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Análise do Draft, Quarterbacks: Mitch Trubisky

Análise do Draft, Quarterbacks: Mitch Trubisky

E para fechar a semana de quarterbacks, e por consequência, nossa série sobre os prospectos deste draft, o quarterback número 1 da maioria dos especialistas, Mitch Trubisky.

Mitch Trubisky vive um caso bastante controverso. Após apenas um ano como titular de North Carolina, onde teve uma boa temporada, está cotado como o principal quarterback desta classe.

Nesta temporada, Trubisky demonstrou diversas qualidades que o credenciam a ser uma real escolha de primeira rodada, no entanto, a falta de experiência é um fator muito relevante na transição do College para a NFL. É comum que quarterbacks tenham uma queda de produtividade no seu segundo ano, seja na NCAA ou na NFL, agora imagine jogar um ano na faculdade e o seguinte na Liga? É algo que pode atrapalhar e estragar todo o desenvolvimento deste jogador que tem um enorme potencial.

Trubisky é dono de um braço invejável e uma precisão digna de um verdadeiro passador. Tem toda sua mecânica de passe perfeita. Além de tranquilidade para trabalhar no pocket mesmo com a pressão da defesa chegando, não se apavorando e dando prosseguimento a jogada. Os principais olheiros americanos são apaixonados pelo tape do jogador, enxergam nele uma verdadeira estrela, precisando apenas de mais partidas, para que ele provasse que pode manter esse alto nível. Além disso, muitos também dizem que seu ataque é de muito fácil entendimento e questionam um pouco o seu conhecimento sobre o jogo.

Outra qualidade que se deve destacar do quarterback, é a sua capacidade de soltar a bola com uma ótima antecipação a defesa, e não sente medo de tomar pancadas ao terminar o movimento de soltar a bola enquanto a pressão chega. Uma característica impressionante a nível universitário.

Tem 1,90m e 99kg. No NFL Combine, correu o tiro de 40 jardas em 4,67 segundos.

Seu jogo é comparado ao de Matthew Stafford.

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Números da carreira:

São 304 passes completos de 447 tentados com uma porcentagem de 68%. 3.748 jardas totais com uma média de 8,4 por passe tentado. Além de 30 touchdowns e 6 interceptações.

Correndo, são 308 jardas em 93 tentativas com uma média de 3,3 por tentativa e 5 touchdowns. Esses números contando apenas sua temporada de titular, em 2016.

Pontos positivos:

Ótima presença de pocket, uma precisão invejável e ótima mecânica de passe. Se mostra sempre muito calmo mesmo com pressão da defesa, e tem a capacidade de fazer passes mesmo em movimento, sem perder sua precisão. Cuida bem da bola, cometendo poucos turnovers e anda bem com seu ataque. Além de ser um verdadeiro líder em campo.

Pontos negativos:

Problemas com seu footwork, jogou praticamente toda a carreira em shootgun, e não sabe atuar under center. Teve muitos problemas enfrentando defesas com um sistema mais sofisticado, o que dificulta a leitura. Em contra partida, atuou em um ataque considerado muito simples, o que gera uma certa desconfiança sobre sua inteligência do jogo. Alguns olheiros também dizem que sentem uma certa arrogância por parte do jogador nas entrevistas, o que não pode ser aceito em um quarterback.

Escolha estimada:

Top 10.

 

Análise do Draft, Quarterbacks: Deshone Kizer

Análise do Draft, Quarterbacks: Deshone Kizer

Seguindo na semana de quartebacks, o jogador de hoje é o promissor Deshone Kizer.

Deshone Kizer é mais um caso de quarterback que sai da NCAA antes do que deveria para entrar logo na NFL. O redshirt sophomore de Notre Dame conta com bom material para análise de suas partidas no College, mas lhe falta um “ar” de Deshaun Watson, vitórias e atuações decisivas. Dono de um dos maiores potenciais desta classe, Kizer conta com um braço muito potente, preciso e um porte físico ideal. Faz boas leituras da jogada, anda bem com o ataque e obedece bem ao sistema, no entanto, peca na parte emocional do jogo.

Durante os treinos da primavera de duas temporadas atrás, Kizer passou por momentos difíceis na carreira. Atuando mal em jogos e treinos de Notre Dame, pensou em se aposentar dos gramados de maneira precoce, o que seria uma decisão terrível de sua parte e um contra enorme para seu psicológico durante toda carreira. De longe uma das atitudes que você mais quer evitar do seu franchise quarterback. Vale ressaltar também que durante esse período, a namorada de Kizer estava sendo diagnosticada com câncer e isso abalou ainda mais seu estado emocional.

Voltando aos gramados, Kizer superou essas adversidades e continuou a jogar futebol. Quando está confiante e confortável na jogada, consegue encaixar perfeitamente todas as mecânicas, footwork e leituras necessárias para fazer a jogada dar certo, no entanto, quando da algo errado ele fica completamente perdido. Erra leituras, descompensa corpo com braço, passa desequilibrado e gera turnovers.

Sai da sua universidade após dois anos como titular e sem ter conquistado nada, e viu seu time amargar uma campanha de 4-8 sem participar nem dos Bowl Seasons.

Seu melhor encaixe possível seria em um time que pudesse ficar sentado 2 anos no banco aprendendo com um quarterback estabelecido, e com um bom treinador da posição.

Tem 1,94m e 104kg, no NFL Combine correu o tiro de 40 jardas em 4,83 segundos.

Seu jogo é comparado ao de Steve McNair.

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Números da carreira:

São 422 passes completos de 695 tentados com uma porcentagem de 60,7%. 5.805 jardas totais com uma média de 8,4 por passe tentado. Além de 47 touchdowns e 19 interceptações.

Correndo, são 997 jardas em 264 tentativas com uma média de 3,8 por tentativa e 18 touchdowns.

