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“Nosso objetivo é ganhar a NFC Leste”, diz quarterback dos Eagles

“Nosso objetivo é ganhar a NFC Leste”, diz quarterback dos Eagles

O quarterback Carson Wentz acredita que o Philadelphia Eagles pode vencer a sua divisão na próxima temporada da NFL. O jogador confia que a equipe tem as peças suficientes para acabar em primeiro lugar na NFC Leste. A declaração de Wentz veio na semana em que Dak Prescott, do Dallas Cowboys, afirmou que os vaqueiros serão campeões da divisão novamente.

Depois de um início com três vitórias seguidas na última temporada, os Eagles caíram de rendimento e perderam nove dos 11 jogos seguintes. Para esta temporada o quarterback está confiante de que o resultado final será melhor. “Temos grandes expectativas por aqui”, declarou Wentz à CSNPhilly.com. “Temos esperança que vamos estar jogando em janeiro (quando começam os playoffs) e depois a gente vê o que acontece. Eu acho que isso é o principal. Nosso objetivo é ganhar a NFC Leste e acreditamos que temos os caras para fazer isso”, afirmou o quarterback.

Estar em campo nos playoffs é quase uma obsessão para Carson Wentz na próxima temporada e para isso a franquia precisa melhorar a campanha do ano passado. “Nós só precisamos agora trabalhar e fazer as coisas acontecerem. Temos grandes expectativas, 7-9 nunca é bom o suficiente. Eu nunca mais quero ter acabado junto com a temporada regular. Isso não é bom para mim e nunca será. Definitivamente temos grandes expectativas de jogar em janeiro”, disse o jogador.

Após um ano de calouro promissor, Carson Wentz entra para a próxima temporada com moral e confiança, não só própria, mas também dos companheiros. Grande parte do sucesso ou não dos Eagles no próximo ano estará nos braços do quarterback. Agora com uma temporada de experiência, Wentz entra para seu segundo ano na liga gerando expectativa por parte dos seus torcedores, que já estão curiosos para saberem do que ele será capaz.

“Kaepernick não cometeu nenhum crime”

“Kaepernick não cometeu nenhum crime”

Um dos proprietários do New York GiantsJohn Mara, deu uma entrevista polêmica falando a respeito do quarterback Colin Kaepernick e isto lhe trouxe algumas consequências. A principal foi a revolta de alguns fãs do quarterback e principalmente de seu ex-colega de equipe, o recebedor Torrey Smith, que na agência livre assinou um contrato com o Philadelphia Eagles. Na entrevista Mara disse que muitos fãs do Giants ameaçaram não ir mais aos jogos da equipe se algum atleta protestasse durante o hino americano. Pelo Twitter, Smith fez questão de responder o dirigente.

Ouvi dizer que ele é um dos melhores proprietários da liga, então eu não quero que as pessoas pensem que estou desrespeitando esse cara. Eu não estou”, disse Smith hoje depois do treino. “Mas é apenas o fato de ele comentar sobre as pessoas, os fãs, ficando loucos por isso, sendo que ele acabou de ter um kicker em sua equipe que ele tentou proteger até a última hora”.

A referência foi a Josh Brown, kicker do Giants que renovou o contrato mesmo sendo investigado por um caso de violência doméstica. A equipe só dispensou Brown em outubro, após ficar clara a culpa do atleta e a punição. Brown confessou o crime e passa por tratamento.

As pessoas estão dispostas a perdoar as pessoas quando agridem as mulheres, vendem drogas, fazem o que quer que seja e cometem todos os tipos de crimes”, continuou Smith. “Eu acredito nas segundas chances. Eu acredito na segunda chance de um cara como Joe Mixon, apesar de ter se envolvido em um caso de violência doméstica.”

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Eu acho que você tem que ter a mente aberta para saber que Kaepernick não cometeu um crime, ele não machucou ninguém, ele não fez nada. Foi um protesto, e agora as pessoas estão prestes a bloquea-lo ou não apoiar alguém que esteja associado a ele. Mas estão dispostos a apoiar as pessoas que bateram em mulheres, fazem todos os tipos de coisas loucas. Isso simplesmente não faz sentido.”

O desabafo de Smith, que foi companheiro de Kaepernick no Niners, começou endereçado ao proprietário do Giants e se propagou a outras equipes, sendo concluído da seguinte forma:

Nesta época do ano há 96 quarterbacks empregados. Você não pode me dizer que há 96 quarterbacks melhores que ele. Você olha isso, simplesmente não faz sentido.”

Kaepernick se tornou o grande personagem da offseason desta temporada, e mesmo que alguns não gostem de abordar o assunto, e ainda é proeminente, causando grande repercussão. A história já envolveu personagens como Donald Trump, Spike Lee, muitos proprietários de franquias, além claro de atletas que declararam apoio ao atleta. Por hora ele se encontra sem time, mas existe chances do Seattle Seahawks anuncia-lo nas próximas semanas.

Cowboys ainda tem esperança no retorno de Romo?

Cowboys ainda tem esperança no retorno de Romo?

Todos sabem que o quarterback Tony Romo anunciou que estava deixando o futebol no fim de março para se dedicara a carreira de analista. Já começou seus trabalhos com a Rede CBS comentando um torneio de golf no final de semana que se passou e segundo fontes deixou de lado grande parte de seus treinamentos diários. Mas parece que o Dallas Cowboys ainda não tem certeza da real despedida dos gramados do quarterback.

Segundo Todd Archer, repórter da ESPN Americana a equipe texana etá deixando algumas evidências de que Tony Romo não está completamente descartado dos planos da equipe e alguns sinais podem ser vistos neste início de pré-temporada. Primeiro a equipe dispensou ele como um atleta normal, em processo diferente de quando um jogador se aposenta. Quando é anunciada a aposentadoria o jogador é colocado na “reserva por aposentadoria”, e se decidir voltar a jogar a equipe tem os direitos do atleta, assim como aconteceu com Marshawn Lynch. O Cowboys não fez isso, facilitando uma volta do atleta.

Paralelo a isso a equipe fez dois movimentos muito curiosos na organização. Mesmo não homenageando o atleta com o “Ring of Honor” ou algo semelhante, seu número não foi cedido a nenhum outro jogador, e olha que tivemos pelo menos mais dois quarterbacks de agência livre não selecionados no Draft que já treinaram com a equipe, e mesmo podendo escolher qualquer número o “nove” não estava disponível. Mas este não é um indício dos maiores.

