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Você sabe quem são os quarterbacks mais bem pagos da NFL?

Você sabe quem são os quarterbacks mais bem pagos da NFL?

O futebol americano é a grande paixão dos Estados Unidos, porém não e o esporte onde os atletas são os mais bem pagos. O principal motivo é que o protagonismo não é tão grande quanto no baseball, por exemplo. As equipes dependem de uma sincronia entre ataque e defesa, e o grade exemplo é o New Orleans Saints, que ano passado foi o melhor ataque e mesmo assim não chegou aos playoffs.

Sendo assi aas equipes tem US$ 166 milhões para distribuir em seu elenco (valor do teto salarial este ano), e mesmo tendo que distribuir entre mais de 50 atletas, temos os quarterbacks liderando as folhas salarias das equipes. Mas você sabe quem são os dez maiores salários? Vale lembrar que este ano teremos a renovação contratual de Matthew Stafford e Derek Carr, estrelas de sua equipe e podemos dizer que da liga também. mas enquanto isso não acontece, estes são os dez quarterbacks mais bem pagos da NFL este ano:

Andrew Luck, Indianápolis Colts – US$ 24, 594 milhões.

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Drew Brees, New Orleans Saints – US$ 24,250 milhões.

New York Giants v New Orleans Saints

Kirk Cousins, Washington Redskins – US$ 23,496 milhões (franchise tag).

Kirk Cousins

Joe Flacco, Baltimore Ravens – US$ 22,133 milhões.

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Aaron Rodgers, Green Bay Packers - US$ 22 milhões.

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Russell Wilson, Seattle Seahawks - US$ 21,900 milhões.

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Ben Roethlisberger, Pittsburgh Steelers – US$ 21,850 milhões.

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Carson Palmer, Arizona Cardinals – US$ 21 milhões.

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Eli Manning, New York Giants – US$ 21 milhões.

New York Giants v Dallas Cowboys

Phillip Rivers, Los Angeles Chargers – US$ 20,812 milhões.

NFL: Jacksonville Jaguars at San Diego Chargers

Sentiram falta de alguém? Pois é, o cinco vezes campeão do Super Bowl e considerado por muitos como o “maior de todos os tempos” não está entre os dez maiores salários entre os quarterbacks. Tom Brady este ano receberá US$ 20,5 milhões, já contando com a parcela referente ao bônus que ele recebeu no início do ano. Outro detalhe curioso é que os dois últimos MVPs da temporada, Cam Newton (2015) e Matt Ryan (2016) também estão fora da lista, recebendo US$ 20,760 milhões e US$ 20,750 milhões respectivamente.

*Fonte: Spotrac.com.

 

 

Análise do Draft, Quarterbacks: Deshone Kizer

Análise do Draft, Quarterbacks: Deshone Kizer

Seguindo na semana de quartebacks, o jogador de hoje é o promissor Deshone Kizer.

Deshone Kizer é mais um caso de quarterback que sai da NCAA antes do que deveria para entrar logo na NFL. O redshirt sophomore de Notre Dame conta com bom material para análise de suas partidas no College, mas lhe falta um “ar” de Deshaun Watson, vitórias e atuações decisivas. Dono de um dos maiores potenciais desta classe, Kizer conta com um braço muito potente, preciso e um porte físico ideal. Faz boas leituras da jogada, anda bem com o ataque e obedece bem ao sistema, no entanto, peca na parte emocional do jogo.

Durante os treinos da primavera de duas temporadas atrás, Kizer passou por momentos difíceis na carreira. Atuando mal em jogos e treinos de Notre Dame, pensou em se aposentar dos gramados de maneira precoce, o que seria uma decisão terrível de sua parte e um contra enorme para seu psicológico durante toda carreira. De longe uma das atitudes que você mais quer evitar do seu franchise quarterback. Vale ressaltar também que durante esse período, a namorada de Kizer estava sendo diagnosticada com câncer e isso abalou ainda mais seu estado emocional.

Voltando aos gramados, Kizer superou essas adversidades e continuou a jogar futebol. Quando está confiante e confortável na jogada, consegue encaixar perfeitamente todas as mecânicas, footwork e leituras necessárias para fazer a jogada dar certo, no entanto, quando da algo errado ele fica completamente perdido. Erra leituras, descompensa corpo com braço, passa desequilibrado e gera turnovers.

Sai da sua universidade após dois anos como titular e sem ter conquistado nada, e viu seu time amargar uma campanha de 4-8 sem participar nem dos Bowl Seasons.

Seu melhor encaixe possível seria em um time que pudesse ficar sentado 2 anos no banco aprendendo com um quarterback estabelecido, e com um bom treinador da posição.

Tem 1,94m e 104kg, no NFL Combine correu o tiro de 40 jardas em 4,83 segundos.

Seu jogo é comparado ao de Steve McNair.

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Números da carreira:

São 422 passes completos de 695 tentados com uma porcentagem de 60,7%. 5.805 jardas totais com uma média de 8,4 por passe tentado. Além de 47 touchdowns e 19 interceptações.

Correndo, são 997 jardas em 264 tentativas com uma média de 3,8 por tentativa e 18 touchdowns.

Pontos positivos:

Conta com uma mistura de braço potente e precisão a longa distancia que pode ser fatal as defesas. Tem o tamanho e porte físico ideal para a posição, um verdadeiro protótipo de quarterback que qualquer equipe deseja. Tem o maior potencial da classe, com o treinador e tempo de adaptação correto, poderá se tornar o melhor jogador desta safra. Conta com um pump fake mortal as defesas, congelando-as totalmente antes de fazer realmente o passe. Uma ameaça dupla na redzone por seu tamanho e mobilidade, conseguindo ganhar jardas com as pernas e marcar touchdowns corridos com facilidade.

Pontos negativos:

Extremamente inconsistente. Alterando muito, boas e péssimas descidas. Precisa que tudo de certo na jogada para fazer acontecer, não tem poder de improvisação para estender as jogadas e fazer elas darem certo. Constantemente descompensa a mecânica de passe com o trabalho de pés, que resulta em passes ruins e gera turnovers. Não está acostumado a jogar under center e tem graves problemas no seu footwork. Precisa trabalhar mais as leituras defensivas e progressões de jogadores.

Escolha estimada:

Fim da primeira e inicio da segunda rodada.

 

Agência Livre: Os cinco melhores quarterbacks

Agência Livre: Os cinco melhores quarterbacks

Menos de 30 dias para começar de verdade a temporada 2017-2018 da NFL, e nós aqui do Entre jardas já estamos empolgados. Claro que quem gosta de assistir aos jogos terá que esperar até o dia 3 de agosto, quando teremos o jogo do Hall da Fama, em Canton, Ohio. Mas para quem gosta da liga mesmo, acompanha os times e torce de verdade, as ações já começaram com os anúncios de pré-acordos e as emoções se intensificam quando as franquias começam a anunciar seu contratados.

O calendário deste período, chamado “free agency”, que nós “aportuguesamos” para “agência livre”, tem início no dia 7 de março, quando as equipes podem abrir negociação com os agentes dos jogadores que findaram seus contratos com as equipes que atuaram em 2016. Mas “pega fogo” mesmo dois dias depois (9 de março), quando o as equipes anunciam suas franchise tags e finalmente começam os anúncios das contratações.

Mas o mais legal deste período, é que assim como temos jogadores contratados, também temos atletas dispensados, que povoam o mercado, e que inclusive podem voltar a suas equipes. É muito interessante e mostra a importância que o Gerente Geral tem dentro da franquia. Aos poucos vamos explicando um pouco dos termos usados, como “agente livre restrito” e “irrestrito”, “franchise tag” e etc, então não perca nenhum capítulo deste especial semanal que faremos, ok?

Este é o ranking dos cinco melhores quarterbacks disponíveis na agência livre:

1° Kirk Cousins (foto principal):

O quarterback do Washington Redskins fez uma grande temporada. Não foi melhor que a do não passado, pois seu início foi irregular, mas sem dúvida nenhuma é o melhor quarterback desta agência livre. Ficou muito próximo das 5 mil jardas e seu rating foi de 97,2 pontos. Provavelmente terá seu franchise tag pago pelo Skins pelo segundo ano consecutivo, o que significa que não chegará ao mercado.

2° Brian Hoyer:

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Este será – acreditem – o quarterback mais disputado da agência livre. Jogou apenas 6 partidas antes de fraturar o braço na partida contra o Green Bay Packers, mas antes disso havia se tornado o primeiro quarterback da história do Bears a jogar quatro partidas seguidas para mais de 300 jardas. Além disso, teve atuações brilhantes mesmo com a fraca equipe de Chicago, jogando para 1445 jardas, 6 touchdowns e nenhuma interceptação. fechou a temporada com um rating de 98 pontos, e acreditem os 2 milhões que ele recebeu ano passado devem no mínimo triplicar este ano.

3° Case Keenum:

NFL: Los Angeles Rams at Tampa Bay Buccaneers

Ele começou a temporada sabendo que seria o “reserva” de Jared Goff, primeira escolha geral do Draft 2016, mas nos treinos mostrou que era a melhor opção para Jeff Ficher e o Los Angeles Rams. Porém em campo não conseguiu comprovar isso, e junto com sua equipe teve uma temporada fraquíssima. Foram 10 partidas e 2201 jardas,  60,9% de aproveitamento dos passes e mais interceptações (11) que touchdowns (9). Venceu quatro partidas, e o mais inacreditável é que em uma derrota teve sua melhor atuação, dando 3 passes para touchdown, chegando ao rating de 126,3 pontos e completando 84,4% dos passes. Recebeu no último ano US $ 3,6 milhões.

4° Landry Jones: 

NFL: New York Jets at Pittsburgh Steelers

O reserva de Ben Roethlisberger está “na pista”. Depois de jogar oito partidas nesta temporada, Jones pode enfim conseguir alguma franquia que aposte em seu futebol. Os números não foram dos melhores, mas com um rating dentro da média da NFL e 61% de conclusão em passes, ele pode sim arrumar um bom emprego. Quando perguntado de o Steeler renovaria com ele, Mike Tomlin disse que tudo dependeria da oferta que ele recebesse de outras equipes. Então se alguém quiser leva-lo não terá que desembolsar tanto.

5° Geno Smith:

New York Jets v Carolina Panthers

Parece loucura falar isso, mas podem ter certeza que Geno aparecerá omo reserva e até titular de oura franquia. Se Rex Ryan ainda estivesse no Buffalo Bills provavelmente seria lá, mas como não está ele deve virar reserva de alguma franquia.

Geno sempre teve um grande potencial, e seu psicológico aliado ao péssimo ataque o Jets lhe deu em 2013 e 2014 acabaram com sua carreira em New York. Em 2015 teria papel tão importante quanto o de Fitzpatrick, mas aquele episódio com Ik Enemkpali acabou com sua temporada e com as chances na equipe. Para finalizar, na temporada passada o Jets o usou como “barganha” para Fitz assinar, e depois de 5 meses afirmando que ele era o titular o sacaram à um mês do início da temporada. Ganhou a posição em campo e em seu primeiro jogo como titular sofreu um contusão no joelho perdendo a temporada.

Outros:

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Além deste cinco teremos “figurinhas carimbadas” como Mark Sanchez, Josh McCown, Matt Cassell, Kellen Clemens, Ryan Mallett e Christian Ponder, além dos mais novos e que não se destacaram quando tiveram chances Blaine Gabbertt, Matt Barkley, Mike Glennon, EJ Emmanuel (foto) e Matt McGloin. Os veteraníssimos Ryan Fitzpatrick, Matt Schaub e Shaun Hill devem se aposentar.

Troféu Ryan Leaf: Os três piores quarterbacks da temporada

Troféu Ryan Leaf: Os três piores quarterbacks da temporada

Lá vamos nós com mais uma “listinha” para trazer o “caos” para a sua time line. Falar sobre quem é o melhor sempre causa polêmica, então decidimos listar quem foram os piores da temporada 2016-2017. Com certeza teve mais que três, mas vamos abordar os que as franquias criaram mais expectativas e não corresponderam, podendo inclusive ficar sem emprego em 2017. Vamos lá?

Ryan Fitzpatrick - New York Jets:

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Depois de jogar para quase 4 mil jardas na temporada anterior, bater o recorde de touchdowns da franquia em uma temporada e vencer dez partidas, “Fitzmagic” se transformou em “Fitztragic”. Com sua renovação sendo uma verdadeira novela, e que dividiu o vestiário da equipe, Fitz assinou contrato de um ano por 12 milhões de dólares, inclusive vindo a público dizer que por menos que isso preferiria se aposentar. Mas sua temporada provou não valer nem o pagamento mínimo.

Jogou com rating acima de 80 pontos em apenas 5 das 14 partidas em que atuou, e além de ser colocado no banco de reservas por três vezes, por duas foi substituído no meio da partida por deficiência técnica. Se a temporada do Jets foi uma tragédia, muito se deve ao péssimo trabalho de Ryan Fitzpatrick, que deve se aposentar ao fim desta temporada.

Seus números: Em 14 partidas ele acertou 228 das 403 tentativas de passe para 2710 jardas e uma média de acertos de apenas 56%. Foram 12 passes para touchdown e 17 interceptações, terminando a temporada com um rating de 69,9 pontos.

Jay Cutler - Chicago Bears:

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Parece que chegou ao fim a carreira de Jay Cutler no Chicago Bears. Depois de uma temporada que passou da mediocridade às lesões, Cutler conseguiu ter desempenho pior que atletas de pouca expressão, como Brian Hoyer, por exemplo. Em cinco partidas conseguiu levar a equipe a apenas uma vitória e lançou mais interceptações que passes para touchdown.

Declarações de ex-companheiros também diminuíram muito a “moral” de Cutler, que chegou a ser vaiado pela torcida em algumas partidas. Uma delas foi de Martellus Bennett, hoje no New England Patriots. Segundo Bennett, existem “quatro tipos de quarterbacks na NFL: os acima da média, os que estão na média, os ruins, e depois vem Cutler“.

Seus números:  Em 5 partidas ele acertou 81 das 137 tentativas de passe para 1059 jardas e uma média de acertos de 59,1%. Foram 4 passes para touchdown e 5 interceptações, terminando a temporada com um rating de 78,1 pontos.

Brock Osweiler – Houston Texans:

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De substituto de Peyton Manning a Quarterback Franchise do Texans, e de grande esperança da franquia a maior decepção da história da equipe. Assim podemos explicar a temporada ridícula de Brock Osweiler, que tem o melhor Agente da NFL sem a menor dúvida. Recebendo um contrato de 72 milhões por 4 anos e com absurdos 37 milhões de dólares garantidos, Osweiler não conseguiu alcançar as 3 mil jardas.

Depois de Bill O’Brien tentar mantê-lo e justificar ao final de cada partida suas fracas atuações, colocou em seu lugar Tom Savage. Isso mesmo, o quarterback de 72 milhões perdeu a posição de titular, e só voltou à equipe principal graças a contusão de Savage. Com um dos melhores recebedores da liga em seu ataque, DeAndre Hopkins, ele não conseguia as conexões, recebendo críticas até dele.  Nos playoffs teve lampejos contra o Raiders desfalcado, mas tudo voltou ao normal no Divisional Round. John Elway deve rir muito quando lembra do que se livrou.

 Seus números: Em 15 partidas ele acertou 301 das 510 tentativas de passe para 2957 jardas e uma média de acertos de 59%. Foram 15 passes para touchdown, 16 interceptações e 5 fumbles, terminando a temporada com um rating de 72,2 pontos. Em duas partidas na pós-temporada acertou 37 das 65 tentativas de passe para 365 jardas e uma média de acertos de apenas 56,9%. Foram 2 passes para touchdown e 3 interceptações, além de 1 fumble.

Menção honrosa: 

Apesar do destaque destes três, não podemos nos esquecer de alguns quarterbacks que tiveram atuações pífias na temporada, como as duplas Blaine Gabbertt/Colin Kaepernick, Case Keenum/Jared Goff, Josh McCown/Cody Kessler, além de Trevor Siemian, que de aposta de Gary Kubiak no início da temporada deve votar a ser a terceira opção do Denver Broncos em 2017.

Brady, Prescott ou Carr, quem será o MVP?

Brady, Prescott ou Carr, quem será o MVP?

Todo ano a disputa entre os prêmios da temporada da NFL são motivo de discussão, no entanto, o de MVP geralmente acaba em um consenso. Porém, esse ano vivemos um caso muito particular. Em situações diferentes, Tom Brady, Dak Prescott e Derek Carr são fortes concorrentes ao prêmio e qualquer um que você aponte poderia ganhar o troféu com justiça. O que esse texto tenta, é expor todos os aspectos que envolvem esses jogadores e deixar vocês decidirem quem merece mais o prêmio.

Pra começar, temos Tom Brady. Para muitos, o chamado G.O.A.T, o melhor da história em tradução livre. Ele que começou o ano suspenso por quatro jogos por conta do caso Deflategate, e muitos davam como sem chance de brigar pelo prêmio, calou os críticos mais uma vez. Brady vem fazendo uma ótima temporada e conta com números excelentes. São 18 touchdowns, 1 interceptação e 2.201 jardas com um rating de 116.7. Isso tudo com 4 jogos a menos que os outros concorrentes.

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Em segundo, temos a sensação da temporada. O calouro que vem vencendo partida atrás de partida, Dak Prescott. Ele que ganhou de Tony Romo a condição de titular da franquia de maior torcida da NFL tem um jogo bem definido. Leituras rápidas e passes precisos fazem os seus números essenciais para o sucesso do Dallas Cowboys na temporada. Já são 18 touchdowns, 2 interceptações e 2.835 jardas que lhe renderam 108.6 de rating e uma campanha quase perfeita de 10 vitórias e apenas 1 derrota.

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Por último mas não menos importante, temos Derek Carr. Há 3 anos na NFL é com certeza um dos jogadores que mais evoluiu de um ano para o outro. Consistente desde sua primeira temporada, ele é um dos grandes responsáveis da virada da franquia do Oakland Raiders, que depois de tantos anos sendo motivo de chacota, volta a brigar entre as cabeças o posto de melhor time da Liga. Carr tem ótimos números, são 22 touchdowns, 5 interceptações e 3.115 jardas dando um rating de 100 em uma campanha de 9 vitórias e 2 derrotas.

NFL: Preseason-Seattle Seahawks at Oakland Raiders

Assim, podemos dizer que esses são os quarterbacks que tem apresentado um melhor futebol até aqui na temporada. No entanto, alguns podem argumentar que eles só estão ai pela qualidade do time em volta deles, e diminuindo seus méritos, mas não é bem assim que funciona. No Futebol Americano, não tem ninguém que jogue sozinho. Todos os jogadores de todas as posições precisam de alguma ajuda, e só assim, podem brilhar.

Resolvemos então analisar as peças de ataque que estão em volta desses jogadores para poder ver se essa vantagem existe.

Logo de cara, vemos uma semelhança. A linha ofensiva desses jogadores é extremamente consistente e permitem que os quarterbacks trabalhem melhor no pocket. Com destaque ainda pra Dallas Cowboys e Oakland Raiders que contam com as melhores unidades da Liga.

Em seguida, corpo de recebedores. Todos 3 contam com recebedores top de linha e alguns dos melhores nas suas posições. A dupla AC/DC dos Raiders com Amari Cooper e Derek Carr. A conexão Brady/Gronk, um dos melhores tight ends da Liga . E por último, um entrosamento que vem crescendo a cada semana, Prescott e Dez Bryant. Cada um com suas características, mas todos com um ponto forte a ser explorado. A velocidade e capacidade de explorar o fundo do campo de Cooper. A vantagem técnica e força física de Gronkowski pra cima de qualquer um da Liga que o venha marcar. E o tamanho e impulsão de Dez Bryant na redzone para marcar touchdowns e ser um alvo de segurança. De novo, as melhores unidades da Liga, uma base que todos os quarterbacks gostariam de ter.

Como podemos ver, todos esse passadores seriam sólidos candidatos ao prêmio de mais valioso do ano. As varias vitórias conquistadas, os números apresentados e o mais importante, o impacto do seu estilo de jogo para a equipe em campo. Tudo isso é levado em consideração na hora de escolher o vencedor, e eles estão assumindo esse papel com maestria. Uma bela dor de cabeça para os responsáveis pela votação desse ano.

Sem esquecer também de outros grandes jogadores que fazem uma brilhante temporada e também podem ser cogitados para esse prêmio, como Matt Ryan, Matthew Stafford e Ezekiel Elliott.

E você, qual a sua opinião? Quem você acha que mais merece levar o prêmio esse ano? Deixa aqui na caixa de comentários o seu favorito e porque ele deveria vencer.

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Dak Prescott e Kirk Cousins se enfrentam em clássico no Thanksgiving

Dak Prescott e Kirk Cousins se enfrentam em clássico no Thanksgiving

O feriado de Ação de Graças é um dos mais importantes nos Estados Unidos e tem forte ligação com o esporte. Todo ano o país senta para ver os jogos que acontecem durante todo o dia, e claro, sempre bem acompanhado de uma boa ceia. Além disso, esse ano temos um confronto muito especial. Dak Prescott, uma das sensações da temporada, contra Kirk Cousins, um dos grandes quarterbacks revelação. Soma-se a isso o fato de Dallas Cowboys e Washington Redskins ser uma das maiores rivalidades do país e pronto, um confronto de tirar o fôlego. A NFC Leste está aberta!

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É chover no molhado voltar a falar do quão bem Dak Prescott está na temporada, porém, a responsabilidade dele aumentou muito. Desde que Tony Romo deu sua emocionante coletiva passando o bastão de titular da equipe de Dallas para Dak, a pressão que já era enorme, aumentou. Só esqueceram de avisar isso para ele. O quarterback vem de uma de suas melhores partidas contra o Baltimore Ravens, onde passou de 300 jardas e 3 touchdowns, mostrando evolução a cada semana. Se vencer, os Cowboys chegam a uma campanha de 10 vitórias e apenas 1 derrota, deixando a torcida de Dallas sem conseguir pensar em nada diferente de vencer o título nessa temporada. Quem consegue parar Dak Prescott, Zeke Elliot, Dez Bryant e companhia?

Pelo lado dos Redskins, a equipe vem numa grande crescente. Jogando um futebol envolvente, a equipe de Washington vem de uma grande vitória pra cima de Green Bay Packers no Sunday Night e está empolgada. Kirk Cousins vem mostrando que a temporada passada não foi um acaso, e jogando sob franchise tag, será um homem rico em 2017, seja em Washington ou em qualquer outra franquia.

O Capitão Kirk parece ter realmente pegado o playbook e está jogando o seu melhor futebol. Consegue envolver todo o ataque, explorando os melhores matchups e acertando as leituras, atitudes de um verdadeiro franchise. Com seus 17 touchdowns e mais de 3.000 jardas, ele vem liderando os Redskins a uma campanha de 6 vitórias 3 derrotas e 1 empate e pode emplacar uma vaga no wild card, seja como seed #5, ou fazendo companhia a outro time da NFC East, mandando três da mesma divisão aos playoffs. Podem ter certeza que ao final da temporada os Redskins darão tudo no contrato para garantir a permanência de Kirk, e o melhor para o jogador é ficar. Manter o esquema e o belo ataque envolta dele será a chave do sucesso para sua carreira continuar a decolar!

Washington Redskins e Dallas Cowboys se enfrentam no segundo jogo da quinta-feira, as 19h30 do horário de Brasília e terá transmissão da ESPN e do Esporte Interativo. E aí? Quem vencerá esse jogão? Dak Prescott ou Kirk Cousins?

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Garoto Alegria

Garoto Alegria

Todos sabemos que o Carolina Panthers não está fazendo uma boa temporada, e por mais difícil que seja, não tem como negar que parte da culpa vem de Cam Newton.

O MVP da temporada passada conta apenas com 1994 jardas, 10 touchdowns, 7 interceptações e um rating de 82.0. Números muito inferiores aos que fizeram dele vencedor do prêmio no ano passado. O que será que está acontecendo com Cam e por qual motivo ele não consegue repetir o futebol da última temporada?

É claro, os adversários se adaptam. O jogador que encanta a todos em um ano vira objeto de estudos de todos os treinadores e coordenadores da Liga durante a offseason. Saber como anula-lo e ser efetivo contra ele explorando seus pontos fracos é o trabalho de todos, mas não passa só por isso… Cam Newton é um jogador que precisa de ritmo. Ele precisa que tudo esteja dando certo ao seu redor para poder incrementar o show com o que ele faz de melhor. Provocar os adversários, chamar a torcida, as danças em campo, tudo isso faz parte do seu jogo e é seu ponto forte. Quando você o limita a apenas jogar, ele perde grande parte do seu potencial e acaba não apresentando tudo que você espera. E é o que vem acontecendo esse ano.

Já no primeiro jogo da temporada, ele se viu de frente com a equipe que lhes tirou o título no ano passado. Provocações e promessas tomaram conta da semana de abertura da temporada e a defesa do Denver Broncos conseguiu afetar o jogador. Cam, apesar de grande atleta, não tem um psicológico forte e se abala facilmente, e com isso as equipes conseguiram um jeito de o desestabilizar para afetar seu jogo. E isso não pode acontecer…

Muitas pancadas sofridas, más atuações da defesa e trabalho ruim do seu coordenador foram fatores que se somaram e tiraram o ritmo de Cam, limitaram seu futebol e o deixaram desconfortável.

Essa noite Cam Newton terá um grande jogo, um grande palco e um grande adversário pela frente. O Carolina Panthers enfrenta o rival de divisão New Orleans Saints no Thursday Night Football e terá tudo para voltar a brilhar.

A defesa dos Saints não é conhecida por gerar pressão e também não conta com uma grande secundaria. Jogando diante de sua torcida, Cam tem tudo para reverter essa situação e recuperar a alegria de jogar. Essa noite devemos esperar por muita provocação, falação e as já famosas dancinha do jogador para sair de campo com a vitória. O potencial dessa equipe é gigante, e eles tem tudo para voltar a brilhar, o que eles precisam fazer? Apenas recuperar a alegria e continuar com o show.

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Marcus Mariota

Marcus Mariota

Marcus Ardel Taulauniu Mariota, mais conhecido como Marcus Mariota, ex-quarterback da universidade de Oregon e vencedor do premio Heisman 2014, é um havaiano de 21 anos, que além de jogar futebol americano, também corria no atletismo do high school de Honolulu. Agora, jogará tudo que sabe pelos Titans na NFL e a expectativa é de um grande desempenho.

Primeiros anos:

Já apresentava grande habilidade desde cedo jogando pelo St. Louis High School de Honolulu (Havaí). Lá conduziu o time para o recorde de 11 vitórias e 1 derrota na temporada 2010, foram 2.597 jardas aéreas, 32 touchdowns e apenas 5 interceptações. Não foi a toa que com sua performance dentro de campo venceu três prêmios na temporada de 2010, Jogador Ofensivo do Ano pela liga Honolulu, Revista PrepStar All-West e Jogador Havaiano do ano, além do campeonato estadual. Nesse mesmo ano, fez a famosa “peneira” na universidade de Oregon e o coordenador ofensivo da universidade, Mark Helfrich, decidiu ir ate o Havaí para ver o garoto em ação. Durante essa visita, decidiram oferecer imediatamente para ele uma bolsa de estudos em Oregon. A universidade de Memphis até que tentou fazer também uma proposta, mas o jovem quarteback acabou optando por Oregon.

College:

Em 2012, na sua primeira temporada no college como jogador de Oregon, já foi eleito titular e levou sua universidade para o recorde de 12 vitórias e 1 derrota e o segundo lugar na temporada. Foi chamado para integrar o top 12 All-Conference, Top 12 Freshman, Jogador Ofensivo do Ano e MVP do Fiesta Bowl. Nessa temporada de 2012, foram 752 jardas terrestres (correndo com a bola), 2.677 jardas aéreas (lançamentos), 32 touchdowns e apenas 6 interceptações.

A temporada de 2013 foi excelente. Novamente Mariota entra para a equipe da temporada (Top 12 All-Conference). Em um inicio avassalador do jovem quarterback, com o recorde de 8-0. Chegou a 3.665 jardas lançadas na temporada, com 31 touchdowns e apenas 4 interceptações.

Em 2014, o jovem prodígio do Havaí desiste do Draft para jogar mais uma temporada por Oregon e já começou o ano como favorito para vencer o prêmio Heisman. Todos tinham grandes expectativas de ver o time de Oregon ir cada vez mais longe na competição. No dia 13 de dezembro de 2014, Marcus Mariota se tornou o primeiro jogador havaiano e o primeiro jogador de Oregon a vencer o prêmio Heisman (melhor jogador universitário da temporada), com uma larga vantagem: foram 90% dos votos só para ele. Encerrou a temporada com 5.224 jardas, sendo 770 jardas corridas e apenas 7 interceptações. Um ano muito bom para o atleta.

Nesse ano de 2015, ele “fez chover”, ganhando inúmeros prêmios como o O’Brien Davey, o prêmio de melhor quarterback universitário da temporada e se formou pela universidade de Oregon em Ciências Gerais.

NFL:

Em três anos no futebol universitário, ele recebeu mais de 25 homenagens, entre prêmios e honrarias. Lançou para 10.796 jardas e correu para 2.237 jardas, em um total de 13.033 jardas. Foi a segunda escolha geral do Draft de 2015, tendo sido escolhido pelo Tennessee Titans. A expectativa sob ele só aumenta e os torcedores estavam fervorosos para sua estreia na temporada regular e ela veio em grande estilo.

Mariota teve uma estreia épica na NFL, o reencontro de dois excelentes jogadores universitários, que já haviam se enfrentado nas finais da NCAA , Jameis Winston, primeira escolha no Draft 2015 pelo Tampa Bay Buccaneers, contra Marcus Mariota, segunda escolha no Draft 2015 pelo Tennessee Titans, Mariota fez um jogo épico contra os Buccaneers de Winston. Foram 4 touchdonws , completando 13 passes para 209 jardas no jogo, igualando o recorde estabelecido em 1961 por Fran Tarkenton, calouro que lançou para 4 TDs no jogo de estreia.

Ja em seu segundo jogo não foi muito bem, no confronto contra o Cleveland Browns quem levou a melhor foi o quarterback Jonnhy Manziel, Mariota até que tentou, mas sofreu dois fumbles (quando o jogador perde a posse de bola para o time adversário), em um desses fumbles, perdeu a chuteira e escorregou, logo depois de sofrer uma pancada. Deu para perceber que a tarde era de Manziel que jogou muito bem, com 3 passes para Touchdowns, incluindo outros passes longos e complicados, levou o time de Cleveland para a vitória por 28-14. Mariota completou somente 9 passes e um desses para touchdown.

Aaron Rodgers | Green Bay Packers

Foi em 2 de Dezembro de 1983, que a cidade de Chico Califórnia viu o nascimento de seu filho mais ilustre: Aaron Charles Rodgers.

Logo o menino já descobriu sua vocação e ainda no High Shcool pela Pleasant Valley High School mostrou seu talento e já abriu portas para um grande futuro que o aguardava.

Na universidade começou jogando pela Butte Community College mas ainda no 1º ano se transferiu para a Universidade da Califórnia e lá quebrou muitos recordes entre eles o de 5 jogos com pelo menos 300 jardas e o de menor índice de interceptações por passe tentado (1,43%).

Veio o ano de 2005 e todos esperavam que Rodgers fosse selecionado entre as primeiras rodadas, mas foi apenas o 24º escolhido na 1º rodada (o 2º QB selecionado naquele ano). Nos Packers teve que enfrentar a indecisão do grande ídolo da franquia Brett Favre que lutou muito com a sua aposentadoria de 2005 a 2008 (quando anunciou que se aposentaria, o que não acabou acontecendo, já que em 2009 Favre voltou só que agora pelo Minnesota Vikings).

Foi assim que Rodgers conseguiu ser o 1º QB a iniciar um jogo de temporada pelos Packers que não fosse Brett Favre desde 1992. Imagine o tamanho da pressão nas costas do rapaz?! Assumir o lugar do grande ídolo do time que deixava a franquia após 16 anos. Ele não demorou tanto para mostrar que o futuro dos Packers estava garantido: Já em 2010 veio o título do Super Bowl XLV e o prêmio de MVP do jogo, na bela vitória por 31 a 25 contra o papa títulos Pittsburgh Steelers.

A temporada passada foi difícil para Rodgers que se machucou na semana 9 contra o Chicago Bears, mas conseguiu voltar nos últimos jogos da temporada e classificar o time para a pós temporada. Caiu diante dos 49ers, mas o futuro está garantido e é certeza que Rodgers continuará trazendo resultados para os Packers.

E você cabeça de queijo confia no camisa #12?!

Ryan Fitzpatrick | New York Jets

Ryan Fitzpatrick é sem dúvida um dos quarterbacks mais interessantes da liga. Nascido em Gilbert, no Arizona, o quarterback de 34 anos está na liga desde 2005, e com certeza quebrou alguns paradigmas desde então.

Foi o primeiro jogador graduado na Universidade de Harvard a jogar na NFL. Lá conquistou vários prêmios, foi o primeiro a chegar a 1000 jardas corridas na carreira e também tem o segundo melhor desempenho como quarterback na história da Universidade.

Foi escolhido pelo St. Louis Rams no Draft de 2005, na sétima rodada (escolha número 250 no geral). Mas chamou mesmo a atenção no Pré-Projeto (testes que os calouros passam antes do Draft), quando no teste de Coeficiente de Inteligência (Teste Wonderlic) ele acertou 48 das 50 perguntas em apenas 9 minutos. Feito até hoje nunca igualado.

Estreou na NFL no 11° jogo da temporada 2005-2006, contra o Houston Texans, quando o titular se lesionou no final do 1° tempo. Conseguiu a façanha de virar o placar de 03-24 para 33-27 se tornando um dos oito quarterbacks na história da liga a atingir mais de 300 jardas na estreia.

Em setembro de 2007 foi trocado por uma sétima escolha de Draft com o Cincinnati Bengals. Lá jogou 12 partidas na temporada de 2008-2009, ficando em terceiro lugar em jardas na temporada. Em Fevereiro de 2009 assinou com o Buffalo Bills.

Lá Fitzpatrick se destacou, atuando de 2009 a 2012. Tem o recorde de passe mais longo para touchdown (98 jardas) da história da franquia. Lá também, pela primeira vez na história da liga, alcançou cinco touchdowns consecutivos no segundo tempo. Foi efetivo em Buffalo até a temporada de 2012-2013, quando se transferiu para o Tennessee Titans. Lá jogou apenas nove jogos na temporada de 2013-2014, sendo dispensado ao final da temporada.

Sua volta foi no Houston Texans, onde atuou por 12 partidas na temporada 2014-2015. Lá também deixou sua marca, em um jogo contra o Tennessee Titans, onde venceram por 45-21. Fitzpatrick marcou lançou seis passes para touchdown, totalizando 358 jardas, e nenhuma interceptação. Recorde da franquia. Alguns jogos depois, fraturou a tíbia jogando contra o Indianapolis Colts, terminando ali sua temporada.

Hoje é quarterback titular do New York Jets. A princípio veio para ser reserva de Geno Smith, mas devido a alguns acontecimentos herdou a titularidade. Nesta temporada de 2015-2016 Fitz vêm se destacando nas vitórias, e apesar de ter sempre Geno no seu encalço, tudo leva a crer que será titular até o final da temporada.

Enfim, um quarterback de muitas marcas, mas sem títulos. Será que chegou a hora do veterano ganhar algo?

Texto elaborado por Leopoldo Arthur Scremin administrador do twitter @jetsnewsbrasil, e colaborador de conteúdo do Entre Jardas.

Nick Foles | Philadelphia Eagles

Você sabe o que é estar na hora certa e no lugar certo? Nicholas Edward Foles (ou Nick Foles como o conhecemos) sabe bem o que é isso!

Conterrâneo de Drew Bress, Foles deu suas caras em Janeiro de 1990 (jovem o rapaz, não?!) Em Austin-Texas e por lá ficou durante o High School, onde aprendeu a arte de lançar a bola oval. Sua carreira no High School e no College não mereceram muito destaque, não atoa ele foi apenas a escolha de número 88 no draft de 2012 (na 3º rodada), indo parar no Philadelphia Eagles, que naquele momento tinha Andy Reid como Head Coach e Michael Vick como QB, ambos muito pressionados pela falta de resultados da franquia.

O #9 no belo estilo mineirinho foi comendo pelas beiradas e só aguardou uma concussão de Michael Vick em 2012 (fato que convenhamos nunca foi tão difícil de acontecer, devido ao fato de Vick se arriscar um tanto quanto em suas corridas malucas). Seus primeiros jogos foram difíceis mas o menino mostrou fibra e deu aos torcedores do Eagles um novo horizonte para a temporada que viria.

2013 chegou e com ele um novo Head Coach: Chip Kelly assumiu o time e implantou um verdadeiro “hurry-up ofense” de deixar qualquer “no huddle” de Tom Brady morrendo de inveja. Após alguns resultados ruins com Vick, o Head Coach dos Eagles resolveu olhar para o “mineiro” dono da #9 e colocá-lo como QB titular.

Os números do menino desde então são impressionantes: em 2013 foram 27 TD’s, para APENAS 2 (eu disse DUAS) interceptações (beijinho no ombro para Tony Romo e Eli Manning) que lhe dão o 3º melhor QB rating da história: 119, atrás apenas de Peyton Manning em 2004 (com 121.1) e de Aaron Rodgers em 2011 (122.5), tem futuro o garoto?! Conseguiu levar o time aos playoffs, o que não acontecia desde 2010 e perdeu por apenas 2 pontos para o time do seu conterrâneo (também camisa #9) Drew Bress.

A verdade é que com Foles os Eagles devem voar mais alto!!

#FlyPhillyFly

Andy Dalton | Cincinnati Bengals

Cincinnati Bengals

Andy Dalton – Quarterback

Não consigo olhar pra ele sem fazer referência ao Denis, o Pimetinha. Ele não tem uma cara daqueles meninos sapecas que aprontam na escola primária?!

Mas Andrew Gregory Dalton (Andy Dalton), é muito mais que um reles bagunceiro e sua trajetória na NFL desde 2011 vem provando isso!

Nascido em 29 de Outubro de 1987, Dalton se criou e se desenvolveu em Katy no Texas jogando todo o High School pela escola da cidade e ao contrário de muitos talentos que vão estudar em universidades distantes de seu estado de origem, o #14 decidiu ficar no Texas e jogar pela TCU (Texas Christian University) liderando os Horned Frogs (algo parecido com sapos de chifre). Pelos Frogs teve seu auge em 2011 (no seu 5º ano de time), quando liderou o time na vitória sobre o Wisconsin Badgers no Rose Bowl daquele ano e assim encerrou sua carreira (que foi apenas regular) pela universidade.

Veio o Draft de 2011 e com ele a chance de jogar pelo Cincinnati Bengals e de iniciar uma parceria com o também calouro A.J Green (que inclusive foi selecionado antes que Dalton, na 1º rodada na 4º posição, quando Dalton só foi escolhido na 2º rodada, na 35º posição).

E por lá vem aprontando as suas junto com o WR: nos três anos com a franquia levou o time em todos anos para a pós temporada, verdade que ainda falta uma vitória nos playoffs.

O que é certo é que Dalton continuará pregando suas peças e bagunçando geral na liga!!

 

Entre Jardas | Futebol Americano BR - 2014