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James Starks do Packers sofre concussão após acidente de carro

James Starks do Packers sofre concussão após acidente de carro

O running back do Green Bay Packers James Starks pode não estar disponível para o jogo de domingo contra o Chicago Bears depois de ele ter se envolvido em um acidente de carro na segunda-feira. O Treinador Mike McCarthy disse que esta é a razão de Starks estar listado no relatório de lesão esta semana com uma concussão. McCarthy disse que Starks está bem, mas não forneceu nenhum detalhe adicional.

O Departamento de Polícia de Green Bay confirmou que Starks estava envolvido em um incidente de trânsito dentro dos limites da cidade na segunda-feira, mas disse que o relatório não estava pronto para ser liberado.

O trabalho do atleta foi reduzido nos últimos dois jogos, e ele foi substituído como titular na semana passada por Ty Montgomery, recebedor convertido em corredor. Starks jogou 54 snaps e seu jogo com maior participação foi contra o Philadelphia Eagles, no dia 28 de novembro, quando ele carregou a bola 17 vezes para 41 jardas. Ele jogou apenas sete snaps nos últimos dois jogos correndo seis vezes para 4 jardas.

Com Eddie Lacy afastado por lesão, o Packers deixará Montgomery e Christine Michael como seus halfbacks principais se Starks não for para o jogo de domingo, e ainda pode contar com o fullback Aaron Ripkowski para preencher a vaga se necessário. Montgomery não teve mais de nove carregadas em um jogo nesta temporada, mas tem uma média de 5,2 jardas por corrida.

Michael, que foi reivindicado de Seattle através dos waivers em 16 de novembro, tem 20 corridas para 59 jardas em três jogos desde que se juntou ao Packers.

Quando perguntado se Montgomery poderia lidar com uma carga de trabalho de 20 carregadas, McCarthy disse: “Esta é uma pergunta em que você realmente analisa. Ele é definitivamente um jogador durável. Você olha a maneira com que ele construiu essa situação. O fator da questão é que ele retorna kickoffs também. Acho que isso nos diz o que pensamos sobre sua habilidade de chegar até lá, e veremos como será esta semana, mas sim, tenho confiança de que ele pode chegar a esse número se tiver que fazê-lo.

Sob o protocolo de concussão da NFL, Starks não pode jogar uma partida até que ele passe por vários estágios de recuperação, e, finalmente, seja liberado por um neurologista independente.

Tight end Konrad Reuland ex-Jets morre após aneurisma cerebral

Tight end Konrad Reuland ex-Jets morre após aneurisma cerebral

Depois de sofrer um aneurisma cerebral no dia 28 de novembro e passar por uma cirurgia um dia depois, o tigh end Konrad Reuland, ex-New York Jets morreu na segunda-feira. Ele tinha 29 anos.

Reuland participou de 26 jogos pelo Jets, de 2012-13, pegando 12 passes, sendo usado principalmente como um bloqueador inline e em equipes especiais. Reuland foi originalmente reivindicado nos waivers pelos Jets, junto ao time de San Francisco em 1 de setembro de 2012 e fez 11 recepções na temporada de estreia pelo time de Nova Iorque, em que ele esteve todos as 16 partidas. Jogou em 10 jogos na temporada seguinte, e foi colocado na injury reserve no dia 19 de novembro de 2013.

Um produto de Stanford, o jogador passou sua primeira temporada profissional no practice squad de San Francisco e depois liderou os 49ers durante sua temporada de estreia em 2012 com nove recepções para 73 jardas.

Reuland era um amigo de longa data do quarterback ex-Jets Mark Sanchez, eles estudaram juntos na Mission Viejo High School. Enquanto o Sanchez estrelou na USC, Reuland esteve em Notre Dame antes de se transferir para Stanford. Eles se tornaram companheiros novamente como profissionais antes de Reuland terminar sua carreira na NFL com o Baltimore Ravens em 2015.