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O maior deles é a distribuição dos veteranos no vestiário da equipe. Jason Garrett, assim como a maioria das equipes fazem, distribuiu pelos cantos do vestiário os líderes da equipe, porém , o lugar de Tony Romo – seu armário – permaneceu vago. É claro que isso é só uma especulação, porém não podemos nos esquecer que em todas as entrevistas que Romo deu após anunciar sua aposentadoria disse que se o Cowboys precisasse dele ele estaria disposto a voltar. Coincidentemente a equipe ainda não contratou um quarterback veterano para a reserva da equipe, que conta com Kellen MooreJameill Showers, além do titular Dak Prescott.

Será que a equipe e o atleta tem algum acordo caso Prescott se lesione?

 

Dono do Giants explica porque Kaepernick ainda está sem emprego

Dono do Giants explica porque Kaepernick ainda está sem emprego

Desde o início da agência livre muito tem se falado de Colin Kaepernick, que ficou famoso na liga por levar o San Francisco 49ers ao Super Bowl e principalmente por se envolver em um dos protestos mais polêmicos dos últimos anos. E o co-proprietário do New York Giants em recente entrevista a uma rádio de sua cidade deixou claro o porque de Kaepernick ficar no exílio: a repercussão negativa dos fãs.

Quando Kaepenick se recusou a ficar em pé e prestar respeito ao hino nacional do país, o jogador ofendeu muitos torcedores, e John Mara explicou em poucas palavras o que a atitude do quarterback causou na época, e classificou como “emocional” a rejeição de algumas equipes em relação ao jogador. Muitas das franquias da NFL preferiram assinar com um jogador de qualidade inferior e preteriram Kaepernick, e o motivo fica claro na declaração de Mara.

“Em todos os anos que estou no campeonato, nunca recebi tantos e-mails apelativos e emocionais de fãs quanto sobre essa questão (Kaepernick se ajoelhar durante o hino)”, disse o co-proprietário do Giants“Os fãs diziam que se algum de nossos jogadores fizessem aquilo (protestar durante o hino), nunca mais iriam a um jogo dos Giants. Não foram um ou dois e-mails, foram muitos, milhares. Foi uma questão emocional que abalou muitas pessoas, mais do que qualquer outra problema que eu já tenha visto em todos estes anos que estou na liga.”

Giants Bears Football

A declaração de John Mara (foto) corrobora com os fatos. É claro que o jogador não teve uma performance muito boa nas duas últimas temporada, mas era óbvio que seu jogo era muito superior a o de alguns jogadores contratados na agência livre. Porém fica evidente que o medo das equipes era com a repercussão dos fãs com a chegada dele na equipe, o que fez que equipes que realmente precisavam de um quarterback de seu nível deixassem de lado a chance de contratá-lo para buscar outro nome.

Colin Kaepernick fez uma visita e participou de treinos com o Seattle Seahawks na última quarta-feira e segundo fontes ele tem muita chance de assinar com a equipe, uma vez que ambas as partes estão interessadas no negócio. Kaepernick tem a segunda melhor taxa de conclusão de passes para touchdowns/interceptações da NFL dos últimos 20 anos.

Michael Vick vai assinar contrato de um dia

Michael Vick vai assinar contrato de um dia

Um dos quarterbacks mais emblemáticos da década passada e mais polêmico também está voltando à NFL, porém por apenas um dia. Trata-se do quarterback Michael Vick, que marcou a história do Atlanta Falcons de uma forma boa e ruim. Primeiro com suas atuações marcantes dentro de campo, depois, com a investigação e a prisão que lhe renderam 23 meses de prisão. O surpreendente Vick conseguiu um raro abono da liga para voltar e ainda teve passagem por mais três equipes, antes de ficar sem emprego na temporada passada.

O anúncio veio do atleta, e segundo ele o contrato com o Atlanta Falcons está próximo de ser assinado. A equipe escolheu ele como primeira escolha geral do Draft 2001 e seu melhor momento da carreira foi lá, quando foi eleito por três vezes para o Pro Bowl e foi o primeiro quarterback a correr para mais de mil jardas na temporada.

Vick foi um grande destaque no College, e quando correu para 4″33 no “tiro de 40 jardas” chamou a atenção de todos, inclusive do Falcons, que subiu no Draft para escolhe-lo. Vick chegou na equipe e se firmou na sua segunda temporada, sendo o grande destaque do time desde então. Porém em 2007 o grande “baque” em sua carreira.

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O quarterback sempre esteve envolvido com pessoas de “procedência” duvidosa, e no início de 2007 a polícia foi a uma de suas propriedades em busca de evidências contra seu primo, que era investigado por tráfico de drogas. Lá a descoberta surpreendente: Vick tinha um ringue de luta de cães e depois de instauração de investigação federal foi acusado de tortura de animais e promoção de apostas ilegais.

O quarterback se declarou culpado e fez um acordo para colaborar com as investigações, melhorando sua pena para “apenas” 23 meses de prisão e uma multa milionária. A NFL lhe suspendeu indefinidamente e o Falcons lhe cobrou na justiça a devolução de parte de suas garantias de contrato, cerca de US$ 20 milhões. Porém a equipe não o dispensou quando ele estava preso.

Depois de tentar uma negociação do atleta, o Falcons liberou Vick para assinar com o Philadelphia Eagles, e lá ele passou cinco anos e voltou a jogar seu melhor futebol. Chegou duas vezes aos playoffs e teve a melhor temporada como passador na carreira em 2011, ultrapassando as 3 mil jardas. Depois ainda teve duas passagens rápidas por New York Jets e Pittsburgh Steelers antes de anunciar sua aposentadoria no início deste ano.

Michael Vick

O Falcons ainda não se pronunciou oficialmente, mas segundo Vick as negociações estão avançadas. Talvez a equipe sofra alguns protestos, uma vez que o jogador ainda sofre com organizações que defendem os direitos dos animais é que acreditam que seu crime teve a pena “abrandada” por se tratar de um jogador da NFL. Em 13 temporadas, Michael Vick jogou para 22464 jardas, 133 touchdowns e 88 interceptações. Também correu para 6109 jardas e 36 touchdowns.

 

O falastrão ataca novamente

O falastrão ataca novamente

Dez interceptações em 69 jogos. É isto que Josh Norman, um dos jogadores mais bem pagos da liga tem a seu favor. É um grande cornerback, disso não temos a menor dúvida, mas ele se envolveu em tantas “trash talks” durante os últimos anos que parece que sua performance em campo ficou em segundo plano.

Primeiro eram as declarações contra os principais quarterbacks e recebedores da NFC Sul. Falcons, Buccaneers e principalmente Saints eram seu alvos quando estávamos na semana de jogo. Mas agora ele ultrapassou um pouco os limites ao dar uma declaração um “pouco” infeliz falando dos duelos de divisão e principalmente dos recebedores adversários. Todos nó gostamos de um pouco de “pimenta para animar a refeição”, mas quando se coloca demais estraga tudo, e foi isso que o atleta do Washington Redskins fez ao dizer que terá “sangue” nos duelos, coisa incompatível com a NFL.

