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Cinco motivos para amarmos o Pro Bowl

Cinco motivos para amarmos o Pro Bowl

Ao longo dos anos vemos cada vez mais as pessoas depreciarem o Pro Bowl, e claro, com muitos atletas desistindo de participar alguns fãs ficam decepcionados em não ver Aaron Rodgers jogando, por exemplo. E concordamos com quem diz que não é uma partida oficial e que a disputa não é acirrado, pois não é mesmo. É diferente. E talvez esse misto de diversão e descomprometimento dos atletas que a torne tão legal, então vamos lhe dar cinco motivos para amar o Pro Bowl. Vamos lá:

O lado “humano” dos atletas aflora:

Toda grande estrela precisa ter empatia e carisma. E no Pro Bowl podemos acompanhar o lado humano dos atletas, já que lá eles não tem compromissos de postura como acontece nas franquias. Então vemos aquele mostro de 15 quilos brincando com crianças, aquele tight end sisudo fazendo piadas, a grande estrela da franquia fazendo uma “piada” ou mandando a tal da “sarrada”, é mágico. Ali nós podemos ver que os atletas de uma das maiores ligas esportivas do mundo são como nós, são carismáticos, e isso é muito bom para que nossa admiração cresça ainda mais. Esta aproximação com o fã que na temporada regular raramente acontece é muito legal.

O desafio de habilidades é sensacional:

E os desafios de habilidades voltaram para salvar o Pro Bowl. Já aconteciam antigamente e depois pararam, e agora voltaram com força total. Utilizando de tecnologia,  agora temos um drone que lança a bola de 30 metros em linha vertical e os atletas tem que fazer “mágica” para conseguir pegar. O desafio de pontaria dos quarterbacks também é um clássico e o circuito de força que termina com um running back se atirando para quebrar uma parede de espuma é sensacional. Ah, não podemos nos esquecer do dodgebowl que foi clássico!

A “zoeira” não tem limites:

Sério, o sonho de nossa redação é chamar Odell e  Zeke Eliott para o churrasco de final de ano da “firma”. Que caras hilários! Não tem tempo ruim para eles, são muito da “zoeira”. E não são os únicos: Trevis Kelce, Aquin Talib, Chris Harris e mais outros tantos, deixaram os mais sérios como Jimmy Graham e Drew Brees sem ação. E se não bastasse isso, a “zoeira” chegou até os técnicos Andy Reed e Jason Garrett. Reed aplicou um “fake field goal” e em seguida uma outra “trick play” que deixaram Garrett “sisudo” na sideline. Os caras são hilários, e este lado deles nós não vemos na temporada regular.

As dancinhas:

E como teve dancinhas este ano. Odell protagonizou a melhor ao lado de Blue, mascote do Colts, mas teve muita gente que entrou na “dança”. Ray Lewis, que estava participando do evento foi o que mais chamou a atenção, afinal, o defensor 12 vezes eleito ao Pro Bowl tem “molejo”. Os defensores a cada sack dentro de campo também não poupavam suas coreografias terminadas com o popular “dab”, e Travis Kelce deu um salto ao estilo “guitarrista” para adentrar a end zone. Ah, esqueci de mencionar que as cheerleaders estavam muito bem representadas no evento.

Competitividade:

E quem disse que os jogadores não jogam para ganhar? O jogo mesmo sem tackles mais duros foi muito pegado, inclusive saindo “tetra” entre Jimmy Graham e Lorenzo Alexander no último quarto. Aparentemente o tight end do Seahawks não gostou da marcação mais dura do defensor do Bills e partiu para cima tirar satisfações.

Outro lance que deixou clara a vontade de ganhar das equipes foi o último da partida. A NFC estava próxima de empatar o jogo com apenas 1 minuto no relógio, e Kirk Cousins foi interceptado. Aqib Talib, um dos defensores mais bem pagos da liga correu mais de metade do campo como se fosse um Super Bowl, e quebrando tackles deixou a equipe na linha de 5 jardas do ataque. Na jogada os atacantes voltaram correndo atrás de Talib forçando o fumble do adversário, e uma batalha no chão foi travada pela posse da bola. Cousins ficou visivelmente triste com a interceptação e Jason Garrett revoltado com a marcação dos árbitros.

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Foi divertido, foi disputado, foi engraçado e foi histórico. O novo formato fez muito bem ao Pro Bowl e quem acompanhou pode perceber que ao contrário do que alguns dizem, ele é imprescindível para a NFL. Que venha o de 2018!

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Leopoldo Scremin

Leopoldo Scremin é jornalista com passagem por diversas plataformas de comunicação (rádio, jornais e televisão).

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