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A troca de Hyde não foi uma loucura

A troca de Hyde não foi uma loucura

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Que diria que uma equipe 1-31 nas últimas duas temporadas se daria ao luxo de trocar um corredor de mil jardas por uma simples quinta rodada de Draft. E não foi por nenhuma briga interna ou algo do tipo, como alguns podem pensar. Carlos Hyde foi trocado com o Jacksonville Jaguars única e exclusivamente para livrar o backfield para outro talento.

Seria o mesmo que – guardem as devidas proporções – o Falcons negociar Tevin Coleman, líder das estatísticas da equipe este ano apenas para dar espaço a Ito Smith, que acaba de chegar na equipe. Claro que não é tão simples, mas em um primeiro momento esta notícia assustou a muitos, mesmo a troca tendo lógica.

O Browns trouxe Hyde na agência livre, porém haviam dois corredores muito interessantes no Draft 2018 além de Saquon Barkley. Sony Michel e Nick Chubb foram companheiros e o estilo agressivo deles chamava muito a atenção. O Patriots ficou com Michel, logo, Chubb foi parar no Browns. Duke Johnson tem um estilo diferente, afinal, ele joga mais como recebedor que como corredor. Então Chubb e Hyde começaram a disputar o mesmo espaço.

Hyde começou a temporada com uma bagagem de 988 jardas e 6 touchdowns em 2016 e 940 jardas e 8 touchdowns em 2017. O contrato de US 15 milhões por três anos, com US 7 milhões garantidos dava ele o protagonismo no ataque. Porém, a média de jardas por corrida de Hyde estava aquém de seus números. Não que ele não estivesse correndo bem, pois foram 382 jardas e cinco touchdowns nesta temporada. Mas Hyde estava alcançando apenas 3,4 jardas por corrida, sendo que menos de uma jardas após o primeiro contato.

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O problema é o número de snaps que ele estava enfrentando, absurdamente – mas muito mesmo – maior que o de Chubb e Johnson. Some-se isso as corridas sensacionais que Chubb fez contra o Raiders e chegaremos a conclusão do negócio. Chubb pode dar mais jardas por partida que Hyde. Foi um bom movimento? Nem um pouco. Poderiam ter barganhado com o Jaguars por mais, uma vez que a equipe está desesperada? Claro. Contudo, a escolha de quinta rodada aceita pelo Browns revela o desespero em se livrar de Hyde, uma das melhores contratações da equipe na free agency.

O Browns aposta em mais um jovem. Quatro das dezesseis corridas de Chubb foram para mais de 15 jardas. Seria ele um playmaker? Ainda não dá para saber, mas o que fica claro é que o planejamento feito pela equipe na agência livre está começando a ser desfeito, tudo graças a suas escolha no draft. Se isso é bom ou ruim, só o tempo dirá.

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Demitido novamente

Demitido novamente

MKC

Depois de uma partida ridícula, em que seu quarterback (escolha de primeira rodada sofreu cinco turnovers), o coordenador ofensivo Mike McCoy foi demitido. Esta é a segunda temporada consecutiva que McCoy e demitido no meio do ano.

Mas não foi só pela vergonhosa performance no dia de ontem que McCoy perdeu o emprego. O ataque dele conseguiu marcar apenas quatro touchdowns em nas quatro primeiras semanas, fazendo 9,25 pontos por partida. Nem precisa dizer que o ataque do Arizona Cardinals é o pior da NFL.

Em sete jogos a equipe nenhuma vez ultrapassou as 300 jardas. Além disso, o Cardinals começou a semana 7 como pior equipe em 15 categorias, que incluem jardas por partida, conclusão de primeira descida, conclusão de terceira descida e jardas por recepção. Enfim, o ataque estava uma vergonha e algo precisava ser feito, principalmente após perder em casa para uma equipe 2-4 por 45 a 10.

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No entanto, ontem foi a “gota d’água”. A equipe terminou o primeiro tempo perdendo por uma diferença gigantesca e, com apenas 83 jardas, marcou míseros 3 pontos em um field goal. A falta de criatividade “destruiu” mentalmente o jovem Josh Rosen, que viu seu time tentar corridas pelo meio ou chamar “play actions” sem proteção dentro e fora do pocket.

Ele sofreu três fumbles (apenas um recuperado), três interceptações (duas pick six) e seis sacks. Estes números são – ao lado de mais dois quarterbacks – os piores da liga na “Era Super Bowl”.

E o pior de tudo é que ser demitido durante uma temporada não é novidade para McCoy. Na semana 11 da temporada passada aconteceu o mesmo, desta vez no Denver Broncos, adversário de ontem. Na temporada passada ele e seu ataque eram o segundo pior da NFL, ocasionando sua dispensa. Quem vai assumir interinamente o cargo é o treinador de quarterbacks, Byron Leftwich.

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Rihanna disse não ao Super Bowl por Kaepernick

Rihanna disse não ao Super Bowl por Kaepernick

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Muitos sabem que o show do Super Bowl LIII será o da banda Maroon 5, mas o que poucos sabem – e ficarão sabendo a partir de agora – é que eles não eram a primeira opção da NFL. Segundo a revista US Weekly, a cantora Rihanna foi procurada pela liga e disse “não”. O motivo: divergência com o tratamento que a NFL vem dando a Colin Kaepernick.

A NFL e a CBS realmente queriam que Rihanna fosse a artista do ano que vem em Atlanta”, disse uma fonte a revista. “Eles ofereceram a ela, mas ela disse ‘não’, por causa da controvérsia do hino nacional. Ela não concorda com a postura da NFL. Ela apoia Colin Kaepernick”.

