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De olho no Scouting Combine

De olho no Scouting Combine

Com o inicio do Combine, os olhares voltam-se para aqueles jogadores que foram destaque no College. Possivelmente, 335 desses jogadores estarão no Draft, e a partir daí a história de um time pode mudar.

Na agenda da NFL o ano começa com o Scouting Combine em Indianápolis. São sete dias de teste dos mais variados que analisam força, resistência, velocidade e raciocínio. Afinal de contas, as táticas usadas durante os jogos nada mais é do que pura lógica e raciocínio.

A liga de futebol americano universitário (NCAA Football) é uma grande peneira a qual vemos jogadores que se destacam ao longo da temporada e que podem ser grandes estrelas da NFL. É claro que para toda regra existe sempre uma exceção, como é o caso de Johnny Manziel. Ele foi o melhor quarterback no na Universidade do Texas e chegou com ao Cleveland Browns com muita expectativa em 2014. Hoje, enfrenta um dos piores pesadelos da sua história: está fora dos Browns e ainda, enfrenta problemas com o álcool e uma investigação de violência doméstica contra sua ex-namorada.

Falando do que realmente importa, o site oficial da NFL divulgou uma lista com os jogadores que farão seus testes ao longo dessa semana. Na posição de quarterback, vou comentar pelo menos dois jogadores que merecem destaque.

Jared Goff, da universidade da Califórnia já foi comparado ao Matt Ryan, do Atlanta Falcons. Ele é o tipo de jogador de velocidade, com passes em profundidade e uma boa força no braço para passes longos. Um jogador alto, atlético e veloz tem boas chances de trabalhar esses potenciais e tornar-se um quarterback diferenciado. Contudo, como todo ser humano, ele tem seus pontos fracos. Foi sacado 81 vezes e sofreu 24 fumbles em três anos. Além disso, ele é rápido em escapar do pocket, mas ainda não consegue finalizar o passe enquanto foge da defesa e esse ponto é extremamente importante para um jogador na sua posição, afinal, ele enfrentará defesas experientes e ágeis.

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Jared pode ser muito útil no Dallas Cowboys, San Francisco 49ers, Philadelphia Eagles ou Cleveland Browns.

Mais um destaque para a nova geração de quarterbacks é o Carson Wentz de North Dakota State. Comentaristas da NFL já o compararam com Cam Newton e Blake Bortles pela sua maneira de jogar. Ele é aquele tipo de jogador que não fica preso no pocket. Quando pressionado, ele consegue escapar tanto finalizando os lançamentos como avançando algumas jardas em suas corridas. Versatilidade é um ponto importante para um jogador, principalmente para os times que atualmente estão precisando muito de jogadores assim.

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Pensando em times que precisam de quarterbacks velozes como Carson, o Houston Texans, Los Angeles Rams e claro, os 49ers, Cowboys e Eagles são times que podem estar na briga pelo garoto.

Isso foi só uma pequena amostra do que é o Combine. Os testes são feitos para todas as posições e a lista de jogadores é grande. A nossa torcida é para que os melhores venham e que eles escrevam sua história na liga.

Super Bowl à vista: só os melhores sobreviverão

Super Bowl à vista: só os melhores sobreviverão

Jogos empolgantes nesse final de semana marcam os campeões da conferência Americana e Nacional. Quem levará a melhor?

Certamente, um dos jogos mais empolgantes será dos Patriots contra os Broncos em Denver. Os times já se enfrentaram quarto vezes em jogos de pós temporada, com uma leve vantagem para o time do Denver Broncos:

1986 – vitória dos Broncos 22-17;
2005 – vitória dos Broncos 27-13;
2011 - vitória dos Patriots 45-10;
2013 - vitória dos Broncos 26-16.

Com um quadro desses, não é de se admirar o tamanho da rivalidade entre os dois times.