Foi um ano difícil para a família Jets como organização, eles perderam Dennis Byrd em 15 de outubro, quando o ex-defensive linebacker de 50 anos de idade esteve envolvido numa fatalidade, uma colisão de dois veículos em Oklahoma. Menos de duas semanas atrás, o ex-running back Joe McKnight teve sua vida tirada após uma briga de trânsito em 1 de dezembro. A equipe também lamentou as perdas do ex-kicker Cary Blanchard, membro do Jets Ring of Honor, Winston Hill, ex-apostador Curley Johnson, bem como o ex-assistente defensivo Buddy Ryan.

O line backer, ex-Jets Bart Scott se pronunciou a respeito dizendo.

Foi um ano difícil, porque perdemos membros de nossa família de futebol. Os laços especiais dos companheiros de equipe são inquebráveis. Nós nos deixamos vulneráveis ​​emocionalmente e fisicamente. Através da adversidade, revelamos quem somos e Konrad era um profissional atencioso, pensativo, orgulhoso e feroz. Ele fará falta. Meus pensamentos, orações e condolências saem para sua família.

O vida do torcedor do Jets não está fácil, dentro de campo e fora dele, grandes homens que fizeram parte do seu elenco se foram, num período tão curto de tempo.

Nossas condolências aos torcedores e familiares do jogador.

No dia de “Ação de Graças” agradeça a Antonio Brown

No dia de “Ação de Graças” agradeça a Antonio Brown

Mais um jogo fora de casa, mais um adversário, mais uma secundária, mais um touchdown e depois outro e depois outro. Mais um dia de alegria ao torcedor de Pittsburgh, mais um dia de touchdowns no oferecimento do sempre dançante Antonio Brown.

Que atuação fantástica do camisa #84 do Pittsburgh Steelers, 3 touchdowns recebidos em um jogo, a primeira vez que isso acontece na sua carreira. Ele já havia sim marcado 3 touchdowns em um jogo, contra o Indianapolis Colts por sinal, no entanto foram 2 recebendo passes e um de retorno de punt.

Ben Roethlisberger, tem seu porto seguro em Brown, e nessa temporada já foram 10 passes para touchdown, o que deixa o receiver como o melhor da liga nesse quesito.

Nesse jogo foram 3 passes para a máxima pontuação do esporte para mais de 20 jardas (25, 33 e 22). Nessa temporada já são 7 conexões Big BenBrown para mais de 20 jardas que se transformaram em pontuação e nenhuma interceptação. Antonio Brown foi o destaque da partida vencida por 28 a 7 em cima do Colts em Indianapolis.

A tragédia já era anunciada, pois antes de entrarem em campo, Andrew Luck já estava vetado por concussão, e se havia alguma chance de vitória com ele no comando, sem ele, essa sina seria impossível. No decorrer da partida a linha ofensiva do Colts foi desmoronando devido a contusões, de seu center e do right tackle. E pra saber que o dia não estava pra peixe Adam Vinatieri errou mais um field goal, o segundo jogo seguido, depois de uma sequência de 44 chutes acertados.

A defesa não dava conta de segurar Ben, Bell e Brown e foi um dia tranquilo para os Metaleiros de Pittsburgh em Indianapolis.

Ambos os times ainda anseiam a pós temporada, mas para o time de Chuck Pagano o caminho ficou mais árduo, enquanto Mike Tomlin e companhia deram um grande passo rumo a janeiro, graças a Antonio Brown, agradeçam a ele e sua sintonia com Big Ben.

Mais um detalhe sobre o jogo é que mais uma vez Antonio Brown foi punido com falta anti-desportiva por comemorar um touchdown. É regra? É regra. Mas é uma regra chata.

Minnesota Vikings e Washington Redskins – A magia acabou?

Minnesota Vikings e Washington Redskins – A magia acabou?

A magia acabou pros lados do Minnesota Vikings? Essa é uma pergunta interessante, após ser o último invicto a cair na NFL, os Vikings ainda não conseguiu se levantar, foram 4 derrotas consecutivas depois de 5 jogos de invencibilidade, contando com essa partida. Então vamos aos fatos.

O jogo foi na capital americana, e o time do Washington Redskins não queria saber quem era o adversário, queria apenas ganhar para permanecer vivo na busca pelos playoffs e ainda mais tendo um rival de conferência também com chances pela frente.