O caso do ex-quarterback do San Francisco 49ers todo mundo conhece. O atleta começou a protestar durante a execução do hino nacional, pedindo igualdade de tratamento e pelo fim da brutalidade policial contra os afro-americanos. A partir dali diversos atletas “compraram” sua causa, com o ato chegando a esferas nunca antes imaginadas.

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O então candidato e depois presidente americano, chegou a pedir publicamente que a NFL proibisse os protestos e os donos de franquias mandassem os atletas que protestassem embora. Isso não aconteceu, no entanto, alguns jogadores – inclusive Kaepernick – que se tornaram agentes livres nunca mais conseguiram emprego na liga.

Rihanna, nascida em Barbados e negra, também compartilha da indignação de Kaepernick pelo tratamento dado aos afrodescendentes nos Estados Unidos, além disso, segundo a fonte ela acredita que a NFL age em conluio contra o quarterback ativista. Rihanna é famosa – além claro das músicas – por se dedicar a causas sociais, como a “The Believe Foundation”, que ajuda crianças com doenças terminais, é embaixadora da UNICEF e fez diversos trabalhos para angariar fundos para a “Organização Mundial Anti-fome”, que atua na África.

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Salvo, por enquanto

Salvo, por enquanto

MKC

Vance Joseph deve ter tido uma rotina diferente no dia de ontem. Ao contrário do que vinha fazendo desde que assumiu o Denver Broncos  na temporada passada, ele poderia estar vivendo sua última partida no comando na equipe. A viagem, o pré-jogo, o hino nacional e principalmente os primeiros momentos da partida devem ter sido singulares para Joseph.

O motivo foi contado aqui. Joe Ellis, CEO da equipe havia dado o ultimato. Vence ou está fora. Em entrevista na quarta-feira Ellis foi bem direto ao dizer que não queria mais desculpas sobre a evolução da franquia, queria ver o time evoluindo em campo. Chegou até a citar a última vez que o Broncos dispensou um treinador no meio da temporada.

Mas Joseph finalmente teve a resposta de seu elenco. Sua defesa foi devastadora contra o jovem quarterback do Arizona Cardinals. Foram três interceptações e três fumbles (dois recuperados), transformando uma partida difícil em um passei da equipe do Broncos. O placar de 45 a 10 reflete perfeitamente o que foi a partida, no entanto, ainda é claro que este não é o time que levará o time do Colorado aos playoffs.

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O quarterback Case Keenum, por exemplo, mais uma vez foi interceptado. Jogou para apenas 161 jardas e um índice de 66% de aproveitamento de passes. Em um placar elástico como este, o quarterback da equipe jogar para apenas um touchdown e uma interceptação não é normal. Além disso, Keenum continua “negativo” na temporada, lançando 8 passes para touchdown e 9 interceptações.

Joseph teve méritos na defesa e no jogo terrestre. Sua linha ofensiva conseguiu parar a defesa do Cardinals em quase toda a partida. Foram 131 jardas corridas, sendo 90 de Phillip Lindsay. No jogo aéreo, foram 178 jardas, com direito a um passe de 28 jardas de Emmanuel Sanders para touchdown em uma trick play.

Vance Joseph tem uma longa semana para trabalhar. A recuperação dentro de campo – como Ellis queria – veio, porém a próxima partida é contra o Kansas City Chiefs dentro do Arrowhead Stadium. O treinador do Broncos terá que trabalhar muito para que a equipe volte a se apresentar bem e ele consiga manter o emprego.

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Hal supera câncer e está de volta aos treinos

Hal supera câncer e está de volta aos treinos

MKC

A primeira vitória de Andre Hal tem que ser comemorada. Depois de ser diagnosticado com linfoma de Hodgkin no início dos OTAs, o safety teve de fazer diversas escolhas complicadas para continuar jogando futebol. Após um mês do anúncio da remissão da doença, Hal está treinando com a equipe. 

“Ativamos a janela de 21 dias para ele, então ele poderá treinar com a equipe”, disse o técnico Bill O’Brien“A qualquer momento da janela de 21 dias, podemos decidir ativá-lo para a lista dos 53, então veremos onde e como ele está. Isso é uma ótima notícia para Hal e para nós também”.

O drama na vida de Hal começou em junho, quando ele se sentiu mal em um treino. No diagnóstico foram encontrados dois linfomas, um em sua axila e outro em seu abdômen. O tratamento indicado foi o de quimioterapia, porém o atleta preferiu buscar uma cura através de um medicamento intravenoso, que o permitiria continuar treinando a parte física e participar das reuniões da equipe.

A decisão não teve o apoio de seus familiares a princípio, uma vez que a quimioterapia era considerada bem mais eficaz. No entanto, no mês passado ele recebeu a notícia da remissão da doença, que não é uma cura, mas sinaliza que ela não está mais em atividade em seu corpo.

“Eu sabia que ia jogar de novo”, disse Hal. Eu apenas não sabia quando. É por isso que eu nunca parei de vir. Eu nunca parei de treinar, nunca parei de malhar. Eu sabia que iria jogar de novo.”

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Agora o defensor, que continua na lista de inativos por doenças que não causadas pelo futebol, tem 21 dias para mostrar que está apto para jogar e ser reativado na lista principal.  Caso isso não aconteça, ele deverá ficar de fora desta temporada. Com contrato por mais duas temporadas, o jogador torce por uma vaga ao lado de Tyrann MathieuKareem Jackson e Justin Reid no elenco. Ainda não dá para cravar que isto irá acontecer, porém se depender da vontade de seu treinador ele será reintegrado. 