Ver um jogo como esse dá um certo prazer até para quem não é torcedor do Tom Brady e do Peyton Manning. Seus times têm os melhores quarterbacks da história da liga além de recebedores que fazem um sucesso estrondoso. De um lado temos o Rob Gronkowski, Julian Edelman, Danny Amendola que fazem recepções e corridas que deixam qualquer praticante de corrida com inveja. Já o time de Manning tem Damarius Thomas, Emmanuel Sanders, C.J. Anderson, que são tão bons quanto os fiéis escudeiros patriotas.

Outro fator que torna o jogo ainda mais empolgante é o fato de que Peyton Manning ainda não ganhou o Super Bowl como líder dos Broncos. A única vez que ele conquistou o Vince Lombardi Trophy foi em 2007 contra o Chicago Bears, como líder o Indianápolis Colts.

E o que podemos dizer sobre o jogo entre o Carolina Panthers e o Arizona Cardinals? Sem dúvida, ambos fizeram um ótimo trabalho ao longo da temporada de 2015. Não foi à toa que chegaram tão longe.

Carson Palmer tem uma boa secundária nas mãos e isso o torna mais forte e consistente. Jogadores como Larry Fitzgerald, David Johnson, Michael Floyd foram os jogadores de destaque ao longo da temporada regular e dos playoffs. Rapidez, agilidade e precisão foram os temas do time neste ano.

Por outro lado, o time de Cam Newton demonstrou uma grande competência em campo. A maior parte dos jogadores que estão em campo hoje, iniciaram um período de re-estruturação em 2011. Assim, podemos dizer que este é o ano de colheita. O resultado foi visto e admirado ao longo de 2015, e mais ainda no último jogo contra os Seahawks, quando o rugido foi ensurdecedor e os falcões do mar saíram de Carolina do Norte um pouco surdos.

Diante de jogos tão empolgantes, fica difícil prever quem vai vencer. Cada um vai torcer para um time. Pessoalmente, eu Sueli, estou no aguardo de um Super Bowl entre Panthers e Broncos. Já imaginou?

Façam suas apostas e que comecem os jogos.

Seahawks: de falcões enfraquecidos a guerreiros determinados

Seahawks: de falcões enfraquecidos a guerreiros determinados

Alguém viu os Cardinals por aí? Os falcões assustaram os passarinhos do Arizona.

Para os fãs do Seattle Seahawks, a vitória do último domingo não foi apenas um milagre, já que os Cardinals eram favoritos para a vitória. Quem acompanhou os Seahawks, percebeu a evolução do time ao longo das 17 semanas. Os desafios não foram apenas em campo, enfrentando times que se apresentavam cada vez mais fortes e surpreendentes, mas no próprio time, com lesões e contusões de jogadores importantes tanto na defesa quanto no ataque.

Nas primeiras 8 semanas da temporada regular, o Seahawks perderam 4 jogos e venceram 4. Não parecia o mesmo time de 2014, afinal, as derrotas vieram de jogos dos quais o time tinha total condições de vencer, como por exemplo, na semana 1 contra os Rams e até mesmo contra os Packers. Uma das razões dessas derrotas foi a falta de Kam Chancellor, second safety que não jogou nas duas primeiras partidas e ainda ficou fora dos 3 últimos jogos da temporada regular. Ele teve uma lesão na pélvis recentemente o que o torna questionável para os próximos jogos.

Outros jogadores importantes como Marshawn Lynch (running back) teve que fazer uma retirada de uma hérnia no abdômen. Como todo sabem Lynch é extremamente importante para o time, e como já passou pela cirurgia e pelo período de repouso, fica a dúvida de quando ele retornará, e se vai dar tempo para jogar nos playoffs. Segundo o site do Seahawks, Pete Caroll o aguarda para os treinos muito em breve. Esperamos vê-lo nesta pós temporada e estaremos aguardando novidades sobre o seu retorno. Michael Bennett (Defensive End), Luke Willson (Tight End), Jordan Hill (Defensive Tackle), Jimmy Graham (Tight End), Anthony McCoy (Tight End) também se ausentaram e isso fez uma grande diferença no rendimento do time.