Pontos positivos:

Conta com uma mistura de braço potente e precisão a longa distancia que pode ser fatal as defesas. Tem o tamanho e porte físico ideal para a posição, um verdadeiro protótipo de quarterback que qualquer equipe deseja. Tem o maior potencial da classe, com o treinador e tempo de adaptação correto, poderá se tornar o melhor jogador desta safra. Conta com um pump fake mortal as defesas, congelando-as totalmente antes de fazer realmente o passe. Uma ameaça dupla na redzone por seu tamanho e mobilidade, conseguindo ganhar jardas com as pernas e marcar touchdowns corridos com facilidade.

Pontos negativos:

Extremamente inconsistente. Alterando muito, boas e péssimas descidas. Precisa que tudo de certo na jogada para fazer acontecer, não tem poder de improvisação para estender as jogadas e fazer elas darem certo. Constantemente descompensa a mecânica de passe com o trabalho de pés, que resulta em passes ruins e gera turnovers. Não está acostumado a jogar under center e tem graves problemas no seu footwork. Precisa trabalhar mais as leituras defensivas e progressões de jogadores.

Escolha estimada:

Fim da primeira e inicio da segunda rodada.

 

Análise do Draft, Quarterbacks: Nathan Peterman

Análise do Draft, Quarterbacks: Nathan Peterman

Seguindo a semana de quarterbacks, o jogador de hoje é Nathan Peterman.

Nathan Peterman provavelmente é o menos conhecido entre os tops desta classe, no entanto, um dos mais prontos. Jogando pela Universidade de Pittsburgh, já está habituado ao estilo profissional e poderia assumir a vaga de titular no time que for elaborado. Acostumado a utilização do huddle e jogadas under center, teria sua adaptação muito facilitada a NFL e daria muito menos trabalho a toda comissão técnica.

Um jogador bastante divertido de se ver, se movimenta bem no pocket, tem uma boa mobilidade e conta com boa precisão. Consegue obedecer bem ao que seu sistema pede e não compromete. Ainda tem alguns problemas com passes forçados e algumas interceptações desnecessárias, mas nada que seja difícil de se corrigir. O problema está em seu potencial. Diferentemente dos outros prospectos desta classe, analistas afirmam que Peterman já chegou no ponto alto de seu jogo e não deve evoluir muito além do que é hoje. Um quarterback seguro, mas que não carregará nenhum time, fazendo apenas o necessário.

Seu melhor encaixe possível seria em um time que tenha um bom elenco de apoio para cerca-lo. Algum treinador acostumado a trabalhar com quarterbacks e um sistema que não peça para que brilhe, apenas cumpra seu trabalho.

Com 1,88m e 102kg, correu o tiro de 40 jardas do NFL Combine em 4,82 segundos.

Seu jogo é comparado ao de Kirk Cousins.

Números da carreira:

São 398 passes completos de 662 tentados com uma porcentagem de 60,1%. 5.236 jardas totais com uma média de 7,9 por passe tentado. Além de 47 touchdowns e 17 interceptações.

Correndo, são 525 jardas em 172 tentativas com uma média de 3,1 por tentativa e 5 touchdowns. Isso em 2 anos de titular em Pittsburgh, antes, foi reserva por duas temporadas na Universidade de Tennessee.

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Pontos positivos:

Um jogador pronto, que conta com um release rápido, footwork correto e boa leitura de defesas. Consegue ler o campo completo a cada jogada e entende muito bem as progressões. Consegue realizar seus passes com uma boa antecipação ao adversário e não compromete o sistema. Está acostumado a jogar under center e a utilizar o huddle. Boa movimentação no pocket e boa mobilidade para estender jogadas e ganhar jardas com as pernas. Vai muito bem em passes longos, com uma porcentagem de 46,2% completos. Derrotou a campeã nacional, Clemson, em um jogo de 5 touchdowns passados, sendo sua grande partida da carreira.

Pontos negativos:

Apesar de se sair bem em passes longos, não tem tanta força para fazer os lançamentos. Consegue enxergar e explorar bem as janelas de passe, mas ainda acaba forçando muitos passes desnecessários em que a marcação estava boa e é interceptado. Somado a isso, analistas afirmam que seu potencial não é dos mais altos. Peterman já teria desenvolvido o seu melhor jogo e tende a manter o nível. Para brilhar, precisaria ser cercado de talento, explora-los ao máximo e então seguir seu trabalho e guiar sua equipe a vitórias.

Escolha estimada:

Segundo dia, entre o final da segunda e inicio da terceira rodada.

 

Análise do Draft, Quarterbacks: Patrick Mahomes II

Análise do Draft, Quarterbacks: Patrick Mahomes II

Seguindo na posição de quarterbacks, o jogador de hoje é o dono do braço mais forte da classe, Patrick Mahomes II.

Patrick Mahomes é o prospecto, entre os tops desta classe, que precisará de um maior trabalho de adaptação para jogar na Liga. Dono de um famoso e potente braço, ele muitas vezes parece se esforçar para tentar diminuir a força que coloca na bola em passes de curtas e médias distancias para facilitar o trabalho do recebedor. Autor de diversas big plays, tem sua maior arma o improviso nas jogadas e a bola longa para seus recebedores mais rápidos e altos. No entanto, quando tenta seguir mais a risca o que o seu sistema ofensivo pede, acaba falhando na entrega.

É um grande atleta, e sabe aproveitar bem sua capacidade para estender jogadas e criar situações adversas para a defesa adversária. Um verdadeiro Gunslinger, gosta de passar a bola em janelas curtas e situações 50/50 para seu recebedor, o que gera muitos highlights, mas também muitas interceptações. Sua mecânica e seu footwork ainda precisam dar uma trabalhada, mas assumindo que ele não precisará entrar em campo em 2017, não há problema.