“Ele trabalhou muito duro”, disse O’Brien. “Fez um trabalho realmente bom. Ele estava em todas as reuniões, sem falar no trabalho na sala de musculação e no trabalho de campo. Ele realmente mostrou que ama o futebol. Ele é esse tipo de cara. Ele é um ótimo companheiro de equipe. Ele é um cara sensacional.”

O Houston Texans de Andre Hal enfrenta o rival Jacksonville Jaguars no próximo domingo. A equipe está empatada em número de vitórias com o Jaguars e com o Tennessee Titans (3). A partida acontece no TIAA Bank Field, casa do Jaguars.

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Chargers terá “prejuízo” de U$ 250 milhões em 2020

Chargers terá “prejuízo” de U$ 250 milhões em 2020

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Desde que decidiu mudar de San Diego, a franquia Chargers vem sofrendo diversos problemas em relação aos fãs e isso não é nenhuma novidade. Depois de – em retaliação a uma negativa da cidade de San Diego em investir em uma novo estádio para a equipe – anunciar sua mudança de San Diego para Los Angeles, os Chargers enfrentam problemas como público.

Jogando no StubHub Center desde a temporada passada, só a capacidade do Estádio – 30 mil pessoas, metade do que os estádios da NFL suporta e média – já baixou as receitas da franquia. A perda de fãs e consequentemente o dinheiro da venda dos produtos também caiu e, para completar, mesmo com apenas 30 mil lugares à venda o desinteresse é grande.

Mas um anúncio do Chargers aumentou ainda mais os questionamentos sobre sua mudança de cidade. A meta inicial de receita após a mudança para o novo estádio do Los Angeles Rams, que está sendo construído em Inglewood baixou de U$ 400 milhões para U$ 150 milhões. Isso mesmo, após o Chargers lançar a venda de seus pacotes para a temporada de 2020 com um valor baixo, se assumiu um faturamento de U$ 250 milhões a menos que o planejado quando da mudança. 

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E isso está sendo discutido na reunião dos proprietários, segundo fontes disseram a ESPN Americana. Os proprietários da liga colocaram na pauta a mudança da equipe e o quanto isso vai impactar a NFL, negativamente e positivamente. Para se ter uma ideia, 26 mil ingressos estão anunciados com valores de U$ 50 a U$ 90 dólares. No entanto, o que mais chama a atenção é o baixo valor cobrado pelo Stadium Seat License. 

Stadium Seat License é uma licença de assento pessoal. Digamos assim, uma preferência que o fã paga para ter direito exclusivo de comprar um determinado lugar – cadeira – no estádio durante a temporada. Quando uma pessoa tem ele, para que outra pessoa possa comprar o determinado lugar precisa de uma autorização do titular ou que ele a venda. O valor cobrado pelo Chargers em 2020 é de apenas U$ 100, o menor preço da liga. 

Outra situação que deve gerar mais gastos para a franquia é o modelo que ele estará empregando quando for jogar no novo estádio do Rams. Diferente de outras franquias de esportes americanos, que dividem o estádio e seus custos (um grande exemplo é o MetLife Stadium), o Chargers será apenas um locatário do estádio do Rams, não podendo mudar drasticamente as comunicações visuais do entorno. Assim, a identificação com os novos fãs será mais difícil e a equipe continuará sem ter um lugar próprio para jogar, dependendo da “boa vontade” do Rams em locar seu estádio.

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Declaração de CEO põe cargo de Joseph em risco

Declaração de CEO põe cargo de Joseph em risco

MKC

Quando Joe Ellis, CEO do Denver Broncos declarou na semana passada seu apoio ao treinador da equipe, Vance Joseph, nas entrelinhas estava claro que ele queria uma mudança imediata do comportamento da equipe. Sabia da dificuldade de enfrentar o Los Angeles Rams, mas nem de perto estava satisfeito com o rumo que a equipe estava indo.

Veio a derrota e a crise aumentou, afinal, são quatro partidas sem vencer. A primeira temporada – como o próprio Ellis disse – foi “uma maneira de Joseph avaliar a equipe”, porém na tarde de ontem o CEO do Broncos deu uma declaração mais pesada, deixando claro que a equipe pensa em se desfazer de Joseph se a recuperação não acontecer.

“Temos que descobrir uma maneira de parar de falar em mudanças e realmente fazer as coisas de maneira diferente”, disse Ellis. “Nós fizemos uma mudança de treinador no meio da temporada de 2010, eu acho (referindo-se a Josh McDaniels). Então vamos ver, vamos ver. Eu estou tentando manter o foco em um jogo de cada vez e ver aonde vamos a partir daí. Vou conversar com  John Elway e ver para onde vamos.”

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O que agrava a situação de Joseph é a indignação da torcida com a fase da equipe. Na última partida foi computada a ausência de dez mil torcedores comparada com a média de público do Broncos. A equipe se destaca muito pela pressão da torcida em Denver e, como em toda “empresa”, prejuízos são o maior motivo para as demissões.

Sobre o assunto, Joe Ellis diz “entender a situação, pois sabe que o clima – neve – e o desempenho na temporada não estão incentivando os fãs a ir para o estádio”, no entanto, o CEO da franquia “quer uma recuperação imediata na partida frente ao Arizona Cardinals.