Mesmo com tantos desafios, a torcida do Seattle tem muito para se alegrar. O primeiro destaque da temporada vai para Russell Wilson que alcançou um recorde histórico tanto para liga quanto para o time. Ele foi o responsável por nada mais, nada menos que 4.000 jardas para touchdown, 30 touchdowns e 500 jardas terrestres. Não há dúvidas que a liga tem um dos melhores quarterbacks. A prova disso está em campo, é só assistir um jogo e qualquer um pode perceber que Wilson é um jogador diferenciado e acima da média. Outro destaque da temporada vai para Thomas Rawls (Running Back) que entrou no time em maio do ano passado. Ele substituiu Marshawn Lynch durante sua ausência e sua atuação foi simplesmente excelente. Nem parece um jogador novato. Foram 830 jardas corridas e 4 touchdowns em 13 jogos.  É um profissional disfarçado de jogador novato. Além disso, Doug Baldwin (Wide Receiver) é o braço, a mão, o pé direito de Russell Wilson. Ele alcançou apenas a marca de 18 touchdowns em 4 jogos. Pouca coisa, não acham? Por último, Tyler Lockett (Wide Receiver), que foi draftado no terceiro round, conseguiu um histórico retorno de 105 jardas para touchdown contra o Chicago Bears na semana 3. Isso é só um exemplo de uma temporada brilhante. Um dos melhores da liga, com toda certeza.

Por essas e outras e apesar de muitas lesões no time, podemos dizer que os jogadores foram guerreiros para chagar a pós temporada. Muitos times começaram bem, mas não puderam finalizar da mesma maneira. Agora é tudo ou nada para o Seattle. Hoje, eles enfrentarão o Minnesota Vikings em Minnesota. Os Vikings tem um time forte e tem feito uma boa temporada, entretanto tudo pode acontecer.

Aos guerreiros, sorte hoje e sempre!

De gatinhos a panteras: um time que justifica seu o nome

De gatinhos a panteras: um time que justifica seu o nome

Os Panthers apresentaram um monólogo no Bank of America Stadium e são aprovados pelo público e crítica.

Ao longo de toda a temporada, Cam Newton tem apresentado confiança, consistência e uma sincronia com um time muito bem preparado no ataque e na defesa. Os torcedores dos Panthers já esperavam uma vitória contra os Falcons em casa. Entretanto, não era esperado um placar tão robusto.

Quem vê o time com tamanha invencibilidade, digna de uma história de super herói da Marvel Comics, não imagina as mudanças que ocorreram durante os últimos 4 anos para chegar até aqui, como o time com o melhor rendimento da temporada.

Os Panthers “nasceram” em 1993 e chegaram ao Super Bowl  XXXVIII em 2004 contra os Patriots, mas perderam por 32 a 29. O time não conseguiu repetir o mesmo sucesso nas campanhas seguintes e seu pior ano foi o de 2010. Assim, foi preciso uma reformulação no time em 2011 e começou pela contratação de Ron Rivera, que está no comando da equipe até hoje, Cam Newton, primeiro quarterback escolhido no draft daquele ano e Greg Olsen, tight end que veio como reforço no ataque. No ano seguinte, Luke Kuechly foi escolhido para reforçar a defesa na posição de line backer ao lado de Thomas Davis. Graças a este investimento, o ataque e a defesa apresentaram melhorias significativas. Todo esse trabalho foi reconhecido em 2013 quando a defesa foi eleita a segunda melhor da liga.