O jogo começou bem para o time da casa, que conseguiram forçar um 3&out do adversário no primeiro drive, com a posse de bola em mãos, avançaram por 68 jardas e 10 jogadas, a campanha foi finalizada com um passe de 4 jardas de Kirk Cousins para Jamison Crowder anotar o touchdown.

Na campanha seguinte, Minnesota cometeu um holding ofensivo que praticamente liquidou a chance de um first down, outro punt do Vikings. Com a bola em mãos, os Peles Vermelhas avançaram 91 jardas e finalizaram o drive com uma bela conexão de Kirk Cousins com Vernon Davis, 14-0 no primeiro quarto.

Após um punt para cada lado o Minnesota Vikings recebue a bola com pouco mais de nove minutos para encerrar o segundo quarto e marchou até a endzone, conseguindo abrir o placar com uma corrida de uma jarda de Matt Asiata.

Com 5 minutos ainda restando no relógio os Redskins não consegue pontuar e devolve a bola para o time comandado por Mike Zimmer. Faltando pouco mais de 3 minutos, os Vikings controlaram o relógio e conseguiram um bom drive de 75 jardas finalizado por Kyle Rudolph recebendo um passe de 20 jardas de Sam Bradford.

Os Redskins receberam a bola faltando 58 segundos para o fim do primeiro período, e logo na primeira jogada, sofreram um fumble recuperado pelo time de Minnesota, que não perdoou e vira a partida ainda no primeiro período 20-14, pois Blair Walsh deu conta de isolar o extra-point.

Na primeira campanha do ataque dos Redskins outro fumble logo na primeira jogada, que o time adversário não desperdiçou e colocou mais 7 pontos no placar, 20-14.

Apesar do momento da partida ser todo do Minnesota Vikings. O segundo período foi lastimável. O time da capital americana chutou três field goals, enquanto o Vikings, foram interceptado uma vez, e devolveram a bola em todas as chances que tiveram no restante da partida.

O jogo acabou 26-20 para o Washington Redskins. O que  nos leva a questionar se o time de Sam Bradford e companhia está sentindo falta de suas estrelas, ou se o início de temporada foi o ponto fora da curva. Pelo lado dos Redskins a briga ainda continua dentro da divisão e da conferência para beliscar sua vaguinha entre os seis melhores da NFC.

Saints e Broncos – Vai um turnover aí?

Saints e Broncos – Vai um turnover aí?

Um jogo onde houveram 6 turnovers (4 para o New Orleans Saints e 2 para o Denver Broncos) e muita emoção/polêmica, e que foi decido faltando menos de 2 minutos. O Denver Broncos saiu do Super Dome vencedor. Então vamos aos fatos.

Pela primeira vez na temporada o jogo começou diferente para o time de Denver, na primeira posse da defesa não tomou ponto, e na sua posse conseguiu converter seu primeiro drive em um lindo touchdown de Jordan Taylor.

Drew Brees que pouco foi ameaçado pelo pass rush de Denver, que vez ou outra colocava seus quatro outside linebackers em campo, Shaquil Barrett, Shane Ray, DeMarcus Ware e Von Miller, que apesar disso saíram com apenas um sack no jogo.

Por outro lado, a No Fly Zone (secundária) fez seu estrago, com duas interceptações e um fumble forçado.

No entanto até o final do primeiro tempo, os Broncos vinham com vitória por 10 a 0 e caminha bem pelo campo adversário para pontuar mais uma vez , quando Trevor Siemian lança uma interceptação. E dá aquela virada no momentum do jogo. E o Saints saem para o intervalo com 10 a 3 para o intervalo após a conversão do field goal.

Na volta para o segundo tempo, Brees e companhia vieram on fire e fizeram 14 pontos seguidos enquanto Denver sofria uma interceptação e errava um field goal. Virando o jogo para 17 a 10.

Com um terceiro quarto zerado no placar para o Broncos, e o Saints marcando 14 pontos, a vitória parecia eminente para o time New Orleans.