Foi uma maquina de pontos atuando por Texas Tech em suas 3 temporadas, e só não a levou mais a frente por conta da péssima defesa que tinha que carregar.

A melhor situação possível para o jogador é cair em uma equipe com um quarterback já estabelecido e que não perca jogos. Ficar 2 anos no banco aprendendo e corrigindo seus erros, para então, assumir a titularidade sem perder a qualidade ou comprometer o time que escolhe-lo.

Tem 1,88m e 102kg. No NFL Combine, correu o tiro de 40 jardas em 4,80 segundos e não fez as repetições no supino.

Seu jogo é comparado ao de Jay Cutler.

Números da carreira:

São 857 passes completos de 1349 tentados com uma porcentagem de 63,5%. 11.252 jardas totais com uma média de 8,3 jardas por tentativa de passe.  Além de 93 touchdowns e 29 interceptações.

Correndo, são 845 jardas totais em 308 tentativas e uma média de 2,7 jardas por tentativa, além de 22 touchdowns.

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Pontos positivos:

Tem um braço absurdamente forte, conseguindo passar por quase toda a extensão do campo. Sua precisão é boa e vem evoluindo a cada temporada, conseguindo acertar janelas curtas de passe, colocando o seu recebedor na melhor situação possível. Tem a habilidade de enganar os safeties somente com os olhos e abrir buracos nas defesas, além de se mover bem dentro do pocket e fora dele para estender suas jogadas. Alta capacidade de improviso e boa mobilidade para ganhar jardas com as pernas. Tem um pump fake eficiente, conseguindo congelar bem as defesas adversárias.

Pontos negativos:

Joga em um esquema ofensivo que tende a marcar muitos pontos, pondo a prova assim sua real importância. Footwork e mecânica de passes bastante abaixo da média, apesar de já está trabalhando nisso, é difícil está realmente pronto para está temporada, por isso precisará de um tempo no banco na Liga. Alto número de interceptações por buscar a jogada mesmo quando a defesa cobre bem os espaços. Precisa melhorar também sua consistência no meio das partidas, quando altera muito bons e maus momentos. Precisa trabalhar sua paciência no pocket, onde apesar de se movimentar bem, tende a fazer isso antes da hora e perder o time em varias jogadas.

Escolha estimada:

Fim da primeira rodada ou mais provavelmente a segunda rodada.

 

Análise do Draft, Quarterbacks: Deshaun Watson

Análise do Draft, Quarterbacks: Deshaun Watson

E finalmente chegamos na posição mais importante do esporte e a mais esperada da série, quarterbacks. Pra abrir a posição, nada melhor que o quarterback da equipe campeã Nacional da última temporada por Clemson, Deshaun Watson.

Deshaun Watson é um líder e vencedor nato. Acostumado a ganhar e extremamente clutch, sempre aparece em momentos decisivos, conduzindo sua equipe com maestria até a vitória. Sua principal critica está na sua falta de regularidade, atuando a baixo da média em partidas de temporada regular. Duas vezes finalista do Troféu Heisman em seus 3 anos atuando por Clemson, teve uma brilhante carreira levando sua equipe duas vezes a grande final do College Football Playoffs, enfrentando duas vezes Alabama e vencendo o último confronto. Watson sai da NCAA com a impressão de estar fisicamente e emocionalmente pronto para a NFL, mas ainda peca um pouco na parte mental do jogo.

O jogador tem problemas graves na hora da leitura de uma jogada. Suas progressões ainda parecem confusas, quando vê que seu principal recebedor da jogada não está aberto, tende a se perder na busca desse segundo alvo, e então apela ao seu atleticismo para tentar salvar a jogada. Desta forma, chegamos em um ponto perigoso…

Estamos vendo cada vez mais a decadência de quarterbacks que correm após não conseguirem a leitura desejada na jogada. Dessa forma, Watson precisa trabalhar esse aspecto do seu jogo para evoluir e poder brilhar também na NFL.

Tem 1,88m e 100kg. No  NFL Combine, correu o tiro de 40 jardas em 4,66 segundos e não fez as repetições do supino.

Seu jogo é comparado ao de Marcus Mariota.

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Números da carreira:

São 814 passes completos de 1207 tentados com uma porcentagem de 67,4%. 10.168 jardas totais com uma média de 8,4 por passe tentado. Além de 90 touchdowns e 32 interceptações.

Correndo, são 1934 jardas em 435 tentativas com uma média de 4,4 por tentativa e 26 touchdowns.

Pontos positivos:

Um grande líder, acostumado a vencer e extremamente clutch. Atleticismo impressionante, sendo muito rápido e forte. Tem uma boa postura no pocket e sabe se movimentar nele, não se desesperando quando se quebra. Sacado apenas 32 vezes em mais de 1,100 dropbacks. Dono de um ótimo braço, consegue alcançar seus alvos em longas distancias. Tem boa mobilidade para executar jogadas de option e corridas. Tem um release rápido e consegue colocar um ótimo espiral na bola. Sabe passar bem em movimento, criando assim uma dupla ameaça forte na redzone. Sabe se proteger de colisões quando ganha jardas com as pernas, utilizando bem o movimento do slide.

Pontos negativos:

Tem problemas sérios com o footwork, sua mira e leitura de defesas. Seu release, apesar de rápido, tem defeitos. Defeitos esses que fazem com que ele perca muito de sua precisão em passes de médias e longas distancias, acabando com boas janelas de passes e gerando muitas interceptações. Além disso, seu problema com leitura de defesas faz com que ele se perca na busca por alvos. Quando seu principal recebedor da jogada não está aberto, ele erra muito em suas progressões e não lê a defesa do modo que deveria, gerando assim, mais interceptações. Precisa melhorar também a sua tomada de decisões, saber o momento de cada jogada e deixar as rotas dos recebedores se desenvolverem mais, onde muitas vezes antecipa um passe que poderia ter um ganho muito maior. Precisa aprender a usar o huddle, melhorar seu tempo de passar as jogadas e fazer dropbacks under center.

