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Qual dos sete treinadores estreantes vai finalmente vencer na liga?

Qual dos sete treinadores estreantes vai finalmente vencer na liga?

Brock oficial

Ao fim da temporada passada sete treinadores perderam seus empregos, obviamente outros sete estrearam na NFL. Mesmo Jon Gruden, que já havia passado com sucesso pela liga pode ser considerado um estreante, e o pior, se olharmos para todas as partidas destas equipes não encontramos nenhuma vitória.

O Oakland Raiders de Gruden e o Chicago Bears de Matt Nagy até deram boa impressão no primeiro tempo de suas partidas, mas se mostraram despreparados para as mudanças que o s treinadores adversários fizeram no intervalo. Mike Vabrel do Tennessee Titans, Pat Schurmur do New York Giants e Frank Reich do Indianapolis Colts conseguiram fazer partidas regulares, mas não o suficiente para vencerem.

Matt Patricia do Detroit Lions e Steve Wilks do Arizona Cardinals passaram vergonha, perdendo sem chace de reação em nenhuma parte do jogo. Estes dois vão ter que começar a trabalhar outros pontos se quiserem ter um score positivo nesta temporada.

Mas o que está faltando para estes treinadores chegarem a primeira vitória?

Oakland Raiders: Jon Gruden já declarou que “é muito difícil acertar todos os erros do Monday Night Football em uma semana”. Encararam um time top contender (Los Angeles Rams), mas agora enfrentam o Denver Broncos e a tarefa não será fácil. Jordy Nelson e Jared Cook não serão suficientes, Amari Cooper precisa começar a receber a bola. Na partida contra o Ram foram apenas três passes em sua direção e 9 jardas, número absurdamente pequeno perto do que ele já fez na equipe. Além disso, enfrenta uma defesa que tem Von Miller pressionando e a No Fly Zone. Então será muito difícil a vida de Gruden neste fim de semana.

Arizona Cardinals: Assim como Gruden, Wilks tem uma grande chance de acumular sua segunda derrota seguida. Sua defesa foi patética no jogo terrestre contra o Redskins (leia-se Adrian Peterson, 33 anos). Agora vai enfrentar Todd Gurley, um dos melhores corredores da liga. Além disso, seu ataque enfrentará uma defesa fortíssima, tanto na pressão ao quarterback quanto na linha secundária.  Muito difícil de sair vitorioso.

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Matt Patricia teve a pior estreia de todos os sete treinadores.

Indianapolis Colts:  Frank Reich precisa melhorar o jogo corrido e principalmente sua defesa. Andrew Luck surpreendeu em sua volta e a equipe jogou para 380 jardas. Mas a defesa não tem muta eficácia contra o jogo terrestre – Joe Mixon jogou para mais de 100 jardas – e o Washington Redskins é muito bom neste aspecto. Vai depender muito de como Reich vai armar sua defesa e principalmente de um Luck inspirado para conseguir vencer.

Tennessee Titans: Mike Vabrel tem chances de vencer a primeira com a equipe, mas para isso vai ter que melhorar sua pressão ao pocket adversário. Com sua melhor opção lesionada, terá que “inventar” algumas blitz para que Deshaun Watson não consiga jogar. A fórmula é assistir o que o New England Patriots fez e tentar copiar, principalmente na linha secundária, não deixando e trabalhando na especialidade de Watson: rotas em profundidade.

Detroit Lions: Se Matt Patricia vencer o San Francisco 49ers  fora de casa, o treinador novato pode se consagrar. Além de estar com um time em desenvolvimento, sem seu melhor defensor e com o quarterback “baleado”, enfrenta um quarterback que sabe tudo o que sua defesa é capaz de fazer. Jimmy Garoppolo reencontra Patricia e leva muita vantagem. Se um quarterback estreante já comandou um ataque que marcou 48 pontos em você, imagine um que treinou por quatro anos ao seu lado?

New York Giants: Agora chegamos aos treinadores que podem vencer sua primeira partida na temporada. Pat Shurmur mostrou um jogo inteligente, que mesmo não funcionando na parte terrestre no início começou a encaixar. No ataque aéreo também se mostrou eficiente, com uma tática inteligente de abrir dois recebedores e trabalhar com Odell Beckham Jr circulando pelo campo. Se contra uma das melhores defesas da NFL funcionou, não tem porque não funcionar contra a defesa do Dallas Cowboys. Pesa negativamente os desfalques na defesa.

Chicago Bears: O time tem muita chance de dar a vitória a Matt Naggy. Sua equipe foi bem ofensivamente e defensivamente foi espetacular, mesmo jogando em Wisconsin contra o bom Green Bay Packers. Não conseguiu a vitória porque Aaron Rodgers é de outro planeta, mas deve vencer o Seattle Seahawks. Ainda tem a vantagem de poder contar com Khalil Mack e Roquan Smith mais entrosados com a defesa de Vic Fangio

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No Seahawks antes da prisão

No Seahawks antes da prisão

Brock oficial

Contamos aqui sobre como um jogador que venceu um Super Bowl e que tinha uma carreira respeitável, jogou tudo para o alto por um lucro de U$ 1,2 milhões. Claro que para nós “mortais” o valor, cerca de R$ 5 milhões nos daria uma aposentadoria antecipada. Mas para um atleta no nível do linebacker Mychal Kendricks o dinheiro definitivamente não valeu a pena.

Logo após vencer o Super Bowl com o Philadelphia Eagles, Kendricks assinou um bom contrato com o Cleveland Browns, porém a equipe de Ohio não sabia que o linebacker estava sendo investigado por crime financeiro. Sim, ele utilizou informações privilegiadas de um agente de um banco de investimentos para lucrar na bolsa. Lucrou pouco menos de U$ 1,2 milhões, mas agora será julgado por crime financeiro e pode pegar até 25 anos de cadeia.

Mychal-Kendricks

Na hora que isso veio a tona, quando o procurador americano William McSwain disse que ele se declarou culpado, o Browns o demitiu imediatamente. No entanto, depois de uma reunião com o Seattle Seahawks  na tarde desta quarta-feira (13), o atleta assinou – segundo o insider Ian Rapoport – contrato de um ano com a equipe da NFC Oeste. 

O caso aconteceu entre 2014 e 2015, onde ele aceitou receber informações privilegiadas e não públicas – enquadrado como crime financeiro nos Estados Unidos -  de Damilare Sonoiki. Em troca das informações de investimento que lhe proporcionaram o valor indicado acima, o atleta teria “comprado” o agente com U$ 10 mil e ingressos para os camarotes do Eagles durante toda a temporada. A pena para quem se declara culpado nestes crimes varia – em média nos Estados Unidos – de 2 a 10 anos de prisão. 

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NFC: Cinco destaques da semana 1

NFC: Cinco destaques da semana 1

MKC

A primeira semana de jogos da NFL terminou na madrugada de hoje (11) e trouxe algumas vitórias importantes para as equipes da Conferência Nacional. Tivemos jogos com pontuações superiores a 85 pontos, com atletas se destacaram individualmente. Agumas equipes também chamaram muito a atenção. Confira os cinco maiores destaques da semana 1 da NFC:

Aaron Rodgers e o comeback sensacional:

Já é sensacional um quarterback comandar uma virada de placar quando está perdendo por 20 pontos, no entanto não foi apenas este o feito de Rodgers. Sofrendo um sack no primeiro tempo, o atleta do Green Bay Packers  saiu de campo para ser examinado no joelho, sendo diagnosticado com um possível entorse.

Voltou com uma tala no local e comandou a virada histórica frente ao Chicago Bears, com três passes para touchdown e um rating de 127,5 pontos no segundo tempo. Rodgers não conseguia virar totalmente o quadril, movimento que dá mais força e direção ao passe, mas mesmo assim deu passes sensacionais, como o do touchdown de Geronimo Allison.

Ryan em dia de “Fitzmagic”:

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Fitzpatrick é marcado em sua carreira por jogos sensacionais. Claro que ele também tem marcas negativas, mas contra o New Orleans Saints o quarterback que está substituindo Jameis Winston jogou demais. Foram 417 jardas, 4 passes para touchdown, 47 jardas correndo, um touchdown terrestre e um rating que ultrapassou os 150 pontos.

Fitz foi o diferencial da equipe na vitória por 48 a 40 do Tampa Bay Buccaneers, em pleno Mercedez-Benz Superdome. Com certeza foi um dos grandes destaques da NFC nesta semana de abertura. E para quem tinha ele no elenco e escalou no Fantasy, parabéns, porque o quarterback marcou nada menos que 50 pontos!

Kirk Cousins e Minnesota Vikings:

Cousins parece estar há anos defendendo o Minnesota Vikings, tamanho entrosamento que demonstrou com a equipe. Junto de sua linha ofensiva e principalmente com um ataque que conta com Kyle Rudolph, Adam Thielen, Sthepon Diggs e Dalvin Cook, ele jogou extraordinariamente bem. Cousins está valendo cada centavo pago pelo Vikings.

Brock oficial

Mas não dá para creditar o destaque apenas a ele e seu ataque, afinal, a defesa interceptou por três vezes o até então invicto na NFL Jimmy Garoppolo. Uma delas foi com Mike Hughes, que retornou para touchdown. As outras foram de Harrison Smith e Xavier Rhodes. Além disso, a defesa do Vikings forçou um fumble na linha de 1 jarda do campo de defesa em cima de Alfred Morris, quando ele se encaminhava para marcar um touchdown.

Adrian Peterson: 

O Washington Redskins mostrou um excelente futebol na estreia, Alex Smith foi seguro como sempre, a defesa funcionou e o jogo corrido foi o destaque. E entre estes destaques do jogo terrestre não podemos deixar de mencionar Adrian Peterson, veterano de 33 anos que recebeu a oportunidade de Jay Gruden e aproveitou. Foram 166 jardas totais, sendo 90 correndo e ainda um touchdown.

Peterson havia recebido uma oportunidade no Cardinals ano passado, mas mesmo tendo algumas atuações muito boas foi dispensado no início do ano. Parece que o corredor luta contra as estatísticas, que apontam que um jogador na sua idade e posição não consegue ter sucesso na NFL. Que repita sempre este grande jogo de estreia.

Los Angeles Rams: 

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Que time bem montado é o Rams. Após uma era trágica com Jeff Fischer, a equipe encontrou seu caminho. Após vencer a NFC Oeste ano passado parece ser a favorita este ano. Uma vitória com autoridade em cima do Oakland Raiders na noite de ontem mostrou o quão a equipe é completa em todos os aspectos.

Teve field goal de 55 jardas, dois touchdowns passados por Jared Goff e uma partida espetacular de Todd Gurley, que é sem sombra de dúvida o grande nome da NFL na posição. Foram 108 jardas com uma ótima média de 5,4 jardas por corrida, sendo que 2,3 delas foram após o primeiro contato.

E o que falar de uma defesa que pressionou Derek Carr a partida inteira, aplicando três sacks e conseguindo três interceptações, além de limitar o jogo terrestre do Raiders a apenas 96 jardas. Aaron Donald não está sozinho, já que Core Littleton, John Johnson, Aqib Talib e Marcus Peters foram os grandes destaques da noite de ontem. É sem sombra de dúvidas um top contender ao Super Bowl LIII.

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NFC: Quem são os titulares da sua equipe?

NFC: Quem são os titulares da sua equipe?

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Assim como colocamos todos os titulares e a rotação das equipes da AFC (leia aqui), também vamos lhe passar os titulares da semana 1 de todas as equipes da NFC. No caso não colocaremos os atletas das equipes que já jogaram (Philadelphia Eagles e Atlanta Falcons).

New York Giants:

Ataque: Sterling Shepard e Odell Beckham, Jr. (WR); Nate Solder, Will Hernandez, Jon Halapio, Patrick Omameh  e Ereck Flowers (OL); Evan Engram e Rhett Ellison (TE); Saquon Barkley (RB) e Eli Manning (QB). Rotação: Cody Latimer, Russell Shepard e Wayne Gallman.

Desfesa: B.J. Hill, Damon Harrison e Dalvin Tomlinson (DL); Kareem Martin, B.J. Goodson, Alec Ogletree e Olivier Vernon (LB);  Eli Apple e Janoris Jenkins (CB); Landon Collins e Curtis Riley  (CB). Oliver Vernon é questionável para a partida de hoje.

Special Team: Riley Dixon (P/H); Aldrick Rosas (K); Zak DeOssie (LS); Cody Latimer, Kaelin Clay e Odell Beckham, Jr (PR/KR).

Washignton Redskins:

Ataque: Josh Doctson, Jamison Crowder e Paul Richardson Jr (WR); Trent Williams, Shawn Lauvao, Chase Roullier , Brandon Scherff e Morgan Moses (OL); Jordan Reed (TE); Adrian Peterson (RB) e Alex Smith (QB). Rotação: Chris Thompson, Maurice Harris e Vernon Davis.

Defesa: Jonathan Allen, Daron Payne, Matt Ioannidis e Preston Smith (DL); Zach Brown, Mason Foster e Ryan Kerrigan (LB); Quinton Dunbar e Josh Norman (CB); Montae Nicholson e D.J. Swearinger Sr (S).

Special Team: Tress Way (P/H); Dustin Hopkins (K); Nick Sundberg (LS); Danny Johnson, Jamison Crowder e Greg Stroman (PR/KR).

Dallas Cowboys:

Ataque: Allen Hurns, Terrance Williams e Cole Beasley (WR); Tyron Smith, Connor Williams, Joe Looney, Zack Martin e La’el Collins (OL); Geoff Swaim (TE); Jamize Olawale (FB). Ezekiel Elliott (RB) e Dak Prescott (QB). Rotação: Tavon Austin, Rod Smith e Deonte Thompson.

Defesa: Demarcus Lawrence, Maliek Collins, Antwaun Woods e Tyrone Crawford (DL); Damien Wilson, Jaylon Smith e Sean Lee (LB); Chidobe Awuzie e Byron Jones (CB); Jeff Heath e Xavier Woods (S).

Special Team: Chris Jones (P/H); Brett Maher (K); LP Ladouceur (LS); Deonte Thompson e Jourdan Lewis (KR); Tavon Austin e Cole Beasley (PR).

Los Angeles Rams:

Ataque: Brandin Cooks, Robert Woods e Cooper Kupp (WR); Andrew Whitworth; Rodger Saffold, John Sullivan, Austin Blythe e Rob Havenstein (OL); Tyler Higbee (TE); Todd Gurley (RB) e Jared Goff (QB). Rotação: Mike Thomas, Malcolm Brown e Josh Reynolds.

Defesa: Michael Brockers, Ndamukong Suh e Aaron Donald ((DL); Matt Longacre, Samson Ebukam, Cory Littleton e Mark Barron (LB);  Marcus Peters e Aqib Talib (CB); John Johnson III e Lamarcus Joyner (S). Marrk Barron é questionável para esta partida.

Special Team: Greg Zuerlein (K); Johnny Hekker (P); Jake McQuaide (LS); Pharoh Cooper, Cooper Kupp e Michael Thomas (PR/KR).

San Francisco 49ers:

Ataque: Pierre Garçon e Marquise Goodwin (WR); Joe Staley, Laken Tomlinson, Weston Richburg, Mike Person e Mike McGlinchey  (OL);  Garrett Celek (TE); Kyle Juszczyk (FB); Matt Breida (RB) e Jimmy Garoppolo (QB). Rotação: Alfred Morris, Dante Pettis e Trent Taylor.

Defesa: Solomon Thomas, Earl Mitchell, DeForest Buckner e Arik Armstead (DL); Mark Nzeocha, Fred Warner e Malcolm Smith (LB); Richard Sherman e Ahkello Witherspoon (CB); Adrian Colbert e Jaquiski Tartt (S).

Special Team: Bradley Pinion (P); Robbie Gould (K); Kyle Nelson (LS); Trent Taylor, Matt Breida e D.J. Reed Jr (KR/PR).

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Seattle Seahawks:

Ataque: Doug Baldwin e Tyler Lockett (WR); Duane Brown, Ethan Pocic, Justin Britt, DJ Fluker e Germain Ifedi (OL); Nick Vannett (TE); Tre Madden (FB); Chris Carson (RB) e Russell Wilson (QB). Rotação: Rashaad Penny, Brandon Marshall e Jaron Brown.

Defesa: Quinton Jefferson, Jarran Reed, Tom Johnson e Frank Clark (DL); Barkevious Mingo, Bobby Wagner e Shaquem Griffin (LB); Shaquill Griffin e Dontae Johnson (CB); Bradley McDougald e Tedric Thompson/Earl Thomas (S).

Special Team: Sebastian Janikowski (K); Michael Dickson (P/H); Tyler Ott (LS); Tyler Lockett, David Moore e Rashaad Penny (KR/PR).

Arizona Cardinals:

Ataque: Larry Fitzgerald e Chad Williams (WR); Andre Smith, Justin Pugh, Mason Cole, Mike Iupati e DJ Humphries (OL); Ricky Seals-Jones (TE); Derrick Coleman (FB); David Johnson (RB) e Sam Bradford (QB). Rotação: Chase Edmonds, Christian Kirk e JJ Nelson.

Defesa: Markus Golden, Corey Peters, Robert Nkemdiche e Chandler Jones (DL); Josh Bynes, Haason Reddick e Deone Bucannon (LB); Patrick Peterson e Jamar Taylor (CB); Budda Baker e Antoine Bethea (S). Markus Golden, e  Robert Nkemdiche são questionáveis para a partida de hoje.

Special Team: Phil Dawson (K); Andy Lee (P/H); Aaron Brewer (LS); T.J. Logan e JJ Nelson (KR); Christian Kirk e TJ Logan (PR).

Green Bay Packers:

Ataque: Randall Cobb, Davante Adams e Geronimo Allison (WR); David Bakhtiari, Lane Taylor, Corey Linsley, Justin McCray e Bryan Bulaga (OL); Jimmy Graham (TE); Jamaal Williams (RB) e Aaron Rodgers (QB). Rotação: Ty Montgomery, Marcedes Lewis e Trevor Davis.

Defesa: Muhammad Wilkerson, Kenny Clark e Mike Daniels e Clay Matthews, Blake Martinez, Oren Burks e Nick Perry (LB); Tramon Williams e Kevin King (CB); Ha Ha Clinton-Dix e Kentrell Brice (S). Oren Burks é questionável para esta partida.

Special Team: Mason Crosby (K); JK Scott (P/H); Hunter Bradley (LS); Trevor Davis, Ty Montgomery e Randall Cobb (PR/KR).

Chicago Bears:

Ataque: Allen Robinson II e Taylor Gabriel (WR); Bobby Massie, Kyle Long, Cody Whitehair, Eric Kush e Charles Leno Jr (OL); Trey Burton (TE); Michael Burton (FB); Jordan Howard (RB) e Mitchell Trubisky (QB). Rotação: Kevin White, Tarik Cohen e Anthony Miller.

Defesa: Akiem Hicks, Eddie Goldman e Jonathan Bullard (DL); Khalil Mack, Danny Trevathan, Nick Kwiatkoski e Leonard Floyd (LB); Kyle Fuller e Prince Amukamara (CB); Eddie Jackson e Adrian Amos Jr (S).

Special Team: Pat O’Donnell (P/H); Cody Parkey (K); Patrick Scales (LS); Benny Cunningham, Tarik Cohen e Bryce Callahan (PR/KR).

Minnesota Vikings:

Ataque: Adam Thielen e Stefon Diggs (WR); Riley Reiff, Tom Compton, Brett Jones, Mike Remmers e Rashod Hill (OL); Kyle Rudolph (TE); C.J. Ham (FB); Dalvin Cook (RB) e Kirk Cousins (QB). Rotação: Latavius Murray, Laquon Treadwell e Brandon Zylstra.

Defesa: Danielle Hunter, Sheldon Richardson, Linval Joseph e Everson Griffen (DL); Ben Gedeon, Eric Kendricks e Anthony Barr (LB); Trae Waynes e Xavier Rhodes (CB); Andrew Sendejo e Harrison Smith (S). Xavier Rhodes é questionável para esta partida.

Special Team: Daniel Carlson (K); Matt Wile (P/H); Kevin McDermott (LS); Marcus Sherels, Mike Hughes e Stacy Coley (PR/KR).

Detroit Lions:

Ataque: Golden Tate e Marvin Jones Jr (WR); Taylor Decker, Frank Ragnow, Graham Glasgow, T.J. Lang e Rick Wagner (OL); Luke Wilson (TE); LeGarrette Blount e Theo Riddick (RB); Matthew Stafford (QB). Rotação: Kenny Golladay, Ameer Abdullah e TJ Jones.

Defesa: Kerry Hyder Jr., Ricky Jean Francois, Sylvester Williams e Ezekiel Ansah (DL); Devon Kennard, Jarrad Davis e Christian Jones (LB); Darius Slay e Nevin Lawson (CB); Quandre Diggs e Glover Quin (S).

Special Team: Matt Prater (P/K); Sam Martin (P/H); Don Muhlbach (LS); Jamal Agnew e Ameer Abdullah (PR/KR).

Brock oficial

Carolina Panthers:

Ataque: Devin Funchess e Torrey Smith (WR); Taylor Moton, Amini Silatolu, Ryan Kalil, Trai Turner e Daryl Williams (OL); Greg Olsen (TE); Alex Armah (FB); Christian McCaffrey (RB) e Cam Newton (QB). Rotação: Jarius Wright, C.J. Anderson e DJ Moore.

Defesa: Mario Addison, Kawann Short, Dontari Poe e Julius Peppers (DL); Shaq Thompson, Luke Kuechly e  David Mayo (LB); James Bradberry  e Donte Jackson (CB); Da’Norris Searcy e Mike Adams (S).

Special Team: Graham Gano (P/K); Michael Palardy (P/H); JJ Jansen (LS); Damiere Byrd, Christian McCaffrey e DJ Moore (PR/KR).

New Orleans Saints: 

Ataque: Michael Thomas e Ted Ginn Jr (WR); Terron Armstead, Andrus Peat, Max Unger, Larry Warford e Ryan Ramczyk (OL); Benjamin Watson (TE); Zach Line (FB); Alvin Kamara (RB) e Drew Brees (QB). Rotação: Mike Gillislee, Tre’Quan Smith e Cameron Meredith.

Defesa: Alex Okafor, Tyeler Davison, Sheldon Rankins e Cameron Jordan (DL); Demario Davis, Manti Te’o e A.J. Klein (LB); Ken Crawley  e Marshon Lattimore (CB); Kurt Coleman e Marcus Williams (S).

Special Team: Thomas Morstead (P/H); Wil Lutz (K); Zach Wood (LS); Tommylee Lewis, Alvin Kamara e Tedd Ginn Jr (PR/KR).

Tampa Bay Buccaneers: 

Ataque: DeSean Jackson e Mike Evans (WR); Donovan Smith, Ali Marpet, Ryan Jensen, Caleb Benenoch  e Demar Dotson (OL); Cameron Brate e O.J. Howard (TE);  Peyton Barber (RB) e Ryan Fitzpatrick (QB). Rotação: Jacquizz Rodgers, Adam Humphries  e Chris Godwin.  Donovan Smith é questionável para a partida de hoje.

Defesa: Vinny Curry, Gerald McCoy, Beau Allen e Jason Pierre-Paul (DL); Adarius Taylor, Kwon Alexander e Lavonte David (LB); Vernon Hargreaves e Brent Grimes (CB); Chris Conte e Justin Evans (S).

Special Team: Bryan Anger (P/H); Chandler Catanzaro (K); Garrison Sanborn (LS); Adam Humphries, DeSean Jackson e Shaun Wilson (PR); Jacquizz Rodgers, Ronald Jones e Shaun Wilson (KR).

Posições: WR – Wide receiver/recebedor; OL – Linha ofensiva (guard, tackle e center); TE – Tight end; FB – Full back; RB – Running back/corredor; QB – Quarterback; DL – Defensive line/Linha defensiva (defensive end e defensive tackle); LB – linebacker; CB – Cornerback; S – Safety (Strong safety e free safety); K – Kicker; P – Punter; H – Holder; KR – Kickoff returner; PR – Punter returner.

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MKC

 

O verdadeiro motivo do fim da Legion of Boom

O verdadeiro motivo do fim da Legion of Boom

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Muitos irão falar que os atletas ficaram velhos, que a defesa não era mais tão efetiva e que o Seattle Seahawks precisava de uma renovação, mas um artigo publicado na Sports Illustrated contou exatamente o contrário na tarde de ontem (07).

Nós já chegamos a comentar aqui no ano passado que alguns atletas da defesa do Seahawks se sentiam incomodados com o tratamento especial que o quarterback Russell Wilson recebia de Pete Carroll, mas o que a reportagem da SI afirmou através de relatos de ex-atletas da equipe é que foi este racha no vestiário que fez a equipe optar por dispensar e/ou negociar alguns atletas de elite.

Tudo começou coma chegada de Wilson a equipe, a defesa então estava sendo montada e o Seahawks ainda não estava no patamar de favorito. Wilson deu mais mobilidade a equipe, mas o que começava a surgir era uma defesa com diversos nomes “desconhecidos” que decidiram formar uma família competitiva e aberta as cobranças. Michael Bennett relata que os atletas se cobravam de uma maneira muito dura após cada treino.

“Nós eramos uma família, nos cobrávamos para que todos evoluíssem”, contou Bennett. “Era louco, cara. Mas sabíamos que as pessoas tinham problemas em casa e sempre queríamos ajudar. Nós fazíamos tudo pelo esquadrão.”

Em uma partida em 2016, Richard Sherman e Bennett quase chegaram às vias de fato após uma discussão exatamente sobre isso. Russsell Wilson havia jogado cinco interceptações contra a a segunda pior defesa da NFL em jardas aéreas, a do Green Bay Packers. Sherman queria confrontar Wilson sobre a péssima partida, mas Bennett não deixou, afinal, sabia que Carroll defenderia o quarterback.

Para se ter uma ideia, um ano antes em um treino, Richard Sherman interceptou Wilson duas vezes seguidas, na segunda entregando a bola ao atleta e proferindo um trash talk. Aquilo foi o motivo para que Carroll fizesse uma reunião com os principais líderes da defesa e do ataque, exatamente para pedir que os atletas protegessem Wilson, tratassem-o com mais gentileza do que os outros companheiros. Isso revoltou ainda mais a Legion of Boom. Carroll deixava claro que Wilson era diferente dos demais.

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Os membros da defesa tinham um ritual próprio. Para chegar a um nível que “destruiu” Peyton Manning em um Super Bowl eles tiveram um processo longo. A filosofia de Pete Carroll era “treine duro o tempo todo para ser o melhor no dia do jogo”, mas os atletas que acreditavam nisso estavam começando a desistir do “mantra” do treinador.

Na reunião citada acima os defensores deixaram claro que as cobranças a Wilson era “parte do processo” para torná-lo um deles, mas Carroll não pensava assim. Julgando Wilson frágil emocionalmente ele não fazia críticas públicas dentro do vestiário ao quarterback, o que irritava muitos jogadores. Uma vez, em uma partida em que Wilson jogou três interceptações e não atingiu nem 150 jardas, o treinador parabenizou o quarterback por sua resiliência, o que revoltou os atletas.

Ali o vestiário começava  a rachar de vez. No casamento de Richard Sherman, em abril deste ano os atletas da defesa estavam todos reunidos, seis deles fora da franquia. Lá eles chamavam o Seahawks de Titanic, uma vez que na última temporada este era o apelido da equipe dentro da Legion of Boom. Eles sabiam que o “navio” estava afundando.

Tony McDaniel relembra que quando chegou na equipe perguntou aos veteranos como era a relação entre a defesa e o ataque. Os atletas lhe advertiram para ter muito cuidado com o que falaria perto de Wilson, pois segundo eles tudo o que era conversado chegava aos ouvidos do treinador. Não era uma suspeita, já havia acontecido.

“Quando os caras conversavam francamente na frente de Russell, de alguma forma todas essas coisas chegavam rapidamente até Pete.”

Cliff Avril conta que o processo que levou o Seahawks a esta situação começou quando eles deixaram de acreditar em Pete Carroll. Segundo os atletas, a filosofia de Carroll não era mais a mesma, principalmente para novos atletas. O Seahawks de 2014 ficou marcado pela competição. Não existia privilégios ou posição garantida para ninguém, não importa se era uma contratação cara da agência livre ou se era uma escolha de primeira rodada do do Draft, ninguém tinha lugar garantido no time.

Mas as coisas mudaram e os jogadores da defesa começaram a reclamar. Os atletas relataram a Sports Ilustrated que a preferência por jogadores mais novos com desempenho inferior era gritante. Citando Germain Ifedi e Tanner McEvoy, os atletas relatam que chegaram a reclamar com o front office da equipe, querendo saber o porquê da “equipe não estar colocando os melhores jogadores em campo”.

E duas das principais razões para que a defesa deixasse de acreditar em Carroll aconteceram dentro de campo. A primeira no NFC Championship Game de 2014, quando a equipe venceu o Green Bay Packers. A defesa limitou Aaron Rodgers a penas 184 jardas passadas e Russell Wilson jogou quatro interceptações na partida, mesmo assim ao fim do jogo a franquia chamou apenas Russell Wilson para subir em um pódio instalado no meio do campo.

Durante a semana, Carroll não cansava de repetir no vestiário que Wilson havia salvo a temporada da equipe e os jogadores da defesa falavam: “Será que ele viu outro jogo? Nós não fizemos nada?”. Talvez não fosse fácil e até inédito para Carroll ter que lidar com uma defesa com tantos Pro Bowl players e ainda tentar defender Wilson, porém aquilo foi o que dividiu o vestiário.

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Avril também cita o dia em que a equipe perdeu para o New England Patriots o Super Bowl, após serem interceptados na linha de 1 jarda. Como a relação com Carroll estava desgastada e o jeito que o treinador protegia Wilson os incomodava, começou a surgir a teoria de que a chamada para passe em uma segunda descida não tivesse vindo do coordenador ofensivo Darrell Bevell, mas do próprio Carroll.

O treinador sempre deixou claro que a chamada não foi dele, mas que respeitava o que Bevell havia feito. A “teoria da conspiração” que vagava na defesa do Seahawks era que para dar mais chances a Wilson vencer como MVP da partida, Carroll ignorou Bevell e deu a ordem da jogada, deixando de lado sua melhor arma, Marshawn Lynch.

“Foi quando alguns caras começaram a questionar se Carroll acreditava em sua filosofia”, disse Avril,. “Os caras começaram a falar, ‘Você acredita no que ele está dizendo’?”

A confiança havia se quebrado. No vestiário daquele dia Lynch – ainda de uniforme – tomava conhaque direto da garrafa e repetia a frase: “Por que estes filhos da p*** me tomaram isso”. Sherman era o mais exaltado, não acreditando na chamada que custou o segundo Super Bowl da equipe e uma hegemonia que os consagraria para sempre.

Se é verdade estas teorias apenas o tempo dirá, mas fica claro que o Seahawks preferiu construir uma nova equipe em torno de Russell Wilson que manter os jogadores que fizeram da equipe a mais forte dos últimos anos, principalmente na defesa. De terceira melhor da liga em 2016, sem algumas das peças ela se torou a 13° no ano passado.

Agora, estreando contra o Denver Broncos, apenas dois defensores daquela conquista contra o time de Peyton Manning estarão em campo, Bobby WagnerKJ Wright (lesionado, não deve jogar). Se somarmos as aposentadorias e dispensas, podemos decretar o fim da Legion of Boom. E a culpa pelo fim – segundo os atletas – é de Pete Carroll e seu jeito “protetor com Russell Wilson.

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Confirmados os últimos três quarterbacks titulares para a semana 1

Confirmados os últimos três quarterbacks titulares para a semana 1

MKC

Depois de muito esperar temos finalmente definidos os três últimos quarterbacks que serão titulares na semana 1. O antepenúltimo a anunciar foi o atual campeão Philadelphia Eagles, que confirmou no último sábado Nick Foles, o MVP do Super Bowl LII como titular.

Este anúncio demonstra que o movimento de segurar Foles perante diversas propostas de negociação foi o mais acertado por parte da equipe da Philadelphia. Foles pode não ter ido bem na pré-temporada, mas ele comandou muito bem a equipe os playoffs do ano passado. Além disso, com Foles como titular a equipe pode dar mais tempo para a “nebulosa” recuperação de Carson Wentz, que era esperado para jogar na estreia.

O segundo anúncio foi na manhã de hoje (03) e surpreendeu alguns insiders, que cravavam Josh Allen como titular na estreia do Buffalo Bills no campeonato. Sem poder contar com AJ McCarron, que fraturou a clavícula na pré-temporada, Nathan Peterman será o titular da equipe. Na última partida o calouro Allen sofreu muito contra a defesa do Cincinnati Bengals e talvez pela demora em tomar algumas decisões tenha ficado para trás por enquanto.

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Fechando a lista dos 32 quarterbacks titulares, a terceira escolha geral do Draft 2018, Sam Darnold. O mais talentoso da classe terá sua oportunidade de liderar o New York Jets durante este ano. Estava claro que Josh McCown não seria o titular, recebendo um contrato de U$ 10 milhões como uma espécie de agradecimento pela temporada passada. Além disso, quando o Jets trocou Teddy Bridgewater com o New Orleans Saints a titularidade de Darnold ficou ainda mais clara.

Agora temos os 32 quarterbacks que iniciarão a temporada a partir de quinta-feira: 

AFC Leste:  Nathan Peterman (Buffalo Bills), Ryan Tannehill (Miami Dolphins), Tom Brady (New England Patriots) e Sam Darnold (New York Jets).

AFC Oeste: Case Keenum (Denver Broncos), Patrick Mahomes (Kansas City Chiefs), Phillip Rivers (Los Angeles Chargers) e Derek Carr (Oakland Raiders).

AFC Norte: Joe Flacco (Baltimore Ravens), Andy Dalton (Cincinnati Bengals), Tyrod Taylor (Cleveland Browns) e Ben Roethlisberger (Pittsburgh Steelers).

AFC Sul: Deshaun Watson (Houston Texans), Andrew Luck (Indianapolis Colts), Blake Bortles (Jacksonville Jaguars) e Marcus Mariota (Tennessee Titans).

NFC Leste: Dak Prescott (Dallas Cowboys), Eli Manning (New York Giants), Nick Foles (Philadelphia Eagles) e Alex Smith (Washington Redskins).

NFC Oeste: Sam Bradford (Arizona Cardinals), Jared Goff (Los Angeles Rams), Jimmy Garoppolo (San Francisco 49ers) e Russell Wilson (Seattle Seahawks).

NFC Norte: Mitchell Trubisky (Chicago Bears), Matthew Stafford (Detroit Lions), Aaron Rodgers (Green Bay Packers) e Kirk Cousins (Minnesota Vikings).

NFC Sul: Matt Ryan (Atlanta Falcons), Cam Newton (Carolina Panthers), Drew Brees (New Orleans Saints) e Ryan Fitzpatrick (Tampa Bay Buccaneers).

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As piores equipes de cada divisão

As piores equipes de cada divisão

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É sempre comum listarmos quem são os favoritos para vencer cada uma das oito divisões e chegar aos playoffs, mas decidimos fazer diferente. Hoje vamos listar as piores equipes de cada divisão e contaremos para vocês o porque da escolha. Vamos lá:

AFC Leste – Miami Dolphins

Adam Gase tem um desafio enorme com a equipe de Miami este ano. Depois de perder seu principal nome no ataque para o Cleveland Browns, Jarvis Landry, ele terá que arrumar a casa se quiser alcançar mais que as seis vitórias do ano passado. Na agência livre contratou pouco, mantendo a equipe com o mesmo estilo do ano passado.

O principal nome que chegou foi Josh Sitton, um dos melhores centers da liga. Também contratou Danny Amendola, que nem de perto chega ao nível de Landry. Ainda tem o ótimo Kenny Still e DeVante Parker, mas as corridas irão ficar a cargo de Kenian Drake e do veterano Frank Gore, além do calouro Kallen Ballage, escolha de quarta rodada este ano.

Com Ryan Tanehhill novamente são, a equipe deve dar uma última chance ao experiente quarterback, que desde que chegou a liga como oitava escolha geral do Draft 2012 nunca provou seu talento para ser titular de uma franquia. Para se ter uma ideia, o quarterback tem mais derrotas com a equipe que vitórias. Vale ressaltar que Tannehill jogou apenas oito partidas durante os últimos dois anos.

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AFC Oeste – Oakland Raiders:

Dois pontos são importantes para fazermos esta afirmação. O primeiro é que aquela equipe que venceu 12 na temporada de 2016 não existe mais. O segundo é que a equipe começou uma nova fase de transição, que deve demorar ao menos duas temporadas para se consolidar.

Quando falamos que a equipe de 2016 não existe mais englobamos tudo, desde a saída de Jack Del Rio, que fazia um grande trabalho na equipe até a perda de diversos atletas titulares. Com a chance de trazer Gruden de volta, Del Rio foi um pouco injustiçado, o que refletiu em alguns atletas. Antes, em 2017 já havia perdido muitos atletas daquela equipe, este ano perdeu Michael Crabtree, Marshall Newhouse e mais outros atletas de destaque, com o melhor de todos eles, Khalil Mack sendo negociado no último sábado.

Gruden trouxe Jordi Nelson, Doug Martin e mas alguns atletas interessantes, mas ficou claro que a equipe busca uma reestruturação. A tendência é que mais e mais jogadores vão sendo substituídos no próximo ano, visto que a equipe tem agora diversas escolhas extras no Draft e seu treinador recebeu um projeto para ser executado e 10 anos.

Não é uma equipe ruim, tendo chance de ganhar ao menos 7 partidas nesta temporada, mas está atrás de seus adversários de divisão.

AFC Norte – Cleveland Browns:

Não é porque o Browns contratou muito bem e que agora tem Jim Dorsey comandando o futuro da franquia que ele superará os adversários de uma hora para outra. mesmo porque – segundo os principais críticos de Cleveland – o “problema” continua com Hue Jackson sendo mantido no cargo.

A equipe trouxe Jarvis Landry, Carlos Hyde, TJ Carrie, Mychal Kendricks, Tyrod Taylor e mais uma infinidade de atletas, além claro de Baker Mayfield na primeira escolha geral do Draft 2018, porém até fazer a engrenagem funcionar demora um pouco. Já dissemos aqui que o Browns não fará uma campanha igual a dos últimos dois anos, mas é difícil dizer que a equipe é melhor que equipes consolidadas como Pittsburgh Steelers, Baltimore Ravens e Cincinnati Bengal, que mesmo não tendo ma boa temporada ano passado é melhor que a equipe de Cleveland.

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AFC Sul – Indianapolis Colts

Duas equipes demonstraram fraqueza na divisão na última temporada, ambas pelo problema da falta de um quarterback. Porém o Houston Texans tem total certeza que com a volta de Deshaun Watson seu jogo vai funcionar, diferente do Indianapolis Colts, que cada vez mais tem certeza que Andrew Luck não será mais o mesmo.

Além do problema de Luck, que teve que passar por um adequamento de sua mecânica de lançamento para conseguir voltar a jogar, a equipe tem poucos nomes de expressão em seu ataque. Destaque o reforço da linha ofensiva, uma vez que no Draft 2018 a equipe escolheu Quinton Nelson e Brandon Smith nas primeiras rodadas. Mas o corpo de corredores está escaço e os recebedores novamente são liderados por TY Hilton e Eric Ebron.

A equipe passa por reformulação e nesta era “pós-Chuck Pagano” os fãs do Colts ainda vão passar um pouco de “raiva” antes que a franquia volte ao seu rumo.

NFC Leste – Washington Redskins:

Em uma das divisões mais difíceis da NFL a equipe da capital americana teve uma perda irreparável: Kirk Cousins. O quarterback carregou o time nas costas nas últimas temporadas e agora, com um movimento rápido trazendo Alex Smith, o Redskins mudam um pouco seu estilo de jogo.

Com desfalques em seu elenco de corredores foi obrigado a contratar Adrian Peterson quase no fim da pré-temporada. Seu jogo aéreo também não está dos melhores, uma vez que os melhores nomes são os os tight ends Jordan Reed e Vernon Davis. A equipe não deve passar das sete vitórias da temporada passada, colocando em “check” o emprego de Jay Gruden.

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NFC Oeste – Arizona Cardinals:

A defesa do Cardinals é boa, com nomes muito interessantes, mas a equipe perdeu alguns atletas importantes. Terá comandando o ataque ninguém menos que Sam Bradford, garantia de fortes emoções para os fãs da equipe. Além disso, os nomes de destaque são escaços e fica claro que Steve Wilks está preparando o futuro do time.

Deve ser a última temporada do futuro Hall da Fama Larry Fitzgerald, que é o grande nome do ataque do time ao lado de David Johnson e Jermaine Gresham, pouco para uma equipe que enfrentará Los Angeles Rams, Seattle Seahawks e San Francisco 49ers.

NFC Norte – Chicago Bears:

O Bears reforçou muito a equipe, inclusive anunciando Khalil Mack no último sábado. Mas ainda a equipe tem muito a provar para chegar no nível das outras equipes da divisão. Para se ter uma ideia, o Bears perdeu 20 das últimas 24 partidas contra os rivais de divisão, sendo “varrido” por todos no ano passado.

A defesa do Bears é muito forte, mas ainda sim é a pior equipe da NFC Norte.

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NFC Sul – Tampa Bay Buccaneers:

Sem chegar aos playoffs desde 2007, a equipe ainda perderá seu quarterback titular Jameis Winston pelas primeiras três partidas da temporada. Além disso, a equipe foi muito mal na temporada passada e o trabalho de Dirk Koetter vem sendo questionado, inclusive ele é um dos “favoritos” para perder o emprego no fim da temporada.

O elenco é bom, principalmente no corpo recebedor, que conta com Mike Evans, DeSean Jackson, Adam Humphries, Cameron Brate e Jordan Howard. Mas a equipe ainda não encaixou e é o time mais fraco desta divisão.

 

 

Running Back titular do 49ers sofre lesão no ligamento (ACL)

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A fase não está nada fácil para o jogo terrestre do San Francisco 49ers. Já havíamos falado aqui a respeito de diversas lesões no corpo de ataque terrestre da equipe, porém todos tinham previsão de voltar na estreia da temporada regular contra o Minnesota Vikings. Inclusive a equipe contratou o veterano Alfred Morris devido a estes problemas.

Pois bem, eles voltaram a treinar hoje e o running back número 1 da equipe, Jerick McKinnon rompeu o ligamento do joelho (ACL) e a equipe ainda não sabe informar por quanto tempo ele ficará fora. Uma ressonância magnética será realizada amanhã e se a equipe constatar ruptura total ele pode perder toda a temporada, uma vez que terá que passar por cirurgia.

O lance aconteceu nos últimos snaps do treino de hoje e o atleta se machucou sozinho. Mesmo ainda não sabendo da lesão, o treinador Kyle Shanahan já previa que o que havia acontecido não era nada de bom e já esperava pelo pior.

“Sempre que vejo alguém sentir o joelho em um lance sem contato existe essa preocupação”, disse Shanahan antes que um diagnóstico oficial fosse anunciado. “Mas já tive este pressentimento e não foi uma ruptura de ligamento, então não estou tentando fazer disso o momento mais sombrio do mundo agora. Vamos aguardar, esperamos estar errados.”

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Mas não estavam. A equipe após os primeiros exames comunicou que realmente é uma lesão no ligamento. Pior é que a lesão veio no mesmo dia que a equipe anunciou os cortes para a lista dos 53 atletas que disputarão a temporada. Nela o Niners dispensou três corredores, Joe Williams, Jeremy McNichols e Jeff Wilson, ficando apenas com Matt Breida, Alfred Morris e Raheem Mostert. Breida – assim como McKinnon – sofreu uma lesão na pré-temporada, voltando a treinar apenas hoje.

McKinnon foi uma escolha de primeira rodada do Vikings no Draft 2014 e assinou com o Niners um contrato de 4 anos com valores próximos dos U$ 30 milhões. Agora Kyle Shanahan terá que adaptar seu ataque para a partida de estreia da equipe, no próximo dia 9 de setembro.

 

Griffin muito perto da titularidade na semana 1

Griffin muito perto da titularidade na semana 1

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A história de superação de Shaquem Griffin deve ter mais um capítulo sensacional. Após a entrevista do treinador Pete Carroll, o jogador que tem uma mão amputada pode estrear como titular na semana 1 da NFL. Se isso realmente acontecer, ficará marcado na história da liga e principalmente na história do atleta, que vem se superando desde a faculdade.

Como todos sabem ele foi um dos destaques do NFL Combine, chamando a atenção de várias equipes. Porém sua deficiência o fez cair para a quinta rodada, quando o Seattle Seahawks o selecionou. Na época muitos disseram que era uma jogada de marketing, principalmente por seu irmão gêmeo já atuar na equipe. Mas depois de uma pré-temporada sensacional somando 28 tackles em quatro partidas, algo muito maior ainda está para acontecer.

Carroll anunciou ontem que KJ Wright, linebacker titular da equipe ficará algumas semanas fora, então consequentemente abre uma vaga para Griffin. O treinador não deixou claro que ele vai jogar, mas disse que gostou muito do que viu na pré-temporada e ele é um dos nomes para iniciar como titular na estreia da equipe contra o Denver Broncos.

“Ele está indo muito bem”, disse Pete Carroll. “Ele fez nove tackles no primeiro jogo, na terceira semana ele fez novamente e hoje também. Eu preciso ver o filme, mas é uma posição realmente importante para nós. KJ ainda não está pronto para jogar, então estou ansioso para ver como ele pode se sair no time principal.” 

Os próximos treinos irão definir quem estará em campo daqui nove dias. Griffin tem uma vantagem a mais, o apoio do grupo. Sempre interagindo com os principais atletas da defesa e recebendo seus ensinamentos, o linebacker deve ter todo o respaldo dentro de campo para começar bem sua carreira na NFL. Ele está empolgado, porém acredita que tudo tem o momento certo para acontecer.

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“Pode parecer loucura, mas não é loucura”, disse Griffin sobre sua jornada. “Eu espero pelo meu momento e estou aqui apenas para ter certeza de que posso apoiar KJ. Eu falo com ele o tempo todo, estou sempre no círculo dele, então é uma coisa boa. Ele está sempre cuidando de mim, certificando-se de que estou estudando o playbook, então estou pronto para substitui-lo enquanto ele não puder estar em campo”.

E não é só Wright que apoia Griffin, Bobby Wagner também lhe dá importantes lições durante os treinos. Perguntado sobre o jogo do colega de equipe, Wagner não poupou elogios.

“Shaquem fez um ótimo trabalho, ele estava muito bem fazendo as jogadas, ele é muito rápido”, disse Wagner “Os nossos colegas que começaram a partida foram muito bem, deixaram sua marca no jogo. Estamos no caminho certo.”

Agora é esperar para que mais este capítulo da vida repleta de superações de Shaquem Griffin aconteça. Seria uma marca muito importante dentro da liga e principalmente na vida de milhares de pessoas que passam pelas mesmas dificuldades que ele. Com certeza a melhor história da NFL neste início de temporada.

Após “não” de Brissett, Seahawks fecha com Hundley

Após “não” de Brissett, Seahawks fecha com Hundley

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Não era novidade para ninguém que o Seattle Seahawks estava a procura de um quarterback para ficar na reserva de Russell Wilson (inclusive contamos aqui), mas o que mais chamou a atenção foi a escolha que a equipe fez. Na verdade não foi sua primeira escolha, uma vez que já havia tentado uma troca com o Indianapolis Colts e sondou o New York Jets.

No Jets o objetivo era conseguir Teddy Bridgewater, mas as conversas – segundo fontes – não passaram de sondagens. Porém com o Colts a negociação foi mais avançada, com a equipe oferecendo sua escolha de segunda rodada do Draft 2018 pelo quarterback reserva da equipe de Indiana. Jim Irsay, proprietário da franquia deixou claro no início do mês que Jacoby Brissett não deixaria o Colts, então a direção do Seahawks teve que buscar outra alternativa. 

Brett Hundley saiu mais barato que Brissett, segundo fontes a equipe deu uma escolha de sexta rodada pelo reserva de Aaron Rodgers. Hundley tem experiência jogando na liga, apesar de ser apenas seu terceiro ano na NFL. Com a lesão de Rodgers no ano passado, ele iniciou como titular por nove vezes.

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Mas será que Hundley é o “cara” que o Seahawks estava precisando para substituir Wilson caso aconteça algo? No Packers ele já conhecia o sistema de jogo e mesmo assim as coisas não deram muito certo, tanto que ele estava perdendo espaço nesta pré-temporada para DeShone Kiser.  Em seus nove jogos com o Packers ele foi responsável por um dos piores ataques da liga, passando para módicas 1.832 jardas e 9 touchdowns.

Além da média fraca de jardas por jogo, cerca de 200, ele ainda sofre 15 turnovers (13 interceptações e dois fumbles perdidos). Sua porcentagem de acerto nas tentativas de passe também foi baixa, cerca de 59% e se analisarmos que a média de jardas por passe foi de 5.9, fica claro o porque do Packers aceitar a negociação.

Agora resta aos fãs do Seahawks torcer para que Wilson se mantenha são durante a temporada, uma vez que além de Hundley, Austin DavisAlex McGough brigarão para se mantarem na lista dos 53. A equipe de Seattle estreia na temporada regular no próximo dia 09 de setembro, contra o Denver Broncos no Colorado. Antes, faz sua despedida da pré-temporada contra o Oakland Raiders, na próxima quinta-feira.

 

“Era dos protestos” acaba no 49ers

“Era dos protestos” acaba no 49ers

Há pouco foi noticiada a transferência do linebacker Eli Harold para  Detroit Lions, em um negócio que envolve uma sétima escolha da equipe de Michigan no Draft 2019. Harold jogou 48 partidas para o San Francisco 49ers e apesar de não ter se destacado nos dois primeiros anos estava sólido no novo esquema de Robert Saleh, coordenador defensivo da equipe. 

Mas o que mais chama a atenção nesta troca é que com a saída dele se finda uma era no Niners, a “era dos protestos”. O movimento que assolou a liga nos últimos três anos e gerou muita discussão e controvérsia, inclusive com o presidente dos Estados Unidos fazendo diversas declarações de desaprovação, começou exatamente na equipe de San Francisco e Harold foi um dos personagens.

No terceiro jogo da pré-temporada de 2016, Colin Kaepernick ficou sentado na execução do hino nacional americano. Perguntado se estava se sentindo mal ou se havia acontecido algo, Kaepernick disse a imprensa “que não ia reverenciar uma bandeira de um país que oprimia negros e pessoas de cor, que o futebol era muito menor do que o país estava passando e que os atletas não poderiam simplesmente virara as costas para isso”.

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Pronto! O maior “escândalo” de relacionamento da NFL havia surgido. Na última partida da pré-temporada, após conversarem com o ex-jogador e veterano de guerra Nate Boyer, Colin Kaepernick, Eric Reid e Eli Harold se ajoelharam na execução do hino, começando um novo jeito de protestar – e segundo eles reverenciar os combatentes – que atingiu quase todas as equipes da liga.

Como Kaepernick e Reid não assinaram contrato com outras equipes desde que saíram do Niners, o linebacker preferiu não falar a respeito do caso alegando que só gostaria de se concentrar no futebol. Vale lembrar que ao fim desta temporada ele se tornará um agente livre e talvez por isso queira deixar a imagem dos protestos no passado.

“Eu entendo porque todos gostariam de fazer estas perguntas, mas eu não quero falar sobre isso agora”, disse Harold. “Estou tentando me concentrar no futebol. Eu e minha esposa conversamos e achamos melhor que a partir de agora eu não responda essas perguntas e tente manter o foco no futebol, se você não se importa.” 

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A vontade de deixar para trás a imagem está inteiramente ligada com a aversão de algumas equipes à atletas que participaram do protesto. O defensor Michael Bennett falou a respeito há alguns meses deixando claro que as equipes sempre estão questionando o atleta para não participarem dos protestos. O próprio Colin Kaepernick e mais recentemente Eric Reid movem processos contra a NFL por conluio, com muitas chances de saírem vencedores.

Já que o San Francisco 49ers negociou seu titular, o espaço abre para que Dekoda Watson, Mark Nzeocha, Pita Taumoepenu e novato Fred Warner briguem pela posição. O Niners joga contra o Indianapolis Colts no próximo sábado pela terceira semana da pré-temporada.

Os melhores quarterbacks de cada divisão

Os melhores quarterbacks de cada divisão

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Tem muita gente nova começando a acompanhar a NFL e é sempre bom ressaltar quem é o melhor quarterback de cada equipe. Hoje temos alguns titulares contestados, alguns times que ainda não definiram seus titulares e muitos que já tem seu quarterback estabelecido. E se compararmos os melhores de cada divisão? Fica mais interessante, não é mesmo?

Então vamos falar a respeito dos melhores quarterbacks das oito divisões da NFL. É claro que uma lista sempre gera discussão, então para algumas divisões daremos a “menção honrosa”  para quem estiver próximo do nível do escolhido. Vamos lá:

AFC Leste: Tom Brady.

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Começamos pela divisão mais óbvia, uma vez que simplesmente não existe concorrência para ele. Brady venceu cinco vezes o Super Bowl, detém os maiores recordes dos playoffs e muitos o consideram o maior de todos os tempos. Além disso, as outras equipes da divisão praticamente inexistem quando o assunto são os quartebacks.

O New York Jets tem um veterano que não passa de mediano (Josh McCown), tem um jogador muito bom que está há dois anos sem jogar uma partida inteira – Teddy Bridgewater – e um calouro de muito potencial que nem titualar da equipe é ainda (Sam Darnold). O Buffalo Bills também está na mesma.

O mais experiente AJ McCarron acaba de sofre uma fratura na clavícula. Nathan Peterman, que na sua única atuação como titular na NFL jogou para cinco interceptações no ano passado disputa a titularidade com Josh Allen, também calouro e considerado “impreciso” nos passes. E para fechar temos Ryan Tannehill, que nunca conseguiu se provar como um bom quarterback da NFL. Enfim, Tom Brady sobra na turma.

AFC Oeste: Philip Rivers.

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Aqui temos o primeiro impasse. Claro que não se cogita falar de Patrick Mahomes ou de Case Keenum. Mahomes ainda tem muito a provar e Keenum mesmo tendo feito uma boa temporada ano passado com o Minnesota Vikings, não é um quarterback de elite.

Derek Carr foi eleito Pro Bowl por três vezes e é um quarterback muito bom, sem sombras de dúvida. Mas Philip Rivers já foi eleito sete vezes para o Pro Bowl, inclusive nas duas últimas temporadas (se alguém quiser argumentar que ele está velho). Mas não é só isso que faz de Rivers o melhor quarterback da AFC Oeste. Rivers só não jogou para mais de 4 mil jardas em 3 das suas 12 temporadas como titular. Carr nunca lançou para 4 mil jardas na carreira.

Menção honrosa para Derek Carr, mas Philip Rivers ainda e o melhor quarterback da sua divisão.

AFC Norte: Ben Roethlisberger.

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Joe Flacco já venceu um Super Bowl, Andy Dalton já levou sua equipe por quatro vezes aos playoffs (não venceu nenhuma partida), mas nenhum deles se compara a Big Ben. Nesta divisão nem menção honrosa temos, Ben Roethlisberger é unanimidade.

AFC Sul: Andrew Luck.

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Esta divisão é uma das mais difíceis de se analisar, afinal, todos os jogadores tem seus predicados. Blake Bortles seguramente não é o melhor, mas levou sua equipe a final da AFC. Deshaun Watson começou sua trajetória na NFL jogando muito, completando quase 2 mil jardas e 21 touchdowns em apenas 7 partidas. Porém precisamos ver ele atuando mais vezes.

Marcus Mariota fica com a menção honrosa da divisão, afinal é um dos atletas mais completos da liga. Passando não é um “campeão de jardas”, porém vem evoluindo muito e é o grande nome do Tennessee Titans. Mas não dá para comparar nenhum desses com Andrew Luck, mesmo após a cirurgia no ombro.

Agora que está tratado, Luck deve votar a liderar o Indianapolis Colts como fez nos quatro primeiros anos da carreira, quando levou a equipe aos playoffs em três deles. Com certeza é o melhor quarterback da AFC Sul.

NFC Leste: Carson Wentz.

Washington Redskins v Philadelphia Eagles

Em uma divisão que conta com Alex Smith, Eli Manning e Dak Pescott é difícil eleger Carson Wentz o melhor, porém o que ele fez em sua primeira temporada e principalmente na temporada passada foram algo de se encantar. Aqui qualquer um tem muitos méritos e poderia ser indicado como melhor.

Alex Smith é um playmaker dentro do pocket, com visão e categoria imbatíveis. Eli ganhou dois Super Bowls em cima de Tom Brady e Dak Prescott fez uma primeira temporada sensacional pelo Dallas Cowboys. Deixamos a menção honrosa para estes três elegendo Wentz o melhor.

NFC Oeste: Russell Wilson.

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Na NFC Oeste já podemos eliminar o quarterback do Arizona Cardinals, Sam Bradford. Jared Goff também teve uma temporada de recuperação, mas está muito longe de Wilson. O mesmo pode-se falar de Jimmy Garoppolo, que deve ser o grande nome do San Francisco 49ers nesta temporada.

Russell Wilson não tem mais nada a provar. Lança muito bem, tendo a melhor porcentagem de acertos na red zone da liga e domina o esporte. Independente de ter ou não alvos já venceu partidas para o Seattle Seahawks de tudo quanto foi jeito, se destacando como o melhor quarterback da NFC Oeste.

NFC Norte: Aaron Rodgers.

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Tirando Michell Trubisky, que ainda está “verde”, todos os outros quarterbacks da NFC Norte são muito bons. Matthew Stafford sofre no Detroit Lions e mesmo assim já levou a equipe a 3 playoffs e bateu o recorde de Dan Marino ao atingir 25 mil jardas em 90 jogos. Kirk Cousins também é um quarterback muito bom, demonstrando isso nos seus anos de Washington Redskins e sendo o grande nome da agência livre deste ano.

Mas nenhum se compara ao quarterback que tirou o emprego de Brett Favre. Aaron Rodgers é um futuro Hall da Fama e já venceu partidas para o Green Bay Packers de diversas maneiras, desde corridas de 50 jardas até Hail Mary histórica. É o melhor sem sombra de dúvidas.

NFC Sul: Drew Brees.

Atlanta Falcons v New Orleans Saints

Cam Newton já foi eleito o MVP da liga, Matt Ryan levou o Atlanta Falcons ao Super Bowl e Jameis Winston é bom, porém nenhum destes se compara a Drew Brees. Aqui praticamente não existe discussão, Brees é muito melhor que qualquer outro quarterback de sua divisão.

Esta foi a nossa lista dos melhores quarterbacks de cada divisão da NFL. Se vocês discordarem de algum, deixe nos comentários sua opinião que será um prazer interagirmos com vocês.

 

 

Após perder seus 2 RBs titulares, Niners vai contratar veterano

Após perder seus 2 RBs titulares, Niners vai contratar veterano

O San Francisco 49ers passa por uma série crise de lesões em seu elenco. Após perder sete jogadores, incluindo seus running backs Jerick McKinnon e Matt Breida, o treinador Kyle Shanahan declarou que vai atrás de um corredor para suprir suas necessidades. E ele já tem o nome perfeito para seu esquema: Alfred Morris.

O veterano que estava no Dallas Cowboys nas últimas duas temporadas, já era um “sonho antigo” do treinador do Niners. Por dois anos atuando juntos quando Kyle era coordenador ofensivo do Washington Redskins, Shanahan e Morris tem um certo grau de cumplicidade. O treinador falou que já havia pensado em contratá-lo antes, mas ele só faria isso se o corredor realmente tivesse chance de disputar uma vaga na lista final dos 53 jogadores. Segundo Shanahan, agora ele tem.

“Alf fez um ótimo trabalho nos dois anos em que estive com ele. Não é chamativo, mas corre muito bem e é muito confiável”, disse Shanahan. “Eu esperei tanto para convidá-lo porque só o convidaria se acreditasse que ele tinha chance de fazer parte do time. Eu acredito que ele tem chance de ficar entre os 53 aqui. E é tudo que Alf quer. Uma chance de competir.”

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A chance surgiu graças as lesões de Jerick McKinnon e Matt Breida, corredores n°1 e n°2 da equipe. McKinnon lesionou a panturrilha no domingo e vai ficar de fora dos treinos desta semana, sendo reavaliado na semana que vem. Já Breida sofreu uma contusão no ombro e vai perder o restante da pré-temporada.

“Eu acho que com algumas dessas lesões que tivemos agora, ele (Morris) tem uma chance de competir por um lugar no time”, continuou Shanahan. “Ele está chegando tarde, mas vamos ver como ele se sai nas próximas semanas. Se ele estiver correndo da mesma maneira que ele sempre correu, vai ter uma chance.”

Alfred Morris será fisicamente avaliado esta semana e se passar nos testes será contratado. Em 92 partidas pela NFL (69 como titular), Morris correu para 5.503 jardas e marcou 32 touchdowns.

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Earl Thomas aparece no Texas e especulações aumentam

Earl Thomas aparece no Texas e especulações aumentam

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Um dos “dramas” desta pré-temporada tem sido a situação do defensor Earl Thomas, que está em “litígio” com o Seattle Seahawks em razão de seu contrato.

contamos aqui  sobre sua declaração de não querer mais jogar no Seahawks caso não receba um extensão de seu contrato atual, pois tem medo de se lesionar e ser dispensado como aconteceu com Richard Sherman. Mas o que chamou a atenção foi sua visita ao Texas, estado onde jogou no College.

Consensus All-American jogando pelo Longhorn, Thomas ficará por lá mais alguns dias. Nenhum tipo de homenagem, treino ou algo do tipo, o que começa a dar espaço para que os insider aumentem a especulação a respeito de uma possível ida dele para o Dallas Cowboys

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Earl Thomas está no Texas e acompanhou o treino dos Longhorns.

Com 29 anos e jogando em uma posição onde muitos chegaram ao Pro Bowl com mais de 30 anos, é esperado que alguma equipe busque a negociação com o Seahawks caso Earl não chegue a um acordo com seu atual time. E  é muito inteligente da parte dele – já que deixou claro seu interesse em uma troca – se reaproximar de um local onde foi ídolo e que coleciona fãs.

Nada de oficial por enquanto, mas se Earl Thomas estender sua passagem pelo Texas durante a pré-temporada, logo começarão a especular – com razão – sua transferência para a equipe de Jerry Jones. Será que veremos Earl Thomas no Cowboys antes do início da temporada?

Levi’s Stadium vai ganhar estátua da “The Catch”

Levi’s Stadium vai ganhar estátua da “The Catch”

Um dos maiores jogadores da história do San Francisco 49ers  vai ser homenageado durante esta temporada. Dwight Clark terá sua principal jogada, que marcou a história da equipe eternizada em uma estátua no Levi’s Stadium.

Clark foi uma das lendas da franquia, defendendo a equipe de 1979 a 1987. Com 568 recepções e mais de 7 mil jardas, sua jogada mais marcante – dentre as várias conquistas pessoais e em equipe – foi a “The Catch“, na final da NFC da temporada 81/82. O lance que até hoje é exibido na abertura e nos intervalos das transmissões da NFL, deu a vitória contra o Dallas Cowboys levando a equipe ao Super Bowl (confira o vídeo).

A estátua será colocada a exatos 23 metros da estátua já existente de Joe Montana, para simbolizar o passe dado. Também serão erguidos os braços do quarterback para simbolizar a comemoração do touchdown.

“Quase quatro décadas atrás, a recepção maravilhosa de Dwight Clark colocou o San Francisco 49ers em uma era de excelência”, disse o CEO da 49ers, Jed York“Desde aquela época ele serviu como uma figura inspiradora para os cidadãos da Bay Area. Dwight significou muito para muitos e é justo que a franquia homenageie este maravilhoso legado que ele deixou.”

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Além da estátua que será inaugurada no Sunday Night Football do dia 21 de outubro, outras duas homenagens serão prestadas. A equipe irá utilizar o número #87 nos capacetes durante toda a temporada e  no dia da inauguração da estátua a end zone do lado norte do estádio será marcada com seu número, exatamente na posição que ele fez a “The Catch”.

Center titular do Cardinals fora da temporada

Center titular do Cardinals fora da temporada

O “cara” que coordenada a linha, identifica o “Mike” e que ainda protege o gap, este é o center no futebol americano. E o Arizona Cardinals não poderá contar com seu grande líder da linha ofensiva nesta temporada, afinal, hoje o treinador Steve Wilks declarou que A.Q. Shipley rompeu o ligamento do joelho no treino de sábado e não joga mais este ano.

“A ressonância magnética confirmou que é uma lesão no ligamento. Situação lamentável para ele e para a equipe”, disse Wilks. Tremendo líder, trabalhador. Quando você fala sobre o DNA que eu procuro, você está falando dele. Muito apaixonado, corajoso. Realmente um líder na linha ofensiva.”

Há seis anos na NFL, Shipley jogou 2141 snaps na linha ofensiva do Cardinals nos últimos dois anos. Titular das 32 partidas desde 2016, Shipley disse que esta foi “a pior notícia que ele ouviu na vida”.

NFL: San Francisco 49ers at Arizona Cardinals

A triste coincidência para este “novo” Cardinals é que seu técnico havia elogiado o atleta na coletiva da última sexta-feira. Assim, quem deverá começar os trabalhos em busca da posição é o jovem Mason Cole, uma escolha de terceira rodada do Draft deste ano.

“O cara que realmente me ancora é o AQ”, disse Wilks na sexta-feira. “Eu acho que Shipley faz um ótimo trabalho com sua comunicação, identificando o ‘Mike’ (linebacker) e nos colocando na proteção certa.”

Sherman fora do jogo de quinta

Sherman fora do jogo de quinta

Não será na próxima quinta-feira que os fãs do San Francisco 49ers poderão ver Richard Sherman pela primeira vez em campo com a camisa da equipe. O jogador sentiu uma fisgada no tendão e ficará ao menos 10 dias fora das atividades práticas, incluindo a estreia na pré-temporada contra o Dallas Cowboys.

Sem atuar desde novembro do ano passado, quando sofreu uma ruptura no tendão de Aquiles, Sherman sentiu esta fisgada quando participava de um treino no sábado. Ele estava marcando o recebedor Pierre Garcon e ao término da jogada caiu com a mão na perna. Após o treino o treinador Kyle Shanahan deixou claro que ele ficará de fora da partida.

“Definitivamente vamos descansá-lo pelo menos uma semana”, disse Shanahan. Não achamos que deva ser nada sério, mas as primeiras semanas são um pouco mais puxadas, por isso temos que ter mais cuidado.”

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Sherman foi lembrado em recente declaração de um ex-companheiro de Legion of Boom, Earl Thomas. Segundo Thomas, Sherman não merecia ter sido tratado pelo Seattle Seahawks como foi, principalmente após sofrer uma lesão e perder o restante da temporada. Sherman foi dispensado pelo Seahawks no início do ano, com a equipe alegando querer renovação na defesa.

O contrato de Sherman com o Niners é de três temporadas, sendo que o jogador receberá este ano cerca de US 8,1 milhões. Caso Sherman seja eleito mais uma vez ao Pro Bowl – já foi por 4 vezes na carreira – ele receberá um bônus adicional na próxima temporada.

O San Francisco 49ers estreia na próxima quinta-feira contra o Dallas Cowboys no Levi’s Stadium.

Vai perder a temporada inteira?

Vai perder a temporada inteira?

Não é novidade que o Seattle Seahawks está em reconstrução, mas a equipe mantém seu alicerce em alguns atletas que realmente fazem a diferença dentro de campo. Este é o caso de Doug Baldwin, por exemplo, que na última temporada jogou todas as partidas recebendo 75 passes para 991 jardas e 8 touchdowns.

Pois bem, agora começa a ser dúvida a participação do recebedor para o restante da pré-temporada e até para o início da temporada. O treinador Pete Carroll fez questão de vir a público para esclarecer a situação e menospreza-la, dizendo se tratar apenas de um “joelho dolorido”.

NFL ACTION:  ST. LOUIS RAMS AT SEATTLE SEAHAWKS

Porém, fontes de dentro do clube – segundo fontes relataram a ESPN Americana – disseram que a lesão pode ser mais grave que o esperado e que Baldwin pode perder todos os jogos da pré-temporada. Claro que as partidas em si não são importantes, mas o preparo para as mesmas é oque deixa o atleta em ritmo de jogo para a primeira semana da temporada regular.

Aos 29 anos ele está com prescrição para repouso pelas próximas duas semanas, quando os médicos do Seahawks irão reavaliar a situação. Os médicos não sabem exatamente como ele se lesionou, mas estão esperançosos em contar com o recebedor no início da temporada regular.

 

Entre Jardas | Futebol Americano BR - 2014