Shane Ray, Jared Veldheer e Adam Jones não viajaram para Phoenix e estão fora da partida. O jogo acontece hoje no Thursday Night Football. O Broncos esta 2-4 na temporada, enquanto o Cardinals consegue ter uma campanha ainda pior (1-5). 

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“Perder para ganhar”

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Quando se tem um grupo de pessoas que pensam a mesma coisa, por mais que aquilo não possa ser provado se torna meio que uma “verdade”. E depois que isso começa a circular e as pessoas começam a encontrar fatos que corroboram com esta teoria, por mais que você desminta continuará sendo “verdade” para alguns.

E é por isso que Jon Gruden está passando no Oakland Raiders. Na tarde de hoje ele deu uma entrevista rechaçando qualquer possibilidade de estar “entregando o jogo” em troca de uma posição alta no Draft 2019. O famoso “tank” não é novidade nas ligas americanas, principalmente na NBA. O próprio Indianapolis Colts  fez isso quando estava prestes a largar Peyton Manning e queria Andrew Luck, então não é uma novidade estar “supostamente” acontecendo.

Mas Gruden foi direto na entrevista: Eu vou dizer isto: não estamos “tankando” nada, nós não estamos levantando às 4 horas da manhã para fazer isso”. Ok, ele se defendeu. Assim como todos que utilizaram deste subterfúgio também se defenderam quando o fizeram. A questão são maiores que isto, e nós vamos abordá-las agora.

A primeira coisa a se falar é que Gruden nunca foi um “comentarista de televisão tentando ser treinador”. É até estranho ver nas transmissões brasileiras comentaristas e narradores utilizando frases como “ele era tão melhor como comentarista” ou “eu gostava mais dele como comentarista”. Isso soa tão mal, dando a entender que as pessoas que falam isso não conhecem a história do treinador e principalmente da liga. Jon Gruden é assistente na NFL desde seus 28 anos. Aos 39 venceu seu primeiro Super Bowl, isso depois de quatro anos como treinador principal do Raiders, dando um título de divisão a equipe após 20 anos.

Mas não é só isso que o qualifica. Gruden participou de comissões técnicas de diversas equipes, vencedoras e perdedoras. Ele sabe o que é necessário para montar uma equipe de Super Bowl. Sabe aquele time que sofreu com a marcação equivocada – fumble de Tom Brady marcado como passe incompleto – que iria eliminar o New England Patriots dos playoffs em 2001? O Tuck Rule Game? Então, aquele time era treinado por Jon Gruden.

A questão é: ele sabe os caminhos para montar uma equipe vencedora. Ele estava bem comentando o Monday Night Football, mas aceitou voltar para NFL porque viu o potencial da equipe treinada por Jack Del Rio. Viu também as opções que tem no elenco e como pode reformular a equipe para ficar mais forte nos próximos anos. Ele assinou um contrato de dez anos, e acreditem, Reggie McKenzie não aceitaria isso se não houvesse um projeto para as próximas temporadas.

Gruden sabe que terá U$ 59 milhões para gastar ano que vem e não tem nenhuma grande renovação para fazer. Marshawn Lynch deve se tornar um agente livre, no entanto recebeu “só” U$ 9 milhões nestes dois anos de Raiders. As maiores negociações a equipe já fez e, até por isso, ele não “prostituiu” seu teto salarial das próximas temporadas com Khalil Mack. Afinal, ele pode pegar Nick Bosa ano que vem se sua campanha for a pior da liga.

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Além disso, está capitalizando escolhas. Já levou duas do Chicago Bears e os rumores de uma possível troca de Amari Cooper tem fundamento, pois ele vai custar quase U$ 14 milhões na próxima temporada. Vocês acham que Cooper merece ganhar tudo isso, sendo que em três temporadas completas nunca passou das 1.160 jardas? Mesmo sendo um recebedor de profundidade e tendo Derek Carr como seu quarterback? Acredtitem, o melhor movimento é trocar Amari Cooper.

E acreditem também, Gruden está computando tudo isso. Ele está com dois ótimos nomes de sua linha ofensiva lesionados, o que é bom para justificar a falta de eficiência. Com isso, Derek Carr está sofrendo muita pressão e não consegue jogar seu melhor. Gruden não está influenciando na performance, porém não vai fazer nenhuma grande mudança este ano.

Ele vê tudo isso e faz o mínimo para melhorar. Não que ele não queira vencer, mas não fará loucuras para terminar a temporada com um recorde de 5-11. Ele sabe como a NFL funciona – mais do que ninguém – e vai esperar o ano passar para começar a montar a equipe que ele quer. Vão vir trocas, vão vir derrotas e ele continuará empregado. Por enquanto, ele só está avaliando quem fará parte do seu projeto e quem será trocado/dispensado.

Ele diz não estar pensando nisso, em “perder para ganhar”. Contudo, ele claramente não está se importando em vencer este ano. Mas acreditem, o Oakland Raiders vai se tornar um time vencedor. Lembram de como Gruden levou o Tampa Bay Buccaneers ao Super Bowl? E o quanto o Bucs pagou para tê-lo e ser campeão? Então, um treinador com todo este contexto e relevância na NFL NUNCA será “um melhor comentarista que técnico”. Ele está apenas fazendo o seu trabalho, que nesta temporada é “perder para ganhar”.