Mas o seu pior problema é a velocidade que lança os passes, cerca de 9km/h menor que a média da NFL.

Escolha estimada:

Primeira rodada.

 

Análise do Draft, Safety: Jabrill Peppers

Análise do Draft, Safety: Jabrill Peppers

O jogador analisado de hoje, é mais um produto de Jim Harbaugh, Jabrill Peppers.

Jabrill Peppers é um jogador extremamente versátil. Não existe como começar um texto sobre ele sem destacar essa sua qualidade, uma vez que foi ela quem pautou sua carreira em Michigan. Peppers não tinha uma posição definida na equipe, jogou como cornerback, linebacker, running back e retornador, mas onde os especialistas dizem que ele irá se dar melhor na NFL e onde foi mais avaliado, é na posição hibrida de strong safety com linebacker.

Peppers é um jogador extremamente atlético e físico. Tem velocidade para cobrir as rotas dos recebedores e fisicalidade para bater de frente com tight ends e running backs. Bom contra a corrida e passe, viu seu hype cair um pouco no draft graças a sua maior característica, sua versatilidade.

Especialistas seguem repetindo que quem joga em todas as posições acaba não jogando em nenhuma, e muitos estão com medo de ele não se adaptar a liga. O que é de certa forma meio absurdo.Um talento individual como o dele tem muita margem pra ser explorado e trazer uma imprevisibilidade grande pra qualquer defesa em que ele possa parar.

Tem 1,85m e 93kg. Correu o tiro de 40 jardas do NFL Combine em 4,46 segundos e fez 19 repetições no supino.

Seu jogo é comparado ao de Eric Weddle.

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Números da carreira:

São 119 tackles totais, 18,5 para perda de jardas, 3 sacks, 1 interceptação e 11 passes defendidos. Isso em 2 temporadas como titular na defesa de Michigan.

Atuando pelo ataque como running back, ele teve 239 jardas corridas em 45 tentativas, com média de 5,3 jardas por carregada e 5 touchdowns. Além de 10 passes recebidos para 82 jardas.

Retornando kickoffs são 18 no total, com média de 26,8 jardas por retorno. E retornando punts, são 39 retornos no total, com média de 13,1 jardas por retorno e 1 touchdown.

Pontos positivos:

Ótimo atleticismo e força para atuar por todo o campo, cobrindo passes e parando a corrida. Pode atuar no slot, aberto, perto da linha ou afastado, dando uma variedade enorme de jogadas pro coordenador que tiver ele nas mãos. Consegue infiltrar bem nos gaps e arrancar tackles for loss. É agressivo na marcação dos recebedores, conseguindo marcar de wide receivers rápidos a tight ends. Um blitzer e retornador perigoso.

Pontos negativos:

Estatísticas preocupantes, como somente uma interceptação e 10 passes defendidos, fazem muitos se questionarem sobre sua adaptação a NFL. Algumas leituras demoradas na construção de jogadas e a falta de uma antecipação mais rápida ao ataque para se tornar um playmaker.

Escolha estimada:

Segunda rodada.

 

Análise do Draft, Safety: Budda Baker

Análise do Draft, Safety: Budda Baker

O safety analisado de hoje é o produto de Washigton, Budda Baker.

Budda Baker é um free safety de origem  extremamente explosivo. Muito rápido, consegue cobrir o campo de ponta a ponta, se destacando no combate ao jogo aéreo. É especialista em cortar as linhas de passe e conseguir o desvio, mas também conta com alguns big hits na carreira. Eficiente contra o jogo terrestre, não é tão forte e um pouco leve, mas compensa na sua técnica na hora de “tacklear”, quase nunca perdendo o adversário. Conseguiu bons sacks e tackles para perdas de jardas em sua carreira, o que o credenciou como um blitzer perigoso, se ganhar mais peso, poderá ser melhor aproveitado na função.

Tem grandes instintos para a posição e consegue ler os olhos do quarterback com facilidade, o que lhe rendeu muitas interceptações e passes desviados.

Tem 1,78m e 88kg. Correu o tiro de 40 jardas do NFL Combineem 4,45 segundos e fez 15 repetições no supino.

Seu jogo é comparado ao de Bob Sanders.

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Números da carreira:

São 199 tackles totais, 13 para perda de jardas e 4 sacks. 5 interceptações, 18 passes desviados e 3 fumbles forçados. Isso em 3 anos na NCAA.

Pontos positivos:

Tem grandes instintos e sabe cobrir bem as zonas. Consegue grandes jogadas pela facilidade com que lê os olhos do quarterback. Está em toda extensão do campo, podendo cobrir de sideline a sideline. Além de ser excelente contra o jogo terrestre e lendo screen pass, ajudando o time também nas trincheias.

Pontos negativos:

Pequeno para jogar na NFL, precisará ganhar peso. Por conta disso, apesar de ter um tackle apurado, poderá ter muitas lesões nos ombros pela grande quantidade de impacto que ele receberá contra running backs mais pesados. Precisa desenvolver mais suas ball skill’s, dropou algumas interceptações e perdeu algumas pick six por dificuldades no retorno.

Escolha estimada: Inicio da segunda rodada.

 

Análise do Draft, Safety: Jamal Adams

Análise do Draft, Safety: Jamal Adams

Seguindo na posição de safety, o jogador de hoje é o explosivo Jamal Adams.

Jamal Adams é um playmaker nato. Com o tamanho, versatilidade e explosão ideal para a posição, está pronto para ser uma estrela na NFL já no seu primeiro dia. Famoso por seus tackles precisos e inúmeras big hits, o jogador é apontado como o strong safety ideal, agindo mais perto do box. Excelente tanto contra a corrida, tanto contra o passe, Adams pode ajudar a defesa em qualquer parte do campo, mas é perto da linha que os técnicos aproveitarão todo seu potencial.

