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Os melhores quarterbacks de cada divisão

Os melhores quarterbacks de cada divisão

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Tem muita gente nova começando a acompanhar a NFL e é sempre bom ressaltar quem é o melhor quarterback de cada equipe. Hoje temos alguns titulares contestados, alguns times que ainda não definiram seus titulares e muitos que já tem seu quarterback estabelecido. E se compararmos os melhores de cada divisão? Fica mais interessante, não é mesmo?

Então vamos falar a respeito dos melhores quarterbacks das oito divisões da NFL. É claro que uma lista sempre gera discussão, então para algumas divisões daremos a “menção honrosa”  para quem estiver próximo do nível do escolhido. Vamos lá:

AFC Leste: Tom Brady.

Super Bowl LI - New England Patriots v Atlanta Falcons

Começamos pela divisão mais óbvia, uma vez que simplesmente não existe concorrência para ele. Brady venceu cinco vezes o Super Bowl, detém os maiores recordes dos playoffs e muitos o consideram o maior de todos os tempos. Além disso, as outras equipes da divisão praticamente inexistem quando o assunto são os quartebacks.

O New York Jets tem um veterano que não passa de mediano (Josh McCown), tem um jogador muito bom que está há dois anos sem jogar uma partida inteira – Teddy Bridgewater – e um calouro de muito potencial que nem titualar da equipe é ainda (Sam Darnold). O Buffalo Bills também está na mesma.

O mais experiente AJ McCarron acaba de sofre uma fratura na clavícula. Nathan Peterman, que na sua única atuação como titular na NFL jogou para cinco interceptações no ano passado disputa a titularidade com Josh Allen, também calouro e considerado “impreciso” nos passes. E para fechar temos Ryan Tannehill, que nunca conseguiu se provar como um bom quarterback da NFL. Enfim, Tom Brady sobra na turma.

AFC Oeste: Philip Rivers.

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Aqui temos o primeiro impasse. Claro que não se cogita falar de Patrick Mahomes ou de Case Keenum. Mahomes ainda tem muito a provar e Keenum mesmo tendo feito uma boa temporada ano passado com o Minnesota Vikings, não é um quarterback de elite.

Derek Carr foi eleito Pro Bowl por três vezes e é um quarterback muito bom, sem sombras de dúvida. Mas Philip Rivers já foi eleito sete vezes para o Pro Bowl, inclusive nas duas últimas temporadas (se alguém quiser argumentar que ele está velho). Mas não é só isso que faz de Rivers o melhor quarterback da AFC Oeste. Rivers só não jogou para mais de 4 mil jardas em 3 das suas 12 temporadas como titular. Carr nunca lançou para 4 mil jardas na carreira.

Menção honrosa para Derek Carr, mas Philip Rivers ainda e o melhor quarterback da sua divisão.

AFC Norte: Ben Roethlisberger.

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Joe Flacco já venceu um Super Bowl, Andy Dalton já levou sua equipe por quatro vezes aos playoffs (não venceu nenhuma partida), mas nenhum deles se compara a Big Ben. Nesta divisão nem menção honrosa temos, Ben Roethlisberger é unanimidade.

AFC Sul: Andrew Luck.

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Esta divisão é uma das mais difíceis de se analisar, afinal, todos os jogadores tem seus predicados. Blake Bortles seguramente não é o melhor, mas levou sua equipe a final da AFC. Deshaun Watson começou sua trajetória na NFL jogando muito, completando quase 2 mil jardas e 21 touchdowns em apenas 7 partidas. Porém precisamos ver ele atuando mais vezes.

Marcus Mariota fica com a menção honrosa da divisão, afinal é um dos atletas mais completos da liga. Passando não é um “campeão de jardas”, porém vem evoluindo muito e é o grande nome do Tennessee Titans. Mas não dá para comparar nenhum desses com Andrew Luck, mesmo após a cirurgia no ombro.

Agora que está tratado, Luck deve votar a liderar o Indianapolis Colts como fez nos quatro primeiros anos da carreira, quando levou a equipe aos playoffs em três deles. Com certeza é o melhor quarterback da AFC Sul.

NFC Leste: Carson Wentz.

Washington Redskins v Philadelphia Eagles

Em uma divisão que conta com Alex Smith, Eli Manning e Dak Pescott é difícil eleger Carson Wentz o melhor, porém o que ele fez em sua primeira temporada e principalmente na temporada passada foram algo de se encantar. Aqui qualquer um tem muitos méritos e poderia ser indicado como melhor.

Alex Smith é um playmaker dentro do pocket, com visão e categoria imbatíveis. Eli ganhou dois Super Bowls em cima de Tom Brady e Dak Prescott fez uma primeira temporada sensacional pelo Dallas Cowboys. Deixamos a menção honrosa para estes três elegendo Wentz o melhor.

NFC Oeste: Russell Wilson.

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Na NFC Oeste já podemos eliminar o quarterback do Arizona Cardinals, Sam Bradford. Jared Goff também teve uma temporada de recuperação, mas está muito longe de Wilson. O mesmo pode-se falar de Jimmy Garoppolo, que deve ser o grande nome do San Francisco 49ers nesta temporada.

Russell Wilson não tem mais nada a provar. Lança muito bem, tendo a melhor porcentagem de acertos na red zone da liga e domina o esporte. Independente de ter ou não alvos já venceu partidas para o Seattle Seahawks de tudo quanto foi jeito, se destacando como o melhor quarterback da NFC Oeste.

NFC Norte: Aaron Rodgers.

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Tirando Michell Trubisky, que ainda está “verde”, todos os outros quarterbacks da NFC Norte são muito bons. Matthew Stafford sofre no Detroit Lions e mesmo assim já levou a equipe a 3 playoffs e bateu o recorde de Dan Marino ao atingir 25 mil jardas em 90 jogos. Kirk Cousins também é um quarterback muito bom, demonstrando isso nos seus anos de Washington Redskins e sendo o grande nome da agência livre deste ano.

Mas nenhum se compara ao quarterback que tirou o emprego de Brett Favre. Aaron Rodgers é um futuro Hall da Fama e já venceu partidas para o Green Bay Packers de diversas maneiras, desde corridas de 50 jardas até Hail Mary histórica. É o melhor sem sombra de dúvidas.

NFC Sul: Drew Brees.

Atlanta Falcons v New Orleans Saints

Cam Newton já foi eleito o MVP da liga, Matt Ryan levou o Atlanta Falcons ao Super Bowl e Jameis Winston é bom, porém nenhum destes se compara a Drew Brees. Aqui praticamente não existe discussão, Brees é muito melhor que qualquer outro quarterback de sua divisão.

Esta foi a nossa lista dos melhores quarterbacks de cada divisão da NFL. Se vocês discordarem de algum, deixe nos comentários sua opinião que será um prazer interagirmos com vocês.

 

 

Brady ou Rodgers? Martellus Bennett responde

Brady ou Rodgers? Martellus Bennett responde

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A maior discussão atualmente na NFL é sobre quem é o melhor quarterback da Liga: Tom Brady ou Aaron Rodgers? A comparação entre os dois é assunto recorrente e aumentou após o jogo Madden classificar Rodgers com um rating de 99 e Brady com 96. É claro que após algumas reclamações a EA Sports, produtora do jogo alterou e os dois estão equiparados, mas quem é o melhor: Brady ou Rodgers?

Quem teve que responder esta pergunta foi o tight end Martellus Bennett, que se aposentou recentemente. Com passagens pelo New England Patriots e pelo Green Bay Packers, o ex-atleta foi colocado nesta “saia justa” em entrevista ao programa “The Doug Gottlieb Show” e até que se saiu bem na resposta.

“Eu acho que ninguém tem mais talento no braço do que Aaron (Rodgers)”, disse Bennett. “Aaron pode fazer praticamente qualquer coisa com a bola. Eu acho que Tom é realmente preciso, mais fácil de jogar. Eu diria que era mais fácil jogar com Tom do que qualquer outra pessoa.”

Bennett jogou mais vezes com o Patriots que com o Packers, assim seus números e até a identificação com a equipe são maiores. Em 16 partidas na temporada regular com o time de New England ele recebeu 55 passes para 701 jardas e 7 touchdowns. Já no Packers foram apenas sete partidas, uma vez que ele foi cortado após lesionar o ombro. Lá ele jogou para 233 jardas e um touchdown em 24 recepções.

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Na entrevista Bennett não declarou abertamente quem é o melhor, mas fez declarações contundentes sobre a forma de jogar de Tom Brady, segundo ele o quarterback “mais fácil de jogar” de sua carreira.

“Tom (Brady) torna o jogo fácil, lhe dizendo o que ele espera, onde ele quer que você esteja e onde ele está colocando a bola. É repetição. Ele faz tantas repetições com você, seja nos treinos em campo ou na sala de reuniões que você já sabe o que ele espera”, continuou Martellus. “A comunicação entre ele e o recebedor provavelmente está no nível mais alto da liga. Se ele vê alguma coisa, se você pedir a ele para fazer alguma coisa, ele vai tentar e ele vai fazer.”

Além de elogiar muito Tom Brady, Martellus Bennett também fez questão de elogiar a franquia por outro aspecto. Lá ele podia jogar tranquilamente sem ser cobrado pela postura fora de campo. Talvez seja este o grande sucesso do Patriots desde que Bill Belichick assumiu a equipe.

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“Eu me diverti mais na minha carreira jogando pelos Patriots porque eles não se preocuparam com nada além do futebol”, disse Bennett, agora um autor de livros infantis. “Em alguns dos outros locais de trabalho eles se preocupam com a forma como você se veste, como se parece, com todas essas outras coisas. Você vem trabalhar para jogar futebol, a única coisa que os treinadores devem falar é o futebol. Todo o resto não importa.”

E para você, quem é melhor? Esta dúvida pode ser tirada daqui 29 dias quando começa a temporada 2018. Antes, pela pré-temporada teremos Packers e Patriots em campo.

 

HOF Game: Lewis brilha e Lamar chama a atenção

HOF Game: Lewis brilha e Lamar chama a atenção

Lamar Jackson não foi o destaque da partida, mas para uma estreia na NFL, mesmo sendo um jogo de pré-temporada ele chamou a atenção positivamente.

Jogou com segurança e mesmo sendo interceptado mostrou esperanças para um futuro na NFL. Como esperado, seu jogo corrido foi o mais utilizado, uma vez que ainda não domina totalmente o playbook. Mas conseguiu conectar alguns bons passes, inclusive um para touchdown. Vale ressaltar que ele também mandou dois passes bem ruins, não sendo interceptado por “milagre”.

Em um passe relativamente bom caiu em uma cobertura muito bem feita e acabou interceptado, o que não o abalou. Demonstrou um controle incomum para “novatos” no pocket, mesmo jogando com a defesa reserva e sofrendo várias blitz. Fez um jogo semelhante a Robert Griffin III e com certeza já está a um passo a frente do veterano.

NFL: Pro Hall of Fame Game-Chicago Bears at Baltimore Ravens

Lamar acertou 4 das 10 tentativas de passe para 33 jardas, um touchdown e uma interceptação. Correndo por oito vezes ele chegou às 25 jardas, sofrendo 2 sacks nas 13 vezes que foi pressionado.

Mas a grande estrela da noite era Ray Lewis, que entrou em campo com sua costumeira “dancinha” e roubou a festa. Um dos melhores linebackers de todos os tempos, Lewis recebeu declarações de admiração de todos em campo, desde o calouro estreante até o treinador consagrado.

“Representar Ray neste jogo para os nossos rapazes significou muito mais que o imaginado”, disse o treinador John Harbaugh. Já Lamar Jackson fez questão de ressaltar a carreira de Lewis: “Ray é o maior linebacker do nosso tempo, foi uma grande emoção estar em campo hoje”.

NFL: Pittsburgh Steelers at Baltimore Ravens

Ray Lewis se junta ao grupo seleto dos “jaquetas douradas” logo em seu primeiro ano de elegibilidade com todos os méritos possíveis. Inspirou jovem jogadores que sonhavam e hoje estão na NFL, além de promover – graças a suas jogadas – o esporte pelo mundo. Um dos maiores da história do Ravens – se não o maior – e um dos maiores linebackers da NFL de todos os tempos.

 

 

 

Rams e Bears movimentam o mercado de quarterbacks

Rams e Bears movimentam o mercado de quarterbacks

Os treinos voluntários entraram na sua segunda semana e as equipes continuam fazendo movimentos para alinhar seu elenco, e duas equipes da NFC que foram mal na temporada passada deram uma “arrumada” na parte que garante a passagem da bola e organização de seu ataque. Porém os movimentos foram visando os quarterbacks para a segunda suplência.O Los Angeles Rams anunciou Dylan Thompson, que teve passagem pelo San Francisco 49ers e o Chicago Bears anunciaram a dispensa de Connor Shaw, que estava na equipe desde julho do ano passado. A grande coincidência é que eles jogaram juntos em South Carolina.

Shaw chegou na NFL em 2014 como agente livre não selecionado após liderar o ataque de South Carolina por três temporadas. Assinou com o Cleveland Browns como jogador do practice squad e foi ativado alguns meses depois, devido as lesões de Johnny Manziel e Brian Hoyer. Começou um jogo pela equipe e chamou muito a atenção do New Orleans Saints e do Seattle Seahawks, mas o Browns não quis liberá-lo. Depois de uma cirurgia no dedo polegar direito foi dispensado pela equipe de Cleveland.

Assinou com o Bears no início em julho do ano passado, em um episódio bem “interessante”. O New Orleans Saints iria revindica-lo no waivers, mas quando foi enviar o e-mail para o Browns, “sem querer” adicionou a lista todas as outras trinta equipes da liga. O Bears tinha prioridade na escolha de Shaw, e esperando uma proposta do Saints assinou com ele. Menos de um mês depois o jogador fraturou a perna em uma partida da pré-temporada.

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Este ano a equipe de Chicago assinou com nada menos que três quarterbacks, Mike Glennon, Mitch Trubisky e Mark Sanchez. Assim o jogador ficou sem espaço e foi liberado. Resta saber se o Saints ainda tem interesse nele.

Já o Rams anunciou o antigo reserva de Connor Shaw em South Carolina, Dylan Thompson.  A equipe que contava com apenas Jared Goff e Sean Mannion em seu elenco, assinou um contrato com o jovem que em apenas uma temporada com South Carolina alcançou grandes números, incluindo uma grande atuação na vitória do Independence Bowl de 2015.

Chegou à NFL como um agente livre não selecionado assinando com a equipe de treinos do San Francisco 49ers. Depois da contusão de Colin Kaepernick ele foi promovido para a equipe principal, ficando no banco de reservas de Blaine Gabbertt por quatro partidas. Deixou o Niners em 2016 e assinou com o Rams, onde fez parte da equipe de treinos até ser dispensado no final do ano. Agora, com o apoio do novo comando da equipe, chega para disputar a posição de reserva com Sean Mannion.

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As dúvidas sobre Bridgewater

As dúvidas sobre Bridgewater

As vezes a vida é cruel conosco não é mesmo? Estamos muito bem em um dia e no outro algo acontece é nossa vida vira “de cabeça para baixo”. E foi isso que aconteceu com Teddy Bridgewater, que depois de levar a equipe aos playoffs em 2015 e surgir como um dos principais quarterbacks da temporada passada, sofreu uma lesão gravíssima no joelho e está fora do futebol por pelo menos mais seis meses.

Mas um fato novo aconteceu nesta semana: a equipe divulgou um vídeo de Bridgewater em campo fazendo alguns exercícios, incluindo um snap. É claro que ele não está pronto para entrar em campo, afinal, ele deslocou o joelho de uma forma que até a amputação foi cogitada, uma vez que a lesão além de romper vários ligamentos e um nervo ainda interrompeu a circulação de sangue. Desde sua cirurgia a hipótese dele não voltar a jogar era cogitada.

Mas com este vídeo o Minnesota Vikings deixou todos curiosos e até confusos. A equipe há algumas semanas anunciou que não faria a opção pelo quinto ano de contrato de Bridgewater, é isso foi um indício de que ele não era mais interessante para a equipe. Ele foi a 32° escolha geral de 2014 e além de eleito “calouro do ano” e Pro Bowl em 2015, apresentava um estilo de jogo singular na liga, e para alguém larga-lo assim era um indício de que ele nunca mais jogaria em alto nível. Porém depois do vídeo até Mike Zimmer fez questão de comentar.

O treinador do Vikings se recupera da oitava cirurgia em uma das vistas em sua fazenda em Kentucky, mas mesmo “debilitado” recebeu a fita completa do treinamento do jogador e mostrou ânimo na recuperação.

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“Eu vi a fita”, conta Mike Zimmer. “Ele está jogando a bola bem, com velocidade e precisão. Ele está trabalhando seu apoio na perna traseira, é isso só nos dá mais orgulho dele. Teddy tem um longo caminho a percorrer, mas está evoluindo em uma velocidade que ninguém poderia esperar.”

O treinador sabe que o fator principal na lesão de Bridgewater é a locomoção e mobilidade, o que mais preocupa na sua volta. Os movimentos rápidos no pocket para se proteger contam muito com os movimentos do joelho, e ao contrário de uma fratura (na qual a calcificação do osso o torna mais forte), os ligamentos do joelho do atleta serão fator determinante na recuperação, principalmente em movimentos laterais. Vale lembrar que ele se machucou sozinho no final de agosto do ano passado em um treino.

Teddy Bridgewater tem ainda um longo caminho pela frente, e além do tempo fora ele ainda tem que trabalhar o psicológico. Saber que a equipe não quis optar por contar com ele por mais um ano deve ter abalado um pouco de sua confiança, e como o Vikings não estipula uma data específica para sua volta, ainda – mesmo com o vídeo – é difícil saber se teremos o quarterback que chamou tanto a atenção em 2014 e 2015 na NFL.

Onze calouros que vão mudar o destino do campeonato

Onze calouros que vão mudar o destino do campeonato

Não podemos negar que depois do Draft deste ano muita coisa na NFL vai mudar. Talvez não o campeão de cada conferência ou até os vencedores das divisões mais óbvias, mas temos alguns calouros que prometem dar um “up” em suas equipes e torná-las mais competitivas. Existem muitos bons valores que foram escolhidos no Draft 2017, mas para não ficar massante vamos falar de onze jogadores que terão papel “chave” na reconstrução de suas equipes e que podem mudar o rumo da divisão que vão atuar.

Alguns deles não são uma escolha de primeira rodada e devem ser olhados com muita atenção. Também existem equipes que fizeram um “combo” neste Draft para privilegiar sua primeira escolha e contam como fatores preponderantes para quem sabe acabar com alguma hegemonia ou derrubar um favorito. Então vamos lá:

AFC NORTE:

Myles Garrett  -  A primeira escolha geral é cotada para ser o “novo” Von Miller ou Julius Peppers, e pelo que foi visto nos primeiros treinos tem muita chance de ser mesmo. Garrett não vai  fazer o Browns vencer a divisão, mas com ele na defesa podem apostar que além da equipe não terminar 1-15 vai derrubar pelo menos duas equipes da AFC Norte em pelo menos uma das duas partidas. Não existe futebol americano sem uma defesa que pressione o quarterback e ele chega para fazer isso. Foi sem  dúvida a melhor escolha do Draft 2017.

Joe Mixon - Podem falar o que quiser dele, afinal, ele tem que ouvir de cabeça baixa e aceitar. Imperdoável o que ele fez no seu primeiro ano de College, mas se tivesse tido a oportunidade de participar do NFL Combine e sua escolha não causasse tanta repercussão negativa, arriscava ser escolhido antes de Leonard Fournette. O Cincinnati Bengals volta a ter um jogo terrestre e com os outros jogadores que vão compor o elenco tem muita chance de voltar aos playoffs. Notem que citamos Mixon mesmo com a equipe selecionado John Ross.

NFC NORTE:

Dalvin Cook (foto) - Três acusações criminais e três sentenças que lhe declararam inocente. Foi isso que fez Cook cair tanto no Draft 2017, seu passado. E o Vikings adorou, afinal, sem escolhas na primeira rodada conseguiu um jogador que promete ser o futuro da franquia no jogo terrestre. Talvez não seja um Adrian Peterson, mas foi escolhido por dois anos consecutivos para a “primeira equipe” da América, foi o MVP do Orange Bowl e ainda ganhou o Jim Brown Award.

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O Vikings não teve um jogo terrestre ano passado, sobrecarregando Sam Bradford e sua linha, que acabou sofrendo muitas baixas. Agora, com ele somando forças com o veterano Latavius Murray a equipe de Minnesota muda totalmente o panorama da NFC Norte.

AFC SUL:

Leonard Fournette - Antes de falarmos do melhor running back do Draft 2017 ( no contexto geral), precisamos enaltecer a contratação de Tom Coughlin para comandar o futebol da equipe. Além de escolher um dos melhores jogadores do Draft, ele ainda conseguiu um dos melhores jogadores de linha ofensiva para bloqueios de corrida da classe, Cam Robinson. Mas voltando ao atleta que vai fazer diferença na divisão, Fournette era o sonho de qualquer equipe.

Na avaliação pré-draft ele conseguiu uma pontuação maior que Ezekiel Elliott e Adrian Peterson. Isso significa que se os três estivessem na mesma classe Fournette seria escolhido antes. Tem tudo para ser grande na NFL, mas só depende dele. Segundo Coughlin, o ataque vai ser construído em volta dele e deveremos ver – agora vai – o Jaguars disputando o título da divisão.

Corey Davis - Todos esperavam que o Titans escolhesse Jamaal Adams ou Marshon Lattimore, mas a equipe precisava de um recebedor para dar dinâmica a seu ataque. Quando Davis foi escolhido, o futuro Hall da Fama Steve Smith Jr, que comentava pela NFL Network disse: “A melhor escolha se você quer que alguém realmente pegue a bola, não corra rotas e espere o passe, mas que pegue a bola”. O bom ataque do Titans vai se tornar ótimo com ele e tem grandes chances de vencer a divisão.

NFC SUL:

Christian McCaffrey (foto) - Uma das melhores escolhas do Draft e que chegou no minicamp com uma atitude de profissional. Ele sabe que é muito veloz e bom nas rotas do jogo terrestre, mas mesmo assim treinou muito para ser uma opção recebendo a bola. E não estamos falando de passes curtos dos quais os running backs estão acostumados, mas de bolas em profundidade. Ele é muito rápido, inteligente e vai ser a grande opção de Cam Newton no ataque. Ele ajuda a colocar o Panthers como postulante da sua divisão.

OJ Howard - Uma das melhoras escolhas do Draft 2017 pela posição que saiu. Talvez por se poupar no Senior Bowl alguém tenha pensado que ele não é tudo o que falamos, mas Howard é um tight end pronto para brilhar. É um futuro Pro Bowl, principalmente jogando no esquema que consagrou Mike Evans. Com ele o Buccaneers fecha um dos melhores ataques da NFL e vai jogar para vencer a divisão.

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AFC LESTE:

Jamaal Adams - Apesar de na nossa opinião esta divisão já estar decidida, temos que citar este atleta como a segunda melhor escolha do Draft. Não falamos pela posição que foi baixa devido seu talento (6° escolha geral), mas por ele ser um futuro Pro Bowl, Caiu em uma equipe que já declarou estar em reformulação e que não disputará nada este ano, mas deve ter números expressivos mesmo jogando no Jets.

NFC LESTE:

Derek Barnett - Finalmente o Eagles terá um jovem edge que vai fazer a diferença. Quando ele foi anunciado os fãs da equipe que lotavam as dependências do Draft foram a loucura, e não é para menos. Terá um impacto imediato na equipe e desde já ficamos imaginado ele lutando contra a linha ofensiva do Cowboys. Tem tudo para ser o “calouro defensivo do ano”, e sabe por que? Fácil, 33 sacks e 53 tackles para perda de jardas em três anos de SEC.

AFC OESTE:

Mike Williams - O melhor recebedor escolhido em na primeira rodada de um Draft desde Amari Cooper, quinta escolha geral de 2015. E coincidentemente eles irão se enfrentar este ano. Não foi nenhuma surpresa ele ser escolhido no “top 10″ e jogando com Philip Rivers vai mudar de maneira absurda o jogo do Chargers, A equipe agora de Los Angeles está seguindo o mesmo caminho do Oakland Raiders e vai dificultar muito a vida dos favoritos de sua divisão. Mike Williams, Tyrell Williams e Antonio Gates por cima, e Melvin Gordon por baixo vão fazer um grande estrago nas defesas adversárias.

NFC OESTE:

Reuben Foster (foto) - Muitos dirão: “Como assim o Foster e não o Thomas… Mas o tempo dirá aos fãs do San Francisco 49ers e aos fãs do esporte em geral se estamos certos ou não. Foster era uma escolha alta que caiu por três infortúnios praticamente no mês do Draft. Primeiro declarou a cirurgia no ombro, que na verdade não é nenhuma preocupação, afinal, ele ganhou o prêmio de melhor linebacker do país jogando “contundido”. Depois veio a confusão no Combine e ele saiu de lá sem poder apresentar os exames do ombro para as equipes, e por último, testou positivo por diluir substâncias no organismo antes do teste de substâncias da liga.

NCAA Football: CFP National Championship-Alabama vs Clemson

O Niners fez um grande movimento ao subir da segunda rodada para a primeira e pega-lo na 31° escolha. Se as equipes tivessem um dia de tempo – primeiro para segundo dia de Draft – para pensar em escolher Foster teria gente dando a “alma” pela 33° escolha geral. Foster vai ser o grande nome da defesa do Niners este ano, mesmo com Solomon Thomas na equipe.

Estas são nossas apostas para “mudar” o panorama das divisões este ano. No total doze jogadores dos 253 escolhidos, e que se confirmarem as expectativas vão fazer a NFL muito mais emocionante. Busts? É provável que tenha algum. Lesionados? Sempre acontece. Mas se nada de “anormal” acontecer veremos estes jovens fazendo a diferença, e quem sabe um deles estará no Super Bowl LII, não é mesmo?

 

Victor Cruz anuncia nova equipe

Victor Cruz anuncia nova equipe

Com uma montagem no Instagram um dos maiores recebedores da história recente do New York Giants e campeão do Super Bowl XLVI anunciou que finamente assinou contrato e estará em campo na temporada 2017-2018. Estamos falando de Victor Cruz, um dos principais destaques do time azul de New York nos anos de 2011 e 2012 e que foi cortado pela equipe no início do ano.

E o jogador vai se juntar a Camero Meredith e Kevin White no Chicago Bears, time da NFC Norte que tenta se recuperar de uma das suas piores temporadas da história, onde venceu apenas três partidas. A equipe mota um ataque novo desde os quarterbacks, Mike Glennon e Mitch Trubisky, além das recentes contratações Markus Wheaton, Kendall Wright e Rueben Randle, este último que jogava com o atleta no Giants.

O contrato é de um ano e os valores ainda não foram divulgados, porém desde já dá para perceber que a competição será acirrada uma vez que teremos um corpo recebedor reforçado na equipe. Cruz foi dispensado pelo Giants no início do ano para liberar cerca de US$ 5 milhões do teto salarial da equipe.

NFL: Super Bowl XLVI-New York Giants vs New England Patriots

Agora o importante é saber o quanto Cruz pode render sem a “proteção” que recebia no Giants. O jogador ficou praticamente duas temporadas sem atuar após sofrer uma lesão no tendão patelar que sofreu complicações na recuperação. Voltou na temporada passada e em 12 partidas como titular recebeu 39 passes para 586 jardas e e 1 touchdown, com média de 15 jardas por recepção. Cruz chegou ao Giants na temporada 2010 como um calouro não selecionado no Draft e é um dos recebedores que possuem o recorde de maior recepção da história da liga, com 99 jardas.

Lions “cobrou” para Megatron se aposentar

Lions “cobrou” para Megatron se aposentar

E uma entrevista no fim de semana a uma rede de Detroit o lendário recebedor Calvin “Megatron” Johnson deixou escapar que não está muito feliz com o Detroit Lions, e o grande motivo foi a saída dele da equipe quando anunciou a aposentadoria. Nós contamos aqui quando ele anunciou a decisão no inicio do ano passado e o quanto o Lions tentou convence-lo de continuar na equipe. Megatron sofria com dores no corpo e na época disso não se sentir mais em condições de jogar em alto nível. O grande problema era que ele tinha um grande contrato com a equipe e pelo menos mais seis anos para atuar lá.

Ao contrário de Marshawn Lynch, que quando abandonou a liga na mesma época de 2016 e também afirmou não estar bem fisicamente, Johnson deixou claro que não ai voltar a jogar. Ele quer agora uma vida comum, mas mesmo tentando não tocar no assunto deixou “escapar” que sua relação com o Lions não terminou bem, e segundo ele o time não teve uma atitude legal quando ele se aposentou. Segundo Megatron, a equipe lhe fez devolver parte do dinheiro de bônus que ele já havia recebido, coisa que raramente as equipes fazem quando um atleta se aposenta, principalmente quando ele é um dos grandes da história da equipe.

“Eu simplesmente não me senti como se tivesse sido tratado da maneira que deveria ter sido tratado na hora que saí”, disse Johnson. “Isso é tudo. Quer dizer, está tudo bem, eu não estou com raiva, eu não sinto nenhum tipo de ressentimento,  apenas hey, isso é o que eles fizeram. Hey, eles realmente fizeram isso? Quero dizer, é simples, é fácil de entender quando você pensa nisso.”

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Megatron jogou por nove temporadas na NFL, todas pelo Lions, desde que foi selecionado como segunda escolha geral do Draft 2007. Na liga é o recordista de jardas recebidas em uma temporada com 1964 jardas, também liderou a NFL por dois anos consecutivos em jardas e na pior campanha da história do Lions, em 2008, Johnson liderou a liga em recepções para touchdown, com 12. Os recordes na franquia Lions então são praticamente todos os relacionados a recepções e jardas.

Assim o mínimo que se esperava é que a equipe não cobrasse parte do bônus previamente recebido, e é isso que desagradou o futuro Hall da Fama. Claro que ainda vai haver uma reaproximação da equipe com o jogador, afinal, o jogador logo vai estar ao lado de outas lendas do Lions como Barry Sanders, Bobby Layne, Doak Walker e Joe Schmidt e ter sua camisa número “81″ aposentada. Também logo que elegível vai ser indicado para o Hall da Fama, e deve ser homenageado também pela equipe. Assim, mesmo depois destas rusgas Megatron deve voltar à sua antiga casa, porém pelo que ficou claro na entrevista, isso ainda vai demorar um pouco.

Quem são os favoritos de cada conferência – Parte 2

Quem são os favoritos de cada conferência – Parte 2

Comentamos no texto anterior quem são os favoritos da Conferência Americanaleia aqui – e agora vamos falar um pouco dos favoritos da Conferência Nacional. Claro que ainda é cedo, uma vez que não dá para saber ao certo o impacto que calouros que chegaram no Draft e veteranos da agência livre terão nas equipes. Porém da para se ter uma ideia de como as equipes irão jogar e se seus elencos estão melhores ou piores que na temporada passada.

Se na AFC o favorito é o campeão New England Patriots, na NFC não da para cravar que o Atlanta Falcons é o favorito na NFC. A equipe manteve grande parte do elenco que venceu a conferência ano passado, porém perdeu o principal nome de seu ataque: Kyle Shanahan. O coordenador ofensivo que agora treina o San Francisco 49ers fará falta na equipe, e este ano será fundamental para vermos se era o elenco ou as jogadas que faziam a diferença em campo.

Dan Quinn tinha em Shanahan seu grande apoio quando o assunto era ataque, e Kyle era conhecido pela genialidade ao analisar a defesa adversária e conseguir em poucos minutos mudar o panorama de seu ataque. Sua genialidade foi tão superestimada por Quinn que faltou uma chamada do treinador em seu comandado no Super Bowl LI, e isso custou a vitória da equipe. Agora, Quinn vai ter que demostrar que o elenco pode vencer novamente a conferência mesmo sem Shanahan.

NFL: New Orleans Saints at Atlanta Falcons

E quem fez a final da NFC contra o Falcons, chega com muito mais força depois da recuperação na segunda metade da temporada passada. Mike McCarty e seus comandados saíram da zona de conforto no ano passado, e só garantiram a conquista da divisão na última partida da temporada. Muita coisa mudou na equipe, principalmente em sua defesa, que foi reforçada nas primeiras escolhas do Draft. E mesmo sem conseguir um nome forte para o ataque terrestre, com a chegada de Martellus Bennett e com toda a energia que a equipe demonstrou ano passado pode sim vencer a conferência este ano. Tudo está na mão de Aaron Rodgers e do Green Bay Packers.

O Dallas Cowboys também tem muito a provar este ano, e depois de uma eliminação difícil de aceitar no divisional round, quando perdeu nos últimos segundos para o Packers, vem com tudo para voltar a jogar um Super Bowl. Dak Prescott tem uma responsabilidade incrível este ano: manter o nível do ano passado. Segundo a história mostra, o “calouro ofensivo do ano” de 2016 deve decair um pouco em seus números, o que é normal. Seu jogo será muito mais arrojado que na temporada passada, principalmente nos primeiros jogos do ano passado, onde Jason Garrett protegeu muito o quarterback de interceptações e jogadas arriscadas.

Mas Prescott demonstra muita presença no vestiário, e como está bem entrosado com Jason Witten e Dez Bryant, não terá tanta dificuldade nos passes. Pela terra a grande linha ofensiva da equipe e principalmente Ezekiel Elliott são os grandes trunfos, e depois da equipe investir suas principais escolhas do Draft 2017 em defensores, o Cowboys surge como uma dos favoritas da NFC. O Cowboys nos proporcionará duas partidas no ano com outra equipe que surge com muita força este ano: o New York Giants.

O Giants fez uma segunda metade da temporada muito boa e chegou com muita força aos playoffs. Teve de enfrentar o Packers na congelante Winsconsin e seu jogo naquele dia não funcionou. Porém a equipe melhorou muito com duas aquisições, uma na agência livre e outra no Draft. Evan Engram e Brandon Marshall trazem a equipe azul de New York um impacto imediato no ataque, e se somarmos eles a Odell Beckham Jr, Sterling Shephard e Eli Manning, temos um dos – senão o – melhor conjunto de ataque aéreo da liga.

New York Giants v Dallas Cowboys

Falta muito ainda no ataque terrestre, que tem seu principal nome Shane Vereen, mas se surgir algum anúncio importante na equipe até o início da temporada podemos avaliar a equipe melhor ainda. LeGarrette Blount esteve muito perto de assinar com a equipe, porém preferiu a proposta do rival Philadelphia Eagles.

Não podemos deixar de citar o Seattle Seahawks, que deve – salvo alguma surpresa – novamente dominar a NFC Oeste. O Seahawks tem um ótimo trabalho feito há algum tempo por Pete Carroll e a equipe continua sob o controle do treinador. Se não sofrer com contusões como aconteceu no ano passado, tem chances de vencer a conferência. Na agência livre a equipe não se reforçou tanto, e a contratação de Eddie Lacy foi a que mais chamou a atenção. No Draft teve Malik McDowell para reforçar a defesa e o center Ethan Pocic para renovar a linha ofensiva.

Por outro lado a equipe precisa anunciar um quarterback reserva para Russell Wilson. Ano passado ele foi obrigado a jogar contundido por não ter um reserva a altura na equipe. Trevone Boykin não é exatamente um nome para ser apoio de uma equipe tão boa quanto o Seahawks, e todos aguardam o anúncio de Colin Kaepernick, que segundo rumores está flertando com o time de Seattle.

É claro que algumas equipes como Carolina Panthers, New Orleans Saints e Minnesota Vikings tiveram movimentos interessantes nesta offseason e podem chegar aos playoffs, e como no futebol americano tudo é possível também não podem ser esquecidas.

 

Quando o Combine atrapalha uma carreira

Quando o Combine atrapalha uma carreira

Depois de ser por duas vezes escolhido como um dos melhores jogadores de sua conferência do College, um calouro em especial chamou a atenção ao cair no mínimo 20 posições no Draft 2017. O motivo não foi algo como exames de substâncias ou alguma prisão antes do Draft, mas sim um Combine em que ele foi muito mal, principalmente no “tiro de 40 jardas”.

E assim Teez Tabor saiu na 52° posição, e mesmo cotado como como uma escolha mais alta chegou ao Detroit Lions disposto a mostrar que não é apenas a velocidade que importa na NFL. Se o novo recordista e nona escolha geral John Ross correu para 4″22 as 40 jardas como recebedor, é esperado que um jogador que vai marca-lo corra na mesma velocidade. Pois bem, Tabor correu o mesmo exercício em 4″62, um tempo muito ruim que colocou dúvidas em sua efetividade.

“Eles estão adicionando combustível para alimentar meu fogo”, disse Tabor. “Quando você diz a alguém que não pode fazer algo, então você está basicamente fazendo com que ele tente ainda mais para fazer o que você está dizendo que ele não podem fazer.”

E é esta a principal motivação do calouro do Lions. Ele foi por dois anos escolhido como um dos melhores da SEC, uma das principais conferências do College, e depois de um Combine desastroso Tebor sabe que perdeu alguns milhares de dólares em seu contrato, mas agora está motivado para mostrar que é um cornerback de primeira rodada. E quando é perguntado do famigerado “tiro de 40 jardas” ele não demonstra muita paciência.

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Minha força é o futebol”, disse Tabor“Eu jogo futebol, não estou correndo, estou tentando jogar na NFL, não nos Jogos Olímpicos, então estou em um bom lugar e tranquilo com minha performance.”

Mas em parte isso não é totalmente verdade. Segundo Ian Rapoport, o jogador sentiu uma lesão no campo de treinamento de calouros da equipe, e segundo ele é a mesma lesão que o atleta escondeu no Combine, envolvendo seu tendão e justificando a péssima performance. Ele foi capaz de participar do campo de treinamento dos calouros em Detroit, agora quando chegar para disputar uma posição com os já estabelecidos Darius Slay, Nevin Lawson e DJ Hayden, poderemos realmente saber se a performance no Combine realmente pode dizer se um atleta é ou não um jogador de NFL. Tabor não acredita nisso.

“Estou trabalhando incansavelmente na sala de treinamento”, disse Tabor“Temos ótimos treinadores, estou trabalhando muito duro agora, espero que fique 100% para que eu possa ajudar a equipe”.

“Tweet” de Rodgers interrompe prova final

“Tweet” de Rodgers interrompe prova final

Uma moda que começou no Twitter vem se alastrando pelos Estados Unidos, e um dos melhores quarterbacks da NFL participou dessa “moda”. Trata-se do #PaiItFowardFriday, uma espécie de “pague isso depois de sexta-feira”, em que os participantes das redes sociais enviam pedidos relacionados a tarefas que terão que ser feitas na sexta e eles gostariam de adiar.

E um jovem aluno que estava prestes a fazer uma prova final junto com sua classe salvou a todos com um pedido incomum. Que o quaterback Aaron Rodgers respondesse seu post com outro pedido para que a sua professora cancelasse a prova. E não é que deu certo.

“Estávamos falando sobre as notícias de esporte como fazemos todos os dias, e ela mencionou que um aluno de outra escola ‘twittou’ para Kobe (Bryant) e teve sua resposta, disse o aluno Peyton Meyer. “Perguntamos se poderíamos fazer o mesmo, e sabemos que ela (a professora) ama Aaron, então foi por isso que o escolhemos. E graças a Aaron não fizemos a prova hoje.”

O fato aconteceu na Janesville Consolidated School, e o trato era de que se Rodgers respondesse o tweet a avaliação seria adiada para a próxima semana. Como a professora Laura Roberts é uma grande fã do quarterback do Green Bay Packers, os alunos apostaram todas as suas fichas nele, e depois de Rodgers responder pedindo para que a professora cancelasse a prova a alegria foi imensa. O exame final foi remarcado para a próxima segunda feira graças a um simples tweet de um dos quarterbacks mais admirados da NFL. Já pensou se a moda pega?

Lacy faz primeiro “teste da balança” com o Seahawks

Lacy faz primeiro “teste da balança” com o Seahawks

Hoje foi um dia especial para a continuidade da carreira de Eddie Lacy na NFL, afinal, o ruuning back ex-Green Bay Packers tinha um importante teste a fazer na sua nova equipe, o Seattle Seahawks. Muito questionado após sua contratação – e durante seus últimos anos – por não conseguir se manter em forma e sempre se apresentar para a pré-temporada com alguns quilos a mais, o jogador fez o primeiro de sete testes de peso com a nova equipe. E passou.

A pesagem aconteceu hoje nas instalações do Seahawks e após “bater o peso” por cerca de 900 gramas – pesou 114,7 quilos – recebeu os elogios de seu novo treinador Pete Carroll. O próximo teste acontece no dia 12 de junho, e o running back precisa testar com 113 quilos. Após isso serão feitos exames uma vez por mês até o mês de dezembro, sendo que os quatro últimos pedem para que ele tenha no máximo 111 quilos.

“Ele parece ótimo, parece ótimo”, disse Pete Carroll“Ele é enorme em talento e força de vontade. Vai continuar jogando muito, fez um trabalho fantástico e tudo o que pedimos que ele faça. Sua atitude sobre ele tem sido grandiosa, ele trabalhou com o sistema de apoio que colocamos em prática e tem sido altamente bem-sucedido.”

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O contrato que o Seahawks lhe garante US$ 2,8 milhões garantidos e mais uma boa parte em bônus adicionais, que somados chegam a US$ 2,6 milhões, incluindo a cláusula de peso, que sozinha o bonifica com valores próximos dos US$ 400 mil. Tudo pra “incentiva-lo” a se manter em forma, uma vez que segundo fontes em suas entrevistas na agência livre estava com mais de 121 quilos. Para se ter uma ideia, quando ele saiu de Alabama para a NFL e se tornou o “Calouro Ofensivo do Ano” pesava 104 quilos.

Seu peso começou a ser um problema e a fama de “gordinho” comeu a pegar após a temporada de 2015, quando ele teve sua pior performance na carreira e seu ex-treinador, Mike McCarthy disse que ele precisava voltar a antiga forma para voltar a ter uma performance de um “profissional”. Cm a ajuda de um profissional renomado no mercado, Tony Horton, na temporada passada Lacy correu para uma media de 5,1 jardas até lesionar o tornozelo e ser colocado na reserva lesionada pelo restante do ano.

Pronto para ser referência

Pronto para ser referência

O treinador do Chicago Bears deu uma grande notícia para os fãs da equipe na última sexta-feira: Kevin White, primeira escolha da equipe no Draft 2015 está pronto para esta temporada. A declaração do treinador veio após as avaliações físicas do wide receiver que sofre há duas temporadas com contusões. Ele jogou apenas quatro partidas em duas temporadas com a equipe.

Kevin parece muito saudável”, disse John Fox na sexta-feira. “Com as coisas que fizemos, espero que ele possa permanecer saudável. Ele tem tido muito azar em sua carreira até agora, e frustração é grande não só por nossa parte, mas também por parte dele. Acho que ninguém sai para se machucar, mas é parte do jogo, e infelizmente foi um começo difícil. Ele é um trabalhador incansável, e acho que ele está tendo um ótimo início de temporada.”

White chegou a NFL depois de uma temporada sensacional com West Virginia, onde em 13 jogos jogou para 109 recepções, 1447 jardas e 10 touchdowns. Ele era cotado para jogar no Oakland Raiders, mas a equipe escolheu Amari Cooper, assim na sétima escolha geral ele chegou ao Bears. Porém logo nos primeiros treinos de calouros foi contatada um problema em sua canela, nada tão grave. Porém dias antes do início da temporada 2015-2016 veio a notícia de que o atleta havia sofrido uma fratura por estresse na canela e que ficaria fora da temporada para fazer uma cirurgia.

Veio a temporada seguinte e mais que nunca a equipe precisava dele em campo.. Com dificuldades em seu jogo aéreo, a equipe contava com White, que começou relativamente bem a temporada. Porém na terceira partida da temporada ele sentiu novamente a perna esquerda, e depois de esforçar-se para jogar a quarta partida foi anunciada a fratura na fíbula, novamente por esforço repetitivo. White esteva novamente fora da temporada.

NFL: Detroit Lions at Chicago Bears

Agora o jogador enfrenta seu maior desafio, a começar pelo grupo de ataque. Seu quarterback não é mais Jay Cutler, e sim Mike Glennon. Ao invés de encontrar veteranos e a pressão de substituir Brandon Marshall, agora White fica tranquilo para buscar seu melhor jogo com parceiros de sua idade e também com velocidade. Markus Wheaton e Kendall Wright chegaram como alvos na equipe, e também estão criando muita expectativa entre os torcedores.

Assim a equipe começa um projeto muito interessante no ataque e ele conta muito com a produtividade de Kevin White. Mesmo que Glennon jogue seu melhor futebol a equipe começa a trabalhar com a possibilidade de Mitch Trubisky como titular ano que vem, e com jovens como Wheaton, Wright e White, pode estar surgindo uma nova era em Chicago.

 

Victor Cruz e Eddie Royal movimentam o mercado

Victor Cruz e Eddie Royal movimentam o mercado

Dois movimentos muito interessantes animaram o fim do dia de hoje na NFL, e eles foram protagonizados por veteranos. Um visitou seu ex-treinador com quem venceu um Super Bowl, e o outro foi dispensado pelo Chicago Bears após defender a equipe por duas temporadas.

O dispensado foi Eddie Royal, veterano de 10 temporadas na liga vai dar um crédito de US$ 5 milhões para a equipe de Chicago em seu salary cap, mas parece que este não foi o real motivo dá dispensa. Royal vem lutando há tempo com uma contusão no pé e ainda não está recuperado.

Escolha de segunda rodada do Denver Broncos no Draft 2008 (42° escolha geral), Royal (foto) nunca teve protagonismo nas equipes que passou – Broncos e Chargers - e em nenhuma temporada ultrapassou as mil jardas. Em duas temporadas no Bears conquistou apenas 607 jardas em 14 partidas.

NFL: Chicago Bears at Houston Texans

Mas o que animou mesmo o mercado foi a notícia do encontro entre Victor Cruz e Tom Coughlin, ex-treinador do New York Giants e hoje executivo de futebol do Jacksonville Jaguars.

Cruz teve seu melhor momento sendo treinado por Coughlin, e depois de passar duas temporadas sem jogar devido a uma série de lesões voltou ano passado com uma temporada mediana. Porém a expectativa é que Cruz encontre o melhor jogo este ano, e mesmo sendo dispensado pelo Giants tem muito valor no mercado.

E é na experiência do atleta que Coughlin está interessado. Com atletas jovens em sua linha recebedora e  Leonard Fournette e Chris Ivory no jogo terrestre, Cruz aparece como ótima opção para o ataque dos Jaguars este ano, e tem tudo para assinar com a equipe.

 

Trubisky “paga promessa” e vai treinar com o carro da avó

Trubisky “paga promessa” e vai treinar com o carro da avó

Uma história engraçada aconteceu na NFL com o cumprimento de uma promessa do novo quarterback do Chicago Bears. Mitch Trubisky, segunda escolha geral do Draft 2017,  causou espanto em todos ao ir  a seu primeiro treino com um Toyota Camry 1997Mas o ex-jogador da universidade de North Carolina andar e um carro velho não é o mais surpreendente, e sim o o carro ter pertencido a sua avó. E o pior, ir a seu primeiro treino com ele.

A história começou quando ele chegou em North Carolina e sem carro sofreu um pouco para se locomover de sua casa para a faculdade. Depois de ficar sem carro após um ano, seu pai levou o carro que pertencia a sua avó para ele, uma vez que ela havia ganho um novo. O carro chegou e desde então Trubisky tem usado ele para se locomover.

“A cor bege foi escolhida pela minha avó”, conta Trubisky. “Meu pai levou para mim da Flórida até  North Carolina, e desde então é meu carro. Já tem 170 mil milhas rodadas e ainda pode andar um pouco mais. Ele me leva do ponto A ao B, e isso me satisfaz”.

Agora que ele é um quarterback de NFL já poderia se desfazer do carro da avó, porém ele tinha que “pagar” uma promessa que fez para o gerente geral Ryan Pace: vir com o carro de North Carolina até Chicago. Pace conheceu a história do carro quando jantou com o jovem antes do draft, e após algumas risadas fez ele prometer que se fosse escolhido pelo Bears levaria o carro para sua “nova” casa.

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“Estamos caminhando para o estacionamento e ele foi andando em direção a seu carro aos risos”, contou Pace. “Eu disse: Ei, você precisa levar este carro para Chicago, não troque. E Mitch me respondeu: Eu não sei se ele vai chegar até lá. Então eu disse: Eu não me importo se você tiver que trocar o motor, mas tem que manter a carenagem.”

Ouvindo a história parece mesmo que o Bears tinha a intenção de escolher Trubisky desde as primeiras reuniões com o atleta. O porque da equipe ter subido uma escolha ainda é um mistério, mas Trubisky e Pace parecem não se importar mais com o que os críticos pensam, só querendo fazer que a parceria de certo.

 

Por amor a pátria

Por amor a pátria

Uma das coisas mais admiráveis nos esportes e na cultura americana é o patriotismo. As homenagens e o respeito prestado aos símbolos do país são incríveis e se tornam uma grande atração para nós espectadores, que as vezes temos até um pouco de “inveja” do sentimento de amor que envolve os grandes eventos americanos.

E uma destas demonstrações foi vista e divulgada hoje pela ESPN Americana vinda de um grande personagem do futebol americano, John Harbaugh. O treinador do Baltimore Ravens fez uma homenagem especial aos soldados americanos que estão servindo fora do país, e enviou 154 bonés de equipes de futebol para serem distribuídos para as tropas que servem em Bagram, no Afeganistão.

Parece pouco não é mesmo? Mas a atitude não partiu da equipe, e sim do treinador, que assim que recebeu seus US$ 1,5 mil dólares de “cachê” de participação na reunião anual dos proprietários da liga. Harbaugh sabia que nem todos os atletas torcem para o mesmo time – no caso o dele – e comprou de diversas equipes, incluindo algumas do College, da MLB e NBA.

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“Certamente, não podemos subestimar o quanto somos gratos pelos grandes sacrifícios feitos por nossos membros militares no exterior”, disse HarbaughAssim nosso objetivo com os bonés era tentar iluminar os dias de tantos homens e mulheres do exército que nos defendem no Afeganistão. Eu sei que, infelizmente, nem todo mundo é um fã do Ravens, então eu pensei que deveríamos enviar bonés de todas as equipes, Mas eu me assegurei de que houvesse alguns Ravens e da universidade de Michigan, caso alguém queira mudar de equipe quando voltar.”

Como retribuição das tropas que estão servindo tão longe (não que o treinador esperasse algum tipo de retribuição), Harbaugh recebeu fotos de dois soldados que o marcaram em publicações em redes sociais, no qual vestiam bonés do Houston Texans e do Denver Broncos. Infelizmente nenhum soldado lhe mandou fotos com o boné do Ravens, porém também não teve a “infelicidade” de receber fotos de algum fã do Pittsburgh Steelers.

O maior bazar de Green Bay

O maior bazar de Green Bay

O dia de hoje ficará marcado por muito tempo para os fãs do Green Bay Packers, afinal, hoje aconteceu um dos maiores bazares para atender os fãs da equipe. Pessoas ficaram por até duas horas na fila aguardando para comprar algum item que servirá como relíquia ou até para uso pessoal, e o mais legal, toda a renda arrecadada vai para uma instituição de caridade.

Seria uma atitude louvável da equipe de Wisconsin, porém não foi a equipe que realizou, e sim um atleta. Na verdade um ex-atleta do Packers, o corredor Eddie Lacy. O agora jogador do Seattle Seahawks está de mudança da cidade e precisava se livrar da antiga mobília. Além disso ele também gostaria de deixar sua marca na cidade e principalmente na Freedom House, que acolhe famílias carentes que estão morando nas ruas.

Lacy anunciou o bazar – chamado nos Estados Unidos de “Garage Sale” – no Twitter para os quinta-feira, porém em post a seguir mudou a data para sexta e sábado, no caso hoje e amanhã. Porém devido a multidão que se reuniu em frente a sua casa não dá para dizer se sobrou algo uma vez que vários – vários esmo – itens foram vendidos. Claro que omo se tratava de um bazar, os itens foram vendidos por um valor irrisório.

Na lista teve venda de shampoos, DVDs infantis, camisetas usadas do Packers, vídeo game com o jogo Madden 16 e até um sapo de decoração. A fila quase dobrou o quarteirão e todos que estavam por perto foram lá para apoiar a atitude de seu ex-atleta, além claro, de guardar um souvenir do running back que defendeu o Packers por quatro anos. Confira algumas fotos:

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Ele disse adeus!

Ele disse adeus!

Como adiantávamos ontem aqui, o quarterback Jay Cutler havia recebido propostas para deixar a NFL e virar comentarista, e assim como Tony Romo o quarterback vai trocar os campos pela cabine de transmissões. Segundo declaração do próprio atleta, ele assinou contrato com a Fox Sports e é o novo nome da equipe de transmissões para esta temporada. Seu contrato conta com uma clausula de rescisão caso encontre uma outra equipe, mas segundo fontes todos s contratos de atletas da emissora contém esta clausula.

“Palavras não podem expressar como sou grato a todos que me ajudaram ao longo da minha carreira”, disse Cutler“Eu comecei a jogar futebol com 10 anos e fui muito sortudo de ter pais e grandes treinadores que me apoiaram ao longo deste caminho. Se listar cada pessoa individualmente, isso rapidamente iria se transformar em um ensaio, mas você sabe quem vocês são e eu não estaria nesta situação sem vocês. Então, obrigado.”

Cutler assume uma posição de analista onde estará com mais duas pessoas nas transmissões. A emissora usará a mesma estratégia que teve com Trioy Aikman em 2002. Não sabendo se o atleta irá abandona-la por uma proposta para voltar a jogar, não o colocará como comentarista a princípio. Suas oito temporadas com o Chicago Bears foram o grande atrativo ara a emissora, uma vez que a Fox estará mais envolvida nas partidas das equipes da NFC. O jogador substituirá o agora gerente geral do San Francisco 49ers e ex-analista da Fox, John Lynch, e atuará ao lado de Kevin Burkhardt.

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“Eu não sei se aposentadoria é a palavra certa, eu não acho que alguém realmente se aposente da NFL, disse Cutler.Vocês são forçados a sair ou perdem o desejo de fazer o que é necessário para continuar. Estou entre essas situações neste momento da minha vida.”

Maior recordista de passes em jardas e touchdowns da história do Bears, Cutler deixa um legado interessante na equipe. Chegou a Chicago após três anos como titular do Denver Broncos, e sua melhor temporada foi a de 2010, quando levou a equipe a final da NFC. Porém, depois de trabalhar com seis coordenadores ofensivos e inúmeros recebedores, Cutler foi decaindo e depois de muito questionado foi dispensado no início de março deste ano.

Algumas equipes pensaram em contrata-lo na agência livre, mas como perdeu mais da metade da temporada passada com uma lesão se tornou um negócio arriscado, e após o draft ficou com as portas totalmente fechadas. Assim ele se despede da NFL com 139 jogos, 32467 jardas, 208 touchdowns, 146 interceptações e um aproveitamento de 62%. Deixou muitos admiradores e – mesmo que alguns acreditem que não – fará falta ao esporte.

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“Aos meus pais, minhas irmãs, minha esposa e meus filhos, obrigado por colocar suas necessidades e desejos em segundo plano enquanto eu jogava um jogo todas as sextas, sábados ou domingos. Agora poderei me dedicar mais a vocês.”

 

Entre Jardas | Futebol Americano BR - 2014