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Belichick se irrita com comparação de jornalista

Belichick se irrita com comparação de jornalista

Antes de ser o treinador que venceu cinco Super Bowls apenas com o New England Patriots, Bill Belichick tem uma história como coordenador defensivo. Defendendo o New York Giants, ele parou o ataque mais dinâmico que a NFL já viu nos últimos 30 anos, que jogava no “no huddle” e que consagrou Jim Kelly.

O Buffalo Bills dominou a AFC por alguns anos, chegando a quatro Super Bowls consecutivos e, no primeiro deles, o plano de jogo da defesa elaborado por Belichick foi colocado no Hall da Fama após a vitória do Giants por 20 a 19. Enfim, o treinador do Patriots sabe das coisas. O detalhe é que nesta equipe que ele coordenava, jogava o maior defensor de todos os tempos, Lawrence Taylor.

E eis que na entrevista de hoje, Belichick falava com a imprensa a respeito do adversário de domingo, o Chicago Bears. Obviamente vieram as perguntas sobre Khalil Mack e Bill encheu de elogios o defensor ex-Raiders. Mas quando um repórter perguntou se Mack poderia ser comparado a Lawrence Taylor, Belichick mudou completamente, ficando visivelmente ofendido.

“Espere um minuto, estamos falando de Lawrence Taylor agora?”, disse Belichick. “Eu não estou colocando ninguém na classe de Lawrence Taylor. Coloque todos abaixo disso. Com muito respeito a muitos jogadores bons, estamos falando sobre Lawrence Taylor. Qualquer comparação é absurda!”

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Com os ânimos mais controlados, o treinador falou a respeito de contar com sua equipe completa para o duelo com o Bears. Depois da grande vitória contra o Kansas City Chiefs  no Sunday Night Football, o clima na equipe parece mais ameno. A dúvida continua sendo o corredor Sony Michel, que vem se destacando nas partidas da equipe. A escolha de primeira rodada do Draft 2018 sente dores musculares e não participou de todo o treino de hoje, assim como na semana passada.

E sobre Mack, Belichick voltou a elogiar, porém sem comparar – e admitir isso dos repórteres – com o melhor defensor da história da NFL.

“Ele é grande, forte e rápido”, disse Belichick. “Ele tem muito poder. Ele faz um bom trabalho e é rápido o suficiente para conseguir a vantagem. Ele tem uma boa consciência de bola, então ele ataca o quarterback quase sempre.”

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Peyton Manning ganha programa na ESPN

Peyton Manning ganha programa na ESPN

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Quem acompanha os serviços da ESPN + já teve a oportunidade de assistir o programa Detail, apresentado por Kobe Bryant. Nele o ex-jogador e futuro Hall da Fama da NBA conversa com atletas, treinadores e mostra o esporte de uma maneira diferente.

Pois bem, foi anunciada uma segunda versão do programa, desta vez falando sobre a NFL. E já que Kobe apresenta a versão da NBA, só uma estrela de seu tamanho poderia assumir este cargo. Payton Manning será o apresentador.

Além de apresentar, Peyton fará parte da cúpula criativa do programa, dando ideias e escrevendo alguns dos textos. O programa será editado pela NFL Films e passará exclusivamente na ESPN +, o que é muito bom para nós brasileiros, uma vez que o mesmo canal aqui do Brasil deverá ter os direitos de exibi-lo.

Sempre gostei de falar futebol com treinadores, jogadores e torcedores apaixonados, e isso está no centro desse show”, disse Manning . “Estou honrado em ajudar a expandir o Detail de Kobe para um público de futebol.”

O primeiro programa estreia na próxima quinta-feira e a pauta é o jogo de Josh Rosen no dia 14 de outubro, contra o Minnesota Vikings. O produtor da série esta animado e “rasgou” elogios para o cinco vezes MVP da NFL.

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“O conceito por trás do Detail está centrado em ajudar os atletas a melhorarem, então fazia muito sentido expandir o programa para outros esportes”, disse Bryant, fundador da Granity Studios e produtor executivo de Detail. Peyton foi minha primeira chamada para ser o atleta da NFL devido à sua preparação e estudo inflexível de seu ofício. A próxima geração de jogadores de futebol aprenderá em primeira mão como um dos maiores jogadores de todos os tempos quebra objetivamente um jogo. É o melhor sessão de cinema para quem quer aprender e melhorar.”

A série conta com oito episódios por temporada e, uma vez que foi renovada com Kobe, o caminho deve ser o mesmo em relação ao que fala sobre futebol americano.

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Cairo se despede do Los Angeles Rams

Cairo se despede do Los Angeles Rams

MKC

Na tarde de ontem o kicker brasileiro Cairo Santos encerrou mais uma etapa na NFL. Depois de duas partidas com o Los Angeles Rams, Cairo deixa a equipe para a volta do titular, que se recuperava de uma lesão.

Na rede social Instagram, o “Zica das Bicudas” fez questão de agradecer a oportunidade com a equipe e ressaltou sua ajuda para manter o time invicto. Greg Zuerlein, titular do Rams e que volta na próxima partida, também foi citado no post de Cairo.

“Obrigado ao Rams pela oportunidade de fazer parte desse time nessas 2 semanas!”, postou Cairo no Instagram. “Um prazer enorme de trabalhar com alguns dos melhores da liga e de ajudar o time se manter invicto! Muito feliz do Greg estar saudável e boa sorte no resto da temporada! Pronto pro próximo capítulo.”