“Confie em mim quando eu lhe digo, vai ser ‘bad blood’ este ano”, começou falando Norman ao Bleacher Report. “Você acha que os atletas da NFC Leste não gostavam uns dos outros antes (…) Este ano aqui vai haver um monte de multas e talvez algumas suspensões.”

O que? Sangue, multas e suspensões? Sabemos que Norman tem suas rusgas com Odell Beckham Jr e eles já trocaram empurrões e discutiram fora de campo por várias vezes, mas Norman está forçando demais “a barra” ao falar disso no segundo dia de treinos voluntários. E não parou por aí, sobrando até para Dez Bryant, recebedor do Dallas Cowboys.

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“Ele pode ser um cara intimidador para vocês. Para mim, ele não é. Para outros caras, ele provavelmente vai se mostrar superior, porque ele vai intimidar eles. Mas você não pode intimidar um valentão. Vocês sabem quem eu sou,  por isso o jogo dele não funciona comigo. Para mim ele é apenas um cara normal.”

Norman e Bryant nunca tiveram uma rivalidade fora de campo, mas ano passado na segunda partida das equipes, na semana 12, Dez deu uma finta desconcertante em Norman e após a jogada o jogador do Redskins jogou uma toalha na cara do recebedor do Cowboys. Já Odell e Norman tem uma história longa, que vem do tempo de Carolina Panthers. Em uma partida da temporada 2015-2016 o cornerback e o wide receiver duelaram como se fosse um vale-tudo, e mesmo Odell tendo tomado três penalidades e Norman duas, nenhum deles foi ejetado da partida.

“Ele tenta ser um cara duro e faz coisas que ele normalmente não faria por toda a pressão que é colocada nele. Mas quando as coisas se tornam físicas, duras, como o jogo de Minnesota, ele age como um garoto, ele é um garoto grande”, disse Norman sobre Odell.

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E nesse clima começou a temporada de Josh Norman, que apesar do grande talento está ficando marcado pela falta de desportividade, afinal, os outros jogadores são seus colegas de profissão. A rivalidade existe e deve ser preservada, pois faz parte da NFL, mas talvez Norman tenha se excedido um pouco, e com certeza os árbitros vão olhar para ele de outra forma após esta declaração.

Onze calouros que vão mudar o destino do campeonato

Onze calouros que vão mudar o destino do campeonato

Não podemos negar que depois do Draft deste ano muita coisa na NFL vai mudar. Talvez não o campeão de cada conferência ou até os vencedores das divisões mais óbvias, mas temos alguns calouros que prometem dar um “up” em suas equipes e torná-las mais competitivas. Existem muitos bons valores que foram escolhidos no Draft 2017, mas para não ficar massante vamos falar de onze jogadores que terão papel “chave” na reconstrução de suas equipes e que podem mudar o rumo da divisão que vão atuar.

Alguns deles não são uma escolha de primeira rodada e devem ser olhados com muita atenção. Também existem equipes que fizeram um “combo” neste Draft para privilegiar sua primeira escolha e contam como fatores preponderantes para quem sabe acabar com alguma hegemonia ou derrubar um favorito. Então vamos lá:

AFC NORTE:

Myles Garrett  -  A primeira escolha geral é cotada para ser o “novo” Von Miller ou Julius Peppers, e pelo que foi visto nos primeiros treinos tem muita chance de ser mesmo. Garrett não vai  fazer o Browns vencer a divisão, mas com ele na defesa podem apostar que além da equipe não terminar 1-15 vai derrubar pelo menos duas equipes da AFC Norte em pelo menos uma das duas partidas. Não existe futebol americano sem uma defesa que pressione o quarterback e ele chega para fazer isso. Foi sem  dúvida a melhor escolha do Draft 2017.

Joe Mixon - Podem falar o que quiser dele, afinal, ele tem que ouvir de cabeça baixa e aceitar. Imperdoável o que ele fez no seu primeiro ano de College, mas se tivesse tido a oportunidade de participar do NFL Combine e sua escolha não causasse tanta repercussão negativa, arriscava ser escolhido antes de Leonard Fournette. O Cincinnati Bengals volta a ter um jogo terrestre e com os outros jogadores que vão compor o elenco tem muita chance de voltar aos playoffs. Notem que citamos Mixon mesmo com a equipe selecionado John Ross.

NFC NORTE:

Dalvin Cook (foto) - Três acusações criminais e três sentenças que lhe declararam inocente. Foi isso que fez Cook cair tanto no Draft 2017, seu passado. E o Vikings adorou, afinal, sem escolhas na primeira rodada conseguiu um jogador que promete ser o futuro da franquia no jogo terrestre. Talvez não seja um Adrian Peterson, mas foi escolhido por dois anos consecutivos para a “primeira equipe” da América, foi o MVP do Orange Bowl e ainda ganhou o Jim Brown Award.

Delano Hill, Dalvin Cook

O Vikings não teve um jogo terrestre ano passado, sobrecarregando Sam Bradford e sua linha, que acabou sofrendo muitas baixas. Agora, com ele somando forças com o veterano Latavius Murray a equipe de Minnesota muda totalmente o panorama da NFC Norte.

AFC SUL:

Leonard Fournette - Antes de falarmos do melhor running back do Draft 2017 ( no contexto geral), precisamos enaltecer a contratação de Tom Coughlin para comandar o futebol da equipe. Além de escolher um dos melhores jogadores do Draft, ele ainda conseguiu um dos melhores jogadores de linha ofensiva para bloqueios de corrida da classe, Cam Robinson. Mas voltando ao atleta que vai fazer diferença na divisão, Fournette era o sonho de qualquer equipe.

Na avaliação pré-draft ele conseguiu uma pontuação maior que Ezekiel Elliott e Adrian Peterson. Isso significa que se os três estivessem na mesma classe Fournette seria escolhido antes. Tem tudo para ser grande na NFL, mas só depende dele. Segundo Coughlin, o ataque vai ser construído em volta dele e deveremos ver – agora vai – o Jaguars disputando o título da divisão.

Corey Davis - Todos esperavam que o Titans escolhesse Jamaal Adams ou Marshon Lattimore, mas a equipe precisava de um recebedor para dar dinâmica a seu ataque. Quando Davis foi escolhido, o futuro Hall da Fama Steve Smith Jr, que comentava pela NFL Network disse: “A melhor escolha se você quer que alguém realmente pegue a bola, não corra rotas e espere o passe, mas que pegue a bola”. O bom ataque do Titans vai se tornar ótimo com ele e tem grandes chances de vencer a divisão.

