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Quarterback do Titans se lesiona e perderá seis semanas

Quarterback do Titans se lesiona e perderá seis semanas

Não está fácil a vida do Tennessee Titans na abertura dos treinos desta temporada, afinal, a equipe terá que utilizar seu terceiro reserva para comandar o ataque durante os treinos voluntários e o minicamp obrigatório. Tudo porque seu quarterback reserva, Matt Cassell perderá seis semanas de treino para operar o polegar.

O titular Marcus Mariota está em processo de recuperação de uma fratura na fíbula sofrida na semana 16 da temporada passada, e só deve retornar aos treinos integrais no final de junho. O anúncio da contusão de Cassell veio através do treinador da equipe, Mike Mularkey.

Cassel precisará ter um pino colocado no polegar e provavelmente vai demorar cerca de seis semanas para sua recuperação”, disse o treinador dos TitansEle deve estar pronto para ir ao campo de treinamento, em julho.”

Com a situação quem comandará o ataque nos treinos da equipe é Alex Tanney, terceiro no gráfico de profundidade. O jogador chegou na equipe no ano passado após passar pelas equipes de treinos de várias franquias desde 2012. Calouro não selecionado no Draft 2012, teve o Cowboys como sua primeira equipe, depois passando por Browns, Buccaneers, Bills, Colts, além do próprio Titans.

Tennessee Titans v Jacksonville Jaguarspara

Depois de “herdar” a posição de titular nos treinos voluntários, Tanney se mostrou feliz com a oportunidade, e mesmo sem muitas chances de jogar na temporada regular o quarterback se fiz preparado para o desafio.

Eu estou me preparando como se eu pudesse jogar, mesmo que eu não esteja relacionado no domingo”, disse Alex Tunney. “Eu tenho essa abordagem na baixa temporada e faço isso da mesma forma. Já passei por algumas equipes,  esta é a minha sexta ou sétima equipe, e o núcleo que temos aqui é algo de que quero ser parte, porque está indo em uma direção muito boa.”

Sem Matt Cassell e Marcus Mariota (foto) nos treinos a equipe perde tempo valioso no entrosamento dos jovens valores com os quarterbacks. A equipe selecionou o recebedor Corey Davis na primeira rodada e Taywan Taylor na terceira, e os treinos dos calouros nesta fase da temporada ajuda muito no processo de identificação dos jogadores com o quarterback. O Titans surge como um dos favoritos aos playoffs este caso Mariota volte a jogar como no ano passado.

Telvin Smith solta o verbo contra a equipe

Telvin Smith solta o verbo contra a equipe

Imagine se um analista de futebol americano viesse a público e dissesse que pelo que viu nos treinos voluntários uma equipe iria fracassar. Seria um desastre para a carreira deste profissional, afinal, todos diriam que é muito cedo e que ainda há tempo para a equipe montar seu time. Agora imagine se esta equipe fosse uma das que mais investiu na agência livre, foi bem no Draft e ainda tivesse trazido para esta temporada um novo diretor para gerir o futebol. Seria uma crítica ainda mas infundada e precipitada?

Pois bem, a crítica veio nesta terça-feira e não foi de um analista ou jornalista, mas sim de um dos principais jogadores da defesa do Jacksonville Jaguars, o linebacker Telvin Smith. Em três anos com a equipe o atleta só sentiu o “gosto” da vitória por 11 vezes e não poupou seus colegas em entrevista coletiva. O jogador ente outras coisas se diz insatisfeito com o trabalho demonstrado até aqui, e que se não mudar a postura e a postura da defesa o time novamente terá apenas três vitórias na temporada.

“Com os jogadores que temos deveríamos estar pelo menos um nível além do que estamos”, afirmou Smith. “Como jogadores, temos que fazer a nossa parte e nos comprometer em campo. É o que queremos? Qual a nossa mentalidade? A mentalidade dessa equipe não é grande e os adversários ainda estão nos vencendo.”

O desabafo a princípio parece um discurso motivacional, mas não é. Em certa parte da entrevista Smith acusa alguns de seus colegas de não estarem se comprometendo para aprender o novo sistema. Ele acredita que uma equipe “grande” deve e já está fazendo isso, enquanto o Jaguars novamente está se preparando para perder.

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“Ainda existe uma cultura aqui que deve ser quebrada antes que uma outra possa ser criada”, disse Smith“Eu falo porque quero que a equipe esteja bem, alguns caras que estão aceitando o sistema e querendo fazer parte dele estão se esforçando, mas só alguns se esforçarem não é o suficiente. Todas as outras equipes também estão se esforçando.”

A revolta de Telvin Smith não é para menos, afinal, o jogador chegou no Jaguars vindo de uma campanha muito boa em Tallahassee. Em 55 jogos sua equipe venceu 45, então em três temporadas vencer apenas 11 jogos é muito frustrante. O Jaguars tem a pior campanha dos últimos três anos junto com o Cleveland Browns, somando 37 derrotas. Neste período a equipe teve o maior índice de turnovers, foram os piores em forçar sacks e também em interceptações. Blake Bortles é o quarterback que mais sofreu turnovers e o segundo em interceptações nas últimas três temporadas.

“Eu entendo que agora é a hora de montarmos o time”, afirmou Smith“Não podemos esperar chegar o campo de treinamento para começarmos a nos dedicar. Temos que decidir onde a equipe está e quer chegar neste momento.”

O Jacksonville Jaguars - como todas as outras equipes – ainda está treinando off pads, e normalmente os jogadores mais veteranos, caso da defesa do time costumam se poupar nos exercícios físicos e drills, e talvez este seja o motivo a revolta de Smith com o restante da equipe. Agora temos que aguardar para ver o que Tom Coughlin e Doug Marrone pretendem fazer a respeito da declaração.

Três quarterbacks titulares que muitos não conhecem

Três quarterbacks titulares que muitos não conhecem

Depois de um Draft surpreendente quando o principal assunto foram os quarterbacks, as atenções estão todas nos novos nomes que saíram na primeira rodada. Porém temos três nomes que muitos não conhecem e que tem muita chance de começar a temporada deste ano como titulares. Eles não saíram em uma primeira rodada de Draft e muito menos este ano, mas depois de passarem algum tempo “hibernando” chegam aos treinos como titulares de suas equipes e podem surpreender os espectadores.

O primeiro a ser anunciado como tirar e que não tem nenhum “glamour” e nem se encontra nas capas de jornais e revistas, mas mesmo assim será titular de uma equipe que chegou aos playoffs ano passado. Tom Savage está no Houston Texans há três temporadas (Draft 2014, 135° escolha geral). Nesse tempo viu alguns quarterbacks passarem pela equipe e ficou lá, “quietinho” aprendendo o jogo da equipe. No ano passado teve a grande chance de começar duas partidas, mas acabou sofrendo uma concussão e perdeu a pós-temporada.

A equipe sonhava com Tony Romo, e depois dá aposentadoria do jogador a equipe selecionou Deshaun Watson na primeira rodada deste ano. Assim Savage tem apenas uma chance de continuar como titular da equipe no ano que vem: jogar muito este ano. No College nunca foi um grande destaque,  onde nunca passou das três mil jardas. Bill O’Brien confia nele, e se jogar os passes certos pode se apresentar melhor que o ex-titular Osweiler.

NFL: Cleveland Browns at Cincinnati Bengals

Cody Kessler (foto) atua de forma diferente. Foi protegido no ano passado mesmo quando teve que entrar para substituir Robert Griffin III e Josh McCown. Ele estreou no dia 25 de setembro e teve no total oito partidas como titular. Nelas foi poupado por Hue Jackson nas chamadas de ataque, resultando em apenas 6 passes para touchdown e 2 interceptações.

Começou este ano como titular nos treinos voluntário, mas vai sofrer um pouco com a concorrência, afinal, Brock Osweiler está na equipe, e se ele voltar a desempenhar o jogo que apresentou no Denver Broncos será difícil Kessler se manter titular.