Em seu Bowl Game, jogando por LSU, foi o grande responsável por acabar com a partida do vencedor do Troféu Heisman, Lamar Jackson, quarterback de Louisville.

Tem 1,85m e 97kg. Correu o tiro de 40 jardas do NFL Combine em 4,56 segundos e fez 18 repetições no Supino.

Seu jogo é comparado ao de Landon Collins.

Números da carreira:

São 209 tackles totais, 18 para perda de jardas e 2 sacks. 5 interceptações, 14 passes defendidos, 2 fumbles forçados e 2 recuperados. Isso em 3 anos na NCAA.

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Pontos positivos:

Apesar de alinhar melhor como um Strong Safety perto da linha, também pode cumprir o papel de free safety  marcando o fundo sozinho. Combate com maestria e a mesma qualidade, o jogo corrido e o jogo aéreo, além de ser uma maquina de tackles e big hits. Consegue mudar todo o jogo a favor de sua equipe com um grande lance e aparece sempre em momentos cruciais, seja com um tackle atrás da linha em uma terceira descida, ou uma interceptação em um passe longo. Consegue cobrir as duas laterais do campo e sabe sempre onde a bola está, estando junto dela sempre no final de cada jogada.

Pontos negativos:

Ball Skill’s não tão apuradas, dropou alguns passes que deveriam ter sido interceptações.

Escolha estimada:

Top 10.

 

Análise do Draft, Safety: Malik Hooker

Análise do Draft, Safety: Malik Hooker

O jogador de hoje é o onipresente Malik Hooker.

Malik Hooker é o tipo de jogador que podemos facilmente manda-lo cobrir o fundo do campo em jogadas de single-high-safety. Os coordenadores defensivos adoram, pois você pode trazer um jogador a mais pro Box e ainda sim ficar seguro contra o passe atrás. Hooker é esse tipo de jogador… Com um incrível alcance, velocidade, altura, instintos e todas as qualidades necessárias para um safety elite, o produto de Ohio State estará pronto pra brilhar já no seu 1 dia em qualquer time que seleciona-lo. Um prospecto que mesmo sendo redshirt sophomore, tem a experiência e a qualidade necessária para brilhar na posição de free safety na NFL.

Não bastasse tamanha qualidade como um clássico free safety marcando o passe, ele também é bom contra a corrida e um blitzer perigoso.

Tem 1,85m, 83kg e infelizmente, por causa de uma lesão, não realizou os testes físicos do Combine. Os médicos porém, já avaliaram e garantiram que ele estará pronto para os trainning camps.

Seu jogo é comparado ao do Earl Thomas.

Números da carreira:

São 84 tackles totais, 5,5 para perda de jardas e 0,5 sack. 7 interceptações, sendo 3 com retornos para touchdown e 4 passes defendidos. Isso tudo em praticamente uma temporada na NCAA, já que foi reserva no seu primeiro ano e jogou apenas snaps limitados.

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Pontos positivos:

Um clássico free safety que pode cobrir sozinho todo o fundo do campo contra o passe. Tem o alcance e a velocidade para cobrir as duas sidelines do campo, estando sempre perto da bola no fim da jogada. Onipresente, tem grandes instintos para a posição, sabe ler os olhos do quarterback e tem ótimas ball’s skill’s para conseguir importantes e difíceis interceptações.

Pontos negativos:

Apenas um ano de experiência como titular da posição e teve 17 tackles perdidos na última temporada. Além disso ele sofreu duas cirurgias no começo do ano que lhe fizeram perder o NFL Combine. A primeira no labrum glenoidal (clavícula)  e a segunda para reparar uma hérnia de disco. Tem retorno estimado em 6 meses.

Escolha estimada:

Top 10.

Equipe nacional aposta em palestra para atrair mais fãs

Equipe nacional aposta em palestra para atrair mais fãs

Uma equipe nacional resolveu apostar em um grande nome da imprensa nacional para atrair mais adeptos para seu novo projeto. Trata-se do Fluminense Guerreiros, novo time de futebol americano full pads que foi fundado no final de 2016. Muitos podem confundir com o Fluminense Imperadores, campeão brasileiro em 2011 (foto capa), mas se trata de um novo projeto.

O projeto – segundo os organizadores – é bem diferente do passado, uma vez que a equipe de futebol desta vez promete dar uma estrutura melhor aos atletas de FA. Antigamente isso não acontecia, fazendo que a equipe mudasse para o rival Flamengo.

Mas a nova equipe quer mudar a imagem deixada já no início de sua gestão e estará promovendo uma palestra de um dos maiores apoiadores do FA nacional e hoje comentarista da ESPN aqui no Brasil. Paulo Mancha D’Amaro fará uma palestra no salão nobre do clube no fim de tarde deste sábado (15) e promete elevar o nível de entendimento dos participantes. A palestra chamada de “Futebol Americano: Histórias , Lendas e Mitos” é baseada no livro que o comentarista lançou em 2015. Além dele o evento contará com mais dois palestrantes e um show de stand up comedy.

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O evento começa às 18 horas e os ingressos estão a venda na secretaria do clube ou na hora do evento. O salão nobre do Fluminense fica na Rua Álvaro Chaves, 41, Largo do Machado, entre o Bairro das Laranjeiras e do Flamengo, próximo ao Palácio da Guanabara. Os ingressos custam de RS$ 20, 00 a R$ 50, 00.

Se você estiver disponível e quiser apoiar este novo clube do Rio de janeiro, fica aqui o convite.

 

*Matéria de Gabriel Queiroz com supervisão da editoria.