NFC SUL:

Christian McCaffrey (foto) - Uma das melhores escolhas do Draft e que chegou no minicamp com uma atitude de profissional. Ele sabe que é muito veloz e bom nas rotas do jogo terrestre, mas mesmo assim treinou muito para ser uma opção recebendo a bola. E não estamos falando de passes curtos dos quais os running backs estão acostumados, mas de bolas em profundidade. Ele é muito rápido, inteligente e vai ser a grande opção de Cam Newton no ataque. Ele ajuda a colocar o Panthers como postulante da sua divisão.

OJ Howard - Uma das melhoras escolhas do Draft 2017 pela posição que saiu. Talvez por se poupar no Senior Bowl alguém tenha pensado que ele não é tudo o que falamos, mas Howard é um tight end pronto para brilhar. É um futuro Pro Bowl, principalmente jogando no esquema que consagrou Mike Evans. Com ele o Buccaneers fecha um dos melhores ataques da NFL e vai jogar para vencer a divisão.

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AFC LESTE:

Jamaal Adams - Apesar de na nossa opinião esta divisão já estar decidida, temos que citar este atleta como a segunda melhor escolha do Draft. Não falamos pela posição que foi baixa devido seu talento (6° escolha geral), mas por ele ser um futuro Pro Bowl, Caiu em uma equipe que já declarou estar em reformulação e que não disputará nada este ano, mas deve ter números expressivos mesmo jogando no Jets.

NFC LESTE:

Derek Barnett - Finalmente o Eagles terá um jovem edge que vai fazer a diferença. Quando ele foi anunciado os fãs da equipe que lotavam as dependências do Draft foram a loucura, e não é para menos. Terá um impacto imediato na equipe e desde já ficamos imaginado ele lutando contra a linha ofensiva do Cowboys. Tem tudo para ser o “calouro defensivo do ano”, e sabe por que? Fácil, 33 sacks e 53 tackles para perda de jardas em três anos de SEC.

AFC OESTE:

Mike Williams - O melhor recebedor escolhido em na primeira rodada de um Draft desde Amari Cooper, quinta escolha geral de 2015. E coincidentemente eles irão se enfrentar este ano. Não foi nenhuma surpresa ele ser escolhido no “top 10″ e jogando com Philip Rivers vai mudar de maneira absurda o jogo do Chargers, A equipe agora de Los Angeles está seguindo o mesmo caminho do Oakland Raiders e vai dificultar muito a vida dos favoritos de sua divisão. Mike Williams, Tyrell Williams e Antonio Gates por cima, e Melvin Gordon por baixo vão fazer um grande estrago nas defesas adversárias.

NFC OESTE:

Reuben Foster (foto) - Muitos dirão: “Como assim o Foster e não o Thomas… Mas o tempo dirá aos fãs do San Francisco 49ers e aos fãs do esporte em geral se estamos certos ou não. Foster era uma escolha alta que caiu por três infortúnios praticamente no mês do Draft. Primeiro declarou a cirurgia no ombro, que na verdade não é nenhuma preocupação, afinal, ele ganhou o prêmio de melhor linebacker do país jogando “contundido”. Depois veio a confusão no Combine e ele saiu de lá sem poder apresentar os exames do ombro para as equipes, e por último, testou positivo por diluir substâncias no organismo antes do teste de substâncias da liga.

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O Niners fez um grande movimento ao subir da segunda rodada para a primeira e pega-lo na 31° escolha. Se as equipes tivessem um dia de tempo – primeiro para segundo dia de Draft – para pensar em escolher Foster teria gente dando a “alma” pela 33° escolha geral. Foster vai ser o grande nome da defesa do Niners este ano, mesmo com Solomon Thomas na equipe.

Estas são nossas apostas para “mudar” o panorama das divisões este ano. No total doze jogadores dos 253 escolhidos, e que se confirmarem as expectativas vão fazer a NFL muito mais emocionante. Busts? É provável que tenha algum. Lesionados? Sempre acontece. Mas se nada de “anormal” acontecer veremos estes jovens fazendo a diferença, e quem sabe um deles estará no Super Bowl LII, não é mesmo?

 

Briga antiga: Marshall responde provocação de Richardson

Briga antiga: Marshall responde provocação de Richardson

Vem temporada, vai temporada, e sempre temos algumas situações para resolver não é mesmo? E é neste clima que Brandon Marshall subiu no púlpito para dar sua primeira entrevista desde que começaram os treinos voluntários do New York Giants. Mas a pauta principal não era a expectativa em defender a equipe azul do New York ou como ele está vendo o ataque da equipe com um corpo recebedor de chamar a ateçaõ, mas a declaração de seu ex-colega de equipe, Sheldon Richardson.

Richardson foi o grande responsável pela dispensa do atleta em março, na verdade o New York Jets planejava se livrar dos dois, afinal, foram eles que atrapalharam a temporada da equipe e dividiram o vestiário. E não é uma loucura falar isso. O Jets vinha de uma grande temporada e após perder para o Cincinnati Bengals nos últimos segundos na semana 1, venceu sua segunda partida com Ryan Fitzpatrick sendo escolhido o “melhor jogador da semana” pela AFC. A equipe não estava mal e vinha de uma temporada em que perdeu a vaga nos playoffs nos critérios de desempate.

Mas veio a terceira semana e depois da derrota vexatória com direito a seis interceptações de Fitzpatrick tudo mudou, inclusive o relacionamento entre os jogadores. Em uma discussão acalorada entre os dois, um pôs a culpa da derrota no setor do outro. Marshall culpava a defesa e Richardson o ataque, até que a coisa ficou feia e eles quase foram as vias de fato. Aconteceram várias “trocas de farpas” entre os dois durante a temporada, até que ao fim da última partida da temporada todos resolveram falar, e Leonard Williams e Darrelle Revis sentenciaram  que a equipe foi “outra” após aquela briga.

Pois bem, explicado o ocorrido e os dois em equipes diferentes era a hora de se colocar uma “pedra” em cima do assunto, não é mesmo? Não. Em entrevista esta semana, Richardson (foto) foi perguntado sobre como estava sendo o início de temporada da equipe e respondeu da seguinte forma:

“O vestiário é muito mais fácil de se conviver agora. Oh man, todos vocês estão sedentos, não é mesmo? Digamos que eu tenho 15 razões pelas quais é melhor.” 

