vivo e os melhores documentários sobre o Futebol Americano. Aproveite que está em promoção. Clique aqui para assinar.

C. J. Anderson fora por algumas semanas segundo a NFL Network.

C. J. Anderson fora por algumas semanas segundo a NFL Network.

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Depois de uma bela partida de jogadas terrestres contra o Houston Texans, o Denver Broncos tem uma péssima notícia vinda diretamente do IR (injury report). O running back C. J. Anderson, que é destaque positivo da franquia há algumas temporadas, não poderá ajudar a equipe do Colorado por algumas semanas devido a uma contusão óssea no joelho direito.

Essa notícia veio direto de Mike Garafolo da NFL Network. Segundo fontes de dentro do Denver Broncos a franquia não sabe dizer exatamente o tempo de recuperação e o running back está procurando uma segunda opinião em um especialista desvinculado ao time.

A lesão aconteceu no final do primeiro quarto no jogo do Monday Night Football contra os Texans, mas C. J. voltou em grande estilo e ainda correu para 84 jardas em 14 corridas. Segundo o treinador Gary Kubiak, já na terça-feira, o atleta começou a sentir dor no joelho e pediu para ser examinado.

C. J. Anderson está muito chateado pela situação, que segundo ele, ocorreu no melhor momento de sua carreira. No seu lugar, o Denver Broncos contará com o rookie Devontae Booker, que tem uma ótima média de 4.8 jardas por corrida. Porém, a imprensa de Denver está com um pé atrás com o novato, que dizem que sem experiência fará com que o time perca em rotas, proteção da bola e em execussão das jogas.

Agora só nos resta aguardar, mas sem duvidas é uma grande perda para o Broncos.

Como a notícia foi informada na NFL NETWORK, confiamos muito na veracidade dos fatos. Quem quiser saber mais como adquirir o canal e também assistir a todos os jogos e documentários da temporada, aproveite que está em promoçãoClique aqui para assinar ou até mesmo experimentar a avaliação gratuita por 7 dias.

Horários das transmissões NFL – Semana 7

Horários das transmissões NFL – Semana 7

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Quinta-feira (20 de outubro):
22h25 – Green Bay Packers vs. Chicago Bears – ESPN - Esporte Interativo (TNF)

Domingo (23 de outubro):
11h30 – Los Angeles Rams vs. New York Giants –  ESPN - Esporte Interativo
15h00 – Philadelphia Eagles vs. Minnesota Vikings –  Esporte Interativo
15h00 – New York Jets vs. Baltimore Ravens –  ESPN
18h05 – Atlanta Falcons vs. San Diego Chargers –  ESPN+
18h25 – Pittsburgh Steelers vs. New England Patriots  –  ESPN
22h30 – Arizona Cardinals vs. Seattle Seahawks – ESPN e Esporte Interativo (SNF)

Segunda-feira (24 de outubro):
22h30 – Denver Broncos vs. Houston Texans – ESPN (MNF)

O jogo do seu time não vai ser transmitido essa semana? Uma boa opção para resolver esse “problema” é assinar agora o NFL Game Pass. O NFL Game Pass é a melhor maneira de acompanhar o seu time de coração por toda a temporada além de ter acesso a conteúdos exclusivos (em inglês) de programas ao vivo e os melhores documentários sobre o Futebol Americano. Aproveite que está em promoçãoClique aqui para assinar ou até mesmo experimentar a avaliação gratuita por 7 dias.

Horários das transmissões NFL – Semana 6

Horários das transmissões NFL – Semana 6

benner

Quinta-feira (13 de outubro):
21h25 – Denver Broncos vs. San Diego Chargers – ESPN - Esporte Interativo (TNF)

Domingo (16 de outubro):
15h – Cincinnati Bengals vs. New England Patriots –  ESPN
18h05 - Kansas City Chiefs vs. Oakland Raiders –  Esporte Interativo
18h25 – Dallas Cowboys vs. Green Bay Packers –  ESPN
18h25 – Atlanta Falcons vs. Seattle Seahawks –  ESPN+
22h30 – Indianapolis Colts vs. Houston Texans – ESPN e Esporte Interativo (SNF)

Segunda-feira (17 de outubro):
22h30 – New York Jets vs. Arizona Cardinals – ESPN (MNF)

O jogo do seu time não vai ser trasmitido essa semana? Uma boa opção para resolver esse “problema” é assinar agora o NFL Game Pass. O NFL Game Pass é a melhor maneira de acompanhar o seu time de coração por toda a temporada além de ter acesso a conteúdos exclusivos (em inglês) de programas ao vivo e os melhores documentários sobre o Futebol Americano. Aproveite que está em promoçãoClique aqui para assinar ou até mesmo experimentar a avaliação gratuita por 7 dias