No College ele defendeu USC e foi muito bem, sendo o atual recordista da universidade com sete passes para touchdown em uma única partida. Passou das 10800 jardas e seu índice de touchdowns comparados com o de interceptações foi muito bons (88 TDs/19 INT), além claro de uma média de 68% de conclusão de passes, número s muito bons para o College. Tem uma equipe renovada e vai surpreender muitos fãs da liga este ano.

E por fim a segunda escolha do New York Jets no Draft do ano passado, Christian Hackenberg. O ex-quarterback de Penn State é um dos jogadores mais enigmáticos com chances de ser titular este ano, afinal, ninguém sabe como anda sua evolução. Foi redshirt no ano passado e a equipe manteve quatro quarterbacks no elenco apenas para lhe dar a oportunidade de aprender, e agora vai mostrar nos treinos se será o titular da equipe na temporada, fato que a imprensa de New York garante que irá acontecer.

Hackenberg tem uma certa pressão nos ombros desde que saiu do ensino médio classificado pela ESPN como o melhor quarterback do país. Dentre várias opções, como Alabama, UConn, Flórida, South Carolina, Pittsburgh, Tennessee e Virginiaescolheu Penn State, jogando como titular logo em seu primeiro ano.

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As performances calmas e seguras de Hackenberg (foto) renderam muitos elogios de Bill O’Brien, técnico da equipe na época e hoje no Houston Texans. Hackenberg foi eleito nada menos que cinco vezes o melhor freshman da semana de sua conferência. No segundo e terceiro ano com a faculdade suas performances caíram um pouco, e alguns jogos em que ele perdeu um pouco de estabilidade emocional o tiraram da primeira rodada do Draft 2016. Existem fontes que garante que o Jets antecipou sua escolha após saber que o New England Patriots iria escolhe-lo na segunda rodada, e que Jacoby Brissett era a segunda opção. Christian Hackenberg é a grande esperança dos fãs e dá equipe para o futuro.

Temos três nomes que devem entrar em campo, e apenas um deles não atuou nenhuma vez profissionalmente. Os três tem muito em comum, serem desconhecidos que irão levar sua equipe a campo este ano, e quem sabe ainda nesta temporada poderemos vê-los nos playoffs​.

Completo!

Completo!

A NFL de hoje está muito mais dinâmica que há alguns anos. A tecnologia empregada nas análises das partidas e a evolução constante do jogo fazem com que os treinadores e principalmente coordenadores das equipes tenham que evoluir seus atletas para cada vez mais situações. E são estas situações que definem uma partida difícil.

Um running back surpreender ao aparecer entre as linhas e receber um passe e converter uma descida, ou um wide receiver receber a bola das mãos do quarterback atrás da linha de scrimmage e correr para touchdown são jogadas cada vez mais vistas nos playbook das equipes, tudo em nome da evolução do esporte, afinal, os ataques precisam superar as defesas, que cada vez mais estão evoluindo tanto na tática quanto na força dos jogadores, que estão cada vez maiores e mais atléticos.

E está foi uma vertente das equipes ao escolher seus jogadores no Draft 2017. O corredor Christian McCaffrey teve uma grande “subida” este ano e saiu de uma possível segunda rodada para o “top 10″ exatamente por isso, por ser dinâmico. No Combine ele fez exercícios tanto de running back quanto de wide receiver, e a partir dali se tornou objeto de desejo de pelo menos três equipes. Mas ele não foi o primeiro corredor escolhido, sendo preterido por Leonard Fournette.

O ex-corredor de LSU ao contrário desta “moda” híbrida que assola a NFL chegou ao Jacksonville Jaguars com apenas 41 recepções​ em três anos no College. Ele não era o tipo de jogador que poderiam pensar que faria esta jogada, quer dizer, a equipe não imaginava que ele poderia fazer. Mas após a primeira semana de treinos com o elenco completo o jogador surpreendeu a todos e se mostrou um grande recebedor, empolgando seu treinador, Doug Marrone.

A única coisa que me impressionou nesta semana de treinos foi Leonard, ele pegou bem a bola”, disse MarroneEstou animado com isso, em todos os exercícios que fizemos ele só deixou de pegar a bola lançada uma única vez. Foram mais de cem repetições durante a semana. Isso é muito bom para o time.”

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A empolgação de Marrone cresce pois a equipe tem trabalhado este tipo de jogada desde que ele assumiu como treinador principal. No ano passado a equipe havia feito este tipo de jogada – passes para corredores – por apenas 22 vezes até que a nova comissão assumiu, a aumentou este número em mais de 100% nas últimas nove partidas. O coordenador ofensivo da equipe, Nathaniel Hackett utilizou muito estes passes para corredores nas duas temporadas que esteve com o Buffalo Bills, e agora com a “descoberta” desta vertente no jogo de Fournette, a equipe cresce ainda mais em expectativa.

Mas para Fournette isso não é nenhuma novidade. O jogador pode não ter sido utilizado no College nesta função, porém já sabia deste seu talento e confia nele. Depois de jogar para 3830 jardas terrestres e 40 touchdowns na faculdade, mais do que nunca Fournette se apresenta como uma jogador completo para brilhar nesta temporada.

“Eu sempre fui um bom recebedor”, disse Fournette. “Apenas a escola que eu fui preferia que eu corresse. Quando eles me jogam a bola eu simplesmente a pego, é natural para mim. Acho que estou fazendo um bom trabalho, pegando no ponto mais alto, concentrando-me nela (bola). Agora quando treinarmos com os pads quero mostrar minha força correndo e quebrando os bloqueios.”

Tem força, velocidade inicial, um grande físico e ainda está se destacando como um grande recebedor, além claro de ser cotado como o “novo Adrian Peterson“. A cada relato de treino de Leonard Fournette ficamos mais empolgados para vê-lo em campo, e desde já surge como favorito para vencer o prêmio de “calouro ofensivo do ano”.

Onze calouros que vão mudar o destino do campeonato

Onze calouros que vão mudar o destino do campeonato

Não podemos negar que depois do Draft deste ano muita coisa na NFL vai mudar. Talvez não o campeão de cada conferência ou até os vencedores das divisões mais óbvias, mas temos alguns calouros que prometem dar um “up” em suas equipes e torná-las mais competitivas. Existem muitos bons valores que foram escolhidos no Draft 2017, mas para não ficar massante vamos falar de onze jogadores que terão papel “chave” na reconstrução de suas equipes e que podem mudar o rumo da divisão que vão atuar.

Alguns deles não são uma escolha de primeira rodada e devem ser olhados com muita atenção. Também existem equipes que fizeram um “combo” neste Draft para privilegiar sua primeira escolha e contam como fatores preponderantes para quem sabe acabar com alguma hegemonia ou derrubar um favorito. Então vamos lá:

AFC NORTE:

Myles Garrett  -  A primeira escolha geral é cotada para ser o “novo” Von Miller ou Julius Peppers, e pelo que foi visto nos primeiros treinos tem muita chance de ser mesmo. Garrett não vai  fazer o Browns vencer a divisão, mas com ele na defesa podem apostar que além da equipe não terminar 1-15 vai derrubar pelo menos duas equipes da AFC Norte em pelo menos uma das duas partidas. Não existe futebol americano sem uma defesa que pressione o quarterback e ele chega para fazer isso. Foi sem  dúvida a melhor escolha do Draft 2017.

Joe Mixon - Podem falar o que quiser dele, afinal, ele tem que ouvir de cabeça baixa e aceitar. Imperdoável o que ele fez no seu primeiro ano de College, mas se tivesse tido a oportunidade de participar do NFL Combine e sua escolha não causasse tanta repercussão negativa, arriscava ser escolhido antes de Leonard Fournette. O Cincinnati Bengals volta a ter um jogo terrestre e com os outros jogadores que vão compor o elenco tem muita chance de voltar aos playoffs. Notem que citamos Mixon mesmo com a equipe selecionado John Ross.