 

Análise do Draft, Linebackers: Jarrad Davis

Análise do Draft, Linebackers: Jarrad Davis

O jogador de hoje é mais um produto de Florida Gators, Jarrad Davis.

Jarrad Davis tem um ótimo tamanho, alcance e força. Joga no estilo de middle linebacker clássico, atuando pelo meio da defesa e sendo um grande “tackleador”. Tem os instintos aguçados para parar a corrida e sabe bem como se livrar dos bloqueios. Tem certa dificuldade marcando o passe e precisa aprimorar a sua noção de zonas, apesar disso, tem a velocidade e agilidade necessárias para marcar tight ends. Foi um “blitzer” perigoso nos seus últimos anos na Florida, e pode cumprir bem o papel na NFL. Ainda não está pronto para ser o famoso linebacker de 3 descidas, como os técnicos costumam dizer, mas com um treinamento certo, pode vir a ser.

Com 1,85 e 108kg, não participou do NFL Combine devido a uma lesão no último ano, mas provavelmente estará bem para o inicio da temporada.

Seu jogo é comparado ao de Shaq Thompson.

Números da carreira: São 201 tackles totais, 10 para perda de jardas e 5,5 sacks. Além de 9 passes defendidos, uma interceptação e 2 fumbles forçados. Isso jogando suas 4 temporadas na NCAA.

Pontos positivos:

Excelente tackleador e forte contra o jogo corrido. Tem um bom tamanho e força para jogar na posição na liga. Consegue aumentar a sua aceleração quando está indo atrás do corredor para derruba-lo, independente do ponto em que ele estiver no campo. Todos os seus treinadores destacam sua liderança, ética e caráter, qualidades que todos os times buscam na personalidade dos jogadores.

Pontos negativos:

Precisa melhorar seu jogo contra passes, seja aprimorando seus instintos de marcação, quanto seus conceitos de zona.

Escolha estimada: Segunda rodada.

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Este foi o último texto da semana de linebackers, na semana que vem daremos inicio na posição de safety.

Análise do Draft, Linebackers: Haason Reddick

Análise do Draft, Linebackers: Haason Reddick

O jogador de hoje é versátil Haason Reddick.

Haason Reddick alinhou bastante como outside linebacker em Temple, porém, analistas dizem que ele se encaixaria melhor como inside linebacker na NFL. Tem a explosão, instintos e a versatilidade ideal para jogar na posição. Muito bom contra a corrida, usa bem as mãos para escapar dos bloqueios e chegar ao running back, além de saber exatamente onde está a bola. Apesar de ter alinhado também como defensive end na Universidade de Temple, vai se beneficiar de jogar atrás da linha na NFL. Isso vai lhe permitir usar mais os espaços do campo, saindo do bloqueador, para encarar os corredores de frente e poder “tacklea-los”.

Tem a velocidade e agilidade ideal para marcar tight ends homem a homem, além de ser um blitzer poderoso. Pode ficar em campo durante os 3 downs da defesa.

Tem 1,85m e 108kg. No NFL Combine, correu as 40 jardas em 4,52 e fez 24 repetições no supino.

Seu jogo é comparado ao de Ryan Shazier.

NFL: Combine

Números da carreira: São 149 tackles totais, 47 para perda de jardas e 17 sacks e meio. Além de uma interceptação, 5 passes defendidos, 4 fumbles forçados e 2 recuperados. Isso em 4 temporadas na NCAA.

Pontos positivos:

Explosivo e ágil, tem grande flexibilidade e pode jogar em diversas posições, exercendo varias funções. É um grande playmaker, produzindo sempre um alto número de sacks e tackles atrás da linha de scrimmage em seus anos na universidade. Tem uma movimentação bastante fluida pelo campo, além de conseguir mudar de direção com facilidade. Um blitzer bastante perigoso e um grande “tackleador”.

Pontos negativos:

Menor que a maioria dos jogadores da posição na NFL. Precisará de mais força para vencer os bloqueadores na Liga.

Escolha estimada:

Segunda rodada.

Análise do Draft, Linebackers: Reuben Foster

Análise do Draft, Linebackers: Reuben Foster

Seguindo a semana de linebackers, o jogador de hoje é o incansável Reuben Foster.

Reuben Foster é apontado como o melhor jogador da posição neste draft. Um middle linebacker nato que adora distribuir big hits em campo e poe medo no adversário a cada contato. Extremamente físico, é rápido o suficiente para cobrir as duas sidelines e tem um ótimo tamanho para a posição. Está em todas as fases do campo e “tackleando” como se não houvesse amanha. Já é um linebacker elite e será referência em qualquer defesa que o draftar já na semana 1.

Jogando pela equipe de Nick Saban em Alabama, liderou a equipe em tackles e foi um dos grandes nomes desta defesa que foi ranqueada como uma das melhores do país nos últimos anos.

Eficiente contra o jogo de passes, mas é contra o jogo corrido em que ele mostra todo seu talento. Grande qualidade na mecânica de tackles, com muita força e ângulos perfeitos, deixa qualquer corredor com medo de encara-lo de frente em um gap.

No NFL Combine, teve um desentendimento com funcionários de uma clínica que presta serviços a NFL e foi expulso logo no primeiro dia, perdendo a chance de realizar os exames e ser entrevistado pelos treinadores e gerentes gerais. Reuben sofreu uma cirurgia no ombro e não iria realizar os exercícios, mas havia ido à Indianapolis para conversar com os times.

A confusão acontece em uma clínica da cidade que prestava serviços para a liga. Devido a mais de uma hora de atraso em seu atendimento, o atleta começou a “esbravejar” com os atendentes, sendo que um não gostou da forma que Foster se portava e ali começou a confusão. O jogador e o atendente quase chegaram as vias de fato. Depois de algumas horas da expulsão do atleta a liga assumiu “parte” da culpa pela confusão.