No draft foram feitas excelentes escolhas que acabaram se encaixando bem no time, em 2008 veio o running back Jonathan Stewart, e no draft de 2014 o wide receiver Kelvin Benjamin, quem vem dando muitas alegrias para os torcedores dos Panthers. Como nem tudo são flores, o time passou por alguns contratempos. Cam fez uma cirurgia no ligamento do joelho antes mesmo de começar a temporada e precisou de 4 meses de repouso. Assim, não pode participar dos treinos. Seu retorno ficou marcado para o jogo contra os Patriots na terceira semana da pré temporada. Na temporada regular, o time termina com 7 vitórias, 1 empate e 8 derrotas e ainda assim consegue chegar aos playoffs. Mas o sonho do Super Bowl ficou em Seattle onde foram derrotados pelo Seahawks. Certamente, a torcida sentiu um alivio quando viu os Panthers vencerem o time de Russel Wilson em outubro de 2015.

Os responsáveis pelo grande sucesso atualmente estão no time até hoje. No ataque, Super Cam tirou o máximo de proveito possível de jogadores jovens como Ted Ginn Jr e Corey Brown. Além de extrair o potencial dos jogadores mais jovens, ele apresentou uma versatilidade pouco vista na liga. Basta ver a pressão do time adversário e as suas corridas, mais as jogadas aéreas e terrestres, demonstrando visão de jogo acurada. Já na defesa, os nomes que trazem orgulho para a torcida são Luke Kuechly e Thomas Davis, os mesmos jogadores que iniciaram o trabalho de construir uma defesa sólida em 2011. Podemos contar também com Josh Norman responsável por 4 interceptações, 2 touchdowns e 40 tackles solo até o momento.

Com tudo isso, não é de se duvidar que o time esteja em uma de suas melhores fases. Todo esse trabalho não foi apenas uma soma de jogadores jovens, capazes e boa equipe técnica, mas talvez a receita para o sucesso de um time tão novo está na visão de mudança, investimento em jovens potenciais olhando o que eles podem se tornar no futuro e muita paciência. Os produtos dessa soma são visíveis em campo e isso afeta, inclusive, no emocional dos jogadores. É impossível não se divertir com as brincadeiras e piadas de Cam Newton, por exemplo.

Por essas e outras razões, os Panthers tem condições de nos surpreender. É possível que o time chegue ao Super Bowl sim, por que não? Para chegar longe, é preciso muita coragem, determinação e um espírito leve. E isso eles tem de sobra.

Às noites de quinta não são mais as mesmas.

Às noites de quinta não são mais as mesmas.

Mais um Thursday Night com um jogo que deixou os fãs dos Vikings e dos Cardinals roendo as unhas.

Se por um lado o Arizona Cardinals precisavam ganhar para garantir suas chances de classificação para os playoffs, do outro lado a vitória manteria o Minnesota Vikings no primeiro lugar da NFC norte, apesar da terrível derrota do último domingo pela 13 semana da temporada 2015-2016 contra o Seattle Seahawks, e pra azedar de vez, o rival Green Bay Packers venceu de maneira histórica o jogo contra os Lions na penúltima quinta-feira.

Como já era de se esperar, foi um jogo apertado e sofrido e o Arizona Cardinals de Carson Palmer chegaram a 20-10, mas logo veio o empate. Palmer deu trabalho para os Vikings, mas mais do que isso, ele fez história nos Cardinals chegando à marca 31 touchdowns. Além dessa marca histórica, o quarterback de Arizona chega até aqui com 9 interceptações na temporada 2015-2016 e 4.003 jardas. Em 2013, Carson terminou a temporada com 4.274 jardas, 24 touchdowns e 22 interceptações. Nota-se a diferença não só em números, mas em campo. Fruto de muito trabalho e de um grande potencial que já foi demonstrado na temporada de 2014.

O Minnesota Vikings também tiveram sua noite histórica. Adrian Peterson chegou ao seu centésimo touchdown, e não foi o suficiente para evitar a derrota. Até que o time de Minnesota poderia levar o jogo para a prorrogação, já que estava empatado em 20-20 e faltava pouco para acabar o último quarto. Quando o relógio marcou 10 segundos, Bridgewater sofreu um fumble do linebacker Dwight Freeney, acabando com qualquer sonho de vitória dos Vikings. Definitivamente, às noites de quinta já não são mais as mesmas!