NFC NORTE:

Dalvin Cook (foto) - Três acusações criminais e três sentenças que lhe declararam inocente. Foi isso que fez Cook cair tanto no Draft 2017, seu passado. E o Vikings adorou, afinal, sem escolhas na primeira rodada conseguiu um jogador que promete ser o futuro da franquia no jogo terrestre. Talvez não seja um Adrian Peterson, mas foi escolhido por dois anos consecutivos para a “primeira equipe” da América, foi o MVP do Orange Bowl e ainda ganhou o Jim Brown Award.

Delano Hill, Dalvin Cook

O Vikings não teve um jogo terrestre ano passado, sobrecarregando Sam Bradford e sua linha, que acabou sofrendo muitas baixas. Agora, com ele somando forças com o veterano Latavius Murray a equipe de Minnesota muda totalmente o panorama da NFC Norte.

AFC SUL:

Leonard Fournette - Antes de falarmos do melhor running back do Draft 2017 ( no contexto geral), precisamos enaltecer a contratação de Tom Coughlin para comandar o futebol da equipe. Além de escolher um dos melhores jogadores do Draft, ele ainda conseguiu um dos melhores jogadores de linha ofensiva para bloqueios de corrida da classe, Cam Robinson. Mas voltando ao atleta que vai fazer diferença na divisão, Fournette era o sonho de qualquer equipe.

Na avaliação pré-draft ele conseguiu uma pontuação maior que Ezekiel Elliott e Adrian Peterson. Isso significa que se os três estivessem na mesma classe Fournette seria escolhido antes. Tem tudo para ser grande na NFL, mas só depende dele. Segundo Coughlin, o ataque vai ser construído em volta dele e deveremos ver – agora vai – o Jaguars disputando o título da divisão.

Corey Davis - Todos esperavam que o Titans escolhesse Jamaal Adams ou Marshon Lattimore, mas a equipe precisava de um recebedor para dar dinâmica a seu ataque. Quando Davis foi escolhido, o futuro Hall da Fama Steve Smith Jr, que comentava pela NFL Network disse: “A melhor escolha se você quer que alguém realmente pegue a bola, não corra rotas e espere o passe, mas que pegue a bola”. O bom ataque do Titans vai se tornar ótimo com ele e tem grandes chances de vencer a divisão.

NFC SUL:

Christian McCaffrey (foto) - Uma das melhores escolhas do Draft e que chegou no minicamp com uma atitude de profissional. Ele sabe que é muito veloz e bom nas rotas do jogo terrestre, mas mesmo assim treinou muito para ser uma opção recebendo a bola. E não estamos falando de passes curtos dos quais os running backs estão acostumados, mas de bolas em profundidade. Ele é muito rápido, inteligente e vai ser a grande opção de Cam Newton no ataque. Ele ajuda a colocar o Panthers como postulante da sua divisão.

OJ Howard - Uma das melhoras escolhas do Draft 2017 pela posição que saiu. Talvez por se poupar no Senior Bowl alguém tenha pensado que ele não é tudo o que falamos, mas Howard é um tight end pronto para brilhar. É um futuro Pro Bowl, principalmente jogando no esquema que consagrou Mike Evans. Com ele o Buccaneers fecha um dos melhores ataques da NFL e vai jogar para vencer a divisão.

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AFC LESTE:

Jamaal Adams - Apesar de na nossa opinião esta divisão já estar decidida, temos que citar este atleta como a segunda melhor escolha do Draft. Não falamos pela posição que foi baixa devido seu talento (6° escolha geral), mas por ele ser um futuro Pro Bowl, Caiu em uma equipe que já declarou estar em reformulação e que não disputará nada este ano, mas deve ter números expressivos mesmo jogando no Jets.

NFC LESTE:

Derek Barnett - Finalmente o Eagles terá um jovem edge que vai fazer a diferença. Quando ele foi anunciado os fãs da equipe que lotavam as dependências do Draft foram a loucura, e não é para menos. Terá um impacto imediato na equipe e desde já ficamos imaginado ele lutando contra a linha ofensiva do Cowboys. Tem tudo para ser o “calouro defensivo do ano”, e sabe por que? Fácil, 33 sacks e 53 tackles para perda de jardas em três anos de SEC.

AFC OESTE:

Mike Williams - O melhor recebedor escolhido em na primeira rodada de um Draft desde Amari Cooper, quinta escolha geral de 2015. E coincidentemente eles irão se enfrentar este ano. Não foi nenhuma surpresa ele ser escolhido no “top 10″ e jogando com Philip Rivers vai mudar de maneira absurda o jogo do Chargers, A equipe agora de Los Angeles está seguindo o mesmo caminho do Oakland Raiders e vai dificultar muito a vida dos favoritos de sua divisão. Mike Williams, Tyrell Williams e Antonio Gates por cima, e Melvin Gordon por baixo vão fazer um grande estrago nas defesas adversárias.

NFC OESTE:

Reuben Foster (foto) - Muitos dirão: “Como assim o Foster e não o Thomas… Mas o tempo dirá aos fãs do San Francisco 49ers e aos fãs do esporte em geral se estamos certos ou não. Foster era uma escolha alta que caiu por três infortúnios praticamente no mês do Draft. Primeiro declarou a cirurgia no ombro, que na verdade não é nenhuma preocupação, afinal, ele ganhou o prêmio de melhor linebacker do país jogando “contundido”. Depois veio a confusão no Combine e ele saiu de lá sem poder apresentar os exames do ombro para as equipes, e por último, testou positivo por diluir substâncias no organismo antes do teste de substâncias da liga.

NCAA Football: CFP National Championship-Alabama vs Clemson

O Niners fez um grande movimento ao subir da segunda rodada para a primeira e pega-lo na 31° escolha. Se as equipes tivessem um dia de tempo – primeiro para segundo dia de Draft – para pensar em escolher Foster teria gente dando a “alma” pela 33° escolha geral. Foster vai ser o grande nome da defesa do Niners este ano, mesmo com Solomon Thomas na equipe.

Estas são nossas apostas para “mudar” o panorama das divisões este ano. No total doze jogadores dos 253 escolhidos, e que se confirmarem as expectativas vão fazer a NFL muito mais emocionante. Busts? É provável que tenha algum. Lesionados? Sempre acontece. Mas se nada de “anormal” acontecer veremos estes jovens fazendo a diferença, e quem sabe um deles estará no Super Bowl LII, não é mesmo?

 

Quem são os favoritos de cada conferência

Quem são os favoritos de cada conferência

Se a NFL fosse começar exatamente hoje, quem seria o favorito? Patriots, Cowboys, Packers? É difícil dizer, uma vez que teremos muitas variáveis do que temos no papel para como os novos nomes impactarão em campo. Porém, já dá para termos uma ideia de quem é a grande força da competição, e principalmente “as” grandes forças da competição. Pois mesmo com o atual campeão tendo uma offseason muito boa, tem equipes que podem atrapalhar seu “reinado”, inclusive dentro de sua conferência.

Começaremos falando da Conferência Americana, que conta com o New England Patriots, campeão e absoluto na AFC ano passado. Teve a melhor campanha mesmo perdendo seu quarterback titular por quatro jogos. Venceu 14 partidas e nos playoffs demonstrou o melhor jogo, exceto no Super Bowl, que depois de ser dominado em pelo menos dois quartos e meio, fez uma das maiores viradas da história do esporte.

Pois bem, começou a temporada um dia após a festa do título, quando seu técnico anunciou que o trabalho já começava a ser feito, visando o sexto título. Uma semana depois surgiu a notícia que a equipe patenteou o slogan “Blitz for Six”, e quando começaram os movimentos da agência livre o Patriots começou a provar que realmente ia atrás do sexto título.