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“Quinze razões”, exatamente o número da camisa de Marshall no Jets, seria coincidência? Não. E quando Marshall subiu para dar sua entrevista hoje ao fim do treino ele já chegou dizendo: As perguntas sobre Sheldon Richardsonvão em frente, comecem”.

Mas ao contrário do que todos esperavam o novo recebedor do Giants não quis criar uma nova polêmica e contemporizou a briga antiga tentando colocar um ponto final na história. Talvez porque ele saiba que pode enfrentar Richardson e seus “abraços” no Snoopy Trophy da pré-temporada, ou porque realmente quer deixar sua história com o Jets para trás.

“Vocês sabem que essa é a terceira ou quarta vez que nós estamos indo nesse caminho”, começou Marshall. “Foi um ano difícil para nós. Há 31 equipes na mesma posição que a nossa tentando lutar para chegar a um Super Bowl e ganhar. Não aconteceu para nós ano passado. Nós tínhamos grandes esperanças saindo de 2015. Por isso todos ficamos desapontados. Eu acordei todos os dias tentando fazer meu melhor naquela equipe.” 

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Mas não foi assim que muitos fãs do Jets viram, já que além de passar alguns jogos fora de campo devido a lesões, Marshall jogou para menos de 800 jardas, seu pior ano desde sua última temporada com o Chicago Bears, quando se contundiu após 12 jogos. Para se ter uma ideia, nas últimas 11 temporadas o jogador ultrapassou as mil jardas nove vezes e a única em que ele não conseguiu isso e esteve relacionado em pelo menos 14 jogos foi com o Jets. Porém, Marshall promete uma recuperação na nova equipe.

“Eu não sou um cara perfeito, mas eu trabalhei muito duro para chegar na posição que sou hoje”, disse ele. “Os primeiros anos de minha carreira foram difíceis, mas eu trabalhei muito duro para ser um melhor companheiro de equipe, um pai melhor, um marido melhor e estou orgulhoso de onde estou hoje. Agora vou a campo tranquilo, pois sei que a equipe vai me dar a oportunidade de jogar o meu melhor futebol.”

Marshall chegou ao Giants com um contrato de US$ 11 milhões por dois anos, sendo US$ 5 milhões garantidos. Já anunciou que após a temporada que vem – leia aqui - vai se aposentar e se dedicar ao tratamento de um problema cerebral que ele tem desde 2011. Nesta temporada ele pode chegar a três marcas importantes: ser o primeiro recebedor a receber mais de mil jardas por cinco franquias diferentes, chegar a sua nona temporada jogando para mais de mil jardas e o principal, jogar pela primeira vez uma partida de playoff, coisa inédita em sua carreira.

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Victor Cruz anuncia nova equipe

Victor Cruz anuncia nova equipe

Com uma montagem no Instagram um dos maiores recebedores da história recente do New York Giants e campeão do Super Bowl XLVI anunciou que finamente assinou contrato e estará em campo na temporada 2017-2018. Estamos falando de Victor Cruz, um dos principais destaques do time azul de New York nos anos de 2011 e 2012 e que foi cortado pela equipe no início do ano.

E o jogador vai se juntar a Camero Meredith e Kevin White no Chicago Bears, time da NFC Norte que tenta se recuperar de uma das suas piores temporadas da história, onde venceu apenas três partidas. A equipe mota um ataque novo desde os quarterbacks, Mike Glennon e Mitch Trubisky, além das recentes contratações Markus Wheaton, Kendall Wright e Rueben Randle, este último que jogava com o atleta no Giants.

O contrato é de um ano e os valores ainda não foram divulgados, porém desde já dá para perceber que a competição será acirrada uma vez que teremos um corpo recebedor reforçado na equipe. Cruz foi dispensado pelo Giants no início do ano para liberar cerca de US$ 5 milhões do teto salarial da equipe.

NFL: Super Bowl XLVI-New York Giants vs New England Patriots

Agora o importante é saber o quanto Cruz pode render sem a “proteção” que recebia no Giants. O jogador ficou praticamente duas temporadas sem atuar após sofrer uma lesão no tendão patelar que sofreu complicações na recuperação. Voltou na temporada passada e em 12 partidas como titular recebeu 39 passes para 586 jardas e e 1 touchdown, com média de 15 jardas por recepção. Cruz chegou ao Giants na temporada 2010 como um calouro não selecionado no Draft e é um dos recebedores que possuem o recorde de maior recepção da história da liga, com 99 jardas.

Elliott sofre acidente e perderá treinos

Elliott sofre acidente e perderá treinos

Depois de não comparecer aos três primeiros dias de treinos voluntários – OTA do Dallas Cowboys fontes divulgaram o motivo do “sumiço” de Ezekiel Elliott. Segundo a ESPN Americana o corredor que liderou a liga em jardas este ano sofreu um acidente de carro no domingo passado. Seus representantes ainda não lançaram uma nota oficial, mas segundo fontes da equipe ele passa bem.

Mesmo não tendo sofrido graves lesões no acidente o Cowboys está preferindo poupar o atleta. Ele se encontra na sede da equipe e fará trabalhos condicionados no dia de hoje, além de exames complementares na equipe. Elliott estava no banco do passageiro quando aconteceu o acidente e sofreu uma lesão na cabeça e escoriações pelo corpo.

O Cowboys abriu a terceira fase de treinamentos na segunda-feira e ontem tiveram o primeiro trabalho tático em que as equipes de ataque e defesa começaram a se enfrentar, chamado “11 contra 11″. A equipe utilizará Darren McFadden como running back “1″ enquanto Zeke estiver afastado, e por se tratar ainda dos primeiros treinos e visando a importância do jogador na temporada ele deve ficar mais alguns dias fora dos treinos.

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Ezekiel Elliott foi a quarta escolha geral do Draft 2016 e em sua temporada de estreia chamou a atenção de todos a correr para 1631 jardas e liderar a NFL. Também tem chamado a atenção fora dos gramados, sendo flagrado em diversas boates durante a offseason. Ele ainda é investigado pela NFL por uma acusação de violência doméstica durante o Combine.

Odell assina contrato multi-milionário com marca esportiva

Odell assina contrato multi-milionário com marca esportiva

Quando o New York Giants assinou com Brandon Marshall para jogar os próximos dois anos todos concluíram que foi um excelente negócio, pois o veterano recebedor seria o suporte ideal para o jogo de Odell Beckham Jr. A equipe lhe ofereceu US$ 11 milhões de salário pelo período e US$ 5 milhões garantidos, um salário justo, mas superior a 70% dos atletas que atuam na NFL.