Números da carreira: Foram 233 tackles totais, 25 para perdas de jardas, 8 sacks e 9 passes desviados. Isso tudo em suas 4 temporadas por Alabama.

Tem 1,85m e 103kg, seu jogo é comparado ao de Bobby Wagner.

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Pontos positivos:

Um playmaker nato e um “tackleador” incansável. Muito atlético, é rápido, forte e inteligente, capaz de comandar e trazer impacto imediato a qualquer defesa. Extremamente eficiente contra o jogo corrido e bom marcando o passe. Adora distribuir big hits, se tornando muito divertido de se assistir. Pode ficar em campo durante os 3 downs da defesa.

Pontos negativos:

Costuma cair em play actions com facilidade e precisa melhorar sua capacidade de fugir de bloqueios. Caráter a ser analisado com mais cuidado depois da expulsão no Combine.

Escolha estimada:

Top 15.

 

Análise do Draft, Linebackers: Zach Cunningham

Análise do Draft, Linebackers: Zach Cunningham

Nessa semana vamos analisar os linebackers deste draft, que tem uma classe com bons nomes mas não tanta profundidade.

O jogador de hoje é o explosivo Zach Cunningham.

Zach Cunningham é um dos melhores nomes da posição nesta classe, um playmaker nato, bastante explosivo e que impõe respeito na defesa. Com uma ótima altura, ele é muito atlético e excelente contra o jogo corrido. Jogando por Vanderbilt, foi o líder em tackles na SEC e se consolidou como um dos principais nomes do Draft 2017. Na NFL pode encaixar tanto como middle linebacker ou weakside linebacker (que joga do “lado fraco”) em uma defesa 4-3.

Contra o jogo aéreo não se destaca muito, mas também não compromete, pode exercer bem a função. Sua principal falha é apontada na mecânica de seu tackle, justamente por ser muito alto, usa mais de sua força e tamanho para derrubar os corredores, e não da técnica.

Tem 1.93m e 104kg, no NFL Combine correu as 40 jardas em 4,67 segundos e fez 15 repetições no supino.

Números da carreira: São 256 tackles totais, 36 para perda de jardas e 6 sacks. 6 passes desviados, 7 fumbles recuperados e 6 forçados. Isso tudo em 3 temporadas no College.

Seu jogo é comparado ao de Alec Ogletree.

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Pontos positivos:

Alto, forte, atlético e inteligente. Cunningham faz de tudo um pouco com uma ótima execução. Um playmaker que pode mudar o jogo a qualquer momento com um big hit ou um tackle atrás da linha para perda de jardas. Muito inteligente, tem facilidade na leitura de jogadas e nunca desiste. Está sempre onde o jogo acontece, seja na lateral, no meio ou no backfield, um jogador que nas mãos de um bom coordenador será elite em pouco tempo.

Pontos negativos:

Mecânica de tackle errada, por ser muito alto e forte, da o tackle com as mãos rodando o adversário na maioria das vezes. Precisará corrigir o trabalho de ombros e quadril para melhorar e deixa-lo mais natural. Outro ponto é a sua produção de sacks, seus 6 sacks foram em suas duas primeiras temporadas, em seu último ano não registrou nenhum.

Escolha estimada:

Entre as 20 primeiras escolhas gerais.

 

Análise do Draft, Offensive Line: Antonio Garcia

Análise do Draft, Offensive Line: Antonio Garcia

E o último jogador dessa semana de linha ofensiva é Antonio Garcia.

Antonio Garcia é mais um dos tackles desta classe que os analistas dizem não estar prontos. Diferente dos outros nomes da posição, Garcia tem como sua especialidade a proteção para o passe, enquanto os outros tem foco no jogo corrido. Por isso eles o enxergam apenas como left tackle, uma vez que nessa posição ele deve ter como sua principal função a segurança para o passe, e em segundo lugar, o jogo corrido.

Teve uma grande produção na universidade de Troy e sempre ficou ranqueado entre os melhores do país na posição. Tem um ótimo tamanho para a NFL, mas ainda precisa melhorar sua postura durante as jogadas. Com uma curvatura errada, acabaria sofrendo com o bull rush dos pass rushers da NFL de maneira muito mais fácil.

Apesar de classificado como “cru”, se for selecionado e jogar por uma equipe com uma situação favorável e uma boa comissão técnica para treina-lo, se tornará um jogador elite bem rápido.

Tem 1,98m e 136kg. Foi para o NFL Combine e correu o tiro de 40 jardas em 5,15 segundos e fez 24 repetições no supino.

Seu jogo é comparado ao de Jared Veldheer.

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Pontos positivos: Garcia é um dos melhores da posição protegendo para o passe, tem um ótimo tamanho para a NFL e consegue engajar nos pass rushers de uma forma a mante-los fora do pocket. É um grande atleta, e tem sua velocidade lateral como destaque, muito ágil, raramente é batido por velocidade dos defensive ends. Terá um grande futuro na NFL se cair em uma situação favorável.

Pontos negativos: Apresenta dificuldades bloqueando para o jogo corrido. Joga com uma curvatura estranha, que o atrapalha nos bloqueios e o torna um alvo fácil para defensores maiores e mais fortes. Precisa ganhar força e trabalhar no footwork e ângulos de bloqueio para obter maior sucesso.

Escolha estimada: Segunda rodada

Este foi o último texto da semana de linha ofensiva, amanha daremos inicio na posição de linebackers.

Leia também sobre os outros jogadores de linha ofensiva:
Ryan Ramczyk
Cam Robinson
Forrest Lamp
Garrett Bolles

Análise do Draft, Offensive Line: Garett Bolles

Análise do Draft, Offensive Line: Garett Bolles

Dando seguimento a linha ofensiva, o jogador de hoje é o Garett Bolles.