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Em duas partidas com a equipe, Cairo errou apenas um filed goal, justamente contra o Denver Broncos, em um chute de 47 jardas. Terminou sua passagem por lá com 5 acertos em 6 tentativas de field goal e 5 de 6 em extra-points. Na carreira, Cairo acumula 55 partidas, 95 acertos de filed goal em 113 tentativas e 132 acertos de extra-point em 138 tentativas. 

Cairo agora fica de olho no mercado para uma possível nova vaga. As chances do brasileiro são de uma lesão de alguém que esteja empregado ou o acumulo de falhas de algum kicker. Esta foi a sexta temporada consecutiva que Cairo entra em campo em pelo menos duas partidas da NFL.

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Nick Bosa larga Ohio State para se concentrar no Draft 2019

Nick Bosa larga Ohio State para se concentrar no Draft 2019

MKC

Quem está de olho em Nick Bosa terá um longo hiato neste fim de ano. Se recuperando de uma cirurgia, o defensor de Ohio State focará a partir de agora em seu total restabelecimento antes visando o Draft 2019.

Nick é irmão de Joey Bosa, defensor do Los Angeles Chargers e, assim como seu irmão, deve ser escolhido na primeira rodada de 2019. O jogador chamou muito a atenção no seu segundo ano como Buckeye, quando aplicando 8,5 sacks em 14 jogos e foi eleito o melhor defensor do All-Big Ten.

“Eu estava esperançoso de que Nick pudesse voltar a jogar conosco”, disse o técnico do Ohio State, Urban Meyer“Eu sei que esta foi uma decisão extremamente difícil e emocional para Nick e sua família, e eu desejo a ele o melhor enquanto ele se prepara para estar 100% saudável e para o Draft. Quero agradecer a Nick pelos notáveis ​​esforços que ele deu para este programa. Ele é um jovem de primeira classe que tivemos a honra de treinar. “

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Lesão: 

Com apenas três jogos na temporada 2018, Bosa sofreu uma lesão no músculo, passando por cirurgia para reparação no dia 20 de setembro. Até o momento da lesão ele contava com 5 sacks e 6 tackles for loss. Considerado um dos – senão o – melhor defensor da classe, Bosa não deve cair de posição mesmo com a lesão, sendo o alvo de muitas equipes que terão escolhas altas.

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A redenção de Crosby

A redenção de Crosby

MKC

Depois de uma semana difícil, na qual teve que encarar uma derrota errando quatro field goals e um extra-point, Mason Crosby foi o herói da vitória do Green Bay Packers frente ao San Francisco 49ers na noite de ontem. Crosby se mostrou emocionado após o jogo e não era para menos.

Na partida da semana 6, frente ao rival de divisão Detroit Lions, Crosby teve quatro oportunidades de chutar um field goal, todas de distâncias razoáveis. O veterano de 11 temporadas com o Packers errou todas as tentativas e ainda mais um extra-point. Seu treinador, Mike McCarthy fez questão de colocá-lo em campo quando faltavam 2 segundos para o fim em mais uma tentativa. McCarthy visivelmente queria recuperar emocionalmente seu kicker, e conseguiu.

Na partida de ontem, Crosby recebeu os aplausos da torcida desde o aquecimento. O jogo foi duro e ele entrou por quatro vezes para chutar, a última dando a vitória para a equipe. Mas a mais importante e difícil foi de 51 jardas, quando o vento soprava a 9 km/h e ainda fazia muito frio, o que aumenta a densidade do ar.

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Com o cronômetro zerado, o kicker teve a oportunidade de chutar a bola na linha de 27 jardas e dar a vitória a equipe. Um momento de muita emoção tomou o gramado do Lambeau Field, já que todos os atletas correram até o gramado para parabenizar o atleta.

“Esta semana foi difícil, foi uma das semanas mais difíceis da minha carreira”, disse Croby ainda no gramado, que concluiu. “Eu sabia que aquilo não era eu. Felizmente voltamos ao normal.”

 A partida foi a melhor do San Francisco 49ers no campeonato e, mesmo tendo a chance de vencer, desperdiçou a “posse da vitória” em uma interceptação boba de CJ Beathard, que fazia ótima partida até então. Com pouco mais de 30 segundos no relógio, coube a Aaron Rodgers comandar o drive até a posição de chute. 

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Dono do Giants: “OBJ deve jogar mais e falar menos”

Dono do Giants: “OBJ deve jogar mais e falar menos”

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John Mara, proprietário do New York Giants não está nada feliz com a campanha de sua equipe. Porém, na entrevista que deu no intervalo da reunião dos proprietários que acontece hoje (16), ele foi específico na hora de falar de Odell Becham Jr.

Em uma entrevista que passou na ESPN Americana, Odell – ao lado do rapper Lil Wayne – foi bem critico em relação a equipe, que na época estava 1-3 na temporada. Em especial ele criticou seu ataque e disse “que não estava certo se Eli Manning era capaz de continuar comandando o ataque”. Depois disso vieram mais duas derrotas e, visivelmente incomodado, John Mara foi bem direto ao falar do recebedor, que acabou de ganhar um contrato de U$ 90 milhões.

“Eu gostaria que ele virasse manchete por sua atuação em campo, e não pelo que ele diz e ou faz fora de campo”, disse Mara. “Eu acho que ele precisa jogar mais e falar um pouco menos.”

Mara fez questão de dar suporte a seu treinador, que está na primeira temporada da equipe. Além de falar sobre Pat Shurmur, o dono da franquia também falou a respeito de Eli Manning, porém não colocou a culpa da início misero na temporada nas costas dele.