O próximo jogo dos Cardinals será contra os Eagles no dia 20 de dezembro, e a torcida da franquia de Arizona agora é contra o Seattle Seahawks, porque se eles perderem, as chances de playoffs dos Cardinals já estão garantidas.

Já os Vikings seguem lutando pela classificação da mesma maneira, recebem os Bears no próximo domingo, torcendo contra os Packers que recebem os Cowboys no Lambeau Field hoje.

E a liga permanece uma caixinha de surpresas.

Eu, eu mesma e a bola oval

Eu, eu mesma e a bola oval

Meu nome é Sueli e tenho 35 anos e sim, não pareço ter essa idade. Quem liga? Nascida em São Paulo, cidade maluca e apaixonante que me conquista todos os dias com suas peculiaridades, apesar dos grandes problemas que enfrentamos.

Sou fã de Futebol Americano desde o fim de 2011. Você pode até se perguntar “Opa. Uma mulher que curte futebol americano? É mesmo?” Já ouvi muito essa frase e acho normal, até porque é um esporte bem diferente do nosso soccer. Por conta disso, não leva a ferro a fogo quando me fazem uma pergunta dessas. Tudo começou quando li num blog uma notícia sobre um jogo dos Broncos contra os Steelers. Naquele momento, Tim Tebow era o quarterback principal dos Broncos e uma atitude dele me chamou muito a atenção. Tim fez uma oração audível, antes de entrar em campo e isso me causou espanto mais até do que a virada do jogo em si. Por compartilhar a mesma fé que Tim, fiquei super feliz em ver uma atitude dessas, mas ainda assim fiquei bem desconfiada. Tem muita gente que se diz cristão, mas faz cada bobagem tão gritante que me entristece, profundamente. Acompanhei a sua careira dentro e fora do campo e o resto não preciso dizer. Sou fã declarada de Tim Tebow e acredito que ele está muito bem na ESPN, mas isso é assunto para um outro momento.

Comecei a acompanhar a NFL em 2012. Até então, eu não tinha um time definido, mas tinha uma simpatia pelos Jets. Tebow era o quarterback na época e aquele, definitivamente, não foi seu melhor ano. Depois de um bom tempo, já estressada com fumbles do Mark Sanchez, resolvi poupar meu coração de um ataque cardíaco. Resolvi ver um jogo dos Packers contra os Vikings. Os Packers perderam de 37-34, mas dois jogadores me impressionaram naquele momento: Aaron Rodgers e Clay Matthews. Clay era um predador e isso estava muito claro. Aaron fez lançamentos que me tiraram o fôlego. Aquele time não era o mesmo que o atual, mas eu já conseguia enxergar um grande potencial. Era questão de tempo. Desde o dia 30 de dezembro de 2012, os Packers tornaram-se meu time do coração.

Desde então, busco informações e conhecimento sobre o assunto. Aprendi muita coisa assistindo os jogos, pesquisando e aprendendo com outros fãs e torcedores. É muito bom ver os Packers fazendo um ótimo trabalho. A defesa tem melhorado muito em comparação com aquele time de 2012. Por esta razão, o futebol americano tornou-se minha paixão. Nunca se sabe quando e como uma partida ou uma temporada podem terminar. Há sempre uma possibilidade para o inesperado.

Esta paixão me levou a ser colunista de um blog canadense, o NFLfemale.com desde 2014. Escrever comentando os jogos e dando palpites é um grande desafio, mas tem dado muito certo. Esse é outro fator que me ajudou a entender mais o futebol americano, já que tinha que fazer pesquisas e muita leitura.

Preciso dizer o por que eu gosto de futebol americano? Simples, não é?

Então, vamos curtir juntos e aguardar as grandes surpresas que essa temporada reserva. Futebol Americano é uma caixinha de surpresas.

 

Entre Jardas | Futebol Americano BR - 2014