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Qual dos sete treinadores estreantes vai finalmente vencer na liga?

Qual dos sete treinadores estreantes vai finalmente vencer na liga?

Brock oficial

Ao fim da temporada passada sete treinadores perderam seus empregos, obviamente outros sete estrearam na NFL. Mesmo Jon Gruden, que já havia passado com sucesso pela liga pode ser considerado um estreante, e o pior, se olharmos para todas as partidas destas equipes não encontramos nenhuma vitória.

O Oakland Raiders de Gruden e o Chicago Bears de Matt Nagy até deram boa impressão no primeiro tempo de suas partidas, mas se mostraram despreparados para as mudanças que o s treinadores adversários fizeram no intervalo. Mike Vabrel do Tennessee Titans, Pat Schurmur do New York Giants e Frank Reich do Indianapolis Colts conseguiram fazer partidas regulares, mas não o suficiente para vencerem.

Matt Patricia do Detroit Lions e Steve Wilks do Arizona Cardinals passaram vergonha, perdendo sem chace de reação em nenhuma parte do jogo. Estes dois vão ter que começar a trabalhar outros pontos se quiserem ter um score positivo nesta temporada.

Mas o que está faltando para estes treinadores chegarem a primeira vitória?

Oakland Raiders: Jon Gruden já declarou que “é muito difícil acertar todos os erros do Monday Night Football em uma semana”. Encararam um time top contender (Los Angeles Rams), mas agora enfrentam o Denver Broncos e a tarefa não será fácil. Jordy Nelson e Jared Cook não serão suficientes, Amari Cooper precisa começar a receber a bola. Na partida contra o Ram foram apenas três passes em sua direção e 9 jardas, número absurdamente pequeno perto do que ele já fez na equipe. Além disso, enfrenta uma defesa que tem Von Miller pressionando e a No Fly Zone. Então será muito difícil a vida de Gruden neste fim de semana.

Arizona Cardinals: Assim como Gruden, Wilks tem uma grande chance de acumular sua segunda derrota seguida. Sua defesa foi patética no jogo terrestre contra o Redskins (leia-se Adrian Peterson, 33 anos). Agora vai enfrentar Todd Gurley, um dos melhores corredores da liga. Além disso, seu ataque enfrentará uma defesa fortíssima, tanto na pressão ao quarterback quanto na linha secundária.  Muito difícil de sair vitorioso.

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Matt Patricia teve a pior estreia de todos os sete treinadores.

Indianapolis Colts:  Frank Reich precisa melhorar o jogo corrido e principalmente sua defesa. Andrew Luck surpreendeu em sua volta e a equipe jogou para 380 jardas. Mas a defesa não tem muta eficácia contra o jogo terrestre – Joe Mixon jogou para mais de 100 jardas – e o Washington Redskins é muito bom neste aspecto. Vai depender muito de como Reich vai armar sua defesa e principalmente de um Luck inspirado para conseguir vencer.

Tennessee Titans: Mike Vabrel tem chances de vencer a primeira com a equipe, mas para isso vai ter que melhorar sua pressão ao pocket adversário. Com sua melhor opção lesionada, terá que “inventar” algumas blitz para que Deshaun Watson não consiga jogar. A fórmula é assistir o que o New England Patriots fez e tentar copiar, principalmente na linha secundária, não deixando e trabalhando na especialidade de Watson: rotas em profundidade.

Detroit Lions: Se Matt Patricia vencer o San Francisco 49ers  fora de casa, o treinador novato pode se consagrar. Além de estar com um time em desenvolvimento, sem seu melhor defensor e com o quarterback “baleado”, enfrenta um quarterback que sabe tudo o que sua defesa é capaz de fazer. Jimmy Garoppolo reencontra Patricia e leva muita vantagem. Se um quarterback estreante já comandou um ataque que marcou 48 pontos em você, imagine um que treinou por quatro anos ao seu lado?

New York Giants: Agora chegamos aos treinadores que podem vencer sua primeira partida na temporada. Pat Shurmur mostrou um jogo inteligente, que mesmo não funcionando na parte terrestre no início começou a encaixar. No ataque aéreo também se mostrou eficiente, com uma tática inteligente de abrir dois recebedores e trabalhar com Odell Beckham Jr circulando pelo campo. Se contra uma das melhores defesas da NFL funcionou, não tem porque não funcionar contra a defesa do Dallas Cowboys. Pesa negativamente os desfalques na defesa.

Chicago Bears: O time tem muita chance de dar a vitória a Matt Naggy. Sua equipe foi bem ofensivamente e defensivamente foi espetacular, mesmo jogando em Wisconsin contra o bom Green Bay Packers. Não conseguiu a vitória porque Aaron Rodgers é de outro planeta, mas deve vencer o Seattle Seahawks. Ainda tem a vantagem de poder contar com Khalil Mack e Roquan Smith mais entrosados com a defesa de Vic Fangio

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AFC: Quem são os titulares da sua equipe?

AFC: Quem são os titulares da sua equipe?

Brock oficial

Quem são os jogadores que estarão em campo amanhã para defender a franquia que você torce? Confira aí os titulares e alguns dos reservas que você verá na rotação titular da sua equipe. Este é o da Conferência Americana:

New England Patriots: 

Ataque: Chris Hogan e Phillip Dorsett (WR); Trent Brown, Joe Thuney, David Andrews, Shaq Mason e Marcus Cannon (OL); Rob Gronkowski (TE); Rex Burkhead e James White (RB) e Tom Brady (QB). Rotação: Cordarrelle Patterson e Dwayne Allen.

Defesa: Trey Flowers, Guy Lawrence, Malcom Brown e Adrian Clayborn (DL); Dont’a Hightower, Elandon Roberts e Kyle Van Noy (LB); Stephon Gilmore e Eric Rowe (CB); Patrick Chung e Devin McCourty (S).

Special Team: Stephen Gostkowski (K); Ryan Allen (P/H); Patrick Chung (PR); Cordarrelle Patterson e Matthew Slater (KR); Joe Cardona (LS).

New York Jets: 

Ataque: Robby Anderson e Jermaine Kearse (WR); Kelvin Beachum, James Carpenter, Spencer Long, Brian Winters e Brandon Shell (OL); Eric Tomlinson (TE); Lawrence Thomas (FB); Isaiah Crowell (RB) e Sam darnold (QB). Rotação: Terrelle Pryor, Quincy Enunwa e Bilal Powell. A participação de Jermaine Kearse é questionável.

Defesa: Leonard Williams, Steve McLendon e Nathan Shepherd (DL); Josh Martin, Darron Lee, Avery Williamson e Jordan Jenkins (LB); Morris Claiborne e Trumaine Johnson (CB); Jamal Adams e Marcus Maye (S).  A participação de Marcus Maye é questionável.

Special Team: Jason Myers (K); Lachlan Edwards (P/H); Andre Roberts e Trenton Cannon (PR e KR); Thomas Hennessy (LS).

Buffalo Bills:

Ataque: Kelvin Benjamin e Zay Jones (WR); Dion Dawkins, Vladimir Ducasse, Ryan Groy, John Miller e Jordan Mills (OL); Charles Klay (TE); Patrick DiMarco (FB); LeSean McCoy (RB) e Nathan Peterman (QB). Rotação: Andre Holmes, Jeremy Kerley e Chris Ivory.

Defesa: Trent Murphy, Kyle Williams, Star Lotulelei e Jerry Hughes (DL); Lorenzo Alexander, Tremaine Edmunds e Matt Milano (LB); Tre’Davious White e Vontae Davis (CB); Micah Hyde e Jordan Poyer (S).

Special Team: Stephen Hauschka (P/K); Corey Bojorquez (P/H); Marcus Murphy e Jeremy Kerley (PR/KR) e Reid Ferguson (LS).

Miami Dolphins: 

Ataque: DeVante Parker, Danny Amendola e Kenny Stills (WR); Laremy Tunsil, Josh Sitton, Daniel Kilgore, Jesse Davis e Ja’Wuan James (OL); MarQueis Gray (TE); Kenian Drake (RB) e Ryan Tannehill (QB). Rotação: Frank Gore e Jakeen Grant. A participação de  DeVante Parker é questionável.

Defesa: Cameron Wake; Jordan Phillips, Akeem Spence e Robert Quinn (DL); Kiko Alonso, Raekwon McMillan e Jerome Baker (LB); Xavien Howard e Bobby McCain (CB); Reshad Jones e TJ McDonald (S).

Special Team: Jason Sanders (K);  Matt Haack (P/H); Jakeem Grant e Senorise Perry (KR); Jakeem Grant e Danny Amendola (PR); John Denney (LS).

Oakland Raiders: 

Ataque: Jordy Nelson e Amari Cooper (WR); Kolton Miller, Kelechi Osemele, Rodney Hudson, Gabe Jackson e Donald Penn (OL); Jared Cook (TE); Keith Smith (FB); Marshawn Lynch (RB) e Derek Carr (QB). Rotação: Doug Martin, Dwayne Harris e Seth Roberts.

Defesa: Tank Carradine, PJ Hall, Justin Ellis e Bruce Irvin (DL); Emmanuel Lamur, Derrick Johnson e Tahir Whitehead (LB); Rashaan Melvin e Gareon Conley (CB); Marcus Gilchrist e Karl Joseph (S).

Special Team: Johnny Townsend (P); Mike Nugent (K); Johnny Townsend (H); Andrew DePaola (LS); Dwayne Harris e Nick Nelson (KR/PR).

Los Angeles Chargers: 

Ataque: Keenan Allen e Tyrell Williams (WR); Russell Okung, Dan Feeney, Michael Schofield III, Mike Pouncey e Joe Barksdale (OL); Virgil Green (TE); Derek Watt (FB); Melvin Gordon III (RB) e Phillip Rivers (QB). Rotação: Mike Williams, Travis Benjamin e Austin Ekeler.

Defesa: Isaac Rochell, Darius Philon, Brandon Mebane e Melvin Ingram III (DL); Jatavis Brown, Denzel Perryman e Kyle Emanuel (LB); Trevor Williams e Casey Hayward Jr (CB); Jahleel Addae e Rayshawn Jenkins (S). Joey Bosa está fora da partida.

Special Team: Drew Kaser (P/H); Caleb Sturgis (K); Mike Windt (LS); Desmond King II e Austin Ekeler (KR); Travis Benjamin e JJ Jones (PR).

MKC

Denver Broncos: 

Ataque: Emmanuel Sanders e Demaryius Thomas  (WR); Garett Bolles, Ron Leary, Matt Paradis, Connor McGovern e Jared Veldheer (OL). Jeff Heuerman (TE); Andy Janovich  (FB); Royce Freeman (RB) e Case Keenum (QB). Rotação Courtland Sutton, Devontae Booker e DaeSean Hamilton.

Defesa: Derek Wolfe, Domata Peko Sr, Adam Gotsis e Bradley Chubb (DL); Von Miller, Todd Davis e Brandon Marshall (LB); Bradley Roby e Chris Harris Jr (CB); Darian Stewart e Justin Simmons (S).

Special Team: Brandon McManus (P/K); Marquette King (P/H); Casey Kreiter (LS); Phillip Lindsay e Adam Jones (KR); Isaiah McKenzie e Adam Jones (PR).

Kansas City Chiefs: 

Ataque: Tyreek Hill e Sammy Watkins (WR); Eric Fisher, Andrew Wylie, Mitch Morse, Laurent Duvernay-Tardi e Mitchell Schwartz (OL); Travis Kelce (TE); Anthony Sherman (FB); Kareem Hunt (RB) e Patrick Mahomes (QB). Rotação: Spencer Ware, Demarcus Robinson e Chris Conley.

Defesa: Chris Jones, Xavier Williams, Allen Bailey e Justin Houston (DL); Anthony Hitchens, Reggie Ragland e Dee Ford (LB); Steven Nelson e Kendall Fuller (CB); Eric Berry e Ron Parker (S). Erick Berry é questionável.

Special Team: Dustin Colquitt (P/H); Harrison Butker (K); james Winchester (LS); Tyreek Hill e De’Anthony Thomas (PR); De’Anthony Thomas e Tremon Smith (KR).

Pittsburgh Steelers:

Ataque: Antonio Brown e JuJu Smith-Schuster (WR); Alejandro Villanueva , Ramon Foster, Maurkice Pouncey, David DeCastro e Marcus Gilbert (OL); Vance McDonald (TE); Roosevelt Nix (FB); James Conner (RB) e Ben Roethlisberger (QB). Rotação: James Washington, Justin Hunter e Stevan Ridley.

Defesa: Cameron Heyward, Javon Hargrave e Stephon Tuitt (DL); TJ Watt, Jon Bostic, Vince Williams e Bud Dupree (LB); Joe Haden e Artie Burns (CB)/ Sea Davis e  Morgan Burnett (S).

Special Team: Jordan Berry (P/H); Chris Boswell (K); Kameron Canaday (LS); Ryan Switzer e JuJu Smith-Schuster (KR);  Ryan Switzer e Antonio Brown (PR).

Cleveland Browns: 

Ataque: Jarvis Landry e Antonio Callaway (WR); Joel Bitonio, Austin Cotbett, JC Tretter, Kevin Zeitler e Chris Hubbard (OL); David Njoku e Darren Fells (TE); Carlos Hyde (RB) e Tyrod Taylor (QB). Rotação: Duke Johnson, Rashard Higgins e Josh Gordon.

Defesa: Myles Garrett, Larry Ogunjobi, Trevon Coley e Emmanuel Ogbah (DL); Christian Kirksey, Joe Schobert e Jamie Collins Sr (LB); Denzel Ward e Terrance Mitchell (CB); Damarious Randall e Jabrill Peppers (S).

Special Team: Britton Colquitt (P/H); Zane Gonzalez (K); Jabrill Peppers e Antonio Callaway (PR/KR); Charley Hughlett (LS).

Baltimore Ravens:

Ataque: Willie Snead IV, Michael Crabtree e John Brown (WR); Ronnie Stanley, Alex Lewis, Matt Skura, Marshal Yanda e James Hurst (OL); Nick Boyle (TE); Patrick Ricard (FB); Alex Collins (RB) e Joe Flacco (QB). Rotação: Javorius Allen e Maxx Williams.

Defesa: Brandon Williams, Michael Pierce, Brent Urban e Terrell Suggs (DL); C.J. Mosley, Patrick Onwuasor  e Matthew Judon (LB); Marlon Humphrey e Brandon Carr (CB); Eric Weddle e Tony Jefferson (S).

Special Team: Sam Soch (P/H); Justin Tucker (K); Morgan Cox (LS); Janarion Grant, Jordan Lasley e Willie Snead IV (PR/KR).

Cincinnati Bengals:

Ataque: AJ Green e Tyler Boyd (WR); Cordy Glenn, Clint Boling, Billy Price; Alex Redmond e Bobby Hart (OL); Tyler Eifert (TE); Joe Mixon e Giovani Bernard (RB) e Andy Dalton (QB). Rotação: Josh Malone, Mason Schreck  e John Ross.

Defesa: Carlos Dunlap, Andrew Billings, Geno Atkins e Michael Johnson (DL); Nick Vigil, Preston Bown e Jordan Evans (LB); Dre Kirkpatrick e William Jackson (CB);  Shawn Williams  e Jessie Bates (S).

Special Team: Randy Bullock (K); Kevin Huber (P/H), Clark Harris (LS); Alex Erickson e Darius Phillips (PR/KR).

Traktor EJ (2)

Tennessee Titans:

Ataque: Rishard Matthews e Corey Davis (WR); Taylor Lewan, Quinton Spain, Ben Jones, Josh Kline e Jack Conklin (OL); Delanie Walker e Jonnu Smith (TE); Derick Henry (RB) e Marcus Mariota (QB). Rotação: Tajae Sharpe, Dion Lewis e Taywan Taylor.

Defesa: DaQuan Jones, Austin Johnson e Jurrell Casey (DL); Derick Morgan, Wesley Woodyard, Will Compton e Brian Orakpo (LB); Logan Ryan e LeShaun Sims (CB); Kenny Vaccaro e Kevin Byard (S).

Special Team: Ryan Succop (K); Brett Kern (P/H); Adoree’ Jackson e Cameron Batson (PR/KR); Beau Brinkley (LS).

Houston Texans: 

Ataque: DeAndre Hopkins, Bruce Ellington e Will Fuller V (WR); Julie’n Davenport, Senio Kelemete, Nick Martin, Zach Fulton e Seantrel Henderson (OL); Ryan Griffin (TE); Lamar Miller (RB) e Deshaun Watson (QB). Rotação: Sammie Coates Jr., Alfred Blue e Vyncint Smith. Will Fuller é questionável.

Defesa: JJ Watt, DJ Reader e Christian Covington (DL); Whitney Mercilus, Benardrick McKinney, Zach Cunningham e Jadeveon Clowney (LB); Johnathan Joseph e Kevin Johnson (CB); Tyrann Mathieu e Kareem Jackson (S).

Special Team: Ka’imi Fairbairn (K); Trevor Daniel (P/H); Jon Weeks (LS); Tyler Ervin e Bruce Ellington (PR/KR).

Indianapolis Colts: 

Ataque: Ryan Grant e TY Hilton; Anthony Castonzo, Quenton Nelson, Ryan Kelly, Matt Slauson e Joe Haeg (OL); Jack Doyle e Eric Ebron (TE); Marlon Mack (RB) e Andrew Luck (QB). Rotação: Zach Pascal, Chester Rogers e Jordan Wilkins.

Defesa: Jabaal Sheard, Al Woods, Denico Autry e Margus Hunt (DL); Darius Leonard, Anthony Walker e Najee Goode (LB); Nate Hairston e Kenny Moore II (CB); Malik Hooker e Clayton Geathers (S).

Special Team: Rigoberto Sanchez (P/H); Adam Vinatieri (K); Luke Rhodes (LS); Chester Rogers e Zach Pascal (PR/KR).

Jacksonville Jaguars:

Ataque: Keelan Cole e Donte Moncrief (WR); Cam Robinson, Andrew Norwell, Brandon Linder, A.J. Cann e Jermey Parnell (OL); Austin Seferian-Jenkins (TE); Tommy Bohanon; Leonard Fournette (RB) e Blake Bortles (QB). Rotação: T.J. Yeldon, Dede Westbrook e DJ Chark Jr.

Defesa: Yannick Ngakoue, Marcell Dareus, Malik Jackson e Calais Campbell (DL); Telvin Smith Sr, Myles Jack e Leon Jacobs (LB); Jalen Ramsey e A.J. Bouye (CB); Barry Church e Tashaun Gipson Sr (S).

Special Team: Josh Lambo (K); Logan Cooke (P/H); Carson Tinker (LS); Jaydon Mickens, Dede Westbrook e Corey Grant (PR/KR).

Posições: WR – Wide receiver/recebedor; OL – Linha ofensiva (guard, tackle e center); TE – Tight end; FB – Full back; RB – Running back/corredor; QB – Quarterback; DL – Defensive line/Linha defensiva (defensive end e defensive tackle); LB – linebacker; CB – Cornerback; S – Safety (Strong safety e free safety); K – Kicker; P – Punter; H – Holder; KR – Kickoff returner; PR – Punter returner.

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Pintura nova, mas capacetes antigos

Pintura nova, mas capacetes antigos

Brock oficial

É normal ver no #FABR algumas equipes usando capacetes diferentes. Não com cores tão diferentes, mas muitas vezes os helmets já estão completamente desfigurados devido às pancadas (estamos falando da tinta) e mesmo assim os jogadores vão para o jogo. Os de linha ofensiva e defensiva são os que mais chamam a atenção, as vezes com o símbolo da equipe totalmente desgastado.

Mas esta introdução não é para falar sobre a repintura de algum capacete de uma equipe aqui do Brasil, mas sim do Jacksonville Jaguars, equipe do milionário Shad Khan e que ao trocar seus helmets nesta temporada não comprou novos, mais recondicionou.

O gasto previsto era de U$ 300 mil para que a equipe, que agora não utilizará capacetes em duas cores os troca-se para o novo, em um preto espelhado. Considerado o capacete mais feio da história – até mais feio que o verde do Jets da década de 80 e do Patriots de sua fundação – foi abolido este ano, mas só foram lixados e repintados, sem nenhuma troca e material.

O grande nome por trás da troca de cor dos capacetes do Jaguars foi seu vice-presidente de futebol, o icônico Tom Caughlin. Na última reunião de proprietários da liga ele chegou a tocar no assunto, dizendo que a equipe iria utilizar “adereços” novos. Perguntado se o capacete de duas cores não o agrava ele não respondeu, apenas sorrindo e acenando com a cabeça.

Mas existem fãs do “capacete mas feio da história da liga”, como o linebacker Myles Jack, que declarou essa semana que comprou da equipe o seu capacete antes de repintarem para guardar como adereço e decoração em sua casa na Flórida.

“Eu sou um fã com do capacete de dois tons”, disse Jack. “Eu comprei a versão de 2016, mas definitivamente, para fins retro, eu comprei o último.”

Sem título

As equipes dão aos jogadores a opção de comprar seus capacetes ao final de cada temporada. Alguns compram e pedem para que seus companheiros assinem como lembrança, principalmente quando a temporada é vitoriosa. 

“Eu sempre compro meus capacetes. Isso é um hábito que guardo ano após ano”, disse Calais Campbell. “Eu tento fazer com que toda a equipe assine e depois guardo. É um troféu agora. Vai na parede um dia. Vou fazer uma sala só para eles um dia.”

A verdade é que Campbell e Jack estão com “relíquias”, que apesar de não serem do agrado da grande maioria ficarão como lembrança da fase que colocou o Jaguars na final da Conferência Americana do ano passado.

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Confirmados os últimos três quarterbacks titulares para a semana 1

Confirmados os últimos três quarterbacks titulares para a semana 1

MKC

Depois de muito esperar temos finalmente definidos os três últimos quarterbacks que serão titulares na semana 1. O antepenúltimo a anunciar foi o atual campeão Philadelphia Eagles, que confirmou no último sábado Nick Foles, o MVP do Super Bowl LII como titular.

Este anúncio demonstra que o movimento de segurar Foles perante diversas propostas de negociação foi o mais acertado por parte da equipe da Philadelphia. Foles pode não ter ido bem na pré-temporada, mas ele comandou muito bem a equipe os playoffs do ano passado. Além disso, com Foles como titular a equipe pode dar mais tempo para a “nebulosa” recuperação de Carson Wentz, que era esperado para jogar na estreia.

O segundo anúncio foi na manhã de hoje (03) e surpreendeu alguns insiders, que cravavam Josh Allen como titular na estreia do Buffalo Bills no campeonato. Sem poder contar com AJ McCarron, que fraturou a clavícula na pré-temporada, Nathan Peterman será o titular da equipe. Na última partida o calouro Allen sofreu muito contra a defesa do Cincinnati Bengals e talvez pela demora em tomar algumas decisões tenha ficado para trás por enquanto.

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Fechando a lista dos 32 quarterbacks titulares, a terceira escolha geral do Draft 2018, Sam Darnold. O mais talentoso da classe terá sua oportunidade de liderar o New York Jets durante este ano. Estava claro que Josh McCown não seria o titular, recebendo um contrato de U$ 10 milhões como uma espécie de agradecimento pela temporada passada. Além disso, quando o Jets trocou Teddy Bridgewater com o New Orleans Saints a titularidade de Darnold ficou ainda mais clara.

Agora temos os 32 quarterbacks que iniciarão a temporada a partir de quinta-feira: 

AFC Leste:  Nathan Peterman (Buffalo Bills), Ryan Tannehill (Miami Dolphins), Tom Brady (New England Patriots) e Sam Darnold (New York Jets).

AFC Oeste: Case Keenum (Denver Broncos), Patrick Mahomes (Kansas City Chiefs), Phillip Rivers (Los Angeles Chargers) e Derek Carr (Oakland Raiders).

AFC Norte: Joe Flacco (Baltimore Ravens), Andy Dalton (Cincinnati Bengals), Tyrod Taylor (Cleveland Browns) e Ben Roethlisberger (Pittsburgh Steelers).

AFC Sul: Deshaun Watson (Houston Texans), Andrew Luck (Indianapolis Colts), Blake Bortles (Jacksonville Jaguars) e Marcus Mariota (Tennessee Titans).

NFC Leste: Dak Prescott (Dallas Cowboys), Eli Manning (New York Giants), Nick Foles (Philadelphia Eagles) e Alex Smith (Washington Redskins).

NFC Oeste: Sam Bradford (Arizona Cardinals), Jared Goff (Los Angeles Rams), Jimmy Garoppolo (San Francisco 49ers) e Russell Wilson (Seattle Seahawks).

NFC Norte: Mitchell Trubisky (Chicago Bears), Matthew Stafford (Detroit Lions), Aaron Rodgers (Green Bay Packers) e Kirk Cousins (Minnesota Vikings).

NFC Sul: Matt Ryan (Atlanta Falcons), Cam Newton (Carolina Panthers), Drew Brees (New Orleans Saints) e Ryan Fitzpatrick (Tampa Bay Buccaneers).

Traktor EJ (2)

As piores equipes de cada divisão

As piores equipes de cada divisão

Traktor EJ (2)

É sempre comum listarmos quem são os favoritos para vencer cada uma das oito divisões e chegar aos playoffs, mas decidimos fazer diferente. Hoje vamos listar as piores equipes de cada divisão e contaremos para vocês o porque da escolha. Vamos lá:

AFC Leste – Miami Dolphins

Adam Gase tem um desafio enorme com a equipe de Miami este ano. Depois de perder seu principal nome no ataque para o Cleveland Browns, Jarvis Landry, ele terá que arrumar a casa se quiser alcançar mais que as seis vitórias do ano passado. Na agência livre contratou pouco, mantendo a equipe com o mesmo estilo do ano passado.

O principal nome que chegou foi Josh Sitton, um dos melhores centers da liga. Também contratou Danny Amendola, que nem de perto chega ao nível de Landry. Ainda tem o ótimo Kenny Still e DeVante Parker, mas as corridas irão ficar a cargo de Kenian Drake e do veterano Frank Gore, além do calouro Kallen Ballage, escolha de quarta rodada este ano.

Com Ryan Tanehhill novamente são, a equipe deve dar uma última chance ao experiente quarterback, que desde que chegou a liga como oitava escolha geral do Draft 2012 nunca provou seu talento para ser titular de uma franquia. Para se ter uma ideia, o quarterback tem mais derrotas com a equipe que vitórias. Vale ressaltar que Tannehill jogou apenas oito partidas durante os últimos dois anos.

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AFC Oeste – Oakland Raiders:

Dois pontos são importantes para fazermos esta afirmação. O primeiro é que aquela equipe que venceu 12 na temporada de 2016 não existe mais. O segundo é que a equipe começou uma nova fase de transição, que deve demorar ao menos duas temporadas para se consolidar.

Quando falamos que a equipe de 2016 não existe mais englobamos tudo, desde a saída de Jack Del Rio, que fazia um grande trabalho na equipe até a perda de diversos atletas titulares. Com a chance de trazer Gruden de volta, Del Rio foi um pouco injustiçado, o que refletiu em alguns atletas. Antes, em 2017 já havia perdido muitos atletas daquela equipe, este ano perdeu Michael Crabtree, Marshall Newhouse e mais outros atletas de destaque, com o melhor de todos eles, Khalil Mack sendo negociado no último sábado.

Gruden trouxe Jordi Nelson, Doug Martin e mas alguns atletas interessantes, mas ficou claro que a equipe busca uma reestruturação. A tendência é que mais e mais jogadores vão sendo substituídos no próximo ano, visto que a equipe tem agora diversas escolhas extras no Draft e seu treinador recebeu um projeto para ser executado e 10 anos.

Não é uma equipe ruim, tendo chance de ganhar ao menos 7 partidas nesta temporada, mas está atrás de seus adversários de divisão.

AFC Norte – Cleveland Browns:

Não é porque o Browns contratou muito bem e que agora tem Jim Dorsey comandando o futuro da franquia que ele superará os adversários de uma hora para outra. mesmo porque – segundo os principais críticos de Cleveland – o “problema” continua com Hue Jackson sendo mantido no cargo.

A equipe trouxe Jarvis Landry, Carlos Hyde, TJ Carrie, Mychal Kendricks, Tyrod Taylor e mais uma infinidade de atletas, além claro de Baker Mayfield na primeira escolha geral do Draft 2018, porém até fazer a engrenagem funcionar demora um pouco. Já dissemos aqui que o Browns não fará uma campanha igual a dos últimos dois anos, mas é difícil dizer que a equipe é melhor que equipes consolidadas como Pittsburgh Steelers, Baltimore Ravens e Cincinnati Bengal, que mesmo não tendo ma boa temporada ano passado é melhor que a equipe de Cleveland.

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AFC Sul – Indianapolis Colts

Duas equipes demonstraram fraqueza na divisão na última temporada, ambas pelo problema da falta de um quarterback. Porém o Houston Texans tem total certeza que com a volta de Deshaun Watson seu jogo vai funcionar, diferente do Indianapolis Colts, que cada vez mais tem certeza que Andrew Luck não será mais o mesmo.

Além do problema de Luck, que teve que passar por um adequamento de sua mecânica de lançamento para conseguir voltar a jogar, a equipe tem poucos nomes de expressão em seu ataque. Destaque o reforço da linha ofensiva, uma vez que no Draft 2018 a equipe escolheu Quinton Nelson e Brandon Smith nas primeiras rodadas. Mas o corpo de corredores está escaço e os recebedores novamente são liderados por TY Hilton e Eric Ebron.

A equipe passa por reformulação e nesta era “pós-Chuck Pagano” os fãs do Colts ainda vão passar um pouco de “raiva” antes que a franquia volte ao seu rumo.

NFC Leste – Washington Redskins:

Em uma das divisões mais difíceis da NFL a equipe da capital americana teve uma perda irreparável: Kirk Cousins. O quarterback carregou o time nas costas nas últimas temporadas e agora, com um movimento rápido trazendo Alex Smith, o Redskins mudam um pouco seu estilo de jogo.

Com desfalques em seu elenco de corredores foi obrigado a contratar Adrian Peterson quase no fim da pré-temporada. Seu jogo aéreo também não está dos melhores, uma vez que os melhores nomes são os os tight ends Jordan Reed e Vernon Davis. A equipe não deve passar das sete vitórias da temporada passada, colocando em “check” o emprego de Jay Gruden.

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NFC Oeste – Arizona Cardinals:

A defesa do Cardinals é boa, com nomes muito interessantes, mas a equipe perdeu alguns atletas importantes. Terá comandando o ataque ninguém menos que Sam Bradford, garantia de fortes emoções para os fãs da equipe. Além disso, os nomes de destaque são escaços e fica claro que Steve Wilks está preparando o futuro do time.

Deve ser a última temporada do futuro Hall da Fama Larry Fitzgerald, que é o grande nome do ataque do time ao lado de David Johnson e Jermaine Gresham, pouco para uma equipe que enfrentará Los Angeles Rams, Seattle Seahawks e San Francisco 49ers.

NFC Norte – Chicago Bears:

O Bears reforçou muito a equipe, inclusive anunciando Khalil Mack no último sábado. Mas ainda a equipe tem muito a provar para chegar no nível das outras equipes da divisão. Para se ter uma ideia, o Bears perdeu 20 das últimas 24 partidas contra os rivais de divisão, sendo “varrido” por todos no ano passado.

A defesa do Bears é muito forte, mas ainda sim é a pior equipe da NFC Norte.

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NFC Sul – Tampa Bay Buccaneers:

Sem chegar aos playoffs desde 2007, a equipe ainda perderá seu quarterback titular Jameis Winston pelas primeiras três partidas da temporada. Além disso, a equipe foi muito mal na temporada passada e o trabalho de Dirk Koetter vem sendo questionado, inclusive ele é um dos “favoritos” para perder o emprego no fim da temporada.

O elenco é bom, principalmente no corpo recebedor, que conta com Mike Evans, DeSean Jackson, Adam Humphries, Cameron Brate e Jordan Howard. Mas a equipe ainda não encaixou e é o time mais fraco desta divisão.

 

 

Cinco certezas sobre a AFC nesta temporada

Cinco certezas sobre a AFC nesta temporada

Estamos próximos da última semana da pré-temporada e fica cada vez mais clara algumas coisas a respeito da NFL. A maioria delas diz respeito a alguns atletas que estão voltando, outras dizem sobre as equipes e suas atuações “fora do normal” do ano passado. Mas o que podemos ter certeza e o que podemos cravar que não vai acontecer?

O Jaguars não vai repetir a campanha do ano passado:

O Jaguars foi à agência livre e fez o melhor que pode contratando Donte Moncrief após perder Allen Robinson. Mas o que Doug Marrone não contava é que perderia Marqise Lee com uma lesão no joelho. Sem recebedores a altura e com um quarterback mediano será difícil os rivais não estarem preparados para o jogo de Leonard Fournette.

Não estamos dizendo que o Jaguars será uma equipe ruim este ano, muito pelo contrário. A defesa continua uma das melhores da liga, mas o ataque não será o mesmo. Trouxe Andrew Norwell, que é um monstro, porém se ficar dependendo das corridas pelo lado esquerdo fica difícil quando chegar na red zone. Seria Austin Seferuian-Jenkins a solução? Muito, mas muito difícil da equipe de Jacksonville chegar a outra final de conferência.

O Browns não vai ser 0-16:

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A nova direção da equipe de Cleveland fez de tudo para se livrar dos atletas das três últimas temporadas, principalmente no ataque. Trouxe ninguém menos que Jarvis Landry, Carlos Hyde e Tyrod Taylor para se juntarem ao bom tight end David Njoku, Nick Chubb e Josh Gordon, que se voltar jogando metade do que jogava já é um baita reforço. Sem falar na defesa, que melhorou muito após a agência livre. Podem creditar pelo menos umas 5 vitórias para o Browns na temporada.

O ataque do do Patriots vai funcionar bem:

Por quatro vezes noticiamos aqui que o New England Patriots estava perdendo algum atleta veterano do seu corpo de recebedores. Também é de conhecimento público que a equipe perdeu Danny Amendola, Brandin Cooks, Dion Lewis e Nate Solder. Mas a equipe poderá contar a partir da quinta semana com um ataque formado por James White, Rex Burkhead, Julian Edelman, Rob Gronkowski, Chris Hogan e ainda revezar Dwayne Allen e Phillip Dorset como flex.

E ainda sobram Mike Gillislee, o novato Sony Mitchell, Cordarralle Paterson, Jeremy Hill, Brandon Bolden e o jovem Braxton Berrios. A única coisa que pode barrar o ataque do Patriots nesta temporada é uma lesão em Tom Brady, de resto só mudam as peças, mas a efetividade – podem apostar – vai continuar a mesma. 

Andrew Luck não será mais o mesmo:

Infelizmente para os torcedores do Indianapolis Colts seu quarterback nunca mais jogará o que jogou nos primeiros três anos. A temporada de 2016 ainda mostrou alguns lampejos do que ele poderia se tornar, quando jogou para 4,2 mil jardas na temporada, mas depois da lesão no ombro e de sua viagem para a Europa para procurar tratamento adicional as coisas mudaram definitivamente.

Infelizmente para quem acompanha os quarterbacks, saber que ele teria que mudar a mecânica de arremessos devido a lesão foi muito triste. É óbvio que ele ainda vai ser melhor que Jacoby Brissett, mas agora com a lesão no pé e mais alguns dias parados fica difícil acreditar que aquele Luck que levou a equipe aos playoffs por três anos consecutivos ainda estará em campo. Uma pena.

Sam Darnold vai ser o “calouro ofensivo do ano”, superando Saquon Barkley:

NFL: Atlanta Falcons at New York Jets

Os fãs do New York Jets podem até pensar que estamos “secando”, mas não. A diferença dele em campo perto dos outros quarterbacks que a franquia teve na última década será tão grande, que vai fazê-lo parecer que é ainda melhor do que é. Além disso, ele terá a sua disposição um estilo de jogo que facilita muito para quarterbacks da Costa Oeste.

Seu corpo de recebedores que contará como Terrelle PryorJermaine Kearse e Robby Anderson, ajudará muito seu jogo fora do pocket. Outras boas perspectivas de passe são os dois running backs que recebem muito bem, principalmente em velocidade, Bilal Powell e Isaiah Crowell.

Saquon também vai fazer uma ótima temporada, mas para ele ser escolhido o “calouro ofensivo do ano” terá que superar a marca de Zeke Elliott na temporada de 2016 e chegar aos playoffs como protagonista, assim como Leonard Fournette fez em 2017. Difícil.

 

 

Os melhores quarterbacks de cada divisão

Os melhores quarterbacks de cada divisão

Traktor EJ (2)

Tem muita gente nova começando a acompanhar a NFL e é sempre bom ressaltar quem é o melhor quarterback de cada equipe. Hoje temos alguns titulares contestados, alguns times que ainda não definiram seus titulares e muitos que já tem seu quarterback estabelecido. E se compararmos os melhores de cada divisão? Fica mais interessante, não é mesmo?

Então vamos falar a respeito dos melhores quarterbacks das oito divisões da NFL. É claro que uma lista sempre gera discussão, então para algumas divisões daremos a “menção honrosa”  para quem estiver próximo do nível do escolhido. Vamos lá:

AFC Leste: Tom Brady.

Super Bowl LI - New England Patriots v Atlanta Falcons

Começamos pela divisão mais óbvia, uma vez que simplesmente não existe concorrência para ele. Brady venceu cinco vezes o Super Bowl, detém os maiores recordes dos playoffs e muitos o consideram o maior de todos os tempos. Além disso, as outras equipes da divisão praticamente inexistem quando o assunto são os quartebacks.

O New York Jets tem um veterano que não passa de mediano (Josh McCown), tem um jogador muito bom que está há dois anos sem jogar uma partida inteira – Teddy Bridgewater – e um calouro de muito potencial que nem titualar da equipe é ainda (Sam Darnold). O Buffalo Bills também está na mesma.

O mais experiente AJ McCarron acaba de sofre uma fratura na clavícula. Nathan Peterman, que na sua única atuação como titular na NFL jogou para cinco interceptações no ano passado disputa a titularidade com Josh Allen, também calouro e considerado “impreciso” nos passes. E para fechar temos Ryan Tannehill, que nunca conseguiu se provar como um bom quarterback da NFL. Enfim, Tom Brady sobra na turma.

AFC Oeste: Philip Rivers.

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Aqui temos o primeiro impasse. Claro que não se cogita falar de Patrick Mahomes ou de Case Keenum. Mahomes ainda tem muito a provar e Keenum mesmo tendo feito uma boa temporada ano passado com o Minnesota Vikings, não é um quarterback de elite.

Derek Carr foi eleito Pro Bowl por três vezes e é um quarterback muito bom, sem sombras de dúvida. Mas Philip Rivers já foi eleito sete vezes para o Pro Bowl, inclusive nas duas últimas temporadas (se alguém quiser argumentar que ele está velho). Mas não é só isso que faz de Rivers o melhor quarterback da AFC Oeste. Rivers só não jogou para mais de 4 mil jardas em 3 das suas 12 temporadas como titular. Carr nunca lançou para 4 mil jardas na carreira.

Menção honrosa para Derek Carr, mas Philip Rivers ainda e o melhor quarterback da sua divisão.

AFC Norte: Ben Roethlisberger.

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Joe Flacco já venceu um Super Bowl, Andy Dalton já levou sua equipe por quatro vezes aos playoffs (não venceu nenhuma partida), mas nenhum deles se compara a Big Ben. Nesta divisão nem menção honrosa temos, Ben Roethlisberger é unanimidade.

AFC Sul: Andrew Luck.

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Esta divisão é uma das mais difíceis de se analisar, afinal, todos os jogadores tem seus predicados. Blake Bortles seguramente não é o melhor, mas levou sua equipe a final da AFC. Deshaun Watson começou sua trajetória na NFL jogando muito, completando quase 2 mil jardas e 21 touchdowns em apenas 7 partidas. Porém precisamos ver ele atuando mais vezes.

Marcus Mariota fica com a menção honrosa da divisão, afinal é um dos atletas mais completos da liga. Passando não é um “campeão de jardas”, porém vem evoluindo muito e é o grande nome do Tennessee Titans. Mas não dá para comparar nenhum desses com Andrew Luck, mesmo após a cirurgia no ombro.

Agora que está tratado, Luck deve votar a liderar o Indianapolis Colts como fez nos quatro primeiros anos da carreira, quando levou a equipe aos playoffs em três deles. Com certeza é o melhor quarterback da AFC Sul.

NFC Leste: Carson Wentz.

Washington Redskins v Philadelphia Eagles

Em uma divisão que conta com Alex Smith, Eli Manning e Dak Pescott é difícil eleger Carson Wentz o melhor, porém o que ele fez em sua primeira temporada e principalmente na temporada passada foram algo de se encantar. Aqui qualquer um tem muitos méritos e poderia ser indicado como melhor.

Alex Smith é um playmaker dentro do pocket, com visão e categoria imbatíveis. Eli ganhou dois Super Bowls em cima de Tom Brady e Dak Prescott fez uma primeira temporada sensacional pelo Dallas Cowboys. Deixamos a menção honrosa para estes três elegendo Wentz o melhor.

NFC Oeste: Russell Wilson.

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Na NFC Oeste já podemos eliminar o quarterback do Arizona Cardinals, Sam Bradford. Jared Goff também teve uma temporada de recuperação, mas está muito longe de Wilson. O mesmo pode-se falar de Jimmy Garoppolo, que deve ser o grande nome do San Francisco 49ers nesta temporada.

Russell Wilson não tem mais nada a provar. Lança muito bem, tendo a melhor porcentagem de acertos na red zone da liga e domina o esporte. Independente de ter ou não alvos já venceu partidas para o Seattle Seahawks de tudo quanto foi jeito, se destacando como o melhor quarterback da NFC Oeste.

NFC Norte: Aaron Rodgers.

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Tirando Michell Trubisky, que ainda está “verde”, todos os outros quarterbacks da NFC Norte são muito bons. Matthew Stafford sofre no Detroit Lions e mesmo assim já levou a equipe a 3 playoffs e bateu o recorde de Dan Marino ao atingir 25 mil jardas em 90 jogos. Kirk Cousins também é um quarterback muito bom, demonstrando isso nos seus anos de Washington Redskins e sendo o grande nome da agência livre deste ano.

Mas nenhum se compara ao quarterback que tirou o emprego de Brett Favre. Aaron Rodgers é um futuro Hall da Fama e já venceu partidas para o Green Bay Packers de diversas maneiras, desde corridas de 50 jardas até Hail Mary histórica. É o melhor sem sombra de dúvidas.

NFC Sul: Drew Brees.

Atlanta Falcons v New Orleans Saints

Cam Newton já foi eleito o MVP da liga, Matt Ryan levou o Atlanta Falcons ao Super Bowl e Jameis Winston é bom, porém nenhum destes se compara a Drew Brees. Aqui praticamente não existe discussão, Brees é muito melhor que qualquer outro quarterback de sua divisão.

Esta foi a nossa lista dos melhores quarterbacks de cada divisão da NFL. Se vocês discordarem de algum, deixe nos comentários sua opinião que será um prazer interagirmos com vocês.

 

 

Briga no Jaguars acaba em suspensão para Ramsey e Fowler Jr

Briga no Jaguars acaba em suspensão para Ramsey e Fowler Jr

Traktor EJ (2)

Parece que por mais talento que possua, Dante Fowler Jr sempre vai prejudicar sua carreira por seu temperamento agressivo. Suspenso pela NFL por pequenos incidentes incluindo “furtos”, o defensive end do Jacksonville Jaguars acumula diversas brigas com colegas de equipe e ontem não foi diferente. Como resultado ele e Jaley Ramsey foram suspensos por uma semana.

A briga de ontem foi com outro defensor, Yannick Ngakoue. Na saída de campo após o treino os dois começaram a discutir e começaram as trocas de empurrões. Os também defensores Calais Campbell, Carroll Phillips e o OL Abry Jones interviram e parecia que a confusão havia terminado, mas quando chegaram próximos da entrada do vestiário novamente eles voltaram a se ofender e a trocar empurrões.

Mas onde entra Jaley Ramsey nisso tudo? Simples, após a primeira confusão o conerback partiu para cima da imprensa questionando o porquê de ficarem filmando a briga, e, na saída de campo ofendeu com palavras chulas os repórteres que cobriam o treino da equipe. No Twitter ele tentou desconversar, dizendo que as palavras eram para Fowler Jr, mas mesmo assim a conta veio.

Em nota a equipe declarou que “devido aos incidentes inadmissíveis para um atleta do Jacksonville Jaguars”, os atletas Dante Fowler Jr e Jaen Ramsey estão suspensos por uma semana por “violar as políticas da equipe e não serem capazes de se portar como um atleta de futebol americano”.

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Fowler já havia repetido estas brigas algumas vezes. Uma delas quando desferiu um soco no companheiro de equipe Chris Reed, após uma jogada de bloqueio e outra em um treino conjunto com o Tampa Bay Buccaneers, quando entrou em conflito com o guard Ali Marpet e acabou sendo excluído do treino. Na semana passada houve um início de confusão entre ele e o tight end James O’Shaughnessy, mas a “turma do deixa disso” conseguiu separar antes que a confusão se tornasse mais séria.

Colts perde recebedor para o resto da temporada

Colts perde recebedor para o resto da temporada

Traktor EJ (2)

Em uma equipe que tem apenas um recebedor de destaque, nunca é uma boa notícia perder um jogador da posição, ainda mais quando este atleta está subindo no gráfico de profundidade e era cotado para assumir a posição de wide receiver 3 da equipe.

Estamos falando de Deon Cain, calouro escolhido na 185° escolha geral de 2018 e que se destacava em Clemson. Nos treinos ele era o novato mais promissor e tinha reais possibilidades de montar a linha titular com TY Hilton e Ryan Grant, porém, ao percorrer uma rota na partida de ontem contra o Seattle Seahawks ele rompeu o ligamento do joelho e está fora da temporada.

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“Deon estava chamando a atenção da imprensa por seus treinos”, disse o treinador Frank ReichIsso é uma boa notícia para ele daqui para frente. Sabemos que tem algo especial nele. Ele é um cara jovem que pode se tornar um grande jogador. Isso é obviamente um grande revés, mas nesta liga os verdadeiros jogadores são aqueles que conseguem superar todos os obstáculos. Contamos com Deon para superar esse também.”

Com esta baixa Frank Reich foi indagado sobre alguma contratação na posição, uma vez que na disputa pela rotação ele não tem grandes nomes. Quem se destacava era Cain e KJ Brent, que está no seu segundo ano de liga. O treinador dos Colts disse que ainda confia no que tem no elenco, mas que sempre está de olho no mercado.

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“Estamos sempre avaliando o mercado, mas agora estamos felizes com os receptores que temos”, disse Reich. Estamos mostrando um bom progresso. Esses caras têm trabalhado duro, eles ganharam o direito de ter a oportunidade de avançar e preencher esta lacuna. É lamentável a lesão de Deon. Temos que acreditar que esses jovens receptores têm a capacidade de serem titulares. Mas estamos sempre avaliando o mercado e nós vamos fazer o que for melhor para a equipe.”

No ataque do Indianapolis Colts mais alguns atletas preocupam. Marlon Mack, cotado para ser o corredor número 1 da equipe está sofrendo com uma lesão no tendão. O veterano Robert Turbin também está treinando menos devido a dores no tornozelo. Assim 100% para os treinos o Colts conta com os calouros Nyheim Hines e Jordan Wilkins, além do veterano Christine Michael.

Novo alvo para Tom Brady

Novo alvo para Tom Brady

Depois da dispensa de Jordan Matthews na tarde de ontem, o New England Patriots acertou a contratação do veterano wide receiver Eric Decker, ex-Broncos, Jets e Titans. O jogador de 31 anos havia feito um treino fechado na equipe ontem e segundo o insider Adam Schefter a equipe lhe ofereceu um contrato de um ano.

Decker jogou ano passado pelo Titans e recebeu 56 passes para 563 jardas e um touchdown. Somando suas passagens pelo Broncos – onde foi escolha de 3° rodada – e no Jets, ele soma 439 recepções para 5816 jardas e 53 touchdowns.

Um atrativo a mais tanto para Decker quanto para o Patriots é a experiência que ele tem jogando no ataque comandado por Josh McDaniels, que trabalhou com ele em seus melhores anos na NFL – jogando pelo Broncos – e agora coordena o ataque da equipe de New England.

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“Neste momento da minha carreira quero ir a algum lugar onde eu possa competir por um Super Bowl, estar jogando em um bom sistema e estar com um quarterback que sobressaia meu conjunto de habilidades”, disse Decker em junho na Rádio SiriusXM.

Lembrando que além de cortar Jordan Matthews, o Patriots não pode contar com Malcolm Mitchell e Kenny Britt (lesionados), além de perder pelas primeiras quatro partidas Julian Edelman, suspenso.

Quarterback do Titans se lesiona e perderá seis semanas

Quarterback do Titans se lesiona e perderá seis semanas

Não está fácil a vida do Tennessee Titans na abertura dos treinos desta temporada, afinal, a equipe terá que utilizar seu terceiro reserva para comandar o ataque durante os treinos voluntários e o minicamp obrigatório. Tudo porque seu quarterback reserva, Matt Cassell perderá seis semanas de treino para operar o polegar.

O titular Marcus Mariota está em processo de recuperação de uma fratura na fíbula sofrida na semana 16 da temporada passada, e só deve retornar aos treinos integrais no final de junho. O anúncio da contusão de Cassell veio através do treinador da equipe, Mike Mularkey.

Cassel precisará ter um pino colocado no polegar e provavelmente vai demorar cerca de seis semanas para sua recuperação”, disse o treinador dos TitansEle deve estar pronto para ir ao campo de treinamento, em julho.”

Com a situação quem comandará o ataque nos treinos da equipe é Alex Tanney, terceiro no gráfico de profundidade. O jogador chegou na equipe no ano passado após passar pelas equipes de treinos de várias franquias desde 2012. Calouro não selecionado no Draft 2012, teve o Cowboys como sua primeira equipe, depois passando por Browns, Buccaneers, Bills, Colts, além do próprio Titans.

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Depois de “herdar” a posição de titular nos treinos voluntários, Tanney se mostrou feliz com a oportunidade, e mesmo sem muitas chances de jogar na temporada regular o quarterback se fiz preparado para o desafio.

Eu estou me preparando como se eu pudesse jogar, mesmo que eu não esteja relacionado no domingo”, disse Alex Tunney. “Eu tenho essa abordagem na baixa temporada e faço isso da mesma forma. Já passei por algumas equipes,  esta é a minha sexta ou sétima equipe, e o núcleo que temos aqui é algo de que quero ser parte, porque está indo em uma direção muito boa.”

Sem Matt Cassell e Marcus Mariota (foto) nos treinos a equipe perde tempo valioso no entrosamento dos jovens valores com os quarterbacks. A equipe selecionou o recebedor Corey Davis na primeira rodada e Taywan Taylor na terceira, e os treinos dos calouros nesta fase da temporada ajuda muito no processo de identificação dos jogadores com o quarterback. O Titans surge como um dos favoritos aos playoffs este caso Mariota volte a jogar como no ano passado.

Telvin Smith solta o verbo contra a equipe

Telvin Smith solta o verbo contra a equipe

Imagine se um analista de futebol americano viesse a público e dissesse que pelo que viu nos treinos voluntários uma equipe iria fracassar. Seria um desastre para a carreira deste profissional, afinal, todos diriam que é muito cedo e que ainda há tempo para a equipe montar seu time. Agora imagine se esta equipe fosse uma das que mais investiu na agência livre, foi bem no Draft e ainda tivesse trazido para esta temporada um novo diretor para gerir o futebol. Seria uma crítica ainda mas infundada e precipitada?

Pois bem, a crítica veio nesta terça-feira e não foi de um analista ou jornalista, mas sim de um dos principais jogadores da defesa do Jacksonville Jaguars, o linebacker Telvin Smith. Em três anos com a equipe o atleta só sentiu o “gosto” da vitória por 11 vezes e não poupou seus colegas em entrevista coletiva. O jogador ente outras coisas se diz insatisfeito com o trabalho demonstrado até aqui, e que se não mudar a postura e a postura da defesa o time novamente terá apenas três vitórias na temporada.

“Com os jogadores que temos deveríamos estar pelo menos um nível além do que estamos”, afirmou Smith. “Como jogadores, temos que fazer a nossa parte e nos comprometer em campo. É o que queremos? Qual a nossa mentalidade? A mentalidade dessa equipe não é grande e os adversários ainda estão nos vencendo.”

O desabafo a princípio parece um discurso motivacional, mas não é. Em certa parte da entrevista Smith acusa alguns de seus colegas de não estarem se comprometendo para aprender o novo sistema. Ele acredita que uma equipe “grande” deve e já está fazendo isso, enquanto o Jaguars novamente está se preparando para perder.

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“Ainda existe uma cultura aqui que deve ser quebrada antes que uma outra possa ser criada”, disse Smith“Eu falo porque quero que a equipe esteja bem, alguns caras que estão aceitando o sistema e querendo fazer parte dele estão se esforçando, mas só alguns se esforçarem não é o suficiente. Todas as outras equipes também estão se esforçando.”

A revolta de Telvin Smith não é para menos, afinal, o jogador chegou no Jaguars vindo de uma campanha muito boa em Tallahassee. Em 55 jogos sua equipe venceu 45, então em três temporadas vencer apenas 11 jogos é muito frustrante. O Jaguars tem a pior campanha dos últimos três anos junto com o Cleveland Browns, somando 37 derrotas. Neste período a equipe teve o maior índice de turnovers, foram os piores em forçar sacks e também em interceptações. Blake Bortles é o quarterback que mais sofreu turnovers e o segundo em interceptações nas últimas três temporadas.

“Eu entendo que agora é a hora de montarmos o time”, afirmou Smith“Não podemos esperar chegar o campo de treinamento para começarmos a nos dedicar. Temos que decidir onde a equipe está e quer chegar neste momento.”

O Jacksonville Jaguars - como todas as outras equipes – ainda está treinando off pads, e normalmente os jogadores mais veteranos, caso da defesa do time costumam se poupar nos exercícios físicos e drills, e talvez este seja o motivo a revolta de Smith com o restante da equipe. Agora temos que aguardar para ver o que Tom Coughlin e Doug Marrone pretendem fazer a respeito da declaração.

Três quarterbacks titulares que muitos não conhecem

Três quarterbacks titulares que muitos não conhecem

Depois de um Draft surpreendente quando o principal assunto foram os quarterbacks, as atenções estão todas nos novos nomes que saíram na primeira rodada. Porém temos três nomes que muitos não conhecem e que tem muita chance de começar a temporada deste ano como titulares. Eles não saíram em uma primeira rodada de Draft e muito menos este ano, mas depois de passarem algum tempo “hibernando” chegam aos treinos como titulares de suas equipes e podem surpreender os espectadores.

O primeiro a ser anunciado como tirar e que não tem nenhum “glamour” e nem se encontra nas capas de jornais e revistas, mas mesmo assim será titular de uma equipe que chegou aos playoffs ano passado. Tom Savage está no Houston Texans há três temporadas (Draft 2014, 135° escolha geral). Nesse tempo viu alguns quarterbacks passarem pela equipe e ficou lá, “quietinho” aprendendo o jogo da equipe. No ano passado teve a grande chance de começar duas partidas, mas acabou sofrendo uma concussão e perdeu a pós-temporada.

A equipe sonhava com Tony Romo, e depois dá aposentadoria do jogador a equipe selecionou Deshaun Watson na primeira rodada deste ano. Assim Savage tem apenas uma chance de continuar como titular da equipe no ano que vem: jogar muito este ano. No College nunca foi um grande destaque,  onde nunca passou das três mil jardas. Bill O’Brien confia nele, e se jogar os passes certos pode se apresentar melhor que o ex-titular Osweiler.

NFL: Cleveland Browns at Cincinnati Bengals

Cody Kessler (foto) atua de forma diferente. Foi protegido no ano passado mesmo quando teve que entrar para substituir Robert Griffin III e Josh McCown. Ele estreou no dia 25 de setembro e teve no total oito partidas como titular. Nelas foi poupado por Hue Jackson nas chamadas de ataque, resultando em apenas 6 passes para touchdown e 2 interceptações.

Começou este ano como titular nos treinos voluntário, mas vai sofrer um pouco com a concorrência, afinal, Brock Osweiler está na equipe, e se ele voltar a desempenhar o jogo que apresentou no Denver Broncos será difícil Kessler se manter titular.

No College ele defendeu USC e foi muito bem, sendo o atual recordista da universidade com sete passes para touchdown em uma única partida. Passou das 10800 jardas e seu índice de touchdowns comparados com o de interceptações foi muito bons (88 TDs/19 INT), além claro de uma média de 68% de conclusão de passes, número s muito bons para o College. Tem uma equipe renovada e vai surpreender muitos fãs da liga este ano.

E por fim a segunda escolha do New York Jets no Draft do ano passado, Christian Hackenberg. O ex-quarterback de Penn State é um dos jogadores mais enigmáticos com chances de ser titular este ano, afinal, ninguém sabe como anda sua evolução. Foi redshirt no ano passado e a equipe manteve quatro quarterbacks no elenco apenas para lhe dar a oportunidade de aprender, e agora vai mostrar nos treinos se será o titular da equipe na temporada, fato que a imprensa de New York garante que irá acontecer.

Hackenberg tem uma certa pressão nos ombros desde que saiu do ensino médio classificado pela ESPN como o melhor quarterback do país. Dentre várias opções, como Alabama, UConn, Flórida, South Carolina, Pittsburgh, Tennessee e Virginiaescolheu Penn State, jogando como titular logo em seu primeiro ano.

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As performances calmas e seguras de Hackenberg (foto) renderam muitos elogios de Bill O’Brien, técnico da equipe na época e hoje no Houston Texans. Hackenberg foi eleito nada menos que cinco vezes o melhor freshman da semana de sua conferência. No segundo e terceiro ano com a faculdade suas performances caíram um pouco, e alguns jogos em que ele perdeu um pouco de estabilidade emocional o tiraram da primeira rodada do Draft 2016. Existem fontes que garante que o Jets antecipou sua escolha após saber que o New England Patriots iria escolhe-lo na segunda rodada, e que Jacoby Brissett era a segunda opção. Christian Hackenberg é a grande esperança dos fãs e dá equipe para o futuro.

Temos três nomes que devem entrar em campo, e apenas um deles não atuou nenhuma vez profissionalmente. Os três tem muito em comum, serem desconhecidos que irão levar sua equipe a campo este ano, e quem sabe ainda nesta temporada poderemos vê-los nos playoffs​.

Completo!

Completo!

A NFL de hoje está muito mais dinâmica que há alguns anos. A tecnologia empregada nas análises das partidas e a evolução constante do jogo fazem com que os treinadores e principalmente coordenadores das equipes tenham que evoluir seus atletas para cada vez mais situações. E são estas situações que definem uma partida difícil.

Um running back surpreender ao aparecer entre as linhas e receber um passe e converter uma descida, ou um wide receiver receber a bola das mãos do quarterback atrás da linha de scrimmage e correr para touchdown são jogadas cada vez mais vistas nos playbook das equipes, tudo em nome da evolução do esporte, afinal, os ataques precisam superar as defesas, que cada vez mais estão evoluindo tanto na tática quanto na força dos jogadores, que estão cada vez maiores e mais atléticos.

E está foi uma vertente das equipes ao escolher seus jogadores no Draft 2017. O corredor Christian McCaffrey teve uma grande “subida” este ano e saiu de uma possível segunda rodada para o “top 10″ exatamente por isso, por ser dinâmico. No Combine ele fez exercícios tanto de running back quanto de wide receiver, e a partir dali se tornou objeto de desejo de pelo menos três equipes. Mas ele não foi o primeiro corredor escolhido, sendo preterido por Leonard Fournette.

O ex-corredor de LSU ao contrário desta “moda” híbrida que assola a NFL chegou ao Jacksonville Jaguars com apenas 41 recepções​ em três anos no College. Ele não era o tipo de jogador que poderiam pensar que faria esta jogada, quer dizer, a equipe não imaginava que ele poderia fazer. Mas após a primeira semana de treinos com o elenco completo o jogador surpreendeu a todos e se mostrou um grande recebedor, empolgando seu treinador, Doug Marrone.

A única coisa que me impressionou nesta semana de treinos foi Leonard, ele pegou bem a bola”, disse MarroneEstou animado com isso, em todos os exercícios que fizemos ele só deixou de pegar a bola lançada uma única vez. Foram mais de cem repetições durante a semana. Isso é muito bom para o time.”

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A empolgação de Marrone cresce pois a equipe tem trabalhado este tipo de jogada desde que ele assumiu como treinador principal. No ano passado a equipe havia feito este tipo de jogada – passes para corredores – por apenas 22 vezes até que a nova comissão assumiu, a aumentou este número em mais de 100% nas últimas nove partidas. O coordenador ofensivo da equipe, Nathaniel Hackett utilizou muito estes passes para corredores nas duas temporadas que esteve com o Buffalo Bills, e agora com a “descoberta” desta vertente no jogo de Fournette, a equipe cresce ainda mais em expectativa.

Mas para Fournette isso não é nenhuma novidade. O jogador pode não ter sido utilizado no College nesta função, porém já sabia deste seu talento e confia nele. Depois de jogar para 3830 jardas terrestres e 40 touchdowns na faculdade, mais do que nunca Fournette se apresenta como uma jogador completo para brilhar nesta temporada.

“Eu sempre fui um bom recebedor”, disse Fournette. “Apenas a escola que eu fui preferia que eu corresse. Quando eles me jogam a bola eu simplesmente a pego, é natural para mim. Acho que estou fazendo um bom trabalho, pegando no ponto mais alto, concentrando-me nela (bola). Agora quando treinarmos com os pads quero mostrar minha força correndo e quebrando os bloqueios.”

Tem força, velocidade inicial, um grande físico e ainda está se destacando como um grande recebedor, além claro de ser cotado como o “novo Adrian Peterson“. A cada relato de treino de Leonard Fournette ficamos mais empolgados para vê-lo em campo, e desde já surge como favorito para vencer o prêmio de “calouro ofensivo do ano”.

Onze calouros que vão mudar o destino do campeonato

Onze calouros que vão mudar o destino do campeonato

Não podemos negar que depois do Draft deste ano muita coisa na NFL vai mudar. Talvez não o campeão de cada conferência ou até os vencedores das divisões mais óbvias, mas temos alguns calouros que prometem dar um “up” em suas equipes e torná-las mais competitivas. Existem muitos bons valores que foram escolhidos no Draft 2017, mas para não ficar massante vamos falar de onze jogadores que terão papel “chave” na reconstrução de suas equipes e que podem mudar o rumo da divisão que vão atuar.

Alguns deles não são uma escolha de primeira rodada e devem ser olhados com muita atenção. Também existem equipes que fizeram um “combo” neste Draft para privilegiar sua primeira escolha e contam como fatores preponderantes para quem sabe acabar com alguma hegemonia ou derrubar um favorito. Então vamos lá:

AFC NORTE:

Myles Garrett  -  A primeira escolha geral é cotada para ser o “novo” Von Miller ou Julius Peppers, e pelo que foi visto nos primeiros treinos tem muita chance de ser mesmo. Garrett não vai  fazer o Browns vencer a divisão, mas com ele na defesa podem apostar que além da equipe não terminar 1-15 vai derrubar pelo menos duas equipes da AFC Norte em pelo menos uma das duas partidas. Não existe futebol americano sem uma defesa que pressione o quarterback e ele chega para fazer isso. Foi sem  dúvida a melhor escolha do Draft 2017.

Joe Mixon - Podem falar o que quiser dele, afinal, ele tem que ouvir de cabeça baixa e aceitar. Imperdoável o que ele fez no seu primeiro ano de College, mas se tivesse tido a oportunidade de participar do NFL Combine e sua escolha não causasse tanta repercussão negativa, arriscava ser escolhido antes de Leonard Fournette. O Cincinnati Bengals volta a ter um jogo terrestre e com os outros jogadores que vão compor o elenco tem muita chance de voltar aos playoffs. Notem que citamos Mixon mesmo com a equipe selecionado John Ross.

NFC NORTE:

Dalvin Cook (foto) - Três acusações criminais e três sentenças que lhe declararam inocente. Foi isso que fez Cook cair tanto no Draft 2017, seu passado. E o Vikings adorou, afinal, sem escolhas na primeira rodada conseguiu um jogador que promete ser o futuro da franquia no jogo terrestre. Talvez não seja um Adrian Peterson, mas foi escolhido por dois anos consecutivos para a “primeira equipe” da América, foi o MVP do Orange Bowl e ainda ganhou o Jim Brown Award.

Delano Hill, Dalvin Cook

O Vikings não teve um jogo terrestre ano passado, sobrecarregando Sam Bradford e sua linha, que acabou sofrendo muitas baixas. Agora, com ele somando forças com o veterano Latavius Murray a equipe de Minnesota muda totalmente o panorama da NFC Norte.

AFC SUL:

Leonard Fournette - Antes de falarmos do melhor running back do Draft 2017 ( no contexto geral), precisamos enaltecer a contratação de Tom Coughlin para comandar o futebol da equipe. Além de escolher um dos melhores jogadores do Draft, ele ainda conseguiu um dos melhores jogadores de linha ofensiva para bloqueios de corrida da classe, Cam Robinson. Mas voltando ao atleta que vai fazer diferença na divisão, Fournette era o sonho de qualquer equipe.

Na avaliação pré-draft ele conseguiu uma pontuação maior que Ezekiel Elliott e Adrian Peterson. Isso significa que se os três estivessem na mesma classe Fournette seria escolhido antes. Tem tudo para ser grande na NFL, mas só depende dele. Segundo Coughlin, o ataque vai ser construído em volta dele e deveremos ver – agora vai – o Jaguars disputando o título da divisão.

Corey Davis - Todos esperavam que o Titans escolhesse Jamaal Adams ou Marshon Lattimore, mas a equipe precisava de um recebedor para dar dinâmica a seu ataque. Quando Davis foi escolhido, o futuro Hall da Fama Steve Smith Jr, que comentava pela NFL Network disse: “A melhor escolha se você quer que alguém realmente pegue a bola, não corra rotas e espere o passe, mas que pegue a bola”. O bom ataque do Titans vai se tornar ótimo com ele e tem grandes chances de vencer a divisão.

NFC SUL:

Christian McCaffrey (foto) - Uma das melhores escolhas do Draft e que chegou no minicamp com uma atitude de profissional. Ele sabe que é muito veloz e bom nas rotas do jogo terrestre, mas mesmo assim treinou muito para ser uma opção recebendo a bola. E não estamos falando de passes curtos dos quais os running backs estão acostumados, mas de bolas em profundidade. Ele é muito rápido, inteligente e vai ser a grande opção de Cam Newton no ataque. Ele ajuda a colocar o Panthers como postulante da sua divisão.

OJ Howard - Uma das melhoras escolhas do Draft 2017 pela posição que saiu. Talvez por se poupar no Senior Bowl alguém tenha pensado que ele não é tudo o que falamos, mas Howard é um tight end pronto para brilhar. É um futuro Pro Bowl, principalmente jogando no esquema que consagrou Mike Evans. Com ele o Buccaneers fecha um dos melhores ataques da NFL e vai jogar para vencer a divisão.

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AFC LESTE:

Jamaal Adams - Apesar de na nossa opinião esta divisão já estar decidida, temos que citar este atleta como a segunda melhor escolha do Draft. Não falamos pela posição que foi baixa devido seu talento (6° escolha geral), mas por ele ser um futuro Pro Bowl, Caiu em uma equipe que já declarou estar em reformulação e que não disputará nada este ano, mas deve ter números expressivos mesmo jogando no Jets.

NFC LESTE:

Derek Barnett - Finalmente o Eagles terá um jovem edge que vai fazer a diferença. Quando ele foi anunciado os fãs da equipe que lotavam as dependências do Draft foram a loucura, e não é para menos. Terá um impacto imediato na equipe e desde já ficamos imaginado ele lutando contra a linha ofensiva do Cowboys. Tem tudo para ser o “calouro defensivo do ano”, e sabe por que? Fácil, 33 sacks e 53 tackles para perda de jardas em três anos de SEC.

AFC OESTE:

Mike Williams - O melhor recebedor escolhido em na primeira rodada de um Draft desde Amari Cooper, quinta escolha geral de 2015. E coincidentemente eles irão se enfrentar este ano. Não foi nenhuma surpresa ele ser escolhido no “top 10″ e jogando com Philip Rivers vai mudar de maneira absurda o jogo do Chargers, A equipe agora de Los Angeles está seguindo o mesmo caminho do Oakland Raiders e vai dificultar muito a vida dos favoritos de sua divisão. Mike Williams, Tyrell Williams e Antonio Gates por cima, e Melvin Gordon por baixo vão fazer um grande estrago nas defesas adversárias.

NFC OESTE:

Reuben Foster (foto) - Muitos dirão: “Como assim o Foster e não o Thomas… Mas o tempo dirá aos fãs do San Francisco 49ers e aos fãs do esporte em geral se estamos certos ou não. Foster era uma escolha alta que caiu por três infortúnios praticamente no mês do Draft. Primeiro declarou a cirurgia no ombro, que na verdade não é nenhuma preocupação, afinal, ele ganhou o prêmio de melhor linebacker do país jogando “contundido”. Depois veio a confusão no Combine e ele saiu de lá sem poder apresentar os exames do ombro para as equipes, e por último, testou positivo por diluir substâncias no organismo antes do teste de substâncias da liga.

NCAA Football: CFP National Championship-Alabama vs Clemson

O Niners fez um grande movimento ao subir da segunda rodada para a primeira e pega-lo na 31° escolha. Se as equipes tivessem um dia de tempo – primeiro para segundo dia de Draft – para pensar em escolher Foster teria gente dando a “alma” pela 33° escolha geral. Foster vai ser o grande nome da defesa do Niners este ano, mesmo com Solomon Thomas na equipe.

Estas são nossas apostas para “mudar” o panorama das divisões este ano. No total doze jogadores dos 253 escolhidos, e que se confirmarem as expectativas vão fazer a NFL muito mais emocionante. Busts? É provável que tenha algum. Lesionados? Sempre acontece. Mas se nada de “anormal” acontecer veremos estes jovens fazendo a diferença, e quem sabe um deles estará no Super Bowl LII, não é mesmo?

 

Quem são os favoritos de cada conferência

Quem são os favoritos de cada conferência

Se a NFL fosse começar exatamente hoje, quem seria o favorito? Patriots, Cowboys, Packers? É difícil dizer, uma vez que teremos muitas variáveis do que temos no papel para como os novos nomes impactarão em campo. Porém, já dá para termos uma ideia de quem é a grande força da competição, e principalmente “as” grandes forças da competição. Pois mesmo com o atual campeão tendo uma offseason muito boa, tem equipes que podem atrapalhar seu “reinado”, inclusive dentro de sua conferência.

Começaremos falando da Conferência Americana, que conta com o New England Patriots, campeão e absoluto na AFC ano passado. Teve a melhor campanha mesmo perdendo seu quarterback titular por quatro jogos. Venceu 14 partidas e nos playoffs demonstrou o melhor jogo, exceto no Super Bowl, que depois de ser dominado em pelo menos dois quartos e meio, fez uma das maiores viradas da história do esporte.

Pois bem, começou a temporada um dia após a festa do título, quando seu técnico anunciou que o trabalho já começava a ser feito, visando o sexto título. Uma semana depois surgiu a notícia que a equipe patenteou o slogan “Blitz for Six”, e quando começaram os movimentos da agência livre o Patriots começou a provar que realmente ia atrás do sexto título.

Uma série de trocas que trouxeram nomes importantes, o maior deles Brandin Cooks, excelente recebedor do New Orleans Saints e que foi trocado por uma escolha de primeira rodada. Movimento arrojado e junto com Dwayne Allen uma das principais trocas da equipe este ano. Vejam que depois de perder Martellus Bennett foi atrás de um outro tight end “elite”, claro que inferior a Rob Gronkowki e outros nomes que temos na NFL, mas um ótimo jogador para ser o apoio de Gronk.

Ainda na agência livre a equipe trouxe dois nomes de destaque, e ambos do Buffalo Bills. Um que foi bem caro, mas chega para ser um franchise da equipe. Estamos falando de Stephon Gilmore, que ganhou um ótimo contrato por ser jovem é muito promissor. Foi a grande aposta de Bill Belichick, que comanda o futebol da equipe e saiu a comodidade com este movimento. Pagou uma tender de US$ 3 milhões de salário e uma escolha de quinta rodada para ter Mike Gillislee correndo junto com James White e principalmente Dion Lewis.

Tampa Bay Buccaneers v Pittsburgh Steelers

Mas o maior movimento do Patriots na agência livre foi manter seu melhor cornerback. O movimento que a equipe fez para manter Malcolm Butler foi sensacional. Uma qualifying offer colocada com um valor baixo de salário – US$ 3,91 milhões – e uma escolha de primeira rodada. Foi isso que Bilichick pediu para ceder seu maior achado à frente do Patriots. Ninguém pagou e ele fica na equipe como agente livre por U$ 4 milhões anuais. Ainda renovou com Dont’a Hightower, um dos heróis do Super Bowl LI.

No Draft não teve grande destaque, apostando em promessas. Mas perdendo poucos jogadores e se reforçando como fez é inegavelmente o grande favorito da AFC.

Temos outras equipes que podem surpreender. O Pittsburgh Steelers vai poder contar com Martavis Bryant, e o ataque da equipe fica muito forte. Teremos uma linha com Big Ben, Antônio Brown, Le’Veon Bell, Martavis Bryant e Jesse James alinhados juntos. É um baita ataque.

Também teremos uma estreia na equipe que vai chamar muito a atenção. O Steelers apostou em pedigree no Draft e trouxe um linebacker chamado TJ Watt. O sobrenome é igual ao do maior defensor da liga porque eles são irmãos, e o talento e principalmente o físico são muito parecidos. Vai chamar muito a atenção quando ele estrear.

O Oakland Raiders vem com uma ótima equipe que sofreu nos playoffs por perder Derek Carr com uma fratura na fíbula. Agora, com Carr de volta e uma defesa muito forte e ainda forçada no Draft 2017, a grande espectativa gira em torno de como Marshawn Lynch, que largou a aposentadoria para liderar o ataque terrestre da equipe vai se portar.

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Chiefs e Dolphins apostaram na mesma equipe que chegou aos playoffs e manteram o maior número de jogadores possíveis do elenco de 2016. Já o Houston Texans não tem ainda um quarterback franchise e deve manter o mesmo nível do ano passado, porém talvez a performance do ano passado já não lhe garanta este ano o título de sua conferência e consequentemente a vaga na pós-temporada.

Então respondendo, se tivéssemos o campeonato começando hoje, o título da AFC provavelmente ficaria com Patriots, Steelers ou Raiders. Mas como ainda é uma análise de pré-temporada, podemos estar totalmente errados.

 

Texans contrata “sangue” brasileiro para o ataque

Texans contrata “sangue” brasileiro para o ataque

O Houston Texans terá “sangue brasileiro” em sua linha ofensiva nesta temporada. Depois de perder o offensive lineman Derek Newton, a equipe tratou de reforçar sua linha ofensiva com Breno Giacomini, filho de brasileiros que está na NFL há nove temporadas. O titular, Newton, sofreu uma lesão no tendão patelar em outubro do ano passado, na partida contra o Denver Broncos. A duração e o valor do contrato ainda não foram revelados.

Breno é filho de um casal nascido em Governador Valadares, Minas Gerais, e nasceu em  Cambridge, Massachusetts. Depois de carreira no ensino médio recebeu oferta de bolsa de estudos em Louisville, onde jogou por um ano como tight end até chegar a posição de offensive tackle. No Draft 2008 foi escolhido pelo Green Bay Packers (150° escolha geral), onde atuou por dois anos, a  maioria do tempo no Practice Squad.

Mas foi no Seattle Seahawks que ele se destacou, após ser pego nos waivers. Na equipe assumiu a titularidade na segunda temporada e teve seu grande momento em 2013 quando venceu o Super Bowl XLVIII. Virou agente livre em 2014 e assinou um contrato de três anos com o New York Jets, jogando todas as partidas de 2014 e 2015. Porém sofreu muito com uma lesão nas costas e perdeu 11 partidas da temporada, sendo cortado no início do ano.

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Breno já visitou o Brasil algumas vezes, incluindo uma clínica que ele e mais alguns colegas – incluindo o recebedor Golden Tate e o running back ex-Steelers, DeAngelo Williams – deram a jovens carentes na offseason de 2014. O projeto se chama “Futebol, Americano Sem Fronteiras”, e se baseia em visitar países que não tem a cultura do futebol americano estabelecida.

Chegou a hora de voltar aos playoffs

Chegou a hora de voltar aos playoffs

É difícil imaginar um fã que acompanha a NFL há mais de oito temporadas e ainda não viu sua equipe nos playoffs, não é mesmo? Mas existe. E alguns fãs estão esperando mais que isso para ver sua equipe na pós temporada novamente. Os fãs do Buffalo Bills que acompanharam a equipe dominar a AFC entre o fim da década de 80 e o início da década de 90 não vê sua equipe nos playoffs há 17 anos. Já os fãs do Los Angeles Rams, que tiveram a oportunidade de ver o maravilhoso ataque comandado por Kurt Warner e chamado de “Greatest Shown on Turf”, não acompanha sua equipe na pós-temporada há 12 anos, e o dos Cleveland Browns há 14.

Mas não são destas equipes que estamos falando, afinal, a chance delas chegarem aos playoffs este ano são mínimas. Mas temos duas equipes que vem em uma grande evolução e há pelo menos 8 temporadas não chegam aos playoffs, e pelo que podemos ver tem grandes chances de chegar a pós-temporada este ano: Tampa Bay Buccaneers e Tennessee Titans.

O curioso e que há dois anos estas duas equipes do Sul chagaram ao Draft com as piores campanhas da NFL, um da AFC e outro da NFC. Mais curioso ainda é que no mesmo Draft – 2015 – elas escolheram dois quarterbacks que haviam vencido o Troféu Heisman, e depois de um ano de preparação as equipes fizeram ótimas temporadas no ano passado e hoje estão cotadas para chegar aos playoffs.

O Buccaneers saiu de uma temporada com apenas duas vitórias em 2014 e para alcançar nove na temporada passada, perdendo a divisão para o campeão da NFC. Mas quem pensava que a equipe havia chegado até seu ápice com esta campanha se enganou, e agora a equipe vem com um dos melhores ataques da liga.

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A equipe que já contava com Jameis Winston e Mike Evans, contratou o wide receiver DeSean Jackson, que junto com Evans e Adam Humphries se torna um dos trios mais poderosos da liga. Quer mais?  A equipe selecionou um do melhores tight ends dos últimos danos do College, OJ Howard, que vai se juntar a Cameron Brate para dividir os trabalhos. Para fechar este ataque a equipe conta com a volta de Doug Martin.

Na defesa a equipe reforçou sua linha secundária que já contava com os excelentes Vernon Hargraves III e Brent Grimes, agora também recebeu o reforço de Abdul-Quddus e do recém selecionado Justin Evans. A equipe tem tudo para chegar aos playoffs após nove temporadas.

Já o Tennessee Titans se destacou pela defesa ano passado, porém sofreu com a linha ofensiva e principalmente com a falta de recebedores para Marcus Mariota. A equipe saiu de duas temporadas que somou no total cinco vitórias, e na última ficou muito próxima dos playoffs, ao vencer por nove vezes.

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Escolheu Corey Davis, Taywan Taylor e Jonnu Smith para se juntarem a Delanie WalkerTajae Sharpe e Richard Matthews como alvos da equipe, além de três jogadores de linha ofensiva para reforçar a proteção de Mariota. O estilo do jogo foca muito nas corridas de DeMarco Murray, grande destaque da equipe no ano passado, além claro de Marcus Mariota, que somou 350 jardas e dois touchdowns correndo no ano passado. Some-se isso a seu principal rival na divisão não ter um quarterback definido para esta temporada e a equipe de Nashville surge como favorita de sua divisão, chegando aos playoffs após 8 temporadas.

 

 

Entre Jardas | Futebol Americano BR - 2014