Pois bem, hoje foi anunciado um contrato de patrocínio esportivo de seu novo companheiro com a Nike, e o valor anual é exatamente o que Marshall irá receber este ano: US$ 5 milhões de dólares. Odell Beckham Jr assinou um contrato de cinco anos com a empresa, totalizando US$ 25 milhões, cerca de 86 milhões de reais. O contrato é o maior da história da NFL se tratando de um patrocinador esportivo.

Segundo fontes os valores ficaram tão altos após a concorrente da Nike, a Adidas, oferecer ao atleta um contrato no mesmo valor. Como Odell já era atleta da Nike eles tinham em contrato o direito de igualar a oferta, coisa que aconteceu no fim de semana passado. Assim a empresa irá contar não só com a visibilidade do atleta em campo, mas com suas influentes redes sociais.

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E foi isso que fez o “produto” Odell Beckham Jr valer tanto: o poder nas redes sociais. Atualmente Odell conta com 8,3 milhões de seguidores no Instagram, 2,3 milhões no Twitter e 1,3 milhões no Facebook. Além disso, Odell deu mostras de que é um excelente “marketeiro” quando expunha os produtos da empresa antes dos jogos, nas redes sociais e após eles. Em uma semana ele apareceu com um modelo que reedita o lendário tênis da empresa utilizado no filme “De Volta Para o Futuro”, e na semana seguinte ele foi oficialmente lançado para as vendas.

 

Quem são os favoritos de cada conferência – Parte 2

Quem são os favoritos de cada conferência – Parte 2

Comentamos no texto anterior quem são os favoritos da Conferência Americanaleia aqui – e agora vamos falar um pouco dos favoritos da Conferência Nacional. Claro que ainda é cedo, uma vez que não dá para saber ao certo o impacto que calouros que chegaram no Draft e veteranos da agência livre terão nas equipes. Porém da para se ter uma ideia de como as equipes irão jogar e se seus elencos estão melhores ou piores que na temporada passada.

Se na AFC o favorito é o campeão New England Patriots, na NFC não da para cravar que o Atlanta Falcons é o favorito na NFC. A equipe manteve grande parte do elenco que venceu a conferência ano passado, porém perdeu o principal nome de seu ataque: Kyle Shanahan. O coordenador ofensivo que agora treina o San Francisco 49ers fará falta na equipe, e este ano será fundamental para vermos se era o elenco ou as jogadas que faziam a diferença em campo.

Dan Quinn tinha em Shanahan seu grande apoio quando o assunto era ataque, e Kyle era conhecido pela genialidade ao analisar a defesa adversária e conseguir em poucos minutos mudar o panorama de seu ataque. Sua genialidade foi tão superestimada por Quinn que faltou uma chamada do treinador em seu comandado no Super Bowl LI, e isso custou a vitória da equipe. Agora, Quinn vai ter que demostrar que o elenco pode vencer novamente a conferência mesmo sem Shanahan.

NFL: New Orleans Saints at Atlanta Falcons

E quem fez a final da NFC contra o Falcons, chega com muito mais força depois da recuperação na segunda metade da temporada passada. Mike McCarty e seus comandados saíram da zona de conforto no ano passado, e só garantiram a conquista da divisão na última partida da temporada. Muita coisa mudou na equipe, principalmente em sua defesa, que foi reforçada nas primeiras escolhas do Draft. E mesmo sem conseguir um nome forte para o ataque terrestre, com a chegada de Martellus Bennett e com toda a energia que a equipe demonstrou ano passado pode sim vencer a conferência este ano. Tudo está na mão de Aaron Rodgers e do Green Bay Packers.

O Dallas Cowboys também tem muito a provar este ano, e depois de uma eliminação difícil de aceitar no divisional round, quando perdeu nos últimos segundos para o Packers, vem com tudo para voltar a jogar um Super Bowl. Dak Prescott tem uma responsabilidade incrível este ano: manter o nível do ano passado. Segundo a história mostra, o “calouro ofensivo do ano” de 2016 deve decair um pouco em seus números, o que é normal. Seu jogo será muito mais arrojado que na temporada passada, principalmente nos primeiros jogos do ano passado, onde Jason Garrett protegeu muito o quarterback de interceptações e jogadas arriscadas.

Mas Prescott demonstra muita presença no vestiário, e como está bem entrosado com Jason Witten e Dez Bryant, não terá tanta dificuldade nos passes. Pela terra a grande linha ofensiva da equipe e principalmente Ezekiel Elliott são os grandes trunfos, e depois da equipe investir suas principais escolhas do Draft 2017 em defensores, o Cowboys surge como uma dos favoritas da NFC. O Cowboys nos proporcionará duas partidas no ano com outra equipe que surge com muita força este ano: o New York Giants.

O Giants fez uma segunda metade da temporada muito boa e chegou com muita força aos playoffs. Teve de enfrentar o Packers na congelante Winsconsin e seu jogo naquele dia não funcionou. Porém a equipe melhorou muito com duas aquisições, uma na agência livre e outra no Draft. Evan Engram e Brandon Marshall trazem a equipe azul de New York um impacto imediato no ataque, e se somarmos eles a Odell Beckham Jr, Sterling Shephard e Eli Manning, temos um dos – senão o – melhor conjunto de ataque aéreo da liga.

New York Giants v Dallas Cowboys

Falta muito ainda no ataque terrestre, que tem seu principal nome Shane Vereen, mas se surgir algum anúncio importante na equipe até o início da temporada podemos avaliar a equipe melhor ainda. LeGarrette Blount esteve muito perto de assinar com a equipe, porém preferiu a proposta do rival Philadelphia Eagles.

Não podemos deixar de citar o Seattle Seahawks, que deve – salvo alguma surpresa – novamente dominar a NFC Oeste. O Seahawks tem um ótimo trabalho feito há algum tempo por Pete Carroll e a equipe continua sob o controle do treinador. Se não sofrer com contusões como aconteceu no ano passado, tem chances de vencer a conferência. Na agência livre a equipe não se reforçou tanto, e a contratação de Eddie Lacy foi a que mais chamou a atenção. No Draft teve Malik McDowell para reforçar a defesa e o center Ethan Pocic para renovar a linha ofensiva.

Por outro lado a equipe precisa anunciar um quarterback reserva para Russell Wilson. Ano passado ele foi obrigado a jogar contundido por não ter um reserva a altura na equipe. Trevone Boykin não é exatamente um nome para ser apoio de uma equipe tão boa quanto o Seahawks, e todos aguardam o anúncio de Colin Kaepernick, que segundo rumores está flertando com o time de Seattle.

É claro que algumas equipes como Carolina Panthers, New Orleans Saints e Minnesota Vikings tiveram movimentos interessantes nesta offseason e podem chegar aos playoffs, e como no futebol americano tudo é possível também não podem ser esquecidas.

