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Rams e Bears movimentam o mercado de quarterbacks

Rams e Bears movimentam o mercado de quarterbacks

Os treinos voluntários entraram na sua segunda semana e as equipes continuam fazendo movimentos para alinhar seu elenco, e duas equipes da NFC que foram mal na temporada passada deram uma “arrumada” na parte que garante a passagem da bola e organização de seu ataque. Porém os movimentos foram visando os quarterbacks para a segunda suplência.O Los Angeles Rams anunciou Dylan Thompson, que teve passagem pelo San Francisco 49ers e o Chicago Bears anunciaram a dispensa de Connor Shaw, que estava na equipe desde julho do ano passado. A grande coincidência é que eles jogaram juntos em South Carolina.

Shaw chegou na NFL em 2014 como agente livre não selecionado após liderar o ataque de South Carolina por três temporadas. Assinou com o Cleveland Browns como jogador do practice squad e foi ativado alguns meses depois, devido as lesões de Johnny Manziel e Brian Hoyer. Começou um jogo pela equipe e chamou muito a atenção do New Orleans Saints e do Seattle Seahawks, mas o Browns não quis liberá-lo. Depois de uma cirurgia no dedo polegar direito foi dispensado pela equipe de Cleveland.

Assinou com o Bears no início em julho do ano passado, em um episódio bem “interessante”. O New Orleans Saints iria revindica-lo no waivers, mas quando foi enviar o e-mail para o Browns, “sem querer” adicionou a lista todas as outras trinta equipes da liga. O Bears tinha prioridade na escolha de Shaw, e esperando uma proposta do Saints assinou com ele. Menos de um mês depois o jogador fraturou a perna em uma partida da pré-temporada.

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Este ano a equipe de Chicago assinou com nada menos que três quarterbacks, Mike Glennon, Mitch Trubisky e Mark Sanchez. Assim o jogador ficou sem espaço e foi liberado. Resta saber se o Saints ainda tem interesse nele.

Já o Rams anunciou o antigo reserva de Connor Shaw em South Carolina, Dylan Thompson.  A equipe que contava com apenas Jared Goff e Sean Mannion em seu elenco, assinou um contrato com o jovem que em apenas uma temporada com South Carolina alcançou grandes números, incluindo uma grande atuação na vitória do Independence Bowl de 2015.

Chegou à NFL como um agente livre não selecionado assinando com a equipe de treinos do San Francisco 49ers. Depois da contusão de Colin Kaepernick ele foi promovido para a equipe principal, ficando no banco de reservas de Blaine Gabbertt por quatro partidas. Deixou o Niners em 2016 e assinou com o Rams, onde fez parte da equipe de treinos até ser dispensado no final do ano. Agora, com o apoio do novo comando da equipe, chega para disputar a posição de reserva com Sean Mannion.

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Filho de Ray Lewis vai jogar em Baltimore

Filho de Ray Lewis vai jogar em Baltimore

O filho do futuro Hall da Fama Ray Lewis anunciou nesta terça-feira via redes sociais que irá seguir os mesmos passos do pai e jogar na cidade que ele se consagrou. Claro que não será no Baltimore Ravens, não por enquanto, mas o jovem que viu seu pai brilhar e vencer dois Super Bowls com a camisa roxa e preta escolheu a universidade de Maryland para continuar sua carreira no College. O campus da universidade fica a apenas 40 km do estádio do Ravens.

Ao contrário do que muitos pensam, Rayshad Lewis não é um linebacker, mas sim um wide receiver. Com apenas 16 ano ele chegou a universidade de Utah State, depois de três anos defendendo a Bishop Moore Catholic High School, na Flórida. Porém ele não teve grande desempenho no ensino médio e não conseguiu bolsa em uma faculdade tão renomada como seu pai (que jogou pelos Hurricanes), e precisou de um ano como calouro em Utah para conseguir ser aceito em Maryland.

Em sete jogos como titular em Utah State ele conseguiu atingir as 476 jardas em 40 recepções, e em um post no Twitter se despediu da equipe: Quero agradecer a todos de Utah State, a todos os treinadores que me ajudaram e me apoiaram (…) Nada contra eles, mas eu não sentia que era o melhor lugar para mim.”

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Devido as regras da NCAA o jovem poderá treinar em Maryland junto com a equipe, mas não poderá jogar esta temporada, sendo elegível para o time apenas em 2018. O jogador mesmo muito novo é alto é muito rápido, porém ainda não é certo que ele tenha talento suficiente para chegar à NFL.

Seu pai, Ray Lewis foi um dos maiores linebackers da NFL contemporânea e marcou uma geração de apaixonados pelo esporte. Além de vencer as edições XXXV e XLVII do Super Bowl (foi eleito MVP na primeira conquista), chegou por 13 vezes ao Pro Bowl, sendo 7 delas como jogador da “primeira equipe” da América.

 

Saíram os duelos da pré-temporada

Saíram os duelos da pré-temporada

A NFL anunciou os jogos da pré-temporada. A partidas que começam no dia 3 de agosto, com o Hall of Fame Game, que este ano contará com Dallas Cowboys e Arizona Cardinals, serão jogadas em quatro períodos: semana 1, de 10 a 14 de agosto; Semana 2, de 17 a 21 de agosto; semana 3,  24 a 28 de agosto e semana 4, 31 de agosto a 1° de setembro.

Confira a programação de cada equipe:

AFC LESTE:

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Buffalo Bills: 

Semana 1: Minnesota Vikings. Semana 2: @ Philadelphia Eagles. Semana 3: @ Baltimore Ravens. Semana 4: Detroit Lions.

Miami Dolphins: 

Semana 1: Atlanta Falcons.  Semana 2: Baltimore Ravens. Semana 3: @ Philadelphia Eagles. Semana 4: @ Minnesota Vikings.

New England Patriots: 

Semana 1: Jacksonville Jaguars. Semana 2: @ Houston Texans. Semana 3: @ Detroit Lions. Semana 4: New York Giants.

New York Jets: 

Semana 1: Tennessee Titans. Semana 2: @ Detroit Lions. Semana 3: @ New York Giants. Semana 4: Philadelphia Eagles.

AFC OESTE:

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Denver Broncos:

Semana 1: @ Chicago Bears. Semana 2: @ San Francisco 49ers. Semana 3: Green Bay Packers. Semana 4: Arizona Cardinals.

Kansas City Chiefs: 

Semana 1: San Francisco 49ers. Semana 2: @ Cincinnati Bengals. Semana 3: @ Seattle Seahawks. Semana 4: vs Tennessee Titans.

Los Angeles Chargers: 

Semana 1: Seattle Seahawks. Semana 2: New Orleans Saints. Semana 3: @ Los Angeles Rams. Semana 4: @ San Francisco 49ers.

Oakland Raiders:

Semana 1: @ Arizona Cardinals. Semana 2: Los Angeles Rams. Semana 3: @ Dallas Cowboys. Semana 4: Seattle Seahawks.

AFC NORTE:

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Baltimore Ravens:

Semana 1: Washington Redskins. Semana 2: @ Miami Dolphins. Semana 3: Buffalo Bills. Semana 4: @ New Orleans Saints.

Cincinnati Bengals:

Semana 1: Tampa Bay Buccaneers. Semana 2: Kansas City Chiefs. Semana 3: @ Washington Redskins. Semana 4: @ Indianapolis Colts.

Cleveland Browns:

Semana 1: New Orleans Saints. Semana 2: New York Giants. Semana 3: @ Tampa Bay Buccaneers. Semana 4: @ Chicago Bears.

Pittsburgh Steelers: 

Semana 1: @ New York Giants. Semana 2: Atlanta Falcons. Semana 3: Indianapolis Colts. Semana 4: @ Carolina Panthers.

AFC SUL:

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Houston Texans: 

Semana 1: @ Carolina Panthers. Semana 2: New England Patriots. Semana 3: @ New Orleans Saints. Semana 4: Dallas Cowboys.

Indianapolis Colts:

Semana 1: Detroit Lions. Semana 2: @ Dallas Cowboys. Semana 3: @ Pittsburgh Steelers. Semana 4: Cincinnati Bengals.

Jacksonville Jaguars:

Semana 1: @ New England Patriots. Semana 2: Tampa Bay Buccaneers. Semana 3: Carolina Panthers. Semana 4: @ Atlanta Falcons.

Tennessee Titans:

Semana 1: @ New York Jets. Semana 2: Carolina Panthers. Semana 3: Chicago Bears. Semana 4: @ Kansas City Chiefs.

NFC LESTE:

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Dallas Cowboys: 

Semana 1: @ Los Angeles Rams. Semana 2: Indianapolis Colts. Semana 3: Oakland Raiders. Semana 4: @ Houston Texans.

New York Giants:

Semana 1: Pittsburgh Steelers. Semana 2: @ Cleveland Browns. Semana 3: New York Jets. Semana 4: @ New England Patriots.

Philadelphia Eagles:

Semana 1: @ Green Bay Packers. Semana 2: Buffalo Bills. Semana 3: Miami Dolphins. Semana 4: @ New York Jets.

Washington Redskins:

Semana 1: @ Baltimore Ravens. Semana 2: Green Bay Packers. Semana 3: Cincinnati Bengals. Semana 4: @ Tampa Bay Buccaneers.

NFC OESTE:

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Arizona Cardinals:

Semana 1: Oakland Raiders. Semana 2: Chicago Bears. Semana 3: @ Atlanta Falcons. Semana 4: @ Denver Broncos.

Los Angeles Rams:

Semana 1: Dallas Cowboys. Semana 2: @ Oakland Raiders. Semana 3: Los Angeles Chargers. Semana 4: @ Green Bay Packers.

San Francisco 49ers: 

Semana 1: @ Kansas City Chiefs. Semana 2: Denver Broncos. Semana 3: @ Minnesota Vikings. Semana 4: Los Angeles Chargers.

Seattlle Seahawks:

Semana 1: @ Los Angeles Chargers. Semana 2: Minnesota Vikings. Semana 3: Kansas City Chiefs. Semana 4: @ Oakland. Raiders.

NFC NORTE:

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Chicago Bears:

Semana 1: Denver Broncos. Semana 2: @ Arizona Cardinals. Semana 3: @ Tennessee Titans. Semana 4: Cleveland Browns.

Detroit Lions:

Semana 1: @ Indianapolis Colts. Semana 2: New York Jets. Semana 3:  New England Patriots. Semana 4: @ Buffalo Bills.

Green Bay Packers: 

Semana 1: Philadelphia Eagles. Semana 2: @ Washington Redskins. Semana 3: @ Denver Broncos. Semana 4: vs Los Angeles Rams.

Minnesota Vikings:

Semana 1: em Buffalo Bills. Semana 2: em Seattle Seahawks. Semana 3: vs San Francisco 49ers. Semana 4: vs Miami Dolphins.

NFC SUL:

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Atlanta Falcons:

Semana 1: @ Miami Dolphins. Semana 2: @ Pittsburgh Steelers. Week 3: Arizona Cardinals. Week 4: Jacksonville Jaguars.

Carolina Panthers:

Semana 1: Houston Texans. Semana 2: @ Tennessee Titans. Semana 3: @ Jacksonville Jaguars. Semana 4: Pittsburgh Steelers.

New Orleans Saints:

Semana 1: @ Cleveland Browns. Semana 2: @ Los Angeles Chargers. Semana 3: Houston Texans. Semana 4: Baltimore Ravens.

Tampa Bay Buccaneers:

Semana 1: em Cincinnati Bengals. Semana 2: em Jacksonville Jaguars. Semana 3: vs Cleveland Browns. Semana 4: vs Washington. Redskins

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Seahawks ouvindo propostas por Sherman

Seahawks ouvindo propostas por Sherman

O Seattle Seahawks deixou claro através de duas entrevistas que está disposto a negociar uma de suas principais estrelas da linha secundária, o cornerback Richard Sherman. O atleta que ficou marcado por suas declarações “polêmicas”, segundo seu treinador pode deixar a equipe uma proposta boa aparecer.

“Você está competindo tem sempre que estar aberto para tudo, cada sugestão que vem”, disse Pete CarrollTem havido algumas equipes que têm perguntado sobre ele, e por isso temos falado sobre isso (sua troca), mas ele é extremamente importante para o nosso time de futebol.”

Na verdade o jeito de Sherman se portar contra os adversários nunca incomodou Carroll ou alguém de dentro da franquia, mas suas atitudes contra o comando técnico na última temporada causaram algum desconforto, principalmente com o coordenador defensivo Kris Richard. A discussão aconteceu na linha lateral na semana 6, quando alguma “chamada” do treinador que “desagradou” Sherman foi exposta aos gritos.

Mas o que mais “pegou mal” nos vestiários foi quando atleta demonstrou descontentamento em uma chamada do treinador e de seu coordenador ofensivo na semana 16. A bola estava na linha de 1 jardas, e assim como fez no Super Bowl XLIX, Pete Carroll chamou uma jogada de passe. Sherman foi até os dois e demostrou todo o seu descontentamento, tendo que ser retirado de perto por alguns atletas. Mesmo após uma conversa no vestiário o jogador continuou criticando a chamada do ataque.

San Francisco 49ers v Seattle Seahawks

“Richard passou por momentos difíceis no ano passado, a maioria auto-infligida”, disse Carroll“Se vocês se lembrarem, ele teve seus problemas quando enfrentava grandes atacantes da liga seguidamente. Ele estava competindo como um louco.”

Porém tanto o treinador Carroll quanto o gerente geral John Schneider deixam claro que caso nenhuma oferta tentadora apareça o jogador é esperado na equipe para mais uma temporada. Jogando ao lado de um jogador inexperiente ano passado, Sherman pela primeira vez teve a responsabilidade de liderar a linha secundária da equipe em campo, principalmente após a contusão que tirou Earl Thomas da temporada.

Eu espero que as coisas se acalmem mais para ele, para que ele não tenha que carregar um fardo adicional apenas tentando ser um dos melhores jogadores na NFL. Ele já é. Então eu estou esperando que ele faça um trabalho muito bom. Ele é um jogador excepcional e um jovem excepcional”.

Richard Sherman

Sherman (foto) também falou a respeito do assunto no início da semana, e com a irreverência tradicional que as vezes se aproxima da arrogância comentou o assunto, mostrando não estar feliz com as declarações.

“Eu rio disso, cara”, disse Sherman“É engraçado para mim, mas às vezes as pessoas (Seahawks) precisam te ver indo para perceber a importância que você tinha. A grama não é sempre mais verde do outro lado, mas eu não deixo coisas assim me incomodarem.”

Sherman tem mais dois anos de contrato com o Seahawks, sendo que com 28 anos ainda deve jogar em alto nível por pelo menos mais três temporadas. Assim o equipe tenta ganhar algo com um comércio, além de se livrar dos US$ 22,5 milhões que deve pagar ao atleta nos próximos dois anos. O recebedor Doug Baldwin havia criticado o atleta há uma semana (contamos aqui), dizendo entre outras coisas que “falta humildade” a seu companheiro de equipe.

Lynch visitou o Seahawks e conversou sobre volta

Lynch visitou o Seahawks e conversou sobre volta

Há mais ou menos dez dias o treinador Pete Carroll e o running back Marshawn Lynch tiveram uma conversa e um dos assuntos foi sua volta aos gramados. Em entrevista Carroll comentou sobre a visita de seu ex-atleta e a reunião que os dois tiveram em seu escritório. O técnico do Seattle Seahawks não confirmou a volta de Lynch, mas entre outros assuntos ele lhe confidenciou que está pensando no assunto.

“Ele veio até o escritório e tivemos uma boa conversa”, disse Carroll nesta quarta-feira. “Sei que é um pouco divertido pensar nisso, não posso lhe dizer o quão forte é, você tem que falar com ele para saber se existe chance ou não, mas ele está considerando o retorno”.

Agora resta saber se caso Lynch decida realmente voltar a motivação de defender a equipe será a mesma. O que se tem de concreto é a proposta do Oakland Raiders para que o atleta defenda a equipe nesta temporada. Porém os direitos do atleta – caso volte da aposentadoria – são do Seahawks por dois anos, e a equipe teria que dispensá-lo caso não queira contar com o jogador. Seu salário neste ano seria de US$ 9 milhões e em 2018 de US$ 7 milhões. Além destes valores o atleta tem a receber mais US$ 3 milhões de bônus, valor que pode pesar em um teto salarial recheado como o da equipe de Seattle.

Perguntado se a equipe teria interesse em contar com o atleta este ano, Carroll respondeu com um sonoro: “Ele está aposentado”. Porém quando questionada sobre uma possível liberação do atleta ou até uma troca com o Raiders o treinador disse que “não sabia ao certo”, e que “na hora certa a equipe tratará sobre isso”.

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Outra questão, e talvez a mais importante sobre a volta de Lynch é o quanto ele ainda pode produzir. O corredor está com 31 anos, e mesmo com relatos de que está em grande forma física é difícil saber se ele desempenhará a função com excelência em sua volta. Carroll falou a respeito.

Depende de como ele se cuidou nesta temporada. Ele parecia bem. O que conta é a mentalidade que é preciso para jogar este jogo. Da forma como ele joga, Lynch tem que estar realmente determinado e comprometido para que dê certo. Se essa vontade ainda permanece nele eu não posso dizer em apenas uma conversa. Eu sei que ele estava considerando a ideia.”

Marshawl Lynch foi o grande nome do Seattle Seahawks na conquista do Super Bowl  XLVIII e na conquista da NFC do ano seguinte. A imagem mais marcante do atleta foi após a equipe estar à apenas uma jarda de vencer seu segundo Super Bowl consecutivo. Ao invés de tentarem uma corrida com o “Beast Mode”, o Seahawks arriscou um passe em uma segunda descida e acabou sendo interceptado por Malcolm Butler, perdendo o título. Lynch ficou desolado na linha lateral (foto), e muitos afirmam que ali ele “perdeu” a vontade de jogar football.

A impotência de Malcolm Butler

A impotência de Malcolm Butler

Nós brasileiros começamos a entender realmente como funciona a NFL há 10, no máximo 15 anos, e desde então passamos por três estágios: o encantamento, a admiração e o amor. Mas nem tudo é perfeito na NFL e assim como temos estádios e uma organização ímpar, também vemos algumas “injustiças” com os protagonistas do esporte: os jogadores.

Não estamos falando de coisas como “regimentar” comemorações e coisas do tipo, mas de algumas regras estatutárias que mexem com muito mais que o desempenho em campo, mexem com o dinheiro que os atletas ganham. Uma liga que lucrou US$ 1,8 bilhões a mais que na temporada 2015-2016 deveria olhar mais para aqueles que sofrerão sequelas para o resto da vida por dedicarem seus corpos ao nosso entretenimento. Não distribuindo lucros, mas com regras mais justas, principalmente na agência livre.

E é exatamente aqui que entra Malcolm Butler, cornerback bicampeão do Super Bowl pelo New England Patriots. Butler tem uma história sensacional de superação no esporte. Ele saiu de uma universidade da Divisão II da NCAA chamada West Alabama, e no Draft 2014 não foi escolhido. Depois de workouts com o Patriots assinou um contrato pelo mínimo oferecido e em sua primeira temporada teve pouquíssimas participações, menos que 50 snaps em uma temporada inteira. Mas na hora certa apareceu e deu o título do Super Bowl XLIX a equipe.

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Ali ele começou a ser reconhecido pela torcida, mas muitos falavam que ele era jogador de “apenas uma jogada” e que não teria chances de atuar em alto nível. Veio a temporada 2015 e ele garantiu a titularidade e certo protagonismo na equipe, sendo eleito pela primeira vez para o Pro Bowl. Em 2016 ele foi melhor ainda, se tornando a grande referência na defesa da equipe e chegando ao Super Bowl LI como o grande nome para parar Julio Jones. Fez sua parte e conquistou o segundo anel, mostrando seu valor na liga.

O grande detalhe de tudo isso: ele recebeu US$ 600 mil anuais durante este período.

Chegou na agência livre como um agente restrito, e ali ele pensava em conquistar sua independência financeira. Com 27 anos e dois anéis conquistados ele tinha tudo para conseguir o melhor negócio do mercado. Especulava-se cerca de US$ 15 milhões anuais, o que daria US$ 60 milhões em um contrato de quatro anos. Era lógico que depois de sair de uma universidade pública, “suar sangue” para não ser cortado e ainda vencer dois Super Bowls ele enfim receberia os “louros da vitória” em sua conta corrente. Mas não foi isso que aconteceu.

Privilegiado por uma regra que a liga prega, Bill Belichick ao invés de negociar um contrato justo com o atleta que lhe deu um anel de Super Bowl (porque aquela partida contra o Seahawks já estava perdida), lhe aplicou uma marcação chamada de qualifying offer, na qual ele só poderia se transferir para outra equipe se o Patriots recebesse uma escolha de primeira rodada. Caso contrário, Butler terá que atuar pela equipe recebendo US$ 3,9 milhões nesta temporada.

Só para esclarecer a situação: Se o Cleveland Browns quiser contratar Butler para jogar pela equipe, por exemplo, a equipe precisa dar sua escolha de primeira rodada do Draft 2017 para que o negócio aconteça, no caso a primeira escolha geral. É justo? Quem gostaria de dar uma primeira escolha por um jogador undrafted?

NFL: Super Bowl XLIX-New England Patriots vs Seattle Seahawks

Belichick e o Patriots se aproveitaram de uma “brecha” no regulamento para defender seus interesses e o atleta perdeu sua melhor oportunidade de garantir a independência financeira. E para deixar claro que os regulamentos da NFL foram feitos para as franquias e não para os atletas, o Patriots assinou com um jogador da mesma posição , quase da mesma idade e em uma comparação minuciosa “inferior” a Butler por US$ 65 milhões.

Isso nos lembra da grande greve de 1987, quando os atletas pararam por 24 dias lutando por uma agência livre mais justa. Ali seria a grande vitória dos atletas perante a liga e Butler não estaria impotente. Mas Joe MontanaLawrence Taylor, Roger Craig e outras estrelas “furaram o piquete” e demonstrando mais lealdade aos seus contratantes que aos colegas de profissão. Os jogos continuaram acontecendo -com atletas recém contratados atuando – e o último grande movimento dos atletas contra a NFL não deu em nada.

Hoje o movimento do Patriots é enaltecido e independente do desfecho – a saída de Butler ou a permanência no Patriots – o grande vencedor é time. Não que o Patriots esteja errado, muito pelo contrário, Bill Belichick foi genial, o que está errado é como a NFL continua tratando as estrelas do espetáculo, os protagonistas, os atletas.

 

“Deu ruim” para o kicker Roberto Aguayo

“Deu ruim” para o kicker Roberto Aguayo

Quando o Tampa Bay Buccaneers elaborou na segunda rodada do Draft 2016 o kicker Roberto Aguayo, uma “chuva” de críticas caiu sobre a franquia e principalmente sobre seu gerente geral Jason Licht, afinal, a equipe há anos não faz boas campanhas e com muitos kickers veteranos a disposição na liga seria um absurdo – no entendimento dos críticos – a equipe gastar uma escolha de segunda rodada em tal posição.

Mas Aguayo chegava credenciado por ter o terceiro melhor aproveitamento da história do College e ser eleito por três anos consecutivos para o “All American Team”. Além disso o atleta é descendente de latinos e a franquia buscava trazer para o estádio e para a franquia mais fãs que se identificassem com ele, uma vez o Bucs é um dos piores times em arrecadação.

Pois bem, passada a primeira temporada – com uma pré-temporada “trágica” – e um aproveitamento de míseros 71%, a equipe não suportou a pressão e está trazendo um veterano para a posição, Nick Folk, ex-New York Jets. Folk atuou por sete anos em New York e é lembrado até hoje pelos fãs do ex-time pelas excelentes participações. Foi cortado em movimento para liberar espaço no salary cap e é considerado um dos 10 melhores da liga.

Florida News - Sept. 8, 2013

Se na temporada passada Aguayo teve o pior aproveitamento da liga, no ano passado Folk (foto) teve sua segunda melhor temporada na carreira. Acertou 27 dos 31 para um aproveitamento de 87%, sendo que 2 dos quatro chutes que ele perdeu foram de mais de 51 jardas.

“Ele é um novato de 21 anos de idade, ele tem que aprender que ele não está mais fazendo isso por diversão”, disse Jason Licht em entrevista no NFL Combine“Ele tem um monte de gente dependendo dele, vamos continuar a ter competição e procurar os melhores para competir com ele, . Ele é jovem e está trabalhando muito para melhorar.”

Parece que a jovem promessa não terá “vida fácil” este ano, e caso não melhore muito durante os treinos perderá a posição para Nick Folk, mostrando mais uma vez que elaborar um kicker em uma rodada alta é uma péssima escolha.

San Francisco 49ers paga US$ 21 milhões em um fullback

San Francisco 49ers paga US$ 21 milhões em um fullback

John Lynch mostrou um pouco de sua força na abertura da franquia e com o aval de Kyle Shanahan contratou o melhor fullback da liga. O anúncio oficial será só amanhã, mas os valores relatados pelos insiders são de US$ 21 milhões para um contrato de 4 anos. Por mais que a posição tenha sido relevada em alguns planos de jogo, o ataque comandado por Shanahan no Falcons utiliza e precisa de um dinamismo ímpar do atleta desta posição, por isso o investimento tão alto em Kyle Juszczyk, ex-Baltimore Ravens.

Apesar do valor considerado altíssimo, o movimento mostra que o ataque de Kyle Shanahan começa a ser formado. Primeiro com a contratação de Brian Hoyer, que tem força no braço e precisão nos passes. Depois foi a vez de dois recebedores, um para ser o número 1 da equipe, Pierre Garcon, e outro para jogar “flutuando” em rotas mais curtas, Marquise Goodwin

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A posição de fullback é muito valorizada no plano de jogo de Shanahan, e claro, foi respeitada a sua indicação para a contratação do atleta. Ele utiliza o fullback como bloqueador, correndo e fazendo recepções curtas, dando uma “pegada” diferente de qualquer outro ataque da NFL. O engraçado é que seu fullback titular nos últimos dois anos, Patrick DiMarco, era cotado para assinar com o Niners, mas talvez pela idade e pelo físico Shanahan deu preferência para Kyle Juszczyk.

E quatro temporadas com o RavensJuszczyk jogou 32 partidas recebendo 97 passes para 769 jardas e 5 touchdowns, marcando mais um touchdown correndo. Ele tem apenas 25 anos e foi elaborado na quarta rodada do Draft 2013 (130° escolha geral).

O destino dos principais quarterbacks da agência livre

O destino dos principais quarterbacks da agência livre

Amanhã começam os anúncios oficiais das contratações das equipes na agência livre, porém como já divulgamos desde a última terça-feira muitos atletas já estão acertados, incluindo os quarterbacks Brian Hoyer (San Francisco 49ers), Matt Schaub (renovou com o Falcons) e Tyrod Taylor (restruturou o contrato).

Porém tivemos o anúncio da dispensa de Tony Romo, que junto com Colin Kaepernick são dois quarterbacks que já venceram na pós-temporada e estão na agência livre. Se somarmos Jay Cutler, que tem menos de 1% de chances de continuar em Chicago, o panorama para quem precisa de uma boa opção como quarterback começa a crescer. Coloque nesta soma Mike Glennon e Jimmy Garoppolo e veremos um mercado recheado de opções, e é sobre isso que falaremos a partir de agora.

Tony Romo:

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Depois do Cowboys tentar uma troca por Tony Romo veio a notícia de que ele está “na pista”, claro, já começaram as especulações. O primeiro nome que surge é do Denver Broncos, que assim como fez há alguns anos pode trazer o quarterback para voltar aos playoffs. Dinheiro no salary cap a equipe tem, mas não deve pagar “fortunas” por ele. John Elway é muito bom de negociação, e se prometer para Romo um Super Bowl – como fez para Peyton Manning – leva ele para Denver.

Outra equipe com possibilidade de contratar Tony Romo é o Houston Texans, que em uma crescente precisa de um quarterback nesse nível para passar do divisional round. Romo disse que buscaria uma equipe competitiva  que lhe desse a chance de vencer um Super Bowl. Também disse que não gostaria de ficar longe de casa (leia-se Texas), então a chance dele aceitar uma proposta e ir para Houston também existe.

No mais sobram equipes que estão se reestruturando, e como o quarterback não tem a menor intenção de começar um novo projeto, afinal, está com 37 anos, não deve sair das duas opções acima.

Colin Kaepernick:

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Kaepernick tem experiência em playoffs e mesmo não vivendo a fase áurea de 2012-2013 ele ainda pode ser titular em muitas equipes da NFL, e duas delas precisam de um quarterback com seu estilo, mas podem não assinar com ele. A primeira é o Cleveland Browns, que já disse através de seu gerente geral que o atleta agrada a franquia. No Browns ele pode encontrar tranquilidade para trabalhar e sua autoestima voltar com resultados bons. Assinando com ele o Browns traz experiência e ainda um pouco mais de “marketing positivo” a equipe, uma vez que depois das 15 derrotas ninguém mais os leva a sério.

Outra equipe que Kaepernick poderia aparecer era no New York Jets, uma das mais carentes de quarterbacks e que além disso precisa de alguém que saiba lidar com a imprensa de New York, uma das mais exigentes. O Jets fez movimentos capazes de abrir espaço para paga-lo, sedo assim é só uma questão do atleta e a equipe entrarem em um acordo de tempo e valor de contrato para que ele seja anunciado.

Muitos falam a respeito do Denver Broncos, uma vez que a equipe quase contratou Kaepernick ano passado. Mas depois da liberação de Tony Romo no mercado é bem difícil que a equipe recorra a ele, princialmente depois da saída Gary Kubiak, grande fã de seu futebol.

Jay Cutler:

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O Buffalo Bills era seu principal destino até a tarde de hoje, quando anunciou a reestruturação do contrato com Tyrod Taylor. Agora Cutler fica meio deslocado para conseguir alguma vaga como titular. Se o Jets quiser mais algumas temporadas como as duas últimas pode contratá-lo, senão o quarterback que atuou por Denver Broncos e Chicago Bears deve buscar emprego em equipes que não começaria como titular, e claro, assinaria um contrato mais modesto.

Equipes como o Niners  - que contratou o quarterback Brian Hoyer – e Cleveland Browns ficam como opções mais difíceis, mas não impossíveis. Vale ressaltar que Cutler ainda não foi oficialmente cortado pela equipe.

Mike Glennon:

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Quem diria que um quarterback que já foi reserva de Josh McCown seria tão valorizado em uma agência livre, não é mesmo? O reserva de Jameis Winston que não jogou nenhuma partida na última temporada chegou a agência livre super valorizado. Com muitos rumores relativos a um acerto com o Jets, o Buccaneers resolveu lhe oferecer US$ 15 milhões para continuar na equipe, claro, para tentar algum benefício na sua troca. Como ele já estava cercado de propostas disse não a equipe da Flórida, e tem o destino quase certo: Chicago.

O Bears está se desfazendo de Cutler, e nada melhor que começar esta nova caminhada com um “sangue novo”. Tentou Jimmy Garoppolo, mas o New England Patriots quer uma escolha de primeira e uma de segunda rodada por seu reserva. Assim a equipe começou a “flertar” com seu reserva do ano passado, Brian Hoyer, que assinou com o Niners. Agora precisa usar suas últimas cartas em Glennon, antes que fique sem opções e tenha que apostar em um calouro no Draft 2017. Se assinar com Glennon pode trabalhar um quarterback calouro para o futuro na franquia.

Jimmy Garoppolo:

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Ele está e não está no mercado. O Patriots quer muito por ele, e em uma classe que conta com os melhores defensores dos últimos anos é uma loucura uma equipe dar tanto por Jimmy G, afinal, ele jogou apenas duas partidas na NFL. Apenas uma equipe pode dar o que o Patriots quer e não atrapalhar o futuro da franquia, o Cleveland Browns.

O Browns tem duas escolhas altas na primeira rodada e precisa muito de um quarterback. Pode apostar em Mitch Trubisky ou DeShaun Watson e ainda pegar um defensor muito bom. Mas o mais provável é que sua escolha de primeira rodada seja Myles Garrett, melhor defensor dos últimos anos a aparecer em um draft, e na 12° escolha – sua segunda na primeira rodada do draft – não encontrar os dois prospectos citados.

O negócio pode acontecer, mas será que Garoppolo aceitaria sair do Patriots para jogar no Browns? E o principal, será que vale a pena para o Browns pagar tão caro por Garoppolo? Ao que vemos Jimmy G vai continuar na franquia e se não assinar uma renovação só irá aparecer em uma nova equipe ano que vem, quando virar um agente livre.

Sumido!

Sumido!

Imaginem um professor não comparecer a sala de aula no dia da prova, ou melhor, um trenador não comparecer ao campo no dia do jogo. E é exatamente isso que está acontecendo com o Washington Redskins e seu gerente geral nas últimas semanas, nos momentos mais importantes dele em seu cargo na temporada ele simplesmente “desapareceu”.

É claro que não é um caso de polícia, e segundo fontes muitos conseguiram falar com Scot McCloughan, que supostamente está trabalhando de sua casa. Mas o principal comandante do futebol da equipe não estar presente no início da agência livre, quando os contratos são renegociados e principalmente, assinados com novos atletas. A notícia chegou a ser tão absurda que o Washington Post, um dos principais jornais dos Estados Unidos noticiou sua ausência insinuando que algo errado está acontecendo com McCloughan e principalmente com a equipe.

Na semana passada sua ausência já havia sido sentida em Indianapolis, no NFL Combine. O gerente geral do Skins é peça principal na organização para avaliar os prospectos que irá escolher no draft, e na hora de avaliá-los e fazer as entrevistas ele estava ausente. O vice presidente da franquia justificou sua falta dizendo que a avó de McCloughan havia falecido. Depois de algumas horas surgiu a notícia que sua parente havia falecido no início de fevereiro, quase um mês antes do Combine.

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Mas agora o assunto ficou mais sério, e muito está se especulando a respeito de seu “sumiço”. Alguns insiders estão dizendo que ele e o presidente da equipe, Bruce Allen, tiveram um desentendimento e ele não estaria feliz com algumas situações, a principal de não ter a palavra final sobre a assinatura dos contratos. Outras fontes dizem que ele está trabalhando de casa e que já deixou os valores para renovação de atletas como DeSean Jackson, Pierre Garcon, Vernon Davis e Chris Baker. existe também o boato que ele está com depressão.

O fato mais estranho e que deixou muitos em Washington intrigados foi a maneira que o vice presidente sênior, Tony Wyllie, respondeu uma pergunta do jornalista do Washington Post no início da tarde de hoje. Perguntado sobe o motivo da ausência de McCloughan no escritório da equipe, Wyllie respondeu com rispidez: “Estamos nos concentrando na agência livre”, deixando clara a insatisfação do comando do Redskins com a ausência do gerente geral. Parece que o tempo de McCloughan com o Redskins está acabando.

Destaque do Browns quer US$ 10 milhões por ano

Destaque do Browns quer US$ 10 milhões por ano

Um dos poucos destaques do Cleveland Browns chega a agência livre com valor estipulado: US$ 10 milhões por ano. Segundo fontes o recebedor Terrelle Pryor, um dos melhores jogadores do Bronws nos últimos anos chega hoje a agência livre depois de recusar a oferta de renovação da equipe de Cleveland, que entre salário e bônus passaria perto dos US$ 8 milhões.

Escolha de terceira rodada do Oakland Raiders em 2011, o jogador chegou em Cleveland em 2015, onde acumulou funções de running back, wide receiver e até quarterback – semelhante ao que fez no Raiders em 2013 – e se destacou na última temporada, recebendo 77 passes para 1.077 jardas e 5 touchdowns.

Talvez por suas atuações e por ser o grande destaque da equipe, tanto o atleta quanto os seus agentes acreditam que o jogador esteja no patamar de um salário de “dois dígitos”. O Browns não quis aplicar a franchise tag nele, e partindo do princípio que pagou um contrato generoso para Jamie Collins renovar, a equipe parece ter certeza que ofereceu o suficiente para mantê-lo e não está com medo de perder Pryor na agência livre.

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“Somos realistas sobre isso”, disse Sashi Brown, gerente de operações da equipe. “Trabalharemos com Terrelle e seus representantes, ele é uma prioridade, não ficaremos em pânico se as coisas não funcionarem e ele não estiver em nossa lista”.  O treinador Hue Jackson também fez questão de falar do atleta e da importância que ele tem dentro do elenco: “É uma agência livre, então eles conseguem fazer suas escolhas. Espero que ele faça o caminho certo e fique aqui conosco, pois é muito importante para o time”.

Ao contrário da equipe, em um post no Twitter o atleta demonstrou nervosismo com a chegada na agência livre, e com os dizeres - “Estou ansioso e nervoso, mas tudo nas mãos de Deus, nós devemos seguir seus planos” - o atleta não parece estar muito confiante que valha todo o valor pedido, e não será surpresa se ele aparecer em Cleveland perguntando se a “antiga” oferta ainda está de pé. Vale lembrar que a equipe está desde janeiro tentando a renovação, então o que parece pé que os agentes do atleta estão o supervalorizando, situação que só ficará clara na quinta quando ele anunciar um possível acerto – ou não – com outra franquia.

Resumão da NFL – Sexta, 3 de março

Resumão da NFL – Sexta, 3 de março

Começamos a sexta-feira ainda repercutindo a dispensa de Brandon Marshall no final da noite de quinta. Deixou muitos fãs abismados e outros tantos felizes, uma vez que ele criou muitos problemas nos bastidores na última temporada. Leia mais aqui.

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Faltando apenas cinco dias para a abertura das negociações da agência livre, temos pelo menos cinco wide receivers com condições de passar dos US$ 8 milhões por ano. Dois deles disputaram o Super Bowl LI e um foi campeão. Leia mais aqui.

Super Bowl LI - New England Patriots v Atlanta Falcons

O grande estaque do NFL Combine em seu primeiro dia de testes físicos foi o running back Christian McCaffrey, que além de fazer sua parte nos testes específicos para running back ainda deu show nos exercícios como recebedor. Deve subir no draft.

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O Minnesota Vikings venceu o Indianapolis Colts no “cara ou coroa” que desempatava a 14° escolha geral do Draft 2017. Porém não será o Vikings que ficará com a escolha, mas com outra franquia. Leia mais aqui.

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TJ Jones foi o mais rápido no “tiro de 40 jardas” no primeiro dia de testes físicos do NFL Combine. O atleta marcou 4″31 para a distancia. A seguir vieram Joe Williams (4″41), Tarik Cohen (4″42) e Donald Pumphrey (4″48). Hoje a partir das 11 horas tem mais.

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Divulgamos com exclusividade os primeiros jogos de cada equipe da São Paulo Football LeagueSPFL, além disso contamos um pouco de cada time e em primeira mão anunciamos os 5 estádios que receberão a competição. Leia mais aqui.

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Para fechar nossa sexta-feira um pouco mais de NFL Combine. O melhor running back do College e indicado por muitos como “top 10″ nas escolhas do Draft 2017 foi muito mal no primeiro dia de testes físicos. Deve cair algumas posições e até algumas rodadas se hoje tiver o mesmo desempenho. Leia mais aqui.

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Este foi o nosso “resumão” do que melhor aconteceu na NFL no dia de ontem, sexta-feira 3 de março. Clique nos links ao lado das matérias e saiba tudo que se passa na NFL.

NFL Combine: Melhor running back decepciona no primeiro dia

NFL Combine: Melhor running back decepciona no primeiro dia

Quando acabou a temporada da NCAA todos estavam impressionados com a força e principalmente a velocidade de Leonard Fournette, running back da LSU. Nos primeiros mock drafts americanos ele foi o grande destaque, chegando a ser cotado ente as cinco primeiras escolhas do Draft 2017, porém parece que o NFL Combine vai derruba-lo um pouco.

Logo na pesagem Fournette mostrou estar um pouco acima do peso que mantinha no College, e quando questionado disse que “aquilo era retenção de líquidos e não gordura”. A imprensa e as equipes que o estavam avaliando não “compraram” aquela desculpa, pois a diferença era de 5 quilos, talvez água demais, não é mesmo? Mas o problema dele não foi esse, e sim mobilidade.

Seu primeiro exercício foi o salto vertical, aquele em que umas “varetas” ficam presas a um poste e com a mão os atletas pulam e tocam nelas. Sua melhor marca foi de 28 1/2 pés, cerca de 72 centímetros (de impulsão). Claro que foi uma marca ruim, e a partir dali todos que acompanhavam o Draft 2017 começaram a postar sua “decepção” nas redes sociais. Sua marca foi a terceira pior nos últimos três anos de Combine se tratando de running backs.

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Leonard posteriormente falou que não estava preocupado com a marca, afinal, ele é “um corredor e seu forte não são os pulos” (?). Mas o Fournette não percebeu é que aquele teste não se trata de altura, mas de explosão muscular, e para um atleta de 108 quilos, explosão é essencial para jogar na NFL. Teve a chance de se redimir no “tiro direto de 40 jardas”, e mesmo conseguindo um tempo bom não foi unanimidade a sua performance.

“Com uma vertical como essa, é justo dizer que se ele corre abaixo de 4,5 seria uma surpresa”, disse Chad Reuter, analista da nfl.com. Keith Marshall fez apenas 30,5 no ano passado e ainda correu 4,31, então não há uma correlação exata.”

Ele marcou 4,5 segundos no tiro de 40 jardas, e para um atleta que pesa 220 libras, ou seja, 108 quilos, é um tempo muito bom. Para se ter uma ideia, foi a melhor marca desde 2003 para alguém de seu peso. Porém, o running back está com “peso de tight end”, e isso vai custar muito na hora de ser elaborado.

Fournette foi uma grande estrela no College, principalmente em 2015, quando foi por unanimidade escolhido o melhor running back da América. Porém sofreu muito com contusões em 2016, correndo para apenas 843 jardas (em 2015 ficou muito próximo das 2 mil jardas). Hoje será o dia mais importante para ele, já que dependendo do desempenho dele e de outros atletas ele pode cair muitas escolhas e quem sabe até não ser elaborado na primeira rodada.

Osweiler fica, mas Texans pensa em escolher quarterback no Draft 2017

Osweiler fica, mas Texans pensa em escolher quarterback no Draft 2017

Parece piada, mas a equipe que mais chamou a atenção em 2016 ao oferecer um salário “maluco” para Brock Osweiler pode elaborar um quarterback na primeira rodada. Com declarações que passam pela contratação de mais um quarterback que esteja no mercado, o anúncio de que Osweiler não será cortado e que a equipe pensa sim em elaborar um quarterback na primeira rodada, Bill O”Brien foi quem mais chamou a atenção em Indianapolis.

O técnico do Texans começou a entrevista dizendo que Osweiler continuará na equipe e que estará junto com Tom Savage disputando a posição de titular na pré-temporada. Perguntado sobre a possível chegada de um agente livre ele se esquivou dizendo que a “NFL muda muito a cada semana”, mas que ele está “monitorando a liga, e no momento ninguém lhe chama a atenção”, dando fim ao rumor de que Tony Romo seria contratado. Sobre a titularidade de Osweiler ele disse o seguinte:

“A competição está aberta em posição em nossa equipe, incluindo Brock (Osweeiler) que ficará conosco e terá novamente a chance de ser titular. O gráfico de profundidade muda rapidamente e nosso trabalho está baseado nisso, acho que vocês já viram que se é um quarterback ou qualquer outra posição nós mudamos de acordo com a produtividade, é nisso que nosso trabalho se baseia e é nisso que acreditamos”.

Os rumores de uma dispensa de Osweiler começaram ainda a temporada passada, quando o jogador teve um ano muito ruim. A equipe havia investido 72 milhões de dólares para que ele se tornasse seu quarterback franchise, mas depois de atuações muito fracas ele perdeu a posição para Tom Savage, só voltando a atuar pela equipe nos playoffs depois da contusão do titular. Porém o técnico amenizou o lado de Brock, dizendo que a culpa não pode ser colocada apenas nele.

NFL: Combine

“Quando você olha para nosso ataque, fica claro que há muitas áreas em que ele precisa melhorar. Não é apenas uma posição, é proteção, é bloqueio de corrida, quem está correndo, todas essas coisas, tudo vai junto, não é apenas uma coisa, não é só quem está lançando a bola.”, disse Bill O’Brien (foto).

O corte também passaria pela questão financeira, uma vez que se Brock estiver no elenco quando se iniciar a temporada o Texans terá um ônus de 3 milhões de dólares. A princípio ele tem garantido este ano o pagamento de 16 milhões mesmo que não jogue, e se ele for dispensado até 15 de julho a equipe não tem mais compromisso com o restante do valor a ser pago a ele, cerca de 40 milhões até 2019. A equipe também livraria cerca de 25 milhões de dólares no seu teto salarial para a próxima temporada, custo de Osweiler este ano no salary cap.

Outra declaração de O”Brien também deixou os fãs inquietos. Perguntado sobre o NFL Combine e sobre a declaração do proprietário Bob McNair, que em recente entrevista disse que “está olhando um jovem quarterback” e que se “este bom valor” estiver disponível uma troca de escolhas para elabora-lo não está descartada. Nomes como Deshaun Watson e Mitch Trubisky devem sair entre as 15 primeiras escolhas, dez antes da posição do Texans (25° escolha).

“O Sr. McNair é o chefe”, disse O’Brien. “Nós vamos fazer o que ele quiser que façamos. Nós estamos no início do processo de draft, especialmente no que se refere as minhas avaliações. Eu realmente comecei a olhar para esses caras só agora, mas se ele quiser nós faremos esta escolha”.

É incrível pensar que depois de um movimento tão arrojado na agência livre de 2016 o Houtson Texans esteja pensando em elaborar um quarterback na primeira rodada do Draft 2017 e até trocar escolhas para ter a chance de pegar algum bom valor. Sobre Osweiler fica a esperança de alguns fãs sobe sua “volta por cima”, e para os que acreditavam em ver Tony Romo no Texans, parece que o sonho acabou.

John Elway e a “paixão” pelo NFL Combine

John Elway e a “paixão” pelo NFL Combine

Como todos sabemos a partir de hoje começam as cerimonias que dão início ao NFL Combine 2017, e como acontece com todas as equipes, uma delegação enorme do Denver Broncos estará lá para avaliar o físico, o psicológico, entrevistar, gravar movimentos e alinhar as escolhas da equipe no Draft 2017.

Parece bobagem citarmos somente o Broncos uma vez que todas as franquias fazem isso, mas não é. O Broncos desde a chegada de John Elway tem levado o Combine extremamente a sério, e apenas seis jogadores elaborados pela equipe do Colorado não participara da avaliação. Foram 46 escolhas desde que Elway assumiu a Gerência de Operações da equipe e 40 jogadores escolhidos foram avaliados no Combine antes de serem escolhidos. Coincidência?

Uma vasta equipe que conta executivos, treinadores, olheiros, técnicos principais e equipe médica viajou para Indianapolis para ter uma avaliação completa dos futuros prospectos da equipe. Assim a equipe e principalmente Elway acreditam que dificilmente serão pegos de surpresa por uma lesão antes do camp, um problema disciplinar, de raciocínio – que é tão importante na compreensão do jogo – e de hierarquia. A tática de Elway começou em 2011 quando ele se encantou com Von Miller, hoje principal estrela da equipe, e o elaborou como segunda escolha geral depois de grande atuação do atleta no Draft 2011.

“Acho que sabia que os Broncos iriam me escolher. Eu havia ido muito bem nas conversas com John Elway e eu acreditava que eles tinham tido a mesma impressão”, disse Miller a respeito de sua atuação e principalmente de sua conversa com o responsável pelo futebol da equipe. “Só lembro que quando saí de Indianapolis pensei que havia uma boa chance de acabar em Denver“.

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Mas as vezes Elway e sua equipe tiveram que improvisar. Foram uma escolha em 2014, quatro em 2015 e uma em 2016 que não participaram do NFL Combine, com duas delas sendo perdidas. Em 2014 foi o linebacker Corey Nelson, em 2016 o safety Will Parks e em 2015 a maior série de improvisos, com  o tackle Darius Kilgo, o quarterback Trevor Siemian, o cornerback Taurean Nixon e segurança Josh Furman. Destes quatro dois já estão fora da equipe (Kilgo e Furman), e provavelmente mais um deles seja lançado para os waivers nesta temporada, fazendo com que as escolhas – tão importantes – sejam perdidas.

Ano passado Elway e sua equipe tiveram a chance de acompanhar o quarterback Paxton Lynch, que segundo vários insiders não era a preferência da franquia até o Combine. Mas ao acompanhar o quarterback em suas avaliações físicas e principalmente de raciocínio, decidiram elaborá-lo na primeira rodada, inclusive subindo 5 posições em uma troca com o Seahawks. Este ano a equipe busca um jogador de linha ofensiva, e nomes como Garett BollesCam Robinson devem ter toda a atenção da equipe de avaliação do Broncos.

Não percam o NFL Combine, que terá transmissão exclusiva no NFL Game Pass. Aproveite e já garanta a temporada 2017-2018 tendo acesso a conteúdos exclusivos que passam pelos NFL Films, todos os jogos – incluindo as edições de Super Bowl – reprisados, e uma programação falando de NFL 24 horas por dia.

Jogador do Ravens preso por tráfico

Jogador do Ravens preso por tráfico

Parece que os atletas da NFL não aprendem, e mesmo com salários milionários tendem a fazer besteira. Desta vez foi um atleta do Baltimore Ravens que invadiu as manchetes policiais ao ser preso com 126 gramas de maconha e mais alguns itens em uma bolsa que lhe renderam acusações de “venda ou entrega” de drogas ilícitas, além de posse e resistência a prisão.

Trata-se de Matt Elam, primeira escolha da equipe no Draft 2013, que foi parado com seu Range Rover depois de quase causar um acidente. Quando ia ser parado para prestar esclarecimentos sobre sua “condução imprudente”, o safety do Ravens tentou fugir da viatura da polícia, sendo pego uma quadra após o incidente.

Na abordagem os policiais sentiram o forte odor de maconha e fumaça saindo da janela do veículo e pediram para revistar o carro. Dentro do veículo encontraram uma bolsa Gucci com 126,2 gramas de maconha, 6 comprimidos de oxicodona pesando 3,1 gramas, 946 dólares, 1 relógio Rolex e um colar de ouro com pedras brancas, possivelmente pagamento pelas drogas.

Um dos passageiros do veículo de ElamCalvin Stewart, carregava em sua cintura uma pistola semi-automática, mas como a abordagem foi em Miami, o porte não configura crime. A polícia disse que estava apenas em uma patrulha de rotina e só abordou o veículo pela quase colisão do veículo deles com a viatura.

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Não é a primeira vez que Elam tem incidentes com a polícia desde que chegou ao Ravens, inclusive a equipe já deixava claro sua insatisfação com o atleta quando não quis assinar sua opção pelo quinto ano de contrato. Próximo de virar um agente livre, seu histórico na NFL é decadente e o Ravens em comunicado deixou clara sua posição perante o jogador.

“Estamos cientes da prisão de Matt Elam, diz o comunicado curto e direto da equipe, completando: “Matt não está em nossos planos para 2017″.

Matt Elam é considerado por muitos na imprensa e pelos fãs como a pior escolha de primeira rodada da história da franquia. Ele teve estipulada fiança para ficar em liberdade condicional, mas tanto o valor quanto se existe previsão de pagamento ainda não foram informados.

Quem você gostaria de ver no Hard Knocks?

Quem você gostaria de ver no Hard Knocks?

Vocês devem conhecer o Hard Knocks, reality show da NFL Network em parceria com a HBO que se baseia nos conflitos e superações de uma equipe da NFL em sua pré-temporada. Ano passado pudemos acompanhar o Los Angeles Rams, que em seu primeiro ano na nova casa teve como pauta principal a disputa pela titularidade entre Case Keenum e Jared Goff. Ali ficou claro o porque de Goff ficar na reserva e o quanto a equipe estava despreparada para a temporada, resultando em uma das piores campanhas de sua conferência.

Pois bem, agora chegou a vez da NFL escolher – caso nenhuma equipe se candidate – a equipe que protagonizará o Hard Knocks 2017, e abaixo vamos falar um pouco dos conflitos que cada uma destas equipes deve mostrar caso participe. Lembrando que as equipes tem que ter ficado de fora dos últimos dois playoffs, não ter mudado o treinador, e claro, não ter participado do programa nos últimos 10 anos.

Baltimore Ravens:

Seria interessante ver John Harbaugh comandando a equipe na pré-temporada, uma vez que após vencer o Super Bowl a equipe nunca mais fez campanhas boas. Ano passado a equipe perdeu a vaga nos playoffs na última partida, e derrotas como para o New York Jets, por exemplo, fizeram com que a equipe não se classificasse para a pós-temporada.

Harbaugh deve ser muito pressionado este ano, e isso ele transparecerá no comando dos jogadores, e ele dividirá a responsabilidade com seu líder no ataque, o quarterback Joe Flacco. Como a equipe irá trabalhar as ausências de Steve Smith, que se aposentou, e principalmente de Zack Orr, que foi obrigado a abandonar a carreira por motivos de saúde são outros pontos bem interessantes.

Cleveland Browns:

Se não houver nenhuma grande contratação nas equipes postulantes, seria om certeza melhor escolha. Saber como Hue Jackson vai trabalhar o psicológico da equipe que teve apenas uma vitória na temporada passada, além de receber e desenvolver muitos calouros que vão chegar à equipe este ano.

Outro provável desafio da equipe será a disputa entre os quaterbacks pela titularidade, uma vez que não se espera grandes movimentos na posição este ano. Griffin III contra Kessler parece um ótimo enredo para um reality show, não é mesmo? Difícil a equipe se oferecer, então para que o Browns participe do “Hard Knocks” só mesmo com a escolha por parte da NFL.

Chicago Bears:

A dispensa de Jay Cutler e  chegada de um novo quarterback devem ser um pano de fundo caso a equipe chegue ao programa. Ainda não é oficial quem deve vir – nem a dispensa de Cutler – mas se Tony Romo ou Jimmy Garoppolo aparecerem em Chicago nesta temporada a audiência do programa vai explodir.

A volta de vários atletas contundidos também será a tônica da equipe na pré-temporada e se Alshon Jeffery ficar no Bears teremos ainda mais motivos para acompanhar a equipe. Imaginem um cenário em que Garoppolo chegue para ser o titular e um agente livre como Brian Hoyer, por exemplo, começa a chamar mais a atenção. O Bears seria um ótimo participante.

NFL: Los Angeles Rams-Hard Knocks Press Conference

Indianapolis Colts:

Em uma participação do Colts no programa, cremos que o personagem principal seria Chuck Pagano. Além de vencer a “queda de braço” com o antigo Gerente Geral e garantir mais tempo no cargo, Pagano é uma figura midiática, cheia de “bordões” e frases clichês. No mais é ver como Andrew Luck se recupera da cirurgia no ombro e trabalha com os colegas, uma vez que é admirado por toda a liga quando o assunto é liderança.

New Orleans Saints:

Sean Payton chega a um momento difícil no Saints, já que a equipe está cada vez mais longe dos playoffs. Com campanhas fracas nos últimos dois anos, muito tem que mudar na equipe de New Orleans, a começar pela defesa, e isso seria muito interessante de assistir.

Por outro lado o grande Drew Brees roubaria a atenção, pois além de ser um dos maiores da história tem suas peculiaridades, como caçar crocodilos, levar os filhos aos treinos, e levar seu ataque toda quinta-feira para comer tacos. Seria uma ótima oportunidade para os fãs e até mesmo uma homenagem para esta grande estrela da NFL.

Philadelphia Eagles:

Seria muito interessante ver como será trabalhado o segundo ano de Carson Wentz dentro da equipe. Depois de assumir a titularidade “minutos” antes do início da temporada, Wentz assume o lugar de QB Franchise logo no início da pré-temporada, e como isto será trabalhado pelos treinadores será muito interessante.

A pressão por resultados em cima de Doug Pederson também será muito interessante de ser acompanhada, uma vez que  equipe precisa muito voltar aos playoffs, e em uma divisão que quase colocou três equipes nos playoffs ano passado. Algo precisa ser mudado e Pederson será cobrado sobre isso.

Tampa Bay Buccaneers:

Se fosse ano passado, a pressão sobre o kicker eleito na segunda rodada do Draft 2016 seria a tônica do programa. Mas como Roberto Aguayo parece ter se estabilizado, caso a equipe seja escolhida – ou se ofereça – as câmeras apontarão para a linha secundária da equipe e principalmente para o ataque de Mike Evans e Jameis Winston.

Seria interessante ver como a equipe deve administrar este crescimento de desempenho nas últimas duas temporadas, e principalmente a motivação que a equipe terá para bater o Atlanta Falcons, atual campeão da Conferência Nacional e que joga em sua divisão.

Tennessee Titans:

O Titans também fez grande temporada ano passado, e além de podermos acompanhar alguns grandes valores, principalmente na linha ofensiva da equipe, dois pontos seriam interessantes na pré-temporada: DeMarco Murray e Marcus Mariota.

Murray tem um histórico de brigas com companheiros e de extravagâncias nos treinos. Já Mariota tem o processo de recuperação de sua fatura na tíbia, que aconteceu na 16° semana da temporada 2016-2017. Este processo vai ser muito interessante de acompanhar, uma vez que o quarterback é um grande corredor, e para adquirir confiança novamente não será fácil.

Estes são os oito candidatos para o Hard Knocks 2017, reality da NFL Network – HBO que você pode acompanhar comprando o NFL Game Pass, que lhe dá direito a diversos programas, além do acervo da NFL Films, que incluem os Hard Knocks passados.

Agência livre: Os 5 negócios mais rentáveis de 2016

Agência livre: Os 5 negócios mais rentáveis de 2016

Quando chega a Agência Livre, começamos a “contar as moedinhas” que nossos clubes tem para ver o que nossa franquia favorita será capaz de fazer. Com o teto salarial - salary cap – das equipes quase sempre sendo ponto fundamental, uma contratação de valor baixo e efetiva é o grande supra-sumo dessa fase da offseason, e mesmo com as grandes contratações trazendo mais atenção na mídia, o custo benefício é a palavra-chave quando o assunto é Agência Livre.

Então iremos listar 5 contratações do ano passado que foram além de baratas, extremamente efetivas. Vamos lá:

Lorenzo Alexander – Buffalo Bills:

NFL: San Francisco 49ers at Buffalo Bills

É inacreditável o quão barato o Bills pagou por um um linebacker que aplicou 12,5 sacks na temporada. Apenas US $ 885 mil e a equipe de Buffalo trouxe para sua front seven o veterano que em suas primeiras 9 temporadas tinha apenas 11 sacks, mas parece que esta chance que a equipe lhe trouxe lhe motivaram absurdamente.

Como ele assinou um contrato de apenas um ano, estará novamente na agência livre, e se o Bills for esperto o suficiente não pagaria mais que US $ 1,5 milhões no atleta, deixando que outras equipes aproveitem de sua experiência, afinal, uma temporada igual essa será bem difícil de ser repetida por Alexander.

Mohamed Sanu – Atlanta Falcons:

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Quando o atual campeão da NFC assinou com reassinou com Sanu, o salário de US $ 1 milhão por ano parecia justo, mas depois de sua grande temporada – que não foi traduzida em números, mas em eficiência – o wide receiver número #2 da equipe se mostrou o melhor custo/benefício da equipe.

Com Julio Jones ao seu lado, Sanu foi responsável por 59 recepções e 653 jardas na temporada regular, tendo o maior índice de conclusões de terceiras descidas da equipe. Foi o grande “desafogo” para Matt Ryan quando seu alvo principal – Julio Jones – estava marcado, e fez valer seu salário, inclusive reestruturando seu contrato ao fim da temporada onde ganhará US $ 31 milhões por quatro anos.

LaGarrette Blount - New England Patriots:

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Depois de ser largado na agência livre por Bill Belichick, e de reassinar com a equipe pelo mínimo (US $ 1 milhão), Blount deu show na temporada 2016-2017 e terminou com a melhor maneira possível, vencendo o Super Bowl. Além disso, Blount ficou entre os 7 melhores corredores da liga, liderando em pontuações, com 18 touchdowns.

Este ano não deve assinar por menos que 4 milhões, e também não deve ficar em New England, as em relação custo/benefício, a temporada de Blount foi uma das maiores da década.

Brent Grimmes – Tampa Bay Buccaneers:

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Jogadores de linha secundária são sempre muito valorizados, mas quando ficam mais velhos as equipes gostam de barganhar e baixar seus custos. Brent Grimmes foi um destes caso, e assinou um contrato de 2 anos com o Bucs por US $ 7 milhões. Para compararmos, Josh Norman, grande estrela da liga assinou por 5 anos com o Redskins pela bagatela de US $ 76 milhões.

Agora vamos aos números dos dois: Enquanto o jovem Norman (29 anos) teve 3 interceptações, 52 tackles e 2 fumbles forçados, o veteraníssimo Grimmes aplicou 4 interceptações, sendo uma delas com retorno para touchdown, 2 fumbles forçados e 51 tackles. Quer dizer, números semelhantes ao cornerback mais caro da liga, e por um valor 90% menor.

Lamar Miller - Houston Texans:

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Quando falamos de LaGarrette Blount e seus pagamento mínimo, não poderíamos nos esquecer de Lamar Miller, running back do Houston Texans. Ele ganhou 5 vezes mais que Blount, porém seu contrato é de quatro anos, e ele esta na melhor idade para a posição (25 anos).

Miller já tinha grande potencial quando chegou a agência livre, vindo do Miami Dolphins, mas o que se acreditava era em um contrato de mais peso. Chris Ivory, por exemplo, ganhou US $ 17,5 milhões por 2 anos de contrato, e ficou metade da primeira temporada contundido. Miller, ao contrário, fez grande diferença no ataque terrestre de sua equipe, totalizando 1073 jardas, e somando também as recepções quase chegamos nas 1300 e 5 touchdowns.

 

Entre Jardas | Futebol Americano BR - 2014