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“Eu acho que quando você está 1-5, geralmente significa que todo mundo precisa jogar melhor, então Eli não está sozinho”, disse Mara. “Eu ainda… nós ainda acreditamos nele, mas todo mundo precisa fazer o seu trabalho para que tenhamos sucesso, e agora isso não está acontecendo. Eu sei que ele é o saco de pancadas agora, mas muitos caras precisam jogar melhor.”

O Giants não tem apenas uma das piores campanhas deste ano, mas também a segunda pior campanha da NFL nos últimos 23 jogos. A equipe precisa urgentemente de uma reabilitação se quiser ter uma temporada digna. Os playoffs já são um sonho distante, então o que os fãs esperam é que a equipe não seja o “Cleveland Browns” desta temporada.

Perguntado sobre um possível arrependimento na escolha do Draft deste ano, Mara negou veementemente. Muitos especulavam que o time deveria escolher Sam Darnold, uma vez que Eli já estava em decadência. O proprietário da equipe foi enfático ao dizer que “o Giants pegou o melhor jogador do Draft, que está muito feliz com o desempenho de Saquon Barkley e que o céu é o limite para ele”.

A equipe tenta sua segunda vitória na temporada no Monday Night Football, no MetLife Stadium contra o Atlanta Falcons.

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Calouro pode perder semanas

Calouro pode perder semanas

MKC

Segundo fontes relataram a insider Dianna Russini, o quarterback Josh Allen está fora da partida de domingo contra o Indianapolis Colts, pela semana 7 da temporada regular. O jogador sofreu uma lesão em seu cotovelo direito na derrota para o Houston Texans no último domingo. 

A equipe está encarando a lesão com cautela. Atingindo o ligamento colateral ulnar (LCU) , a princípio não se trata de nada mais grave, porém o Bills não vai apressar sua recuperação, deixando-o provavelmente de fora por algumas semanas. A ressonância feita pela equipe médica da equipe, comandada pela ortopedista Dr. Leslie Bisson enviará os exames para o especialista Dr. James Andrews, para que ele possa avaliar melhor e emitir uma segunda opinião. 

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Allen, escolha de primeira rodada do Draft 2018 ganhou a posição a partir da segunda semana e, mesmo com dificuldades, levou sua equipe a duas vitórias. No terceiro quarto do jogo do domingo, Allen sofreu a pancada quando lançava uma bola. Continuou o drive dando mais um passe antes de dar lugar a Nathan Peterman.

Peterman sofreu duas interceptações nos minutos finais da partida contra o Texans, uma delas com retorno para touchdown a apenas 1’30″ para o fim, ocasionando a derrota da equipe. O treinador do Bills, Sean McDermott disse que a equipe irá trabalhar esta semana com Peterman e Derek Anderson antes de anunciar quem será o titular no domingo. 

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O Steelers não precisa mais de Bell

O Steelers não precisa mais de Bell

MKC

Sabe quando você rompe aquele namoro e algumas semanas depois sua (seu) ex-namorada (do) arruma outro (a) mais bonito (a)? Vocês nunca devem ter passado por isso não é mesmo? Mais muita gente já passou. Aquele sentimento de ciúme misturado com frustração e um toque de arrependimento…

Então. É isso que Le’Veon Bell deve estar sentindo. Depois de – com certa razão – se achar melhor que os U$ 8,5 milhões de sua franchise tag e não se apresentar para assinar o contrato, Bell está vendo “sua ex” derramar amores por outro “cara” que vem fazendo tudo o que ele fazia. Ao contrário do que o corredor pensava, ele não é insubstituível e, com muitos méritos, o “outro” vem sendo o protagonista na recuperação da equipe.

Até agora foram 710 jardas totais em seis partidas. Não é a média de 129 que Bell tem desde que começou a jogar profissionalmente, no entanto, a equipe também não é a mesma. James Conner tem se esforçado desde o training camp e os primeiro a reconhecerem isto foram os atletas de sua linha ofensiva. Na semana passada, o líder da equipe e quarterback Ben Roethlisberger veio pedir para que – com a volta de Bell – Conner também tenha suas chances.

Bell não reportou sua volta ainda como havia prometido. Estamos entrando na sétima semana e Steelers sabe que se ele chegar no prazo máximo para virar agente livre o time não poderá contar com ele. Serão U$ 8,5 milhões jogados fora. Além disso, correm o risco de vê-lo em uma equipe da AFC Norte no ano que vem, afinal, Bell – com suas atitudes – deixou claro que não tem a menor consideração com a franquia.

Cleveland Browns v Pittsburgh Steelers

E existe mais um agravante: diversos atletas criticaram a postura dele. Bell não é uma pessoa fácil de lidar, sendo assim, por que estragar um ambiente que começa a melhorar? O Steelers está em franca evolução na temporada, acabou de vencer o líder da divisão fora de casa e com certeza vai brigar pelos playoffs. A chegada de Bell e sua possível escalação como corredor número 1 vão deixar o vestiário muito pesado.

Então vocês podem ficar preparados para uma troca de Le’Veon Bell, mesmo por uma escolha mais baixa. O Steelers sabe que ele é elite, porém, suas atitudes perante a equipe não são nada do que a cultura da NFL espera. Fãs estão decepcionados, colegas e o front office também. Se Bell voltar e for escalado no lugar de Conner os atletas também ficarão desapontados e se, pela lógica, Bell receber menos trabalho, ele próprio causará muita confusão nos bastidores. Lembram daquela “dor de ser substituído”? É exatamente o que Bell não admitirá sentir se voltar a equipe.