 

Kaepernick é cogitado no Cowboys

Kaepernick é cogitado no Cowboys

Uma matéria do jornalista Todd Archer da ESPN Americana deixou alguns rumores “no ar” a respeito da contratação e um quarterback veterano para a reserva de Dak Prescott. E o que mais chamou a atenção foi que o nome de Colin Kaepernick, ao contrário do que era pensado pode estar na “pauta” da equipe de Dallas. Segundo Archer, quem relatou a possibilidade foi o vice-presidente de operações da equipe, Stephen Jones.

A conversa entre o jornalista e o executivo do Dallas Cowboys aconteceu em um torneio de golfe na semana passada, e por ser próximo a Jones, Archer o questionou por duas vezes a respeito da ideia de contratar um quarterback veterano no elenco, e por duas vezes a resposta foi positiva,. Não que a equipe vá contratar um veterano, mas que sim, é possível que alguém mais experiente chegue à equipe.

Então, segundo Archer, ele perguntou ao executivo da equipe se este veterano poderia ser Colin Kaeernick, e a resposta de Jones (foto) foi: “Sem um ajuste, porque não?” E aí que começamos a analisar o jogo de Dak Prescott e comparar com Kaepernick. Será que existe tanta diferença com o “calouro ofensivo do ano” e o quarterback que levou o San Francisco 49ers ao Super Bowl? Não estamos falando do Colin das duas últimas temporadas, mas aquele jogador atlético que impressionava a todos com seu físico e com corridas para touchdown. Ele lançava bem e corria como poucos.

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O Cowboys conta atualmente com Kellen Moore como reserva e com mais dois agentes livres não selecionados, Cooper Rush e Austin Appleby, que pelo que mostraram no minicamp não tem condições de começar uma partida na liga. Moore é o “queridinho” do coordenador ofensivo Scott Linehan, e claro, depois do que aconteceu ano passado a equipe não precisa ter tanto medo de colocar um estreante no caso de uma contusão do titular.

Mas fica este “sopro” de esperança para os fãs de Colin Kaepernick. Se não houvesse uma chance de um veterano chegar ao Cowboys, Jones diria a seu amigo. E se não houvesse a menor hipótese de Kaepernick vestir a camisa do Cowboys ele também falaria. Agora, como dissemos no início, tudo são rumores, assim como os do Seahawks no início da semana. Uma coisa e certa, Kaepernick é – na visão dos grandes analistas americanos – a melhor opção do mercado e a mais especulada.

O que o Patriots ganhou com a ida de Blount para o Eagles

O que o Patriots ganhou com a ida de Blount para o Eagles

Quando a agência livre abriu no dia 9 de março, um dos jogadores com o destino mais especulados foi LeGarrette Blount, afinal, ele vinha de sua melhor temporada na carreira com 18 touchdowns. Porém Bill Belichick, assim como havia feito um ano antes, deixou que o veterano running back buscasse uma oferta melhor que a feita pela equipe na agência livre. Ela não chegou, e após o Draft, mais exatamente no dia 9 de maio, a equipe assinou um contrato de agente livre irrestrito com garantias de compensação, garantindo assim um emprego caso o atleta não assinasse.

Funcionou ais ou menos assim: o Patriots deu uma garantia de emprego para Blount caso ele não assinasse com ninguém com salário próximo de US$ 2 milhões, porém, caso ele assinasse com qualquer outra equipe a equipe garantia uma escolha compensatória. Agora vamos analisar a visão – estratégica – de Belichick sobre o assunto:

Blount não estava nos planos dele após a chegada de Mike Gillislee Rex Burkhead. Rex teve destaque como jogador de times especiais, pois Belichick já conta com opções como Dion Lewis e James White como seus principais corredores, mas em caso de lesão de Lewis por exemplo, que também trabalha com os times especiais a equipe ficaria contando apenas com Brandon Bolden. Mas no ataque terrestre não teria ninguém para substituir caso acontecesse um infortúnio com Lewis ou White, e é aí que entra Gillislee.

O Patriots teve que abrir mão de uma escolha de quinta rodada para contar com o ex-corredor do Buffalo Bills, e um movimento era necessário para recuperar esta escolha, e aí entra Blount. Belichick nunca contou com Blount na equipe, e sim como uma moeda de troca, no caso, troca por compensação. É bem complicada a “conta” para garantir as compensações, então Belichick se reuniu com Blount em um jogo do Boston Celtics e lá alinhavou o movimento.

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Blount deve ter contado que já havia recebido proposta de algumas equipes, como Arizona Cardinals e New York Giants, e com a possibilidade de negociação em aberto, Belichick fez a proposta e Blount assinou a “tender”. mas como podemos ter certeza que a equipe não queria o corredor em seu elenco? Simples, Belichick já havia dado seu número para o cornerback D.J. Killings, que chegou como agente livre.

E o que o Patriots ganhou com isso? Primeiro a escolha compensatória, que segundo o overcap.com, site americano especializado nisso será de quarta ou quinta rodada. Ms além disso o Patriots garante com o movimento mais um fato importante: ele não vai jogar em uma equipe da AFC, e consequentemente a equipe só deve encontrá-lo em um suposto Super Bowl. Temos que admitir, foi um grande movimento.

 

LeGarrette Blount assina com equipe da NFC

LeGarrette Blount assina com equipe da NFC

Depois de assinar um contrato de agente irrestrito com compensação na semana passada, o corredor LeGarrette Blount encontrou uma equipe para jogar na temporada 2017-2018. O jogador que marcou 18 touchdowns na temporada passada, assinou contrato de um ano com o Philadelphia Eagles valendo – segundo fontes – US$ 2,8 milhões.

Com a contratação a equipe da NFC Leste mostra que está mirando chegar aos playoffs, uma vez que Blont se junta aos recém contratados Torrey Smith e Alshon Jeffery, que chegaram na agência livre. Agora o ataque comandado por Carson Wentz fica mais encorpado tanto no jogo aéreo quanto no terrestre, e com nomes como Darren SprolesJordan Matthews, Zack ErtzBrent Celek, o futebol do quarterback escolhido no Draft 2016 poderá evoluir seu jogo.

Segundo Ian Rapoport da NFL Network, o corredor havia recebido ofertas do Arizona Cardinals e New York Giants, mas depois dele assinar a “tender do 9 de Maio”explicamos aqui – com o Patriots as equipes desistiram dele. Assim, o Eagles conseguiu garantir o veterano de 30 anos em seu elenco por um valor mais baixo que o esperado.