Uma série de trocas que trouxeram nomes importantes, o maior deles Brandin Cooks, excelente recebedor do New Orleans Saints e que foi trocado por uma escolha de primeira rodada. Movimento arrojado e junto com Dwayne Allen uma das principais trocas da equipe este ano. Vejam que depois de perder Martellus Bennett foi atrás de um outro tight end “elite”, claro que inferior a Rob Gronkowki e outros nomes que temos na NFL, mas um ótimo jogador para ser o apoio de Gronk.

Ainda na agência livre a equipe trouxe dois nomes de destaque, e ambos do Buffalo Bills. Um que foi bem caro, mas chega para ser um franchise da equipe. Estamos falando de Stephon Gilmore, que ganhou um ótimo contrato por ser jovem é muito promissor. Foi a grande aposta de Bill Belichick, que comanda o futebol da equipe e saiu a comodidade com este movimento. Pagou uma tender de US$ 3 milhões de salário e uma escolha de quinta rodada para ter Mike Gillislee correndo junto com James White e principalmente Dion Lewis.

Tampa Bay Buccaneers v Pittsburgh Steelers

Mas o maior movimento do Patriots na agência livre foi manter seu melhor cornerback. O movimento que a equipe fez para manter Malcolm Butler foi sensacional. Uma qualifying offer colocada com um valor baixo de salário – US$ 3,91 milhões – e uma escolha de primeira rodada. Foi isso que Bilichick pediu para ceder seu maior achado à frente do Patriots. Ninguém pagou e ele fica na equipe como agente livre por U$ 4 milhões anuais. Ainda renovou com Dont’a Hightower, um dos heróis do Super Bowl LI.

No Draft não teve grande destaque, apostando em promessas. Mas perdendo poucos jogadores e se reforçando como fez é inegavelmente o grande favorito da AFC.

Temos outras equipes que podem surpreender. O Pittsburgh Steelers vai poder contar com Martavis Bryant, e o ataque da equipe fica muito forte. Teremos uma linha com Big Ben, Antônio Brown, Le’Veon Bell, Martavis Bryant e Jesse James alinhados juntos. É um baita ataque.

Também teremos uma estreia na equipe que vai chamar muito a atenção. O Steelers apostou em pedigree no Draft e trouxe um linebacker chamado TJ Watt. O sobrenome é igual ao do maior defensor da liga porque eles são irmãos, e o talento e principalmente o físico são muito parecidos. Vai chamar muito a atenção quando ele estrear.

O Oakland Raiders vem com uma ótima equipe que sofreu nos playoffs por perder Derek Carr com uma fratura na fíbula. Agora, com Carr de volta e uma defesa muito forte e ainda forçada no Draft 2017, a grande espectativa gira em torno de como Marshawn Lynch, que largou a aposentadoria para liderar o ataque terrestre da equipe vai se portar.

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Chiefs e Dolphins apostaram na mesma equipe que chegou aos playoffs e manteram o maior número de jogadores possíveis do elenco de 2016. Já o Houston Texans não tem ainda um quarterback franchise e deve manter o mesmo nível do ano passado, porém talvez a performance do ano passado já não lhe garanta este ano o título de sua conferência e consequentemente a vaga na pós-temporada.

Então respondendo, se tivéssemos o campeonato começando hoje, o título da AFC provavelmente ficaria com Patriots, Steelers ou Raiders. Mas como ainda é uma análise de pré-temporada, podemos estar totalmente errados.

 

Texans contrata “sangue” brasileiro para o ataque

Texans contrata “sangue” brasileiro para o ataque

O Houston Texans terá “sangue brasileiro” em sua linha ofensiva nesta temporada. Depois de perder o offensive lineman Derek Newton, a equipe tratou de reforçar sua linha ofensiva com Breno Giacomini, filho de brasileiros que está na NFL há nove temporadas. O titular, Newton, sofreu uma lesão no tendão patelar em outubro do ano passado, na partida contra o Denver Broncos. A duração e o valor do contrato ainda não foram revelados.

Breno é filho de um casal nascido em Governador Valadares, Minas Gerais, e nasceu em  Cambridge, Massachusetts. Depois de carreira no ensino médio recebeu oferta de bolsa de estudos em Louisville, onde jogou por um ano como tight end até chegar a posição de offensive tackle. No Draft 2008 foi escolhido pelo Green Bay Packers (150° escolha geral), onde atuou por dois anos, a  maioria do tempo no Practice Squad.

Mas foi no Seattle Seahawks que ele se destacou, após ser pego nos waivers. Na equipe assumiu a titularidade na segunda temporada e teve seu grande momento em 2013 quando venceu o Super Bowl XLVIII. Virou agente livre em 2014 e assinou um contrato de três anos com o New York Jets, jogando todas as partidas de 2014 e 2015. Porém sofreu muito com uma lesão nas costas e perdeu 11 partidas da temporada, sendo cortado no início do ano.

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Breno já visitou o Brasil algumas vezes, incluindo uma clínica que ele e mais alguns colegas – incluindo o recebedor Golden Tate e o running back ex-Steelers, DeAngelo Williams – deram a jovens carentes na offseason de 2014. O projeto se chama “Futebol, Americano Sem Fronteiras”, e se baseia em visitar países que não tem a cultura do futebol americano estabelecida.

Chegou a hora de voltar aos playoffs

Chegou a hora de voltar aos playoffs

É difícil imaginar um fã que acompanha a NFL há mais de oito temporadas e ainda não viu sua equipe nos playoffs, não é mesmo? Mas existe. E alguns fãs estão esperando mais que isso para ver sua equipe na pós temporada novamente. Os fãs do Buffalo Bills que acompanharam a equipe dominar a AFC entre o fim da década de 80 e o início da década de 90 não vê sua equipe nos playoffs há 17 anos. Já os fãs do Los Angeles Rams, que tiveram a oportunidade de ver o maravilhoso ataque comandado por Kurt Warner e chamado de “Greatest Shown on Turf”, não acompanha sua equipe na pós-temporada há 12 anos, e o dos Cleveland Browns há 14.

Mas não são destas equipes que estamos falando, afinal, a chance delas chegarem aos playoffs este ano são mínimas. Mas temos duas equipes que vem em uma grande evolução e há pelo menos 8 temporadas não chegam aos playoffs, e pelo que podemos ver tem grandes chances de chegar a pós-temporada este ano: Tampa Bay Buccaneers e Tennessee Titans.

O curioso e que há dois anos estas duas equipes do Sul chagaram ao Draft com as piores campanhas da NFL, um da AFC e outro da NFC. Mais curioso ainda é que no mesmo Draft – 2015 – elas escolheram dois quarterbacks que haviam vencido o Troféu Heisman, e depois de um ano de preparação as equipes fizeram ótimas temporadas no ano passado e hoje estão cotadas para chegar aos playoffs.

O Buccaneers saiu de uma temporada com apenas duas vitórias em 2014 e para alcançar nove na temporada passada, perdendo a divisão para o campeão da NFC. Mas quem pensava que a equipe havia chegado até seu ápice com esta campanha se enganou, e agora a equipe vem com um dos melhores ataques da liga.

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A equipe que já contava com Jameis Winston e Mike Evans, contratou o wide receiver DeSean Jackson, que junto com Evans e Adam Humphries se torna um dos trios mais poderosos da liga. Quer mais?  A equipe selecionou um do melhores tight ends dos últimos danos do College, OJ Howard, que vai se juntar a Cameron Brate para dividir os trabalhos. Para fechar este ataque a equipe conta com a volta de Doug Martin.

Na defesa a equipe reforçou sua linha secundária que já contava com os excelentes Vernon Hargraves III e Brent Grimes, agora também recebeu o reforço de Abdul-Quddus e do recém selecionado Justin Evans. A equipe tem tudo para chegar aos playoffs após nove temporadas.

Já o Tennessee Titans se destacou pela defesa ano passado, porém sofreu com a linha ofensiva e principalmente com a falta de recebedores para Marcus Mariota. A equipe saiu de duas temporadas que somou no total cinco vitórias, e na última ficou muito próxima dos playoffs, ao vencer por nove vezes.

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Escolheu Corey Davis, Taywan Taylor e Jonnu Smith para se juntarem a Delanie WalkerTajae Sharpe e Richard Matthews como alvos da equipe, além de três jogadores de linha ofensiva para reforçar a proteção de Mariota. O estilo do jogo foca muito nas corridas de DeMarco Murray, grande destaque da equipe no ano passado, além claro de Marcus Mariota, que somou 350 jardas e dois touchdowns correndo no ano passado. Some-se isso a seu principal rival na divisão não ter um quarterback definido para esta temporada e a equipe de Nashville surge como favorita de sua divisão, chegando aos playoffs após 8 temporadas.

 

A pressão está toda em Leonard Fournette

A pressão está toda em Leonard Fournette

Como não se sentir pressionado ao chegar em uma equipe e de pronto já ser considerado a “grande salvação” do ataque da equipe. Coloque neste enredo dois running backs com status de titulares na NFL e o que veremos a vida doo calouro que começou seus treinos semana passada não será fácil. Tanto seu treinador quanto Tom Coughlin, verdadeiro responsável pelo futebol da equipe dizem que ele só será titular se demonstrar em campo, mas é difícil de imaginar ele fora da equipe depois de anos tão improdutivos se tratando de ataque terrestre.

O Jaguars tem o pior ataque terrestre dos últimos cinco anos na liga, sendo que a equipe tem média desde 2011 de apenas 92 jardas por jogo. Se formos somar os touchdowns marcados neste período a soma chega  a apenas 34, perdendo somente para o Los Angeles Chargers. A equipe fez dois movimentos para melhorar estes números em 2015 e 2016, mas eles ainda não funcionaram. Primeiro selecionou TJ Yeldon, que era cotado como um dos melhores prospectos de jogo terrestre do Draft 2015. Depois veio o agente livre Chris Ivory, que havia feito grande temporada com o New York Jets.

Yeldon chegou e não convenceu. Jogou 25 partidas como titular da equipe e não passou das 1205 jardas corridas e 3 touchdowns. Foi colocado na reserva de lesionados ao fim da temporada e deve ser o terceiro nome deste ataque. Ivory chegou após grande temporada com o Jets e não confirmou  esperado. Perdeu mitos jogos lesionado e como titular atuou em apenas uma partida, correndo para apenas 439 jardas e três touchdowns. Par se ter uma ideia, neste período de dois anos a equipe completou apenas 13 touchdowns nas duas últimas temporadas, e o líder – pasmem – é o quarterback Blake Bortles, com cinco.

E é nesta “fogueira” que  a quarta escolha geral do Draft 2017 está. Seu staff disse que ele ainda não é o titular da equipe, e que terá que provar em campo que está a um nível acima de Ivory e Yeldon. Mas pela expectativa criada a respeito dele, não só pelo Jaguars, mas também por todos os analistas da NFL, ele deve ter protagonismo semelhante a Dak Pescott no Cowboys ano passado.

“Obviamente, quando fizemos a escolha, estávamos pensando em como ele pode ser alguém para assumir a titularidade da equipe”, disse Doug Marrone, treinador da equipe. “Obviamente ele mostrou essa habilidade, mas no mesmo sentido, quando você chega à uma equipe, você tem que ganhar esta condição. Então ele vai ter que ir e mostrar que é o titular em campo.”

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Cotado como o “novo” Adrian Peterson, o running back ex-LSU também concordada que ainda não é o titular da equipe. Sabe de seu potencial e que provavelmente vai ser nomeado antes do início da temporada, mas ainda não é o titular. A grande verdade é que com Cam Robinson escolhido na segunda rodada (offensive lineman), o ataque da equipe será montado ao entorno dele, e a partir dele as coisas podem começar a melhorar no Jaguars, afinal, faz tempo que a equipe está “ensaiando” uma temporada boa.

“Meu papel é fazer o que a equipe precisa ou o técnico me pede para fazer”, disse Fournette.Não posso dizer que sou o titular, isso não sou eu que decido. Eu ainda tenho que aprender com os veteranos (ainda não treinaram juntos), eu conheço TJ, conheço Chris, conheço-os desde que eu estava no ensino médio e os assistia. Agora quero ir à campo com eles e aprender o máximo que posso.”

 

Victor Cruz e Eddie Royal movimentam o mercado

Victor Cruz e Eddie Royal movimentam o mercado

Dois movimentos muito interessantes animaram o fim do dia de hoje na NFL, e eles foram protagonizados por veteranos. Um visitou seu ex-treinador com quem venceu um Super Bowl, e o outro foi dispensado pelo Chicago Bears após defender a equipe por duas temporadas.

O dispensado foi Eddie Royal, veterano de 10 temporadas na liga vai dar um crédito de US$ 5 milhões para a equipe de Chicago em seu salary cap, mas parece que este não foi o real motivo dá dispensa. Royal vem lutando há tempo com uma contusão no pé e ainda não está recuperado.

Escolha de segunda rodada do Denver Broncos no Draft 2008 (42° escolha geral), Royal (foto) nunca teve protagonismo nas equipes que passou – Broncos e Chargers - e em nenhuma temporada ultrapassou as mil jardas. Em duas temporadas no Bears conquistou apenas 607 jardas em 14 partidas.

NFL: Chicago Bears at Houston Texans

Mas o que animou mesmo o mercado foi a notícia do encontro entre Victor Cruz e Tom Coughlin, ex-treinador do New York Giants e hoje executivo de futebol do Jacksonville Jaguars.

Cruz teve seu melhor momento sendo treinado por Coughlin, e depois de passar duas temporadas sem jogar devido a uma série de lesões voltou ano passado com uma temporada mediana. Porém a expectativa é que Cruz encontre o melhor jogo este ano, e mesmo sendo dispensado pelo Giants tem muito valor no mercado.

E é na experiência do atleta que Coughlin está interessado. Com atletas jovens em sua linha recebedora e  Leonard Fournette e Chris Ivory no jogo terrestre, Cruz aparece como ótima opção para o ataque dos Jaguars este ano, e tem tudo para assinar com a equipe.

 

Dupla de ataque do Titans acusada de espancamento

Dupla de ataque do Titans acusada de espancamento

Não conseguimos passar sequer uma semana da offseason sem noticiar algum incidente policial envolvendo algum atleta da NFL, e desta vez temos dois envolvidos que são da mesma equipe e do mesmo setor da equipe. estamos falando de Tajae Sharpe e Sabastian Tretola, que foram selecionados em no Draft 2016 e coincidentemente na noite do dia 27 de abril, dia da primeira noite do Draft 2017 se envolveram em uma briga.

Na verdade segundo os relatos da imprensa em Nashville, local da ocorrência não fi ma briga, e sim um espancamento. Tudo começou quando os dois atletas da equipe acompanhavam o draft e depois da equipe escolher Corey Davis na primeira rodada, Sharpe ficou um pouco alterado. O agredido fez comentários que os atletas do Titans não gostaram e os dois atletas pediram para que Dante R. Satterfield saísse do bar.

Porém quando a vítima se dirigia para casa foi abordada pelos dois atletas, e segundo denúncia investigada pela polícia Sharpe espancou Satterfield enquanto o lineman Tretola vigiava para que ninguém se envolvesse. A vítima teve diversos ossos da face fraturados, além de sofrer concussão e a perfuração de um tímpano.

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“As alegações são falsas, ponto”, disse Blaine Roche, advogado de Sharpe. Tajae nega categoricamente qualquer e todo o envolvimento e irá processar o acusador pela mentira. Infelizmente este é apenas um  clássico shakedown.”

A polícia de Nashville confirmou que recebeu uma chamada para atender uma ocorrência de agressão em um bar em Nashville e que as investigações continuam. Também falaram que o advogado de Sharpe e Tretola (foto) já agendaram o depoimento de seus clientes. A equipe disse estar ciente da situação e só se pronunciará oficialmente quando o resultado das investigações sair. Caso eles sejam processados o Tennessee Titans pode perder dois jogadores do ataque de uma só vez.

Colts paneja eternizar Peyton Manning

Colts paneja eternizar Peyton Manning

Quando o punter Jeff Locke chegou ao Indianapolis Colts na agência livre ele tinha certeza de apenas uma coisa: não poderia usar o numero “18″ na equipe. Não que o número estivesse aposentado, mas Locke assistiu a muitos jogos do Colts desde na década passada e sabia que apenas uma pessoa poderia vestir aquela camisa novamente, e seu nome é Peyton Manning.

Pois bem, a equipe anunciou na noite de ontem que um dos – senão o – maior quarterback da história e vencedor de um Super Bowl com a equipe será homenageado com a inauguração de um busto de bronze e a aposentadoria da camisa número “18″ no próximo dia 8 de outubro, antes da partida contra o San Francisco 49ers. Além de vencer um Super Bowl com a equipe, Manning alcançou diversos recordes vestindo azul e branco e a homenagem é considerada justa.

“Peyton sempre será um Colt, disse o proprietário Jim Irsay em um comunicado divulgado pela equipe. Este será um evento que nossa cidade, estado e os fãs de Colts em todo o mundo poderão comemorar e se orgulhar”.

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Peyton Manning defendeu a equipe por 13 temporadas, desde que foi a primeira escolha do Draft 1998 e com a equipe atingiu as 54848 jardas e 198 touchdowns levando a equipe à 11 pós-temporadas. Além disso ele ainda vai receber o “anel de honra” da equipe, 14° da história do Colts e primeiro desde que a equipe se mudou para Indianapolis.

Em comunicado Peyton agradeceu o Colts: Estou emocionado e agradeço a Jim e à família Irsay por essa tremenda honra”.

“Briga” de família na noite de Natal

“Briga” de família na noite de Natal

JJ Watt é um dos melhores defensores de todos os tempos e isso é um fato. Eleito por três vezes o melhor defensor da NFL ele já tem – mesmo que não jogue mais – seu lugar garantido no Hall da Fama em Canton, Ohio. Porém ele é louco na mesma proporção e segundo fontes fez um pedido especial a Bill O’Brien: jogar como fullback na noite de natal.

Alguns dirão que o pedido não é nada demais, afinal Watt já atuou no ataque do Houston Texans em algumas partidas quando a equipe estava na redzone, inclusive recebendo três passes para touchdown. Mas segundo relatos ele não quer esperar até que o time chegue a redzone e também não quer ser colocado como recebedor na partida do dia 25 de dezembro, e tudo por um simples motivo: poder disputar jogadas contra seu irmão TJ Watt, que acaba de chegar na NFL.

Quem relatou o pedido foi o próprio TJ Watt ao seu coordenador defensivo, Keith Butler, que em entrevista ao site oficial do Pittsburgh Steelers - equipe de TJ – contou entre outras coisas o pedido “diferente” do defensor do Texans.

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JJ está esperando que ele possa jogar fullback uma vez ou duas vezes quando nos enfrentarmos na noite de Natal deste ano”, relatou Butler.  JJ é muito competitivo e quer ter a oportunidade de correr contra a marcação de seu irmão, nosso novo linebacker”.

Desde já ficamos esperando por este duelo entre os irmãos Watt na noite de Natal. Vale lembrar que será a primeira vez que poderemos ver um duelo entre dois irmão Watt na liga, uma vez que o Los Angeles Chargers, time de Derek Watt não enfrentará as duas equipes – Texans e Steelers – nesta temporada.

 

 

Temos em novo titular em Houston?

Temos em novo titular em Houston?

Oito dias após dar sua escolha de primeira rodada de 2017 e 2018 para selecionar Deshaun Watson, o gerente geral do Houston Texans deu uma declaração muito interessante. Segundo ele a posição de titular da equipe está em aberto e o calouro campeão nacional por Clemson tem todas as condições de disputar a vaga de titular do atual campeão da AFC Sul.

Na entrevista que foi dada a ESPN Radio, Rick Smith disse que se sente bem com Tom Savage iniciando os trabalhos como titular, mas mesmo sabendo das dificuldades de um calouro começar jogando na NFL, afinal, é muita informação para se aprender em um pouco espaço de tempo, ele acredita na evolução de Watson. Assim, como em qualquer outra posição dentro do elenco haverá disputa, e o melhor jogará na abertura da temporada em setembro.

“Queremos oferecer um ambiente competitivo em todas as posições. Então Watson vai competir pela titularidade”, disse Smith (foto). “Como eu disse anteriormente, nós nos sentimos bem com Tom e suas habilidades para gerenciar a ofensiva, mas sim, Watson entrará – como qualquer outro cara na lista – e terá tempo e chances de jogar. Existem algumas coisas que Deshaun tem que entrar e aprender, afinal, existem muitas coisas que eles não sabem sobre o futebol profissional.”

NFL: Houston Texans-Bill O'Brien Press Conference

O “preço” pago por Watson foi alto, e não há nenhuma dúvida de que a equipe tem nele a esperança de um quarterback franchise, coisa que a equipe não possui desde Matt Schaub, no final da década passada. Assim, mesmo que a princípio Tom Savage comece os jogos desta temporada, o jogador tem “vida curta” como titular do Texans, e se não mostrar um talento absurdo – coisa que não demonstrou até agora – voltará para a reserva em 2018. Watson esta tranquilo a respeito de seu trabalho, afinal, ele sabe que é cotado como o “futuro” da franquia.

“Vou aprender com os caras veteranos e desempenhar qualquer papel que eu tenha nesta temporada”, disse Watson durante sua conferência de imprensa. “Meu foco principal é chegar aqui, aprender sobre esta cidade, aprender sobre esta organização, aprender este sistema e ser o melhor companheiro de equipe que eu possa ser, qualquer que seja o papel (…) Eu sei que vai ser um desafio, mas acredito que é o que eu estou acima disso. Tenho muito a aprender, então estou ansioso para começar a trabalhar e aprender com Brandon Weeden e Tom Savage, dois caras que eu sou um grande fã, que assistia quando eles estavam na faculdade.” 

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O discurso humilde de Watson serve para o momento que irá vivar. Ele terá que absorver muito do jogo da equipe antes de julho, quando os treinos se intensificam e a disputa por posição realmente começa. Terá como seu principal mentor Brandon Weeden, uma vez que Savage é menos experiente e seu principal adversário. A disputa vai ser quente e será muito interessante ver Watson se encaixando ao estilo de ataque do Texans.

Teremos um novo Osweiler?

Teremos um novo Osweiler?

Os últimos anos de NFL tem sido marcados – principalmente na agência livre – por negociações questionáveis. Atletas não tão bons tem recebido salários enormes em contratos mal feitos e comprometido muito de seu salary cap, deixando as equipes com poucas opções quando o mercado abre. Esta situação se agrava quando falamos sobre os quarterbacks, posição de extrema importância e que a cada temporada conta com menos atletas de um nível pelo menos razoável.

E o que esta situação desencadeia é a supervalorização de jogadores medianos e o pior, a inflação de salários de atletas que tem meia dúzia de paridas como titular na NFL, demonstrando o desespero de certas equipes em conseguir um titular.

Ano passado tivemos um excelente exemplo do desespero de algumas equipes em encontrar um atleta que possa assumir a equipe e ficar por lá por muito tempo. O Houston Texans tinha um time bom, principalmente em sua defesa, mas lutava em seu ataque com nomes como Ryan Mallett e Brian Hoyer. Viu o reserva de Peyton Manning assumir a posição por cinco jogos, se empolgou e ofereceu um “caminhão” de dinheiro para que o jogador que chegava a agência livre, preterisse seu clube e assinasse com eles.

No contrato de quatro anos o Texans ofereceu nada menos que US$ 72 milhões para um quarterback com  apenas cinco jogos como titular na NFL. Para piorar, Osweiler conseguiu que US$ 37 milhões garantidos, recebendo todo este valor em dois anos. O que aconteceu era previsto pelos menos otimistas: Osweiler foi mal e se tornou um peso para a equipe. Para resolver a questão a equipe teve que procurar o Cleveland Browns, que possuía mais de US$ 100 milhões livres em seu salary cap e lhe dar uma escolha de segunda rodada de draft para assumir o contrato do quarterback.

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Pois bem, e eis que mesmo assistindo tudo isso na temporada passada o Chicago Bears – desesperado na agência livre – fez movimento semelhante. O escolhido foi o reserva do Tampa Bay Buccaneers, Mike Glennon (foto)que começando 18 partidas na NFL desde 2013 venceu apenas 5 jogos. Glennon teve sua temporada “completa” no longínquo 2013. onde em 13 partidas lançou para 2608 jardas, 19 touchdowns e 9 interceptações, com média de 59% de conclusão de seus passes.

Glennon era tão questionado em Tampa que em sua segunda temporada perdeu a posição para o veterano Josh McCown, e depois disso nunca mais jogou uma partida como titular. Alguns dizem que ele tem talento e que a equipe era fraca, mas se olharmos para Jameis Winston, que assumiu a equipe depois de sua pior temporada na última década, poderemos ver que a culpa pelo insucesso dele está longe de ser a equipe.

Voltando ao Bears. A equipe estava desesperada por um quarterback para substituir Jay Cutler – que não tinha mais clima com a torcida, com o front office e nem com os colegas – e foi atrás de Jimmy Groppolo. As negociações esquentaram, mas o Patriots decidiu não negocia-lo. Sendo assim, o que sobrava para a equipe era tentar Tony Romo ou um valor no draft. Porém a equipe não quis esperar até abril e no início de março anunciou Mike Glennon como seu novo quarterback.

O contrato não era tão “polpudo” como o de Brock Osweiler, mas para um jogador escolhido na terceira rodada e que havia assinado um contrato de US$ 3,1 milhões por quatro anos em seu contrato de calouro, receber US$ 45 milhões pelo período de três ano foi sensacional. Além disso, Glennon receberá US$ 18 milhões garantidos, US$ 15 milhões s´nesta temporada, um valor absurdo pelo que ele fez até agora na NFL.

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Para completar o Bears ainda foi ao Draft e depois de dar 3 trocas relativamente altas para o San Francisco 49ers subiu apenas uma posição para selecionar Mitch Trubisky (foto), agora o novo quarterback franchise da equipe. Assim, pela lógica Glennon terá apenas uma temporada com a equipe antes de Mitch assumir, sendo que ela custará a equipe US$ 18 milhões. E não podemos esquecer que e a equipe for mal e estiver eliminada na semana 11 ou 12, é muito provável que Glennon dê lugar ao calouro para que ele se habitue aos jogos profissionais.

Resumindo a história: Mike Glennon tem tudo para ser o próximo Brock Osweiler, e uma vez que a equipe não deve pagar os US$ 15 milhões de salário anual para um atleta reserva, é bem provável que o Bears esteja trocando ele em março do ano que vem. Salvo claro, se ele tiver uma atuação de “Peyton Manning”, que pelo o que ele mostrou ate agora é extremamente improvável.

 

 

 

 

Quem é o melhor ataque do Sul após o Draft?

Quem é o melhor ataque do Sul após o Draft?

Não tem como olhar para as equipes do Sul e não imaginar ataques sensacionais. Se o New Orleans Saints, líder no ano passado perdeu Brandin Cooks, com as escolhas do Draft 2017 mais quatro equipes se reforçaram e colocam ambas as divisões – AFC e NFC – em outro patamar. Vamos falar de nossas expectativas a respeito das equipes que se destacam no Sul dos Estados Unidos:

Atlanta Falcons:

Matt Ryan

O atual campeão da NFC manteve seus principais nomes do ataque, a não ser o principal, Kyle Shanahan, coordenador ofensivo. Agora resta saber como a equipe vai trabalhar esta ausência e o quanto vai mudar seu jogo. O segundo melhor ataque da temporada passada tem dois corredores - Tevin Coleman e Devonta Freeman - que trabalham muito bem recebendo passes curtos, e como ambos conseguem fazer as fezes de power back, a equipe continua forna nas conquistas de first down.

MVP da temporada passada, Matt Ryan comanda o jogo aéreo, e com alvos como o excepcional Julio JonesMohamed SanuJustin Hardy e a revelação Taylor Gabriel. No draft a equipe trouxe dois reforços em escolhas baixas, o tight end Eric Sauber e o running back Brian Hill.

Carolina Panthers:

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Panthers investiu muito em ataque no draft, e depois de um trabalho específico de Cam Newton na offseason ele promete voltar 100% para esta temporada. A primeira escolha da equipe foi o running back Christian McCaffrey, um dos melhores prospectos do draft. Além de ser um excelente corredor ele também trabalha como slot receiver, e é um grande reforço.

Além dele a equipe investiu no tackle Taylor Motton, de Western Michigan, grande reforço para a linha ofensiva e que vai garantir as rotas de McCaffrey e o ótimo Jonathan Stewart.

No ataque aéreo a equipe conta com a retomada de Kelvin Benjamin e Devin Funchess, além do líder da equipe Greg Olsen, um dos melhores tight ends da liga. No draft a equipe se reforçou com Kurtis Samuel, uma das melhores escolhas da segunda rodada e que vai dar muito o que falar na NFL.

Houston Texans:

NFL: Tennessee Titans at Houston Texans

Texans teve o quarto pior ataque da NFL, e depois de apostar em Brock Osweiler este ano tenta reformulação. Porém é difícil demais analisar o jogo aéreo da equipe, que mesmo tendo DeAndre HopkinsWill FullerBraxton Miller e Ryan Griffin não sabe quem será seu quarterback. Escolheu o campeão nacional Deshaun Watson, mas não sabemos ainda se ele irá jogar ou se o titular será Tom Savage.

O jogo terrestre é a grande aposta da equipe, que escolheu o ótimo Donta Foreman na terceira rodada. Já conta com Lammar Miller e ainda pode contar – caso seja titular este ano – com as corridas de Watson, que se destacava em Clemson pelo seu footwork.

Indianapolis Colts:

NFL: Indianapolis Colts at Houston Texans

Se Andrew Luck conseguir se manter são durante a temporada o ataque da equipe tem muita chance de sucesso. Teve apenas uma escolha diferenciada no draft, que foi o corredor Marlon Mack, que é muito talentoso. Assim a equipe não precisará sobrecarregar o veterano Frank Gore e Robert Turbin também pode ajudar no jogo terrestre.

Já no jogo aéreo o grande nome do corpo de recebedores continua sendo TY Hilton, que pode ser muito auxiliado por Donte Moncrief. Vale lembrar que a equipe perdeu o tight end Dwaine Allen tocado com o Patriots.

Jacksonville Jaguars:

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Jaguars tinha uma excelente defesa – pelo menos no papel – e chegou ao draft pronto para arrumar seu ataque. Antes da segunda escolha conseguiu arrumar o ataque terrestre. Agora tem ninguém menos que Leonard Fournette para somar com Chris Ivory e TJ Yeldon. Para melhorar a proteção as rotas a equipe ainda deu a “sorte” de pegar na segunda rodada o tackle Cam Robinson, ex-Alabama.

Agora é a vez de Blake Bortles começar a mostrar  que a equipe espera, uma vez que teve sua opção de quinto ano de contrato assinada. A equipe tem três ótimos alvos, Marqise LeeAllen Robinson e o veterano Mercedes Lewis, então o sucesso do ataque da equipe depende muito de seu quarterback.

New Orleans Saints:

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A equipe vem por primeiro por ter sido líder no passado, mas Brandin Cooks irá fazer falta para Drew Brees. Porém a equipe adquiriu na agência livre Ted Ginn Jr, e o experiente recebedor chega para auxiliar Michael Thomas, grande revelação do ataque da equipe no ano passado. Nem precisamos falar que a equipe conta com m dos maiores quarterbacks de todos os tempos.

No jogo terrestre a equipe conta com Mark Ingram, que vem de jogar sua melhor temporada na NFL, e agora também conta com ninguém menos que Adrian Peterson, que se estiver em condições físicas será um grande reforço. No draft selecionou Ryan Ramczyk, um dos melhores nomes da linha ofensiva, além do corredor Alvin Kamara.

Tampa Bay Buccaneers:

GA: Tampa Bay Buccaneers vs Atlanta Falcons

Se tem uma equipe que está dando muita ansiedade para ver em campo é o Tampa Bay Buccaneers. depois de uma temporada boa com Mike Evans e Jameis Winston, a equipe da Flórida reforçou muito seu ataque tanto na agência livre quanto no draft. Outro detalhe importante foi que seus recebedores fizeram um camp na offseason com Winston e Adrian Peterson (contamos aqui).

No jogo aéreo o destaque fica por conta da evolução de Wiston, que cada vez mais faz valer sua escolha na primeira rodada do Draft 2015. Mike Evans foi eleito ao Pro Bowl, e agora conta com DeSean Jackson como seu parceiro. Adam Humphries também é um bom nome para a profundidade.

Mas foi no draft que surgiu o grande nome para o futuro deste ataque, OJ Howard, melhor tight end do College e que chega para dar ainda mais opções a Winston. Chris Godwin, escolhido na terceira rodada também reforça o ataque e deve aparecer com destaque este ano.

No jogo terrestre a equipe tem uma grande dúvida: Podem contar com Doug Martin? O atleta está suspenso pelos quatro primeiros jogos e com esta dúvida a equipe reassinou com Jacquizz Rodgers, que foi muito bem na temporada passada. Também conta com Charles Sims e Peyton Barber como melhores opções, e no draft escolheu Jeremy Nicholls na quinta rodada.

Tennessee Titans:

Tennessee Titans v Jacksonville Jaguars

Depois de fazer uma grande temporada e quase voltar aos playoffs a equipe colocou todo o seu foco do draft no ataque. Foi a equipe a mais escolher jogadores de linha ofensiva, com quatro, e além disso apostou em alvos para Marcos Mariota. Sua primeira escolha foi Corey Davis, que é um excelente recebedor , Na terceira rodada selecionou Taywan Taylor e o tight end Jonnu Smith. Conta ainda com Delanie Walker, bom alvo da temporada passada.

O jogo terrestre continuará sendo comandado por DeMarco Murray, grande nome da equipe na temporada da equipe e que deve repetir os números este ano, principalmente se a linha ofensiva ajudar. Pode se reforçar ainda mais na agência livre, sendo que ainda temos alguns nomes interessantes disponíveis.

Titans muito próximo de anunciar troca de sua escolha

Titans muito próximo de anunciar troca de sua escolha

Estamos a menos de seis horas do início do Draft e uma importante escolha da primeira rodada está muito próxima de ser trocada. Segundo Adam Schefter, insider da ESPN Americana as negociações entre o Tennessee Titans e uma outra equipe estão muito avançadas para a troca da quinta escolha geral.

A equipe de Tennessee possui a 5° e a 18° escolha do Draft 2017 e como não tem um grande nome para elaborar tudo leva a crer que a equipe deve descer algumas posições e angariar mais algumas escolhas tanto neste ano como no ano que vem. O gerente geral da equipe, Jon Robinson ficou marcado positivamente por conseguir “arrancar” uma escolha de segunda, de quarta e duas de primeira rodada do Los Angeles Rams no ano passado pela primeira escolha geral, e agora a equipe deve conseguir mais uma escolha de segunda rodada tanto este ano como no próximo.

Fica claro que pelo movimento a equipe que está “subindo” é o Cleveland Browns, que tem seu front office dividido entre Myles Garrett e Mitch Trubisky. O defensor é cotado como o “novo” Von Miller, enquanto o quarterback de North Carolina é um desejo de Sashi Brown e do coordenador ofensivo.

2013 NFL Draft

Assim a equipe – concretizando o movimento – deve dar sua segunda escolha na primeira rodada (12° geral) e mais duas escolhas de segunda rodada – uma neste ano e uma no ano que vem – para ficar a frente do New York Jets, que é o time mais cotado para elaborar Trubisky.

O movimento pode ser oficialmente comunicado a liga apenas quando chegar a hora da escolha do Titans, mas as equipes estão em fase final das tratativas. O NFL Draft 2017 acontece hoje a partir das 21 horas e você pode acompanhar toda a repercussão aqui no Entre Jardas.

 

GM do Texans confirma Savage como titular

GM do Texans confirma Savage como titular

Quem estava esperando uma grande troca do Houston Texans para escolher um quarterback pode ficar decepcionado. O gerente geral da equipe, Rick Smith, falou ontem que está confortável com Tom Savage como titular da equipe e que o Texans não fará “loucuras” para elaborar um quarterback neste draft.

Smith quer chegar aos treinos práticos com no minimo três quarterbacks em seu elenco e hoje contra com apenas dois, Tom Savage e Brandon Weeden. Depois de trocar Brock Osweiler com o Browns a equipe precisa adicionar pelo menos mais um atleta e deve utilizar o draft para isso. Porém a busca incessante por um nome não é o foco principal da equipe, que não deve utilizar sua primeira rodada para isso caso o nome que eles tem interesse não chegue a sua escolha.

“Há muita diversidade neste draft”, disse Smith“E é apenas uma questão de em muitas neste ano. E é assim que enxergamos aquele jogador que ele pode vir para nossa equipe. Temos um parâmetro para avaliar quem será escolhido, como sua história no College e de onde ele vem, pois precisa se encaixar em nosso jogo. Isso é parte do processo de avaliação”.

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A equipe ainda pode fazer um movimento para subir algumas escolhas ou mesmo pegar um quarterback na escolha n° 25, mas pela urgência que a equipe em teoria tem, uma escolha de primeira rodada para ficar na reserva de Tom Savage não parece ser um grande plano, e Smith (foto) pensa assim.

“É difícil um quarterback jogar nesta liga logo no primeiro ano”, disse Smith“Porque há muitas coisas que um atleta tem que aprender, independentemente do esquema ofensivo em que ele jogou. Há uma quantidade significativa de coisas que ele tem que processar. E essa é uma das coisas que dificultam o trabalho de um novato na liga. É possível jogar na temporada de estreia em alto nível, mas extremamente difícil”.

E foi exatamente por isso que o gerente geral do Texans fez questão de dizer que a equipe está tranquila com Savage começando os jogos. Mesmo sem muita experiência em campo o atleta já passou algumas temporadas com a equipe, e quando jogou no ano passado mostrou bastante confiança. E confiança é o sentimento de Bill O’Brien técnico da equipe, mostrou quando barrou seu milionário quarterback titular ano passado para colocar Tom Savage em campo.

Smith falou sobre a confiança da equipe e mostrou tranquilidade ao afirmar que Savage deve ser o titular da equipe durante a próxima temporada.

NFL: Jacksonville Jaguars at Houston Texans

“Estamos confortáveis com Savage (foto) iniciando na semana 1″, disse o gerente geral. Eu acho que está provado que ele entende nosso ataque. Ele provou que pode jogar em alto nível, se lesionou e não teve um tempo prolongado para fazer isso, mas estou confortável com ele como nosso titular”.

Agora resta saber se o que Smith disse é verdade ou um “jogo de cena” para tirar a atenção de seus adversários na escolha de um determinado quarterback. Uma coisa é fato, se o Texans não elaborar um quarterback na primeira rodada terá que escolher algum em uma rodada subsequente, ou procurar alguém na agência livre.

 

 

Entre Jardas | Futebol Americano BR - 2014