Garett Bolles é um bom jogador, porém lhe falta experiência. Após dois anos jogando em Snow College, não enfrentou muita competitividade por estar em uma divisão mais fraca. Em seu ano de junior se transferiu para Utah, onde foi escolhido para o primeiro time da PAC-12 e se declarou para o Draft 2017. Bastante técnico e com especialidade no jogo corrido, Bolles tem facilidade para abrir gaps e levar vantagem sobre o marcador. Consegue engajar facilmente no adversário com bons ângulos, e fazendo o movimento da alavanca de baixo para cima, cumpre bem seu papel na linha ofensiva.

Com um bom tamanho para a posição de tackle, é bem veloz e tem um footwork bem trabalhado, no entanto, ainda lhe falta um pouco de força para empurrar os defensores com mais eficiência.

Tem 1,96m e 136kg, no NFL Combine, correu o tiro de 40 jardas em 4,95 segundos.

Seu jogo é comparado ao de Cedric Ogbuehi.

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Pontos positivos:

É um atleta de elite. Muito técnico e rápido, tem uma ótima noção de jogo e consegue realizar todos os tipos de bloqueio da maneira mais eficiente possível. Ótima angulação na hora de engajar os braços no defensor e trabalho de pés bom para mante-los. Além de ser excelente abrindo gaps para o jogo corrido.

Pontos negativos:

Falta força ao jogador. Diversas vezes fica claro que se ele conseguisse arrastar um pouco mais o adversário, a jogada teria um ganho de jardas melhor. Por esse motivo, tem dificuldade contra pass rushers maiores e mais físicos, o que pode se tornar um problema na NFL. Foi pouco explorado na sua capacidade de proteger para o passe devido ao esquema de ataque utilizado em Utah. Além de ter jogado apenas seu ano de junior em uma grande divisão. Terá 25 anos no inicio da temporada em setembro, uma idade avançada para um calouro.

Escolha estimada:

Inicio da segunda rodada.

 

O campeonato mais tradicional de FA brasileiro está de volta!

O campeonato mais tradicional de FA brasileiro está de volta!

Depois de muita polêmica e incerteza sobre sua realização, o Carioca Bowl está confirmado e já tem data de estreia.

O anuncio foi feito na pagina da Federação de Futebol Americano do Rio de Janeiro - FEFARJ  na tarde de ontem e foi recebida com muita alegria por todos que amam o futebol americano.

O torneio mais antigo do Brasil e “berço” de vários jogadores da seleção brasileira volta para realizar a sua décima oitava edição e contará com 5 equipes: Piratas de Copacabana, Rio de Janeiro Sharks, Ipanema Tatuís, Cabo Frio Rocks e o atual bicampeão Falcões.

Jogadores como Carlos Lynho, Fabio Lau, Rodrigo “Vinny” Pons, Bernardo Wolf, Daniel Gazelle e Rogerio “Big Mike” Pimentel são alguns dos muitos exemplos de jogadores que brilharam por essas areias e fizeram ou ainda fazem barulho no cenário nacional.

Infelizmente, alguns times tradicionalíssimos não conseguiram conciliar seus calendários e estarão fora desta edição, mas não podem deixar de ser citados. São os casos do hoje, Mamutes FA, Ilha Avalanche e Rio de Janeiro Islanders.

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A forma de disputa é a mesma do ano passado: Todos se enfrentam na fase de classificação com o primeiro colocado se classificando diretamente para a final. O segundo e o terceiro colocado se enfrentam em uma partida para decidir o outro finalista.

O campeonato volta nesse sábado dia 25 de março na praia de Botafogo, com o duelo de Falcões e Sharks, com promessa de muito equilíbrio e qualidade em campo. A final está marcada para o dia 18 de junho.

Análise do Draft, Offensive Line: Cam Robinson

Análise do Draft, Offensive Line: Cam Robinson

Continuando na semana de linha ofensiva, o jogador de hoje é produto de Nick Saban em Alabama, Cam Robinson.

Cam Robinson é mais um dos grandes jogadores de linha ofensiva formados por Alabama. Extremamente eficiente bloqueando para o jogo corrido, consegue abrir gaps com facilidade e fez seu nome na NCAA neste estilo de jogo. Jogando na Conferência SEC, que é conhecida pelo forte jogo nas trincheiras e foco no jogo corrido, Robinson foi left tackle nos seus 3 anos jogando por Crimson Tide. Tem um tamanho e físico muito bom para jogar na posição.

Em seu último ano pela faculdade, deu uma melhorada na sua técnica de proteção para o passe, mas ainda é considerado cru e passa por dificuldades.

Com 1,98m e 141kg, correu o “tiro de 40 jarda”s do NFL Combine em 5,15 segundos.

Seu jogo é comparado ao de Ereck Flowers.

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Pontos positivos:

Tem um bom trabalho de pés para executar seus bloqueios, onde é especialista no jogo corrido, onde enfrentou grandes defensores e se saiu bem. Extremamente forte, consegue combater força com força e não costuma sofrer o bull rush. Além disso, tem facilidade para chegar ao segundo nível da defesa para ajudar nos bloqueios e liderar corridas.

Pontos negativos:

Precisa melhorar a sua técnica de proteção ao passe, assim como melhorar as angulações de bloqueio para conseguir a melhor posição contra seus adversários. Tem instintos questionáveis, quase que como uma dificuldade de entender o que acontece quando a jogada muda um pouco do planejado por outros fatores. Jogou toda a carreira como left tackle e mesmo assim não estará preparado para jogar na posição logo de inicio em nenhum time. Precisará de um acompanhamento e treinamento firme, de uma boa comissão técnica, para não comprometer seu time pelo menos no inicio de sua carreira.

Escolha estimada:

Fim da primeira rodada.

 

 

Entre Jardas | Futebol Americano BR - 2014