Mas entrando no último período a defesa de Denver força um fumble e inicia a reação da equipe. Com apenas 27 jardas para percorrer, ficou fácil para o ataque converter os 7 pontos no placar empatando a partida em 17 a 17.

Drew Brees e companhia tiveram a posse de bola novamente e nada conseguiram fazer, apenas um 3&out, com isso Denver caminhava e fazia mais um field goal passando a frente no placar.

Faltando pouco mais de três minutos o ataque da equipe de Sean Payton, tenta a redenção e a busca pela vitória, que em apenas duas decidas sofre mais um turnover, agora um fumble forçado por Jared Crick e recuperado por T.J. Ward. Denver consegue transformar o turnover em field goal e fica com seis pontos de vantagem.

Com 2:50 minutos ainda no relógio e tendo Drew Brees como quarterback, é fácil dizer que New Orleans tinha chances de virar o placar pois somente com uma posse de bola de diferença. Não era nada impossível.

E sim, com um campanha de 1:28 o ataque do Saints chega a endzone adversária e empata o jogo, faltando apenas o extra point para virar e praticamente sacramentar a vitória, pois deixaria 1:22 para o segundanista de Denver e o campo todo a ser atravessado.

Mas aí entra o lance polêmico da partida. O time do Denver Broncos consegue bloquear o extra-point, numa jogada que teve seu início totalmente legal, apesar de alguns desentendidos dizerem que obstruíram o long snapper. E até aí tudo bem, mas Will Parks consegue recuperar a bola bloqueada por Justin Simmons que pulou por cima do long snapper, e corre rumo a endzone adversária. Na corrida Will Parks pisa/não pisa na linha lateral do campo. O retorno foi validado pela equipe de arbitragem e viu e reviu inúmeras vezes e não conseguiram chegar a conclusão, se o jogador havia ou não pisado fora do campo.

A jogada foi considerada válida e os Broncos anotaram dois pontos no placar com isso, e teve o primeiro retorno de extra-point da história da liga.

O New Orleans Saints ainda tentou o onside kick, mas Denver recuperou a bola, e saiu vencedor da cidade do Mardi Gras.

Derrota amarga para o Saints, e vitória que deixa os Broncos ainda nos playoffs dentro de uma divisão disputadíssima.

San Francisco 49ers e Arizona Cardinals – O que esperar desse duelo?

San Francisco 49ers e Arizona Cardinals – O que esperar desse duelo?

Esse prélio divisional tem tudo para ser um ótimo jogo, as equipes que são duas das maiores decepções do campeonato, brigarão pela honra nesse jogo.

O Arizona Cardinals era possivelmente cotado antes do início da temporada regular como um dos favoritos ao Super Bowl, no entanto a campanha de 3 vitórias 4 derrotas e 1 empate, deixa a equipe um pouco distante dessa realidade. Um ataque que conta com suas principais estrelas, Carson Palmer, Larry Fitzgerald e David Johnson tinha que produzir mais que 3 vitórias na primeira metade do campeonato.

O fato é que a defesa de Arizona é forte e o ataque potente. O que Bruce Arians tem que fazer então? Simples, fazer tudo isso funcionar e transformar  em vitórias. O time demonstrou no ano passado que pode vencer. E ainda teve um upgrade importante na defesa esse ano, com a adição de Chandler Jones ex-Patriots no pass rush. Só basta ganhar e tudo volta ao normal para os Cardinals

Já pelo lado da Califórnia, as decisões erradas tem transformado uma das franquias mais tradicionais da liga em motivo de chacota. Blaine Gabbert ou Colin Kaepernick? Pra início de conversa um time que quer vencer na NFL tem que definir o seu franchise quarterback ou você será como o Cleveland Browns.

Depois da troca no meio da temporada por Kaepernick, (que eu particularmente gosto) o time tem demonstrado que pode reagir no campeonato, não sei se vale a pena agora já está matematicamente eliminado dos playoffs.

A figura do running back também está incerta pelos lados do San Francisco 49ers e Dujuan Harris pode ser o corredor titular nessa semana. A defesa conta com lesões e um pouco de falta de talento. Um bom draft e movimentações na free agency já devem ser estudadas pelos lados da Califórnia para 2017.