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Blount entrou na agência livre depois de sua melhor temporada na carreira, e mesmo tendo números que não eram praticados – 18 touchdowns correndo – desde 2009, teve muita dificuldade em conseguir um contrato. Em 100 jogos de temporada regular, o corredor agora defendendo a equipe da Philadelphia jogou para 5122 jardas e 49 touchdowns.

Teremos um Marley na NFL

Teremos um Marley na NFL

Os fãs do grande ícone do reggae Bob Marley e que acompanham a NFL poderão matar um pouco das saudades de seu ídolo ao assistir os jogos do Washington Redskins. Na verdade ainda não dá para garantir que Nico Marley, neto da lenda jamaicana atuará na temporada regular da NFL, mas o linebacker ex-Tulane terá a chance de mostrar seu potencial.

Contamos antes do Draft 2017 - leia aqui – a história de Nico, que depois de jogar no high school reecebeu uma chance de atuar em Tulane e não decepcionou. O grande problema do atleta é sua altura, uma vez que ele tem apenas 1,74 metros, considerada baixa para um defensor. Porém ele é muito atlético e rápido, e com números sólidos na universidade - 88 tackles, sendo 14 para perda de jardas e 3 sacks – conseguiu a oportunidade no minicamp da equipe, sendo aprovado e assinando contrato.

Agora Nico Marley terá a chance de disputar uma posição dentro dos 53 escolhidos para a temporada regular, e claro, antes poderá “desfilar” o sobrenome famoso nas partidas de pré-temporada. Seu treinador em Tulane disse em recente entrevista que se arrepende de não utilizá-lo com mais frequência nos times especiais, função que ele deve exercer no Redskins.

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Seu pai, Rohan Marley, também teve uma história relevante no futebol universitário. Jogando com nomes muito conhecidos como  Dwayne “The Rock” Johnson  , Warren Sapp Ray Lewis, ele marcou época no Miami Hurricanes, liderando a equipe em tackles. Porém nunca jogou profissionalmente, preferindo a carreira de empresário do ramo de cafés orgânicos.

 

Irmão de Josh Nowman tenta vaga na NFL

Irmão de Josh Nowman tenta vaga na NFL

Quando olhamos a lista dos jogadores de linha secundária do Washington Redskins para este início de temporada encontramos algo curioso: dois “Normans” com o número “24″ na lista. Poderia ser algum “bug” no site oficial da equipe mas não, trata-se de um outro Norman nos treinos da equipe, o irmão de Josh, Marrio.

Um ano e meio mais velho, Marrio é um safety que lembra muito a velocidade do irmão mais novo. Produto de Coastal Carolina, Marrio Norman está usando a camisa do irmão “famoso” nos testes para compor o elenco da equipe. Ele ainda não teve a oportunidade de jogar uma partida na NFL – ficou um mês treinando com o Baltimore Ravens ano passado – mas já atuou nas ligas indoor (IFL e Arena Football), além de jogar uma temporada pela CFL, liga canadense.

“Tem sido uma batalha difícil, mas eu não trocaria por nada”, disse Norman. “Eu sempre fiz muitas jogadas, muitas interceptações. Então estou animado para mais este desafio, não sei se sairei daqui no domingo como um Redskin, mas seria um sonho jogar ao lado de Josh.”

E por falar em Josh Norman (foto), o treinador Jay Gruden garantiu que o parentesco entre eles não influenciará em nada a escolha, muito menos a decisão. mas avisa que há muito tempo Josh tem falado do irmão: “Nós estamos tranquilos a respeito da decisão, Josh sabe que nada uda por ser seu irmão. Porém Marrio chega com muita fama aqui, Josh tem se vangloriado dele há muito tempo.”

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E a história entre os irmão Norman no esporte é muito interessante. Segundo Marrio Norman (foto capa) seguiu para a linha secundária inspirada por ele, e não nega que teve grande influência na carreira de Norman, tanto como inspiração como uma espécie de motivador. Enquanto todos diziam que Josh estava indo muito bem, Marrio sempre esteve ali para lhe cobrar mais e mostrar os erros.

“Eu estive lá com ele (Josh Norman) a cada passo do caminho. Eu era um dos seus maiores críticos. Tinha bastante gente dizendo a ele que tudo estava correto. Eu era o único a dizer que ele poderia ter feito isso um pouco diferente, dizer que ele poderia melhorar”, conta Marrio“Eu mostrei a ele como trabalhar duro, e é isso realmente importa, mais do que talento”.

O try out do Washington Redskins contou ao todo com 36 atletas, que devem receber a notícia da aprovação – ou não – hoje ou no máximo na segunda-feira. Aí começa um novo processo, onde os atletas participarão de suas semanas em conjunto com todo o elenco. Vale lembrar que mesmo não ficando entre os 53 da lista final da temporada, eles ainda tem a chance de fazer parte do Practice Squad.

Victor Cruz e Eddie Royal movimentam o mercado

Victor Cruz e Eddie Royal movimentam o mercado

Dois movimentos muito interessantes animaram o fim do dia de hoje na NFL, e eles foram protagonizados por veteranos. Um visitou seu ex-treinador com quem venceu um Super Bowl, e o outro foi dispensado pelo Chicago Bears após defender a equipe por duas temporadas.

O dispensado foi Eddie Royal, veterano de 10 temporadas na liga vai dar um crédito de US$ 5 milhões para a equipe de Chicago em seu salary cap, mas parece que este não foi o real motivo dá dispensa. Royal vem lutando há tempo com uma contusão no pé e ainda não está recuperado.

Escolha de segunda rodada do Denver Broncos no Draft 2008 (42° escolha geral), Royal (foto) nunca teve protagonismo nas equipes que passou – Broncos e Chargers - e em nenhuma temporada ultrapassou as mil jardas. Em duas temporadas no Bears conquistou apenas 607 jardas em 14 partidas.

NFL: Chicago Bears at Houston Texans

Mas o que animou mesmo o mercado foi a notícia do encontro entre Victor Cruz e Tom Coughlin, ex-treinador do New York Giants e hoje executivo de futebol do Jacksonville Jaguars.

Cruz teve seu melhor momento sendo treinado por Coughlin, e depois de passar duas temporadas sem jogar devido a uma série de lesões voltou ano passado com uma temporada mediana. Porém a expectativa é que Cruz encontre o melhor jogo este ano, e mesmo sendo dispensado pelo Giants tem muito valor no mercado.

E é na experiência do atleta que Coughlin está interessado. Com atletas jovens em sua linha recebedora e  Leonard Fournette e Chris Ivory no jogo terrestre, Cruz aparece como ótima opção para o ataque dos Jaguars este ano, e tem tudo para assinar com a equipe.

 

 

Entre Jardas | Futebol Americano BR - 2014