O Steelers não precisa mais de Bell, então esta é a hora de Philadelphia Eagles, Tennessee Titans, San Francisco 49ers e Washington Redskins darem a cartada final para sua contratação.

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Em busca do título da NFC Leste

Em busca do título da NFC Leste

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Quem diria que após tantas críticas o Dallas Cowboys estivesse sendo apontado como um dos favoritos para vencer a NFC Leste. Os insiders americanos começaram o dia de hoje apontando o time texano como uma das melhores surpresas da temporada e, sem o menor medo, dizendo que a equipe brigará de igual para igual com Philadelphia Eagles e Washington Redskins. A força dentro do AT&T Stadium vem chamando a atenção e a equipe é 3-0 em casa.

Mas o ufanismo que assola a imprensa a respeito do “American Team” não é tão absurda. O Cowboys venceu por 40 a 7 uma equipe que é considerada uma das melhores da AFC. Rebaixou a até então melhor defesa da liga para segunda no ranking, após marcar nada menos que 40 pontos. Um fato que deve ser exaltado, afinal, ate a semana seis a média de pontos sofridos do Jacksonville Jaguars era de 17 pontos.

Na pré-temporada o time do Texas assustou, porém como ela não vale nada foi apenas na semana 1 que começaram as críticas. Perdendo para o Carolina Panthers com um jogo aéreo pífio, começou a se questionar a qualidade de Dak Prescottt, outrora escolhido o “calouro ofensivo do ano”.

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Logo depois veio a primeira vitória, contra o New York Giants em casa. Porém o novo revés, desta vez fora de casa contra o Seattle Seahawks fez com que muitos fãs fossem às redes sociais pedir até a reintegração de Dez Bryant, já que a equipe continuava com um jogo aéreo fraco. Dak Prescott também voltou a ser o alvo das críticas, uma vez que havia lançado para duas interceptações.

As partidas seguintes foram decididas nos detalhes, sendo que na derrota contra o Houston Texans houve um “enxame” de reclamações contra Prescott e o coordenador ofensivo Scott Linehan. Mas depois de ontem, quando a derrota era um resultado considerado “normal”, vencer tão bem uma equipe que aspira os playoffs, o otimismo voltou.

Ezekiel Elliott vem confirmando ser um dos melhores corredores da liga, com média de 97,7 jardas por jogo. Dak Prescott nunca foi aquele quarterback de “400 jardas”, no entanto está cuidando muito mais da bola que no início da temporada. A defesa também foi dominante e não está comprometendo. Agora, quem se destacou – e empolgou – na tarde de ontem foi  Cole Beasley, que jogou para mais de 100 jardas e 2 touchdowns. Se o Cowboys conseguir repetir a atuação e vencer o rival Redskins fora de casa, com certeza se tornará um legitimo contender da NFC Leste.

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Demitido!

Demitido!

MKC

Só precisaram de cinco partidas para o Tampa Bay Buccaneers perceber que seu coordenador defensivo não serve para a equipe. Depois de  uma derrota cedendo 6 touchdowns para o Chicago Bears e uma derrota “dolorosa” para o rival Atlanta Falcons, Mike Smith não faz mais parte dos Bucs.

Nos cinco jogos da equipe sua defesa cedeu uma média de 439 jardas. Lovie Smith, ex-coordenador da equipe foi demitido com uma média de 354 jardas por partida. Além disso, pesou  fato da equipe estar investindo cerca de U$ 88 milhões de seu salary cap exatamente neste setor. O Bucs é a sexta equipe em volume de investimento na defesadna NFL. 

Na partida de ontem contra o Atlanta Falcons a defesa sofreu 34 pontos, cedendo 416 jardas e não conseguindo parar em nenhuma das três oportunidades o time de Matt Ryan na red zone. No entanto, a performance contra o Bears foi o estopim para sua demissão, uma vez que os fãs da equipe chegaram a fazer uma petição na internet pedindo “sua cabeça”.

“Eu tenho o maior respeito por Mike Smith como homem e como técnico de futebol”, disse Dirk Koetter, treinador do Buccaneers. “Essas decisões são sempre difíceis, mas nossa principal prioridade é garantir que façamos todo o possível para ajudar essa equipe a ter sucesso. Como eu disse no passado, os problemas que tivemos como equipe nunca são culpa de uma pessoa. Durante os bons tempos, assim como nos ruins, é um esforço coletivo entre os treinadores e os jogadores. Todos nós entendemos que isso é uma profissão baseada em resultados e nossos resultados até o momento não atingiram nossos padrões. Quero agradecer a Mike por todo o trabalho árduo e paixão que ele demonstrou aqui diariamente e desejo a ele todo o sucesso.”

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O treinador dos Bucs também fez questão de frisar que a decisão foi por um conjunto, e não pela derrota de ontem. Koetter afirmou que a semana de bye – semana 5 – foi uma sobrevida para o coordenador, uma vez que ele esperava que acontecesse a melhora com mais treinos. Quem vai assumir interinamente as chamadas ofensivas dentro de campo é Mark Duffner, treinador de linebackers. Duffner foi coordenador defensivo do Cincinnati Bengals nas temporadas de 2001 e 2002.

O Tampa Bay Buccaneers começou a temporada muito bem, vencendo suas duas partidas. Porém, quando o ataque parou de corresponder a equipe não encontrou o equilíbrio necessário, perdendo as últimas três partidas por placares considerados elásticos.

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Entre Jardas | Futebol Americano BR - 2014