Horários das transmissões NFL – Semana 5

Horários das transmissões NFL – Semana 5

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Quinta-feira (6 de outubro):
21h25 – Arizona Cardinals vs. San Francisco 49ers – ESPN - Esporte Interativo (TNF)

Domingo (8 de outubro):
14h – Houston Texans vs. Minnesota Vikings - Esporte Interativo
14h – New England Patriots vs. Cleveland Browns - ESPN
14h – Philadelphia Eagles vs. Detroit Lions - ESPN +
17h05 – Atlanta Falcons vs. Denver Broncos - ESPN
21h30 – New York Giants vs. Green Bay Packers - ESPN - Esporte Interativo (SNF)

Segunda-feira (9 de outubro):
21h30 – Tampa Bay Buccaneers vs. Carolina Panthers - ESPN - Esporte Interativo (MNF)

Se você perdeu o Thursday Night Football entre Arizona Cardinals e San Francisco 49ers, ou gostaria de assistir os outros times que não serão transmitidos, uma boa opção para resolver esse “problema” é assinar agora o NFL Game Pass.

NFL Game Pass é a melhor maneira de acompanhar o seu time de coração por toda a temporada além de ter acesso a conteúdos exclusivos (em inglês) de programas ao vivo e os melhores documentários sobre o Futebol Americano.

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Uma bela atitude

Uma bela atitude

Mesmo com grande parte da mídia ainda ignorando o “esporte que mais cresce no Brasil”, novamente o futebol americano nacional dá um bom exemplo. Desta vez foi o Corinthians Steamrollers, que agora abrange os menores condenados e esquecidos da Fundação Casa, antiga FEBEM.

Com ação única, o Steamrollers fechou parceria com a fundação de São Paulo para levar futebol americano aos menores infratores, dando um pouco de dignidade e esperança aos jovens que em sua maioria depois que saem de lá voltam ao crime, na maioria das vezes por falta de oportunidade.

Os garotos tem muita vontade de aprender, de ter contato com o mundo lá fora”, disse Ricardo Trigo, um dos principais idealizadores do projeto. Segundo ele, as crianças e adolescentes “veem no esporte uma oportunidade de mudar o futuro”.

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A ação contou com alguns atletas sub-19 do Corinthians Steamrollers, além de alguns dos principais jogadores do elenco. Para Lucca Felipe, atleta do Steamrollers, que inclusive reconheceu um dos internos, que quando criança havia estudado com ele, é uma experiência muito empolgante: “Ver muitos que nunca tiveram contato com o esporte se mostrarem tão empolgados e realizar todos movimentos com tal perfeição e ver o sorriso de agradecimento de todos ao final foi realmente marcante“.

A direção da Fundação Casa se mostrou empolgada, pois o clima além de ser de hospitalidade por parte dos menores, eles tiveram enorme interesse: “Se de 100 tirarmos 3 ou 4 das ruas no futuro o trabalho terá valido a pena”, disse um dos diretores. Sensacional a ação, e novamente dando exemplo ao esporte mais popular do país, deixo a declaração do presidente do Corinthians Steamrollers, que em um olhar superficial não teria nada a ver com o assunto, mas com atitude – e novamente digo, não tenho nenhuma ligação com este clube, além da admiração a partir de agora – fez a tarde dos jovens infratores muito mais feliz. E eles merecem, afinal neste mundo ninguém é melhor que ninguém!

Uma experiência totalmente diferente e gratificante. Os  menores que foram abandonados à própria sorte, jogando futebol americano? Sim! Descalços, sem luvas, sem equipamentos, sem técnica, deixariam Vicent Lombardi maravilhado! Tackles no asfalto, recepções que jamais vi nos campos de FA do Brasil, garotos que disputavam a bola como se fosse seu último prato de comida, como se fosse sua salvação perante o mundo que os esqueceu enjaulados em um depósito de seres humanos. Atletas natos, com garra, destemidos, às vezes selvagens, com seus corpos ralados e esfolados, dedos machucados e querendo mais uma vez, que o senhor, no caso eu, lançasse mais uma bola, que ensinasse mais um bloqueio, ou mais uma regra. Estratégia? Eles tem todas, sagacidade e inteligência para montar rotas e marcar ou se desmarcar dos seus adversários, misturando regras de rugby, MMA, e um pouco de FA que aprenderam hoje. Me emocionaram! Por não saber em que canal passa e onde conseguir aprender mais sobre esse esporte fascinante, talvez como ganhar dinheiro nos EUA… Enquanto eu ensinava o football, aprendia sobre artigos, do código penal, 55, 57, 121 e porque foram obrigados a cometer tais delitos. Um jovem que poderia ser wide receiver em qualquer time do Brasil me diz,” eu trocaria tudo que sei dessa vida cheia de delitos para fazer um touchdown em um estádio cheio, e todos gritando meu nome”. Realmente as lágrimas escorreram, e vi como o football pode salvar vidas. Agradeço a direção da fundação CASA por me proporcionar essa grande experiência”, disse Ricardo Trigo, Presidente do Steamrollers, que teve muitas oportunidades na vida e não esqueceu o próximo, independente de qualquer julgamento.

Se você não se emocionou com este relato, por favor, para de ler meus textos, pois você não tem coração, não respeita os iguais, e principalmente, não tem o espirito que o futebol americano “cobra” de seus fãs!

Parabéns Steamrollers! Uma atitude dessas vale mais que milhares de jerseys expostas no Hall da Fama do New England Patriots ou de qualquer outra franquia! Em uma palavra o que sinto:

Respeito!

Cinco jogos agitam o final de semana na Superliga Nacional

Cinco jogos agitam o final de semana na Superliga Nacional

Três jogos no sábado e dois no domingo agitarão o final de semana da Superliga Nacional. Não é porque começou a NFL que vamos abandonar as equipes tupiniquins, certo!? Estaremos in loco na Vila Olímpica de Duque de Caxias para acompanhar o Botafogo Reptiles contra o Cabritos FA, partida de suma importância para que o alvinegro busque a vitória e os playoffs.

Sábado:

Abrindo o sábado, o Flamengo FA irá até o CT Meninos da Vila enfrentar o Santos Tsunami. Com a melhor campanha e liderança da conferência, o time rubro-negro tem tudo para voltar com a vitória. No caso do Santos, se vencer põe o pé nos playoffs, além de fazer o que ninguém ainda fez, vencer o Flamengo.

Em Minas Gerais, o Minas Locomotiva recebe o Vasco da Gama Patriotas. O time mineiro precisa da vitória para se manter vivo na luta pelos playoffs. Já o time carioca busca reabilitação depois de perder em Mangaratiba para o Vila Velha Tritões.

Na Vila Olímpica de Duque de Caxias, o Botafogo Reptiles busca uma vitória aparentemente fácil, uma vez que seu adversário é o Cabritos FA, que tem a pior campanha da Superliga Nacional. Nós do Entre Jardas estaremos lá e faremos um especial na segunda-feira com o Glorioso.

Domingo:

A rodada de domingo começa de manhã, quando o Brown Spiders FA recebe em sua casa o Timbó Rex. O time curitibano ainda não venceu na competição. Já o time catarinense busca a liderança em seu grupo, que hoje pertence ao Paraná HP. Jogo que promete muita emoção, uma vez que as “Aranhas Marrons” não são adversários fáceis quando jogam em casa.

Fechando a rodada da Superliga, às 11 da manhã, o João Pessoa Espectros recebe o América Bulls, em jogo que pode consolidar a classificação para ambos. O América começou muito bem a liga mas depois de ser derrotado pelo Recife Mariners precisa de reafirmação para chegar aos playoffs. Já o Espectros é sem dúvida o melhor time da Conferência e pode garantir a liderança em caso de vitória.

Trevor Siemian comanda virada no último quarto

Trevor Siemian comanda virada no último quarto

Vai demorar muito para os torcedores do Carolina Panthers “engolirem” a derrota de ontem (09), na abertura da temporada 2016-2017. Depois de a equipe entrar para o último quarto vencendo por 17 a 7, o inesperado aconteceu, e com chamadas inteligentes e um passe para touchdown, o quarterback Trevor Siemian comandou a virada histórica do time de Denver por 21 a 20.

O ataque do Panthers começou muito bem e abriu sete a zero com lindo passe de Cam Newton para Travis Benjamin. O Broncos empatou logo em seguida, mas com dois turnovers deixou que o Panthers aumentasse a diferença. Newton também foi interceptado e o jogo caminhava para uma vitória até o último quarto porém, com um último quarto perfeito da defesa do Broncos, as coisas mudaram.

Siemian deu passe de 25 jardas para CJ Anderson diminuir a vantagem e no drive seguinte Anderson novamente chegou à endzone, agora correndo uma jarda, virando o jogo para 21 a 17 com nove minutos no relógio. O Panthers diminuiu a diferença com um field goal de 36 jardas e, depois de forçar o punt do adversário, tinha 3 minutos no relógio para chegar à linha de field goal. E chegou!

Mesmo com a defesa do Broncos jogando muito bem o drive final, Newton, com passes para Kelvin Benjamin e Ted Ginn Jr, conseguiu posicionar seu time para chutar o field goal da vitória, porém Graham Gano desperdiçou a chance, dando a vitória ao time de Denver.

 

Entre Jardas | Futebol Americano BR - 2014