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O fim da “Era Eli Manning”

O fim da “Era Eli Manning”

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Dizer que Eli Manning não é um futuro Hall da Fama é uma grande bobagem. Ele com certeza – assim que elegível – vai vestir uma jaqueta dourada. São dois Super Bowls e atuações que vão marcar para sempre os fãs do New York Giants.

Porém desde 2011, quando Eli derrotou o New England Patriots e se sagrou campeão da NFL pela segunda vez, o quarterback vem em uma descendente absurda. E não estamos falando das interceptações ou das “pegadas de pé”, ao estilo “Elintercepted”. Estamos falando de números. Não é mais viável nem interessante o Giants manter Eli como quarterback.

Para se ter uma ideia, depois da vitória em 2011, o Giants jogou 101 partidas com Eli como titular. Delas, o quarterback venceu apenas 43. Isso mesmo, com Eli em campo o Giants perdeu 58% de seus jogos durante este período, um número alto para os padrões da equipe. E não para por aí. Se olharmos para as últimas 22 partidas da equipe, foram míseras quatro vitórias. Pior que a campanha do Giants neste período só uma equipe na liga: o Cleveland Browns.

Na atuação de ontem, a torcida – que recentemente o elegeu como o maior jogador ofensivo da história da franquia – começou a vaiá-lo. Não tinha como não vaiarem, uma vez que ele conseguiu acertar apenas 2 dos 14 passes quando pressionado pela defesa adversária. E não foi só isso. Manning foi interceptado em seu segundo passe na partida e, se descontarmos as 99 jardas de Saquon Barkley recebendo passes atrás da linha de scrimmage e correndo, sobram apenas 182 jardas passadas, uma interceptação e nenhum touchdown.

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John Mara tentou dar a Eli a chance de se aposentar na equipe com honras, dentro de campo, como um ídolo merece. Investiu firme e a contragosto de muitos escolheu Saquon Barkley como segunda escolha geral do Draft 2018, deixando passar o quarterback Sam Darnold. Ele renovou com Odell Beckham Jr, selecionou ano passado um tight end bom nos bloqueios e recepções (Evan Engram) e ainda contratou Nate Solder para a linha ofensiva. Mas a passividade de Eli não vai salvar sua aposentadoria na equipe. Definitivamente ele não é mais o mesmo atleta.

Os fã do “Big Blue” podem começar a se familiarizar com nomes como Drew Lock, Justin Herbert e Ryan Finley, pois o Giants não vai apostar em Eli novamente ano que vem. Começando sua segunda temporada com o recorde de 1-5, o time terá que fazer algo para não perder esta geração boa do ataque.

Se ano passado o irmão mais novo de Peyton Manning dizia que queria jogar mais quatro temporadas, agora ele já deve estar pensando em se aposentar. Pois para ele será isso ou buscar outra franquia quando for cortado ano que vem. O Giants não vai gastar U$ 25 milhões em um quarterback reserva, muito menos manter Eli, se realmente quiser uma equipe vencedora.

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Leopoldo Scremin

Leopoldo Scremin é jornalista com passagem por diversas plataformas de comunicação (rádio, jornais e televisão).

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