O futebol americano é surpreendente e não me admiraria caso uma vitória de São Francisco aconteça. O jogo é no University of Phoenix Stadium e o time da casa é superior ao rival. Mas como o jogo tem rivalidade divisional e a NFL é mágica, não duvidaria de uma inesperada vitória do 49ers. Porém o favorito é Arizona.

Curtam mais uma rivalidade de divisão que promete pegar fogo.

Kansas City Chiefs e Carolina Panthers – Um belo duelo de defesas

Kansas City Chiefs e Carolina Panthers – Um belo duelo de defesas

O atual vice campeão vem de uma decrescente espantosa, e ninguém imaginaria o melhor ataque do ano passado com apenas três vitórias até aqui. Mas o ataque ainda existe, só não vem funcionando. Cam Newton tem reclamado bastante das faltas que vem recebendo, e no jogo aéreo as estrelas estão custando a brilhar. Greg Olsen, Kelvin Benjamin e Devin Funchess não estão repetindo a temporada passada, e o jogo corrido ainda não está funcionando.

A defesa que perdeu Josh Norman para o Washington Redskins, parece que também perdeu . Não consegue garantir a vitória do time quando o ataque não produz, sobrecarregando Luke Kuechly, um dos melhores defensores da liga. Além disso, tem a questão do Special Team, que falhou na derrota para o Denver Broncos, por exemplo.

Falta maturidade ao time de Ron Rivera para entender o que está acontecendo na Carolina do Norte. A partir do momento em que esse time aparar as arestas as vitórias voltarão a acontecer.

Do outro lado o Kansas City Chiefs, que antes do início da temporada era uma boa aposta para vencer o Super Bowl LI. O time tem um quarterback que sabe proteger a bola, e com seu estilo conservador Alex Smith quase não comete turnovers. O ataque terrestre que não consegue contar com sua principal estrela, Jamaal Charles, que novamente está contundido, tem sua responsabilidade dividida entre Spencer Ware e Charcandrick West, que até agora estão dando conta do recado. Não podemos nos esquecer de Travis Kelce, que apesar dos problemas com os árbitros é um dos melhores tight ends da liga.

O problema do Chiefs é que está em uma divisão muito disputada, onde tanto o Oakland Raiders quanto o Denver Broncos tem se destacado. Porém se a equipe de Kansas vencer o Panthers no domingo, chega a sua sétima vitória e assume a liderança da divisão pelos critérios de desempate. A equipe demorou a engrenar assim como na temporada passada, mas a aparição nos playoffs é uma realidade.

O jogo de domingo promete muitas emoções, pois as duas equipes precisam da vitória. Se por um lado o Panthers não vislumbra mais os playoffs, o Chiefs joga pela liderança da divisão. Será uma grande partida, com destaque para a força das defesas.

A partida acontece no Bank of America Stadium, em Charlotte, a partir das 16 horas (horário de Brasília), e será transmitida pela ESPN.

New England Patriots e Seattle Seahawks no SNF – Jogo ou campeonato?

New England Patriots e Seattle Seahawks no SNF – Jogo ou campeonato?

Atualmente dois Super Bowl contenders, as equipes terão um páreo duro pela frente.

Pelo lado de New England Patriots, ninguém esperava que o time entraria na segunda metade da temporada com uma campanha de 7 vitórias e 1 derrota depois da suspensão por 4 jogos de Tom Brady. O Patriots está on fire e a conexão de Brady com seus recebedores está afiada. Sabemos da capacidade que o quarterback tem em transformar, wide receivers medianos em estrelas da liga, esse ano seu ataque conta com Gronk em alto nível mesmo voltando de lesão, Martellus Bennett que veio de Chicago e já mostrou serviço, além de Amendola, Edelman (ajuda meu fantasy meu filho) e o desconhecido porém eficiente Chris Hogan. Temos que tirar o chapéu para Bill Belichick que tira água de pedra. A defesa de New England é sólida e não compromete. E pelo fator casa, Brady e cia. tendem a garantir mais uma vitória, mas….

Reeditando a final do Super Bowl 49 está Pete Carroll e sua defesa que salta aos olhos, o Denver Broncos se destacou ano passado, o Minnesota Vikings nesse início de temporada, entretanto convenhamos que a defesa de Seattle tem se mantido como uma das melhores da NFL à alguns anos. Entra e sai peças importantes e o grupo liderado por Richard Sherman, Earl Thomas III e Bobby Wagner impõe respeito por onde passa.

O Seahawks conta com um ataque móvel, que nessa temporada perdeu Marshall Lynch para a aposentadoria e que conta com algumas contusões, de seu quarterbacks e seus running backs.

Russell Wilson ainda joga com limitações perceptíveis, e nesse jogo possivelmente o running back principal seja o desconhecido C.J. Prosise.

Ataques ganham jogos e defesa campeonatos, essa é a máxima do futebol americano, como entrarão as equipes em campo nesse SNF, achando que é apenas mais um jogo ou uma decisão de campeonato. Essa postura decidirá o vencedor.

Broncos e Raiders no jogo do SNF (Start New Future)

Broncos e Raiders no jogo do SNF (Start New Future)

Estaria começando para o Raiders uma nova era?

Um time que não ganhava do Denver Broncos em seus domínios desde 2010, e era um freguês nato nos últimos anos, deu uma aula da essência do futebol americano nesse domingo à noite e ganhou a partida por 30 a 20.

O futebol americano é um esporte baseado em conceitos da guerra, daí palavras como shotgun, pistol, gunner, entre outras. E como na guerra a alma do esporte está na conquista de território, e foi isso que predominou nesse jogo.

O Oakland Raiders conseguiu dominar o relógio com um jogo corrido intenso que prolongava as campanhas e cansava a forte defesa do Broncos, e quando isso não ocorria e eles não conseguiam avançar no território, aparecia Marquette King e o time de especialista para colocar Denver contra a parede.

Denver conseguiu limitar Derek Carr, que após um jogo de 500 jardas, foi pior que o segundanista adversário Trevor Siemian em jardas e em QB rating.

No entanto isso não foi problema, pois o jogo terrestre do Raiders doutrinou e sobrou na partida.

A linha ofensiva do time preto e prata, fez o que quis com os defensores de Denver, abrindo gaps pelo miolo da defesa, e com a saída de Derek Wolfe que machucou o cotovelo, a avenida até a endzone estava pavimentada.

Não podemos deixar de falar do lindo touchdown de Kapri Bibbs pelo time de Denver. Onde vimos um esforço coletivo nos bloqueios para que o corredor conseguisse adentrar a endzone.

No mais, um jogo que prometia ser bom, realmente foi. Até no último quarto havia chance de vitória para ambas as equipes, entretanto dois turnovers nas últimas duas campanhas do Broncos sacramentaram a derrota.

Agora o Oakland Raiders descansa na próxima semana, curtindo a liderança isolada da AFC West, enquanto o Denver Broncos tenta se recompor para enfrentar o New Orleans Saints, amargando a terceira colocação na divisão.

Um novo futuro está começando para o time de Oakland. Que Derek Carr, Amari Cooper e Khalil Mack, consigam enfim colocar essa equipe de volta nos trilhos e no caminho das vitórias, que fizeram dessa equipe uma das mais famosas do mundo.

Vikings e Lions – Um embate divisional que promete

Vikings e Lions – Um embate divisional que promete

O badalado início do Minnesota Vikings demonstrava que a equipe mesmo sem a estrela Adrian Peterson, e o menino de ouro Teddy Bridgewater, ambos fora por lesão, estava indo para o caminho certo. Mas bastaram duas derrotas seguidas e as dúvidas já aparecem sobre esse time.

Até onde o Vikings que lidera a NFC Norte pode chegar? O time se manterá na ponta da divisão?

É com esse clima que o Detroit Lions viaja até Minnesota para enfrentar o líder dessa divisão. As disputas divisionais na NFL são irracionais. Muita das vezes o time de campanha negativa vence o líder de divisão e quando não, dá um trabalho enorme ao grande favorito.

Sam Bradford e companhia tentarão buscar a vitória em casa, e manter o sonho vivo da torcida para ir aos playoffs. No entanto Matthew Stafford, quem diria, que sem Calvin Johnson teria números tão expressivos, e que Marvin Jones se destacaria tanto.

Com 5 vitórias e 4 derrotas na campanha, os Lions fariam uma confusão nessa divisão que pode ter os três times com 5 vitórias já que o Green Bay Packers, enfrenta um Indianapolis Colts inconsistente.

O jogo tem tudo para pegar fogo, a defesa de Minnesota não dá trégua, está entre as Top 3 do ano, liderando em turnovers e pontos defensivos. Contra um ataque que vem brilhando mesmo com a aposentadoria da sua maior estrela.

O jogo será transmitido às 16h pela ESPN+

Se seu time não joga nesse horário vale a pena conferir esse embate, que promete pegar fogo.

A corrida maluca da AFC West

A corrida maluca da AFC West

Com a temporada regular chegando à sua metade em termo de jogos para as equipes nessa semana oito, vamos analisar a AFC WEST, uma das divisões mais acirradas e insanas dessa temporada.

Oakland Raiders (5-2)
Na liderança dessa corrida maluca está o time da Máquina do Mal (mais pelo símbolo do que pela crueldade) dirigido pelo Dick (Del Rio) Vigarista. Quem imaginava que o saco de pancadas da NFL a poucas temporadas atrás, estaria tão bem nesse ano.

Eles eram uma das grandes promessas no início da temporada juntamente com os Jaguars a alcançarem voos mais altos, nessa divisão deu certo, já para os Jaguars

A dupla sensação da temporada passada AC/DC vem funcionando bem e com adição de Crabtree e Latavius Murray no gameplan o time tem se tornado uma grande potência na AFC West, mas como no desenho será que eles nunca ganharão a divisão (já ganharam mas faz teeeeempo), ou esse ano eles quebrarão o paradigma? O tempo dirá.

Denver Broncos (5-2)
Na segunda posição da disputa, cabeça a cabeça, vem a carroça a vapor (maior vencedor da corrida maluca) com a defesa de Tio Tomas (Wade Philips) e seu Ursinho Chorão (Von Miller). O atual campeão do Super Bowl, desacreditado pela aposentadoria da lenda Peyton Manning, e da debandada do herdeiro Brock. Se viu com uma escolha de sétima rodada para conduzir a sua ofensiva. A defesa vem segurando grandes ataques a poucos pontos, o que tem deixado os jogos em boa situação para o ataque. A disputa da liderança da divisão está pelos critérios de desempate.

Kansas City Chiefs (4-2)
Logo atrás e já com uma semana de folga vem o carro Cupê do Mal com Medinho (Alex Smith) e Medonho (Jamaal Charles voltando de lesão). O time do quarterback mais conservador da NFL (daí Medinho), ganhou o auxílio de Jamaal Charles que voltou de lesão e que costumeiramente consegue temporadas de números absurdos (daí Medonho). O time do head coach Leôncio (ops, é outro desenho), Andy Reid tem tudo pra brigar pela liderança dessa divisão. Tem uma defesa forte e um ataque que não compromete. Tem tudo para ir longe se ganhar os duelos divisionais.

San Diego Chargers (3-4)
O ataque liderado pelo Professor Aéreo (Philip Rivers) só não é mais eficiente porque o time sofre com as lesões a tempos, o running back segundanista Melvin Gordon vem se destacando e tem aliviado um pouco o jogo aéreo. A defesa contou com a adição de Joey Bosa nesse draft, que tem jogado em alto nível (quando joga). O Chargers não teve sorte/competência para ganhar seus jogos, era pra estar bem melhor na AFC West. Mas é questão de ajustes para eles se destacarem.

Fiquem de olho nessa divisão, qualquer um pode ganhar, talvez o Chargers com menos probabilidade, mas com muita certeza a AFC West colocará de dois a três times nos playoffs desse ano.

 

Entre Jardas | Futebol Americano BR - 2014