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“Sim” deve sair na segunda

“Sim” deve sair na segunda

Parece que a decisão do Raiders mudar – ou não – de cidade irá ser votada pelos 32 proprietários da NFL já nesta segunda-feira. A informação saiu na tarde de ontem na Fox 5 Las Vegas e foi confirmada por insiders de outras mídias. A reunião dos proprietários começa no próximo domingo (26) e segundo as fontes apuraram a realocação da equipe encabeça a pauta da reunião.

A reunião anual do Comitê da NFL – composto por todos os proprietários – acontece até o dia 29 de março, porém o Raiders já possui mais votos que o necessário para a aprovação, e a única situação que poderia adiar a votação seria a apresentação por parte da cidade de Oakland de um projeto igual ou melhor que o de Las Vegas, coisa que não aconteceu. Assim os proprietários – segundo fontes -estão inclinados a dizer “sim” para a mudança do Raiders.

O projeto que a cidade Oakland apresentou para a NFL contava com financiamento semelhante e construção de um novo estádio próximo ao LA Coliseum, porém o Grupo Fortress e Ronnie Lott, ex-atleta da equipe e que luta para manter o time na cidade não estavam presentes, dando a impressão que o negócio não é sólido. A cidade de Oakland fez esta apresentação para 18 proprietários da liga e pedia o adiamento da votação para maio, data da próxima reunião das equipes. 

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“Eu acho que um voto positivo, mesmo com alguns pontos a serem esclarecidos no projeto, ajuda a manter os US$ 750 milhões em financiamento público”, disse outro proprietário a Jim Trotter, da ESPN Americana. “Ele também mantém a pressão sobre Oakland, o que eu acho que não tem muito significado, uma vez que o projeto de Las Vegas é muito bom e consistente”.

*Contamos todo o projeto do Raiders aqui.

Em janeiro o proprietário do Raiders, Mark Davis, entrou com o pedido oficial para mudança da equipe para Las Vegas na temporada 2020. O projeto conta com a construção de um estádio com teto retrátil com custo de US$ 1,9 bilhões. A cidade de Las Vegas financiaria US$ 750 milhões e o Bank Of America bancaria mais US$ 650 milhões, ficando a cargo da equipe o pagamento dos US$ 500 milhões restantes. O projeto começou meio “torto”, com a participação do Grupo Sand Cassinos, que não foi bem visto pelos proprietários, mas com a saída de Sheldon Adelson do projeto a ideia ganhou força na liga e deve ser aprovada na próxima segunda.

Mesmo com 0 “sim” dos proprietários a da NFL a equipe deve jogar as temporadas de 2018 e 2019 em Oakland, uma vez que o novo estádio em Las Vegas só deverá ficar pronto em 2020.

 

“Deu ruim” para o kicker Roberto Aguayo

“Deu ruim” para o kicker Roberto Aguayo

Quando o Tampa Bay Buccaneers elaborou na segunda rodada do Draft 2016 o kicker Roberto Aguayo, uma “chuva” de críticas caiu sobre a franquia e principalmente sobre seu gerente geral Jason Licht, afinal, a equipe há anos não faz boas campanhas e com muitos kickers veteranos a disposição na liga seria um absurdo – no entendimento dos críticos – a equipe gastar uma escolha de segunda rodada em tal posição.

Mas Aguayo chegava credenciado por ter o terceiro melhor aproveitamento da história do College e ser eleito por três anos consecutivos para o “All American Team”. Além disso o atleta é descendente de latinos e a franquia buscava trazer para o estádio e para a franquia mais fãs que se identificassem com ele, uma vez o Bucs é um dos piores times em arrecadação.

Pois bem, passada a primeira temporada – com uma pré-temporada “trágica” – e um aproveitamento de míseros 71%, a equipe não suportou a pressão e está trazendo um veterano para a posição, Nick Folk, ex-New York Jets. Folk atuou por sete anos em New York e é lembrado até hoje pelos fãs do ex-time pelas excelentes participações. Foi cortado em movimento para liberar espaço no salary cap e é considerado um dos 10 melhores da liga.

Florida News - Sept. 8, 2013

Se na temporada passada Aguayo teve o pior aproveitamento da liga, no ano passado Folk (foto) teve sua segunda melhor temporada na carreira. Acertou 27 dos 31 para um aproveitamento de 87%, sendo que 2 dos quatro chutes que ele perdeu foram de mais de 51 jardas.

“Ele é um novato de 21 anos de idade, ele tem que aprender que ele não está mais fazendo isso por diversão”, disse Jason Licht em entrevista no NFL Combine“Ele tem um monte de gente dependendo dele, vamos continuar a ter competição e procurar os melhores para competir com ele, . Ele é jovem e está trabalhando muito para melhorar.”

Parece que a jovem promessa não terá “vida fácil” este ano, e caso não melhore muito durante os treinos perderá a posição para Nick Folk, mostrando mais uma vez que elaborar um kicker em uma rodada alta é uma péssima escolha.

Especial Estádios NFL – Parte 7 – NFC West

Especial Estádios NFL – Parte 7 – NFC West

Nossa tour pelos estádios da NFL está chegando ao oeste dos Estados Unidos, e agora falaremos da Conferência Nacional. Nesta divisão temos o estádio mais “barulhento” do mundo, o com melhor conexão Wi-Fi da liga e um que já sediou duas Olimpíadas. Vamos aos estádios da NFC Oeste:

CenturyLink Field, casa do Seattle Seahawks:

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Não existe estádio mais barulhento que este, e talvez seja por isso Seattle esteja 31-9 em suas partidas em casa. Os fãs da cidade no geral são loucos! Para ter uma ideia, nos jogos de futebol da bola redonda que o Seattle Sounders manda suas partidas, o público em média é de 72 mil pagantes. Detalhe que o “soccer” não é nem de perto o esporte mais popular dos Estados Unidos.

Por outro lado, se você não quiser comprar o pacote anual dos jogos, encarará o preço mais “salgado” da liga, com média de U$466,00. Tem teto-retrátil, grama sintética e comporta 68 mil espectadores. Foi inaugurado em 2002.

Levi’s Stadium, casa do San Francisco 49ers:

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Em termos de tecnologia é um estádio nota 10. Talvez por os maiores centros tecnológicos se encontrarem em San Francisco. Além de o Wi-Fi funcionar em todos os lugares do estádio, existe um aplicativo em que os espectadores podem pedir seus lanches e programas da partida direto de seus assentos.

Outra coisa que marca o Levi’s Stadium é o calor. Com poucos lugares cobertos, o Sol da costa oeste deixa um pouco desagradável assistir as partidas lá, inclusive já se estuda um projeto semelhante ao do estádio do Miami Dolphins para melhorar este quesito. Com capacidade de 68.500 espectadores, o estádio ainda cheira a novo (foi inaugurado em 2015). Não possui teto retrátil e seu gramado é de grama. Está ranqueado como segundo ingresso mais caro da NFL.

Los Angeles Memorial Coliseum, casa dos Los Angeles Rams:

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É um dos estádios de história mais rica dos Estados Unidos. Sediou duas Olimpíadas, o primeiro Superbowl e uma World Series de Baseball. Saindo um pouco do esporte, foi onde John F. Kennedy realizou seu comício na histórica Convenção Nacional democrata de 1960 e onde o Papa João Paulo II realizou uma missa quando visitou Los Angeles em 1987.

O grande problema de lá é exatamente esse. Mesmo com as inúmeras reformas que sofreu é um estádio de 93 anos de idade. O Rams pretende se mudar em 2019, mas enquanto isso não acontece, a casa da equipe que voltou esse ano para Los Angeles será lá. Com capacidade para 93.607 pagantes, o estádio conta com grama natural e foi fundado em 1923.

University of Phoenix Stadium, casa do Arizona Cardinals.

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Sua localização é péssima, fazendo que o trajeto do centro de Phoenix dure mais de uma hora. Talvez por isso o estádio não seja tão badalado, porque de resto ele é incrível. Com capacidade para receber 63.400 espectadores, tem na inclinação de sua arquibancada uma das ideias mais geniais, aliando acústica com ângulo de visão para os torcedores. A fachada é modernista e muito bonita, e seu campo de grama natural tem um dispositivo que faz com que o campo saia através de trilhos para fora da estrutura do estádio para tomar sol. Possui teto retrátil e foi inaugurado em 2006.

Especial Estádios da NFL – Parte 5 – AFC East

Especial Estádios da NFL – Parte 5 – AFC East

Para quem sentiu saudade, voltamos com nosso especial dos estádios da NFL. A parte 5 fala um pouco da AFC Leste, onde alguns estádios tem características peculiares.

Gillette Stadium, casa do New England Patriots:

O estádio do New England Patriots está todo ano nos playoffs, por isso é o mais famoso da divisão. Com seu farol que sempre ostenta uma bandeira de Tom Brady, o estádio também se caracteriza pelo barulho que a torcida faz.

Com capacidade de 66.829 pessoas, o estádio foi inaugurado em 2002, e utiliza gramado sintético, uma vez que não possui cobertura. Provavelmente você acompanhará jogos lá na pós-temporada.

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Hard Rock Stadium, casa do Miami Dolphins:

Depois de receber uma bela reforma, a casa do Dolphins sente falta de uma equipe competitiva. A equipe até ameaçou chegar aos na temporada 2014-2015, mas está cada vez mais longe disso. O estádio foi inaugurado em 1987, porém recebeu ano passado quatro telões em alta definição gigantescos, além de uma nova cobertura, que promete aumentar a acústica.

A casa do Dolphins tem grama natural e pode receber até 65.326 pessoas. A grande reclamação da equipe é a falta de comprometimento dos sócios, que costumam vender grande parte dos ingressos, fazendo com que a o fator “casa” praticamente não exista.

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MetLife Stadium, casa do New York Jets:

Este é um dos principais estádios da liga, pois tem capacidade para 82.500 pagantes e é um dos mais novos estádios. A peculiaridade é que é o único estádio da liga que é dividido por duas equipes de New York, apesar de ser localizado em New Jersey.

Outras características que marcam o estádio são os gigantescos telões nos quatro cantos do estádio, camarotes e apartamentos para os fãs com maior poder aquisitivo e alimentação exótica, que passa dos frutos do mar até além de um sanduíche de mozzarella com pimenta e ancho. Seu gramado é sintético, porém não tem cobertura.

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New Era Stadium, casa do Buffalo Bills:

Estádio mais antigo da divisão, com mais de 40 anos. Recentemente recebeu o naming rights da nossa parceira New Era, e os 71.608 pagantes que forem ao estádio tem a possibilidade de adquirir produtos exclusivos da equipe.

Além de ter um dos ingressos mais baratos da liga, o estádio tem uma atmosfera que lembra muito o College, uma vez que a torcida fica perto do campo e é muito barulhenta. Seu gramado é sintético e não possui cobertura. É um dos estádios mais tradicionais da liga.

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Especial Estádios da NFL – Parte 6 – NFC East

Especial Estádios da NFL – Parte 6 – NFC East

A nossa “parte 6” do especial sobre os estádios da NFL é sobre a NFC leste. Conferência que tem os estádios mais caros da NFL, além de ter um muito tradicional. Vale a pena conferir:

AT&T Stadium, casa do Dallas Cowboys:

É o estádio mais caro da liga. Mas valeu o investimento, afinal, é o estádio mais bonito da NFL. Com o maior telão de todos os estádios da liga, o torcedor consegue ver a partida de qualquer lugar das arquibancadas com muita clareza.

A parte negativa é que seu teto retrátil, de vidro, quando bate o Sol, afeta negativamente o campo de jogo. Tem capacidade para 80 mil pessoas e seu gramado é sintético. Foi inaugurado em 2009.

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FedEx Field, casa do Washington Redskins:

O estádio da capital americana é considerado defasado e um novo deverá ser construído nos próximos anos. Apesar de receber novas acomodações e grande reforma, com um novo telão e praças de alimentação mais modernas, o estádio não agrada aos fãs.

Sua capacidade é de 79 mil pessoas, seu gramado é natural e foi inaugurado em 1979. Muitos fãs reclamam da falta de iluminação à noite, motivo principal para que a casa do Redskins mude.

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Lincoln Financial Field, casa do Philadelphia Eagles:

O estádio é relativamente novo (construído em 2003), e apesar de não ter grandes atrações suporta bem a torcida do Eagles. O estádio substituiu o Veterans Stadium, local de muita tradição. Agora cabe as novas equipes do Eagles fazer com que ele traga as recordações que ficaram na memória dos mais antigos.

Te capacidade para 69.127 pessoas e seu gramado é de grama natural. Por não ser coberto está sujeito a jogos em temperaturas baixíssimas, inclusive jogos na neve.

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MetLife Stadium, casa do New York Giants:

Como já foi dito na “parte 5” de nosso especial, o estádio é dividido entre as duas franquias de New York. O estádio é um dos melhores da liga, tanto em conforto quanto em beleza. Tem capacidade de 82500 pessoas e apesar de ser aberto possui gramado sintético.

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Especial Estádios da NFL – Parte 4 – AFC South

Especial Estádios da NFL – Parte 4 – AFC South

Na nossa quarta parte do especial sobre os estádios da NFL, vamos falar da divisão Sul da Conferência Americana. Com três equipes relativamente novas na liga, o estádio mais famoso foi o que mostrou Peyton Manning para o mundo. Vamos a eles:

EverBank Field, casa do Jacksonville Jaguars:

O estádio foi construído em 1995 e é muito imponente. Tem dois telões que são incríveis e uma das maiores piscinas do mundo atrás de uma das endzones (do lado de fora do estádio), o que atrai muitos fãs para relaxar após os jogos.

Não é um estádio “vencedor”, mas tem um dos preços de tickets mais baratos da liga. Talvez isso possa estar ligado, uma vez que na NFL sem dinheiro não se monta boas equipes. Sua capacidade é de 67.246 pessoas, seu campo é de grama e não possui cobertura.

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Lucas Oil Stadium, casa do Indianapolis Colts:

É o estádio mais famoso da divisão, afinal, apresentou para o mundo Peyton Manning. Foi eleito por cinco anos consecutivos como “a melhor experiência para um fã no dia de jogo”. Ele fica no centro de Indianapolis, tem teto retrátil e ainda pode abrir uma janela lateral na face norte do estádio, que proporciona incrível vista do horizonte da cidade.

Com capacidade de 68 mil espectadores, o estádio que foi inaugurado em 2008 possui dois ventiladores gigantes para que os fãs suportem o calor da região americana no verão. Seu campo possui gramado sintético.

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Nissan Stadium, casa do Tennessee Titans:

O ponto forte do estádio que foi inaugurado em 1999 e a proximidade da melhor região de Nashville. Assim os fãs podem usufruir da festeira cidade antes e após os jogos. O ponto fraco está dentro de campo. Com campanhas que não animam os fãs, muitos torcedores estão deixando de ir ao estádio, e cada vez mais a torcida da equipe adversária é ouvida durante seus jogos.

Sua capacidade é de 60.143 pessoas e o estádio não possui cobertura, sendo assim seu campo é de grama natural.

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NRG Stadium, casa do Houston Texans:

Seu teto retrátil, na teoria, seria o grande aliado da equipe do Texas. Para os fãs é indispensável que ele fique fechado para uma melhor experiência devido ao calor texano. Porém ali se perde a grande arma utilizada por equipes que atuam no calor e não possuem cobertura no estádio, o clima.

Será o estádio do Super Bowl LI, e depois de chegar aos playoffs ano passado, e investir em um quarterback para a franquia, a esperança é que J.J. Watt e seus companheiros estejam lá em fevereiro. Tem capacidade de 72 mil pessoas, seu gramado é sintético e sua inauguração foi em 2002.

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Especial Estádios da NFL – Parte 3 – NFC South

Especial Estádios da NFL – Parte 3 – NFC South

Chegando a nossa terceira parte deste especial sobre os estádios da NFL, falaremos sobre os da divisão Sul da Conferência Nacional. Quatro estádios com significados bem diferentes, desde um que serviu de abrigo para os sobreviventes do Furacão Katrina até um “Navio Pirata”. Vale a pena conferir:

Bank of America Stadium, casa do Carolina Panthers:

Não existe um lugar ruim para se acompanhar o jogo deste estádio. Muito bem arquitetado, não existe – talvez 4 ou 5 – ponto cego na casa do Panthers. A comida é incrível e seu churrasco com a cerveja artesanal são o ponto alto do programa, além claro, das estátuas de bronze de panteras que existem em todas as entradas do estádio.

Com capacidade para 75.419 pessoas e campo de grama, a única coisa “chata” do estádio é a proibição de bandeiras e faixas, que ocorre desde 2015. Foi inaugurado em 1996 e não possui cobertura.

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Georgia Dome, casa do Atlanta Falcons:

Construído em 1992 e com capacidade para 71.250 pessoas, o Georgia Dome peca pela infraestrutura. Sem elevadores, dificulta muito a vida dos fãs que ficam nos anéis superiores. Possui cobertura, o que ajuda o estádio a receber outros eventos esportivos alheios ao futebol americano. Seu campo é de grama sintética.

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Mercedes Benz Superdome, casa do New Orleans Saints:

O estádio tem muita tradição. Foi palco de várias edições do Super Bowl, afinal quando foi inaugurado, em 1975 era o que havia de melhor em estrutura. Recebeu desde o Final Four do basquete universitário até luta de Muhammad Ali, sendo um dos locais mais emblemáticos da cultura esportiva norte-americana.

Outro fato que valoriza ainda mais o estádio, é que ele foi o centro de atendimento das vítimas do Furacão Katrina, que destruiu a região em 2005. Seu gramado e sintético e o estádio é indoor, com capacidade de 73 mil pessoas.

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Raymond James Stadium, casa do Tampa Bay Buccaneers:

Uma experiência incrível não só para os fãs do Bucs, mas para todos que amam a NFL e o espetáculo que ela proporciona. Com canhões que animam a torcida, o fã se sente realmente dentro de um navio pirata. Apesar de tudo, o público nunca enche as dependências, o que pode mudar agora que a franquia tem um novo ídolo.

De ruim apenas o calor escaldante da Flórida, já que o estádio é aberto. Com capacidade de 65.890 pessoas e campo de grama, o estádio completará 20 anos em 2018.

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Especial Estádios da NFL – Parte 2 – AFC North

Especial Estádios da NFL – Parte 2 – AFC North

Esta é a segunda parte de nosso especial sobre os estádios que recebem os jogos da NFL. Agora falaremos da Conferência Americana, divisão Norte. Quer saber onde sua franquia manda ou irá jogar quando enfrentar algum dos times desta divisão? Veja os detalhes abaixo:

FirstEnergy Stadium, casa do Cleveland Browns:

Inaugurado em 1999, o FirstEnergy Stadium não pode ser culpado pela má sorte da franquia nos últimos anos (ou décadas), afinal, foi construído no mesmo terreno do estádio antigo em que Otto Graham e Jim Brown – que inclusive ganhará esta semana uma estátua lá – fizeram história.

Sua estrutura interna, capaz de receber 73.200 pessoas, não tem grandes luxos como os outros estádios inaugurados recentemente na NFL. Seu campo é de grama e não possui cobertura, o que deixa o jogo mais emocionante, uma vez que pode ser influenciado pelo clima.

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Heinz Field, casa do Pittsburgh Steelers.

Popularmente conhecido como “pote de mostarda”, o Heinz Field é um dos estádios mais tradicionais da NFL. Também não possui teto retrátil e o campo é de grama. Apesar de ser muito apertado – as cadeiras tem dimensões menores que a de outros estádios – e de ficar longe do centro da cidade, sua torcida faz a diferença, principalmente a que fica próxima ao campo.

Devido sua localização os fãs são agraciados com o horizonte de Pittsburgh dependendo do lado do estádio que estão. Foi inaugurado em 2001 e pode receber até 68.400 pessoas, que com certeza em um momento de preção balançarão suas toalhas e farão barulho capaz de ensurdecer os jogadores adversários.

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M&T Bank Stadium, casa do Baltimore Ravens:

Se você tiver 219 dólares sobrando e for fã do Baltimore Ravens, o M&T Stadium é um excelente programa. Segundo a Revista Money, o programa, incluindo tickets, cerveja, estacionamento e um lanche não saem por menos disso, sendo um dos mais caros da liga.

Porém, caso escolha este programa, terá uma experiência incrível, afinal, o estádio que comporta 71 mil pessoas proporciona aos seus fãs uma proximidade impar do campo de jogo. Sem teto retrátil e com campo de grama, o estádio que foi inaugurado m 1998 ainda possui duas estátuas de ídolos para lhe dar as boas vindas: Johnny Unitas e Ray Lewis.

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Paul Brown Stadium, casa do Cincinnati Bengals:

Com apenas 16 anos em uma ótima localização, a casa do Bengals não é unanimidade entre sua torcida. Apesar de comportar 65.515 pessoas e de ter uma vista maravilhosa para o rio Ohio, a grande reclamação é pela falta de identificação com as cores e história da equipe.

Seu gramado é sintético apesar de não ser coberto, e a proximidade do Reds Great American Ball Park também é um ponto positivo.

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Especial Estádios da NFL – Parte 1 – NFC North

Especial Estádios da NFL – Parte 1 – NFC North

Neste final de semana o Minnesota Vikings inaugura seu novo estádio, o US Bank Stadium, frente ao Green Bay Packers. Então nós resolvemos fazer um resumo de todos s estádios da liga, para que você fique por dentro de onde seu time joga, e onda vai jogar quando for visitar o adversário. Hoje começamos pela NFC Norte:

Soldier Field, casa do Chicago Bears:

O Chicago Bears é uma equipe de tradição, e seu estádio também. O Soldier Field foi construído em 1924, e claro, depois de muitas reformas se tornou o que é hoje. Esteticamente não é tão bonito, afinal, vem sendo reformado e aumentado desde a primeira metade do século passado, mas em uma das endzones, se pode ver o Chicago Skyline de fundo, proporcionando uma paisagem linda.

Outro detalhe é que não possui teto retrátil, impossibilitando o acontecimento de eventos de outros esportes. Sua capacidade é de 61.500 torcedores e o seu campo é de grama natural.

 

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Ford Field, casa do Detroit Lions:

Muitos dirão que é o “Estádio do Azar”, afinal, desde 2002, ano de sua inauguração, o Lions não vence uma partida de playoff. Superstições a parte, o estádio é um dos poucos estádios da NFL sem pontos cegos, fazendo com que em qualquer cadeira do estádio sua experiência seja única.

O Ford Field pode receber até 65 mil espectadores, coisa que normalmente acontece mesmo com as campanhas fracas da franquia. Seu gramado é sintético e o estádio possui teto retrátil, ficando indoor quando necessário.

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Lambeau Field, casa do Green Bay Packers:

Se existe um lugar com história na liga é o Lambeau Field. Conseguem imaginar um estádio que recebeu desde Bart Starr e Vince Lombardi até Brett Favre e Aaron Rodgers? Além de servir como casa para uma das franquias mais vencedoras da NFL, dizem que em dias de jogos 70% da população da cidade fica dentro e nas intermediações do estádio, que comporta 81.450 pessoas (a cidade tem 150 mil habitantes).

Além de o campo ser de grama natural e não possuir teto retrátil, uma coisa chama a atenção no Lambeau Field: Não possui cadeiras individuais nas arquibancadas inferiores. Assim, quem vai ao estádio se sente em um Estádio de College ou em um estádio de NFL da década de 60.

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US Bank Stadium, casa do Minnesota Vikings:

O mais novo estádio da NFL será inaugurado neste domingo (17). Seu teto em vidro é maravilhoso, assim como as faixadas espelhadas. Dentro é o que mais promove conforto, apesar de muitas reclamações pela falta de informação sobre banheiros e outros serviços no evento teste, causando filas.

Além da cobertura e gramado sintético, o estádio poderá receber até 66.655 pessoas em excelentes acomodações. O grande diferencial que o Vikings espera é a pressão que a torcida fará nos adversários, uma vez que em nenhuma outra casa a torcida ficará tão perto do campo.

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Entre Jardas | Futebol